ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

E-Mail: pulpuscorruptus69@gmail.com

domingo, 22 de abril de 2018

(Presos Pelos Tomates) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (214

O Lagarto Jaime Marta Soares com o cu apertado:
É lamentável e vergonhoso o silêncio de toda a comunicação social sobre o que se passou e se está a passar com Jaime Marta Soares.

Mais ainda, é um sinal muito grave que Jaime Marta Soares tenha sido alvo dos capangas de alguém (BdC) e nem uma linha se tenha produzido sobre o tema. Além de ninguém na instituição Sporting ter vindo a público repudiar isso, nem sequer o respeito por alguém já com uma idade avançada existe.

Será que têm medo de Bruno de Carvalho? Será que no Sporting ninguém vai revelar o que fizeram nos últimos 15 dias a Jaime Marta Soares?

(O bombeiro incendíiário tem apenas o que merece).

O Burro Saraiva zurra e recebe a resposta.
"Esta semana enviou uma mensagem a Bruno de Carvalho agradecendo-lhe que deixe o futebol e dizendo que o nome do presidente do Sporting caiu na lama. Que interesse tem este senhor no Sporting que não seja o de Luís Filipe Vieira e o do Benfica?", questiona o director de comunicação leonino, no programa ‘Verde no Branco’ transmitido na Sporting TV.

Nuno Saraiva ainda assinalou a ligação do empresário ao clube da Luz. 
"César Boaventura foi apontado na imprensa como estando atrás da manipulação de resultados em jogos envolvendo o Benfica",acusa o dirigente que acrescenta: "César Boaventura faz parte desta campanha para denegrir o Sporting através de um ataque ao seu presidente. Só pode estar a tramar alguma coisa".

César Boaventura responde ao animal

Burro Saraiva
Farto-me de rir quando vais para o Facebook dizer que o teu “PATRÃO” está envolvido em pedofilia... SÃO PALAVRAS TUAS E DE MAIS NINGUÉM. 

A vida é feita de opções e o anão Saraiva ontem decidiu interferir com uma pessoa que nunca em momento algum prejudicou o Sporting CP ou alguém que fosse da mesma instituição. 
Começo por te chamar Mentiroso e aldrabão, tens mais de anormal do que de tamanho. 

- Prova em qual dos órgãos de comunicação social algum dia falaram no meu nome para afirmar que eu estou ligado a viciação de resultados.... Não consegues porque é mentira seu MENTIROSO, ALDRABÃO, ESCROTO ANÃO 

- Eu sou sério na minha vida, não entro em malabarismos e muito menos prejudico alguém. 

- Sabes qual é a minha ligação ao Benfica e ao seu presidente? Eu vou explicar-te porque tu és burro e tens uma deficiência de crescimento... 
- A minha ligação é profissional, porque é um clube com quem dá gosto a qualquer empresário trabalhar, cumprem com tudo a que se comprometem ATEMPADAMENTE, não falham com a palavra nem adiam pagamentos, são transparentes e não têm testas de ferros nos negócios e acima de tudo, tem um presidente que não pede comissões aos empresários sobre os negócios que fazem com o clube. 

GRANDE BURRO SARAIVA, MEXESTE COM QUEM NÃO DEVIAS! 
No mercado do passado verão um empresário pediu-me para apresentar o Adrien ao AC Milan e assim o fiz. Na altura demonstraram algum interesse no negócio. 

Entrei em contacto com esse empresário para falar na repartição das comissões e saber quem tinha que ganhar, sabendo eu das dificuldades para receber comissões do Sporting e também quanto se tinha de deixar de percentagem a quem manda no clube, perguntei como seria, ao que me foi respondido que tinha de deixar 10% da comissão para o Presidente do Sporting. 

INÉDITO, BURRO SARAIVA, eu não ando a brincar ao futebol, não ando a comer gelados com a testa, nem a destruir uma instituição chamada Sporting em benefício próprio. Eu respeito as pessoas, não invento e quando falo é com provas! 

Esta gravação está à disposição das autoridades, assim como outras coisas como e-mails, que mandam para clubes a dizer que “PARA FAZER NEGÓCIO DO JOGADOR X TEM QUE FAZER O NEGÓCIO COM O EMPRESÁRIO Y”, sim esse tipo de e-mails que vocês mandam para meter nos negócios os vossos testas de ferro e porquê? Sim para não vos faltar nada!!!! 

Muita coisa eu sei, mas não vou falar publicamente, cada coisa será entregue no local apropriado! Não vou falar aqui em nome de agentes, tudo será entregue se necessário às entidades legais. Porque eu felizmente ainda posso escolher com quem trabalho mas existem agentes que para sobreviver têm que se sujeitar à vossa sujeira, SEU GRANDE BURRO. 

Estais a destruir o Sporting que a curto prazo tem quase 70M€ para pagar e não tem como e andais a borrar o futebol Português. Tenham vergonha e vão-se embora. Dizem que fizeram um pavilhão e não o pagaram ainda, dizem que têm equipa e não ganham nada, sois muito mentirosos. 
OS SPORTINGUISTAS MERECEM RESPEITO E O SPORTING ESTÁ ACIMA DA VOSSA IGNORÂNCIA.

O PorKo JJ no fim da SuperTaça que ganhou pelos lagartos.

Mal o árbitro Jorge Sousa deu por terminado o encontro, Jorge Jesus, treinador do Sporting, saiu direto na direção do banco do Benfica de mãos no ar e com os dedos a indicar a vitóriacelebrando em jeito de dança,dando assim início à confusão que apenas terminou quando Jonas deixou o antigo técnico a falar sozinho já junto aos autocarros das duas equipas, depois de lhe dar duas palmadas nas costas afirmando: «Tem respeito!»

No relvado, foi Hugo Oliveira, treinador de guarda-redes do Benfica e antigo elemento da equipa técnica de Jesus, o primeiro a insurgir-se, antes do treinador cumprimentar o único responsável da antiga equipa, Lourenço Coelho, diretor geral dos encarnados. 
O tom de gozo prolongou-se nos minutos seguintes e Jonas,o único jogador encarnado que passou perto do antigo treinador levou duas palmadas na cabeça e o avançado afastou-lhe o braço à palmada. O brasileiro não gostou da atitude e das palavras trocadas, deixando Jesus de mão estendida e os ânimos exaltaram-se. 

A confusão no centro do relvado estava instalada. Sílvio teve de ser separado por Shéu Han, secretário técnico do Benfica, Eliseu enfureceu-se com João Mário, vindo os capitães Luisão e Rui Patrício separar colegas. Dirigentes de ambas as equipas evitaram males maiores e Bryan Ruiz ouviu das boas de Jesus por estar a falar com Taarabt.

Com o ambiente mais calmo, Jesus ainda chamou Jonas, os dois falaram, mas o brasileiro acabou a virar costas ao antigo treinadorEste voltou a gozar com os jogadores encarnados antes de irem para a entrega das medalhas de vencidos
Rui Vitória, antes deste episódio, passou por Jorge Jesus, mas não se cumprimentaram, dando clara ideia de que as palavras do treinador do Sporting na antevisão da Supertaça não caíram bem no lado contrário.

Os jogadores do Benfica ainda aguardaram pela entrega do troféu, mas assim que o capitão Adrien ergueu o mesmo abandonaram o relvado sem qualquer troca de palavras com Jesus, excepção terá sido Salvio que ainda viu o anterior técnico a gesticular com ele, mas sem retorno. O ambiente tenso entre o grupo de trabalho do Benfica e Jorge Jesus acabou por deixar marcas."

PS: Quando o único órgão de comunicação social, que relatou as várias provocações do Animal, é o pasquim O Nojo, é sinal que isto está mesmo pelas ruas da amargura!!!
Hoje, ouvi “ad nausea” das TV's, e li no Rascord (entre outros...), que afinal o «Jonas reagiu mal» ao “cumprimento”!!! Como não podia deixar de ser, isto fica para a história como o 'caso Jonas', tal como o esquema do ex-vice-presidente Lagarto, agora preso, ficou como o 'caso Cardinal'!!!
As provocações começaram antes, continuaram durante, e ganharam ainda mais visibilidade no final do jogo. A forma como tudo isto está a ser desvalorizado é inacreditável...

A tudo isto, ainda temos que acrescentar os telefonemas no início da pré-época, que aparentemente voltaram a acontecer esta semana!!! Não conheço nenhum treinador que passe o tempo todo, a telefonar para os jogadores adversários, perguntando como estão a decorrer os treinos!!!

Entrevista de Carlitos, ex-jogador de hoquei do Benfica, Porto e Sporting.

P. És anti-Porto?

Era, mas depois joguei lá e deixei de o ser. Aquela força deles é algo de especial. Aquele clube regional a nível mundial tem uma força para lá do normal. Sentia isso vezes sem conta, mais quando vínhamos à Luz, nas camadas jovens. A ideia que nos passavam durante a semana era de que aquilo era de vida ou de morte, muito mais que um jogo.

P. Foste campeão no Porto?
Sempre. Aquilo era cá uma corrupção.

P. Hein?

Já se sabia quem era o árbitro e era campeão nacional antes dos jogos. Os árbitros diziam-me mesmo “olhas, atiras-te para o chão e é penálti”.Já entrávamos a ganhar, até na moeda ao ar.

P. Ai eras o capitão?

Fui capitão até aos juniores.

P. Mas ainda não havia Dragão Caixa, pois não?

Nãããão, fui fazer a inauguração do Dragão Caixa pelo Benfica. Chegámos ao balneário a 90 minutos do início do jogo e estávamos preparados para aquecer quando um segurança disse-nos “olhe, é melhor vocês não irem aquecer, que isto hoje é o dia da inauguração e está cheio; se vocês vão para ali de sapatilhas, começam-vos a cuspir e ainda não está aqui a polícia”.

P. Uuuyyy!!

Ficámos 90 minutos dentro do balneário a olhar para ontem. Sabes o que aconteceu? Não estava nada cheio. O pavilhão só abriu as portas a dez minutos do início do jogo. Entrámos em campo e nem tirámos os patins do chão. Apanhámos 5-0. G’anda pavilhão.

Os anos 90 foram pródigos em vandalismo. Era o tempo em que o Porto superiorizava-se ao Benfica em tudo. Futebol, hóquei, basquetebol, andebol, caricas. Tudo. O Porto ganhava tudo e comprava tudo. Havia coisas no futebol. O Zé Carlos era um defesa central que pisava toda a gente. E o

O Complexo da Lagartada.
O complexo dos lagarto já vem de longe. Ficou-lhes implantado no ADN desde o berço.
Depois de uma briga, o Sporting fundou-se sem nome, apenas para “indivíduos de boa sociedade”.

Em Lisboa, na altura estava em voga as “Party Garden”. A do Campo Grande Sporting Clube saltou para a ribalta por causa dos jogos de futebol e críquete mas também de “senhorinhas da melhor sociedade” que corriam 50 metros antes do piquenique, do chá e das danças de salão. Tudo muito fino, tudo com o mindinho ao alto.

Mas havia muita gente que achava que eram festas a mais e desporto a menos. Como marialvas de sangue azul que eram, queriam mostrar que também eram homens másculos.

Depois de uma briga e de mosquitos por cordas, José de Alvalade afirmou, “por mim acabou, vou ter com o mau avô e ele me dará dinheiro para fazermos outro clube, um clube para o sport, mais sport”.
Assim começou o Sporting Clube de Portugal, que começou como Campo Grande Sporting Clube. Só mudou para o nome actual em 1920. Mas não mudou de ano de fundação. Coincidências do caraças!

O artº 1 dos estatutos estabeleciam que apenas podiam pertencer-lhes, “indivíduos de boa sociedade e conduta irrepreensível”. Só gente de “alto gabarito”, portanto.

Como o dinheiro do avô rico, o clube não tardou a ter campo mas não tinha o principal, não tinha jogadores, nem equipa!!

O que fez o invejoso José de Alvalade? Foi roubar os jogadores ao Sport Lisboa, o antecessor do Glorioso Benfica.

Algo que ficou desde logo implantado no ADN do clube e algo que eles nunca mais deixaram de ser, invejosos e ladrões.

Como o conseguiu? Cantando a canção do bandido. Ofereceu aos jogadores do Sport Lisboa campo para treino e jogo, oferecendo balneário com banho quente, bolas novas, duas camisolas por jogo, para o caso de chover e, no fim de cada jogo, chás dançantes com as senhoras mais ilustres da sociedade lisboeta. Impossível de resistir. Sete jogadores mudaram de clube.

Ficou célebre a frase de Cosme Damião, “O Sporting tem dinheiro. Nós temos dedicação. No imediato o dinheiro vence a dedicação. No futuro, a dedicação goleia o dinheiro”.

No 1º jogo que fez, o Sporting perdeu 5-1. Começando assim uma tendência que se tem vindo a acentuar desde então, “jogar como nunca, perder como sempre”.

O Sport Lisboa, antecessor do SLB, foi fundado a 28 de Fevereiro e escolheram as cores vermelho e branco, por “traduzir alegria, vivacidade, ser fonte de entusiasmo”, e como símbolo a Águia, “por significar a elevação de propósitos, espírito de inciativa e ânsia de subir o mais alto possível”.

O 1º jogo que o SCP fez com o Sport Lisboa não jogaram nada mas ganharam 2-1, graças a algum acaso e a um auto golo. 
Com o jogo empatado e com toda a gente à espera da vitória do Sport Lisboa, abateu-se uma bátega de chuva. Num campo encharcado a bola não rolava. 

Os jogados do Sporting abandonaram o campo, demasiado finos para se molharem. Refugiados no balnerário, esperam até que o árbitroos obriga a entrar em campo contra a sua vontade (“tinham medo de se constiparem”, dizia-se). 

Os jogadores do Sport Lisboa, que tinham ficado em campo a apanhar chuva, enregelaram, perderam a energia e o Sporting aproveitou paramarcar um golo (auto golo de Cosme Damião).

A crónica da época dizia, “O Sporting jogou brutalmente. Os seus jogadores cometeream irregularidades em barda, sobressaindo Albano dos Santos um jogador muito perigoso”.

Muito perigosos!! Mas sempre diferentes!!
Foi tudo uma questão de AND.

“Dr”. Carlos Vieira, o lagarto “génio da gestão”
Vamos lá então ao Carlos Vieira, o administrador na pole position para suceder a Bruno de Carvalho, enquanto este estiver deitado no divã do psicanalista a resolver o síndrome de abstinência do FB.

A formação. Bacharel em contabilidade cedo passou a assinar doutor, não se sabe se por por ter sido da mesma turma de Miguel Relvas na universidade do sogro.

O background. Fanático devoto da Opus Dei, Carlos Vieira sempre se movimentou muito bem nos meandros da organização e não foi o facto de esta ter perdido alguma influência social e nos meios de decisão que o impediu de ter tido sempre empregos onde a Opus Dei tinha poder. 

Até que entra nas universidades do sogro. Directamente para um cargo de administrador onde tinha o pelouro das finanças partilhado com o líder. A crise e a má gestão, assente num crescimento desmesurado e numa política de endividamento extremo, levaram o grupo a uma situação de pré-falência há uns anos atrás: salários em atraso (só para alguns), desinvestimento nas instalações e venda apressada (onde e que já vimos isto?), com graves perdas, de negócios que corriam manifestamente mal como clínicas de saúde em todas as esquinas e produção de azeite na qual chegaram a ser retirados do mercado pela ASAE, por venderem como Virgem Extra azeite que não o era. Enfim, peripécias apenas.

O Grupo Lusófona volta a recorrer à banca mas numa situação de algum desespero. Daí que o sindicato financeiro que entrou para salvar o grupo tenha posto logo como condição o afastamento de Carlos Vieira, o administrador que, afinal de contas, desempenhava o cargo quando as coisas começaram a correr mal. Coincidência ou talvez não.

E é por alturas destas a negociação com a banca, que foi demorada, que surge a possibilidade de acompanhar um conhecido, de nome Bruno de Carvalho, que estava a lançar uma candidatura à presidência do Sporting. Por acaso, ou talvez não, Carlos Vieira faz-se sócio cerca de um ano antes, praticamente à conta de se poder candidatar.

E entra de novo o sogro que se faz acompanhar por Carlos Vieira e Bruno de Carvalho a Angola e à Guiné Equatorial onde foram arranjar financiamento. O primeiro negócio até corre mal - o de Franco Cervi - porque os argentinos desconfiaram dessa história de inscrever o jogador por um clube barriga de aluguer para a passagem entre o clube argentino e o Sporting e com pagamentos faseados pela Guiné Equatorial. Depois entra Sobrinho e a Holdimo e o dinheiro começa a pingar. Receitas antecipadas e contrato da NOS e lá começa a tal estabilidade financeira que serve agora de único argumento a favor de Bruno de Carvalho.

A ascensão. Dado o difícil temperamento de Bruno de Carvalho, muitas das pessoas que trabalhavam com ele, desde chefias menores até parceiros de administração foram-se afastando à medida que percebiam que, pior ainda que o estilo desbocado e um pouco trauliteiro do presidente, era o defeito que Bruno de Carvalho tem há muito tempo: a vaidade patológica de se achar o melhor do mundo, de gostar de se ouvir falar e de fazer tudo para ser ele a aparecer na frente. Curiosamente, Carlos Vieira, mais tímido de feitio, foi-se dando bem com isso e tornou-se um dos cada vez menos apoiantes de Bruno de Carvalho no Sporting.

Uma coisa é certa, com ou sem “BurnOut”, esta sucessão dinástica é que é típica do croquettismo que imperou no Sporting durante uns anos. E os sócios tudo devem fazer para serem eles a decidir em vez de se montar um arranjinho sucessório para que Bruno de Carvalho vá descansar um bocado. 
Jaime Marta Soares, e outros, sabem bem, por isso preferem dar a palavra aos sócios. Mas nos próximos dias tudo vai ser feito para se dar um arranjo que não dê a palavra aos sócios.

É que ao brunismo, Madeira Rodrigues não preocupa nada, mas começa a haver medo de uma terceira via consistente que possa surgir e os afaste.

Tempos interessantes. Mas como diz o provérbio chinês: sorte daqueles que não vivem estes tempos interessantes.

PS: O sogro e demais família desse lado são aventaleiros (Maçónicos). Mas Carlos Vieira entra na Opus Dei ainda antes de conhecer a futura mulher e manteve-se. Aliás, a Opus Dei chega a ser mais implacável com as dissidências do que a Maçonaria. Porém, a convivência a esse respeito, dentro daquela casa, é sã. Como prova o facto de ser a única universidade deste país, privada ou pública, que congrega pessoas com relevância nos respectivos partidos. Do deputado do PCP António Filipe, ao ex-ministro do CDS Mota Soares, há pessoas de todos as alas no Grupo Lusófona, geralmente com posições de algum destaque, numa atitude estimulada pela própria administração. 
Tudo bem: não é tão bonito ver o sindicalista professor-doutor Carvalho da Silva (PCP) em amena cavaqueira com o colega Nuno Magalhães (CDS)? 
“Lusófona - Connecting People”.


As Claques “Legalizadas” são um foco de criminalidade.
Toda esta algazarra sobre as claques do Benfica cheira a esturro, é um ruído suspeito porque não consta que os apoios que não são dados a claques do Benfica tenham alguma coisa a ver com os resultados desportivos, e é muito fácil de explicar. Já os apoios que as claques "legais" recebem é outra questão. Vamos explicar:

Todos sabemos que as claques dos lagartos e dos fruteiros são comandadas e financiadas pelas direcções dos respectivos clubes, especialmente pelas cúpulas (presidentes). 

Para além de todas as actividades ilegais que se conhece (tráfico de droga, assaltos a casas, lenocínio, prostituição, tráfico de carne branca, controle da noite através da segurança, etc), sabe-se que são ofertados a essas claques alguns milhares de bilhetes para os jogos que essas claques vendem aos incautos com lucro de 100%.
Crimes de fuga ao fisco e de venda ilegal de bilhetes (candonga) são crimes que são cometidos todas as semanas com total impunidade sem que as respectivas autoridades ajam. Pelo menos até agora.

Que os fruteiros o fazem há mais de 30 anos já toda a gente sabe. 
E toda a gente sabe também a razão porquê. Porque são um exército privado dessas cúpulas que os tem ajudado a manter não só o poder como tem-lhes dado vitórias graças às ameaças constantes que fazem a todos os agentes desportivos do país, com incidência na cidade do Porto.

Agora temos em Lisboa, "A New Kid In Town", que está a tentar copiar o que de pior se faz em termos de claques, a copiar o Capo do norte, quando montou um esquema semelhante com as claques de que ele fez parte, comandadas também por um criminoso que neste caso não se chama Macaco mas sim Mustafá. 
Ambos fazem vidas de luxo, este último até vive numa casa na Aroeira e também anda de carros de luxo, Porsches e mais não sei o quê. 
O Macaco já ganhou tanto dinheiro que comprou casas e hotéis que agora aluga e conduz um Lamborghini. 

O Benfica preferiu, muito bem digo eu, não dar confiança às suas claques, não as apoiando do mesmo modo, não lhes dá dinheiro nem bilhetes e se há elementos dessas claques que se dedicam a negócios criminosos e ilegais esse problema é da sua exclusiva responsabilidade, o clube não tem nada a ver com isso. E assim é que deve ser.

Deste modo, o Benfica ao não copiar o que as outras claques "legais" fazem, não oferecendo bilhetes para venderem impedindo assim que se cometam os crimes de venda ilegal de bilhetes e de fuga ao fisco está ser uma ameaça aos privilégios que gozam as claques "legais". 
Porque eles não podem acusar o Benfica de também fazer o mesmo, se os dragartos fossem acusadas de incentivar a criminalidade que existe nas suas claques. 

As autoridades sabem o que se passa, se quiserem parar com a pouca vergonha basta para eles dar o exemplo do Benfica, que prova que não é necessário haver claques "legais" a viver de actividades ilegais, baste seguir o exemplo do Benfica, transformar as claques "legais" em GOA, em "grupos organizados de adeptos", sem mais mordomias, e acabando com a pouca vergonha da venda ilegal de bilhetes e da fuga ao fisco.

Para os criminosos das claques "legais", e para as cúpulas criminosas desse clubes que permitem e incentivam essas actividades, é natural que a posição do Benfica seja uma ameaça porque pode causar um abrir de olhos e levar as autoridades a acabar os exércitos privados e as mordomias que muita gente, para além das cúpulas, também come da gamela, que é grande e dá para todos.

Voilà!

domingo, 8 de abril de 2018

(A Mafia Anda Sobressaltada e Nas Lonas) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (213)

O Vergonhoso Caso Centeno
"Quando soube que o DIAP estava a fazer uma busca ao Ministério das Finanças pensei que alguma coisa de grave tinha acontecido. Quando percebi que a busca se devia à ida do ministro ao futebol percebi que tinha, de facto, acontecido alguma coisa: o Ministério Público decidiu dedicar_se à comédia. Das duas uma: ou o Ministério Público sabe de alguma coisa que nós ignoramos, ou está apostado em transformar este país num circo, destruindo a credibilidade do Estado e das instituições. Bem sei que na cabeça de muitos procuradores que têm o "Correio da Manhã" como leitura de referência, o estado natural de um político é o de arguido. Mas há limites para o ridículo.

A verdade é simples e ficou-se a saber logo no primeiro dia após a manchete do "Correio da Manhã", que assinalava, sempre com aquela má - fé perversa que afasta o pasquim do jornalismo, que dois dias depois de Mário Centeno ter ido à bola um prédio da empresa do filho de Luís Filipe Vieira teve direito a um "perdão fiscal". Não era perdão fiscal nenhum, como sabia o pasquim. Era uma isenção de IMI para imóveis reabilitados claramente definida na lei. Esta isenção fiscal é legislada pela Assembleia da República, determinada e aplicada pela autarquia onde se situa o imóvel (no caso, a Câmara municipal de Lisboa) e depois de verificar se cumprem os critérios. As Finanças limitam-se a dar seguimento. Assim sendo, ou o Ministério Público anda a investigar outra coisa qualquer ou bastaria não se ficar pela leitura do "Correio da Manhã" para ter poupado a viagem ao Ministério das Finanças.

Quanto à ida de Mário Centeno para o camarote presidencial, o que estranho é a estranheza. Por ali já passaram grande parte das figuras políticas nacionais, de Marcelo Rebelo de Sousa a Francisco Louçã. Eu próprio, que não sou ninguém, já fui inúmeras vezes convidado para estar no camarote presidencial do Sporting e, apesar de preferir ver os jogos no meu lugar de sempre, já lá estive várias vezes. Assim como já fui convidado para ir a estreias de teatro e cinema. A diferença é ser convidado ou pedir um convite? Adorava ver em que norma penal se enquadra essa distinção.

É absolutamente natural que o Ministro das Finanças não vá para a bancada num jogo de risco como um Benfica - Porto. Nem sequer é para o defender a ele. As forças de segurança dispensam, para além de tudo o que um jogo desta natureza implica, preocuparem-se em saber por onde anda o ministro. Até para a cultura do taxista (sem desprimor para os taxistas, que não tem culpa nenhuma dos disparates da nossa justiça) que se instalou entre os procuradores há limites para a demagogia. 

Mas está mesmo a acontecer e todos somos obrigados a comentar esta palhaçada judicial. Há até alguns juristas que, por uns minutos de palco, se oferecem à triste figura de comentar a dificuldade em provar o benefício fiscal (que não lhe diz respeito, mas adiante) seja uma contrapartida da ida à bola sem pagar. E fazem-no sem se rirem. Acreditará esta gente que é assim que as coisas se passam? Que os ministros com o poder de Centeno se compram com dois convites para o camarote presidencial? Se os governos e autarquias favorecem os clubes de futebol - e muitas vezes favorecem - não é por vantagens patrimoniais, é por vantagens políticas. É pelo enorme poder de influência que Benfica, Sporting e Porto têm junto de milhões de portugueses. É preciso viver totalmente alienado da realidade nacional para se pensar que é os clubes precisam de oferecer lugares no camarote para os seus presidentes exercerem a sua influência.

Mas os procuradores não estão alienados da realidade. Nem sequer acham que o tráfico de influências se faça assim. O que se passa na cabeça dos magistrados é mais simples do que isso. É um vício que se instalou: o da visibilidade. O Ministério Público trabalha mais para a notícia do que para a justiça. Porque acha que é a notícia, sobretudo a que faz manchetes nos tabloides, que lhe reforça o poder político e institucional. Pouco interessa se estes inúmeros fogachos, a reboque de notícias de jornais,, acabam em alguma coisa. Fica a aparência. Uma dinâmica que faz de Octávio Ribeiro o verdadeiro Procurador - Geral da República.

Só que, neste caso, o número mediático teve alguma repercussão externa. Não que a "nossa imagem lá fora", me tire o sono, mas há alguma respeitabilidade institucional de que o país depende. Uma busca judicial ao ministério do presidente do Eurogrupo não é coisa que se veja todos os dias. E não será fácil explicar aos líderes europeus a idiosincrassias da nossa justiça. Se um acto tão inusitado como uma busca judicial ao Ministério das Finanças não tiver outra razão para além daquela que conhecemos, o Ministério Público não fez mal a Mário Centeno, fez mal ao país. E fá-lo sempre que transforma a justiça portuguesa num prolongamento da cultura tabloide. O que é que vão investigar a seguir? Em casa de quem jantou o ministro esta semana? Se pagou os ingredientes? Qual era a situação fiscal dos anfitriões? Não há criminalidade em Portugal, incluindo criminalidade de colarinho branco? Não têm nada de importante para fazer? Sobra assim tanto tempo e meios para serem as manchetes do "Correio da Manhã" a decidirem a agenda dos procuradores?"


Investigado por Corrupção
Muito se tem falado no Benfica nos últimos meses. Calúnias que nunca levam a lado nenhum, sobre alegados processos que têm "bola" de influência dentro das 4 linhas. E porquê? A explicação é simples…porque interessa abafar o que se passa nos outros clubes!

Luís Gonçalves, director-geral do futebol do FC Porto, está a ser investigado por corrupção activa pelo Ministério Público, que pediu documentos ligados à deslocação dos dragões a Braga em Abril. Nélia Teixeira Alves, procuradora-geral da Comarca de Braga, terá enviado uma carta à Federação Portuguesa de Futebol a pedir alguns documentos relacionados com o Sp. Braga-FC Porto da última temporada, que se realizou a 15 de abril, explicando que o dirigente azul e branco está a ser investigado e que tal informação era “imprescindível”.

Além das nomeações e do mapa de castigos dessa jornada e do relatório de jogo do árbitro Hugo Miguel, o Ministério Público terá igualmente requisitado as classificações dos árbitros. Recorde-se que, nessa partida disputada no Minho, Luís Gonçalves foi expulso após o apito final por protestos, tendo mesmo dito a Tiago Antunes, como consta no relatório de jogo, que teria “uma carreira curta”. “Nós sabíamos o que vinhas para aqui fazer, vamos conversar mais tarde, a tua carreira vai ser curta”, terá dito.

Convidados do Estádio do Ladrão
A Corrupção e o Tráfico de Influências, a oferta de bilhetes para o Estádo do Dragão. 

O andrade Manuel Castro Almeida
Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional.
Secretário de Estado da Educação e de Desporto.
Presidente da Câmara Municipal de São João da Madeira.
Vice-presidente da Junta Metropolitana do Porto.
Presidente da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria.
Em 2016 tornou-se sócio e presidente do Conselho de Administração da Mistura Singular - Capital.

Depois de, entre 2013 e 2015, ter exercido as funções de secretádio de Estado do Desenvolvimento Regional, onde foi responsável pela concepção e gestão do novo programa de fundos comunitários Portugal 2020, MCA foi trabalhar para o sector privado. Tornou-se sócio e presidente do CA da Mistura Singular – Capital, uma sociedade que detém 18% do capital da empresa de acessórios industriais Tupai. A qual beneficiou da aprovação de um projecto no Compete 2020 (um dos programas operacionais do Portugal 2020) a 23 de outubro de 2015 (quando era secretário de Estado), obtendo financiamento comunitário de cerca de 103 mil euros.

Castro Almeira cessou funções em Novembro de 2015, após a queda do governo de Passos Coelho. Transitou para o mundo dos negócios. Em Dezembro 2015 constituiu a empresa Manuel Castro Almeida – Consultores e tornou-se sócio da UCL Urbanisno, Construção e Loteamento. Seguie-se a Mistura Singular. E a consultora Ernst &Young Portugal. E a Abreu advogados. Com Luis Marques Mendes (ex-líder do PSD) e o irmão José Marques Mendes à mistura.

O Andrade Aguiar Branco
Aguiar Branco, Ministro da Defesa, é suspeito de usar o cargo para arranjar clientes para a sua empresa de avogados a JPAB.

Desde 2004 que a Metro o Porto já adjudicou à JPAB, sociedade de advogados, os serviçoes de consultoria jurídica. O escritório de Aguiar Branco recebeu portanto em cada ano, cerca de 100.000 euros por pareceres e consultadorias realizadas a esta empresa, perfazendo portanto o valor indicado. 
Como se pode ler na página do próprio escritório, Luis Bianchi de Aguiar é “assessor do conselho de Administração e funções de gestão e coordenação do gabinete jurídico da sociedade Metro do Porto, SA, em representação da sociedade JPAB – José Pedro Aguiar-Branco, desde Julho de 2014”. De acordo com os relatórios da Metro do Porto, a JPAB recebeu, só desde 2013 até 2015 175 mil euros em pareceres e consultadorias realizadas para a Metro.

Esta não é a única ligação da Aguiar Branco com a empresa. Quando foi para o Governo, Aguiar Branco nomeou para seu secretário de Estado nada mais nada menos que Paulo Braga Lino que, entre 2000 e 2006, foi director administrativo e financeiro da Metro. Paulo Braga Lino, um dos homens próximos de Aguiar Branco, foi responsável, com Juvenal Peneda, pela celebração de contratos de cobertura de financiamentos na Metro do Porto através de derivados financeiros, os chamados Swaps, que abriram um “buraco” que ascendeu a mais de 800 milhões de euros nas contas da transportadora.

O escândalo foi tão grande queo secretário de estado Aguiar Branco acbou por bem ter de demitir-se do Governo. O Conselho de Administração da Metro do Porto que decidiu o recurso a estes produtos financeiros fazia parte Maro António Costa, o actual nr. 2 da lista do PSD.

O Processo de ajuste directo decidido pelo Governo para a Metro e para os STCP está neste momento a ser avaliado pelos Tribunais, onde foram entregues providências cautelaraes que os acontestam.
Sobre as decisões da Justiça, aguardamos o desfecho. Mas uma coisa é evidente: decidido à revelia dos eleitores locais, contra a opinião dos trabalhadores e dos utentes, o processo da subconcessão da STCP e da Metro é um assalto ao distrito, que tem merecido críticas não apenas dos partidos da oposição. O Governo alega o “interesse público” para prosseguir com um processo feito à última hora e de forma desesperada, para garantir mais um negócios aos privados, lesando o interesse dos cidadãos.

A promiscuidade e a circulação de responsáveis políticos entre administrações de empresas, escritórios de advogados e cargos governamentais é umafas bases do regime. É ela que assegura o exercício da influência e a reprodução dos interesses.

O Andrade João Pedro Matos Fernandes
Técnico superior na Comissão de Coordenação  Desenvolvimento Regional do Norte, na área do Ordenamento do Território.
Adjunto e depois chefe de gabinete do secretário de Estado Ricardo Magalhães, Presidente do Conselho de Administração da Águas do Porto.

O Andrade José Manuel de Matos Fernandes
Juiz Desembargador Efectivo no Tribunal da Relação do Porto.
Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Justiça – Guterres.
Juiz Conselheiro Efectivo no Supremo Tribunal de Justiça.
Presidente da Mesa da Assembleia Geral doFCP.

O Andrade Alipio Dias
Presidente da Comissão de Vencimentos e do Conselho Consultivo do FCP.

A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) divulgou ontem na integra, a sentença que condenou Jardim Gonçalves, Alípio Dias,Filipe Pinhal e outros 6 administradores do BCP em cóimas no valor total de 4,2M euros e em inibições ao exercício de actividades financeiras com duração de um a cinco anos.

Nesse documento a CMVM refere que o benco escondeu prejuizos no valor de 593M euros com a compra de acções do BCP por sociedades offshore do próprio banco na Ilhas Caimão e outras detidas por Góis Ferreira. O “polícia da Bolsa” adianta que o banca nunca revelou estes prejuzos em nenhum documento de prestação de contas e tentou disfarçar as perdas através de operações realizadas com o Fundo de Pensões que cobre as responsabilidades com as reformas dos trabalhdores do banco.

Alípio renovou empréstimos a offshores
Quanto a Alípio Dias, ausente da leitura da sentença, tal como Paulo Teixeira Pinto (dois andrades), a juíza disse que “agiu a título negligente” e que “violou os deveres de cuidado a que estava obrigado”, pelo que manteve a coima de 200 mil euros.

Estado dá Pensão a banqueiro Milionário
O Estado paga um pensão vitalícia de mais de 1200 euros ao administrados do BCP, Alípio Dias. O antigo banqueiro e ex-secretário de Estado acumula este benefício com uma reforma de 40 mil euros brutos por mês.

Claro que não pode ser surpreendente o facto de o Porto-clube ter um centro de estágio à borla, umas piscinas à borla, um canal de televisão à borla (pago com dinheiros públicos), um presidente avisado de que iria ser preso, escutas declaradas como não válidas, um morto no wc sem arma, árbitros ameaçados de morte que continuam a arbitrar, equipas adversárias mais amigas do que oponentes... Enfim! Mas é mais do que isto...

CCDR, significa Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional. Em Julho de 2016, o governo exonerou o presidente da CCDR Norte devido à não observação das orientações superiormente fixadas... Isto quer dizer que o Governo ordenou a distribuição de fundos para ali e eles foram para acolá? Talvez... Esse exonerado chama-se Emídio Gomes que faz parte da direcção do Porto-clube, vice presidente a Mesa da AG.

Logo de seguida, o governo nomeou como substituto, um tal de Fernando Freire de Sousa, que por acaso também faz parte da estrutura do Porto-clube (Membro do Conselho Superior)... Na altura, diz-se, o CCDR N tinha nos seus cofres a quantia de 3,4 mil milhões de euros de fundos europeus para aplicar. Freire de Sousa é casado com uma administradora do Banco de Portugal, que já foi tudo e mais alguma coisa na política. Que previlégio ter tantos canais de... Comunicação não é?
(Retirado do blogue “Minha Chama”)

Calotes ao Fisco
Bruno de Carvalho deve 3,3 milhões ao Fisco Presidente do Sporting mete quatro processos para evitar execuções fiscais.

A luta do presidente do Sporting contra o Fisco está ao rubro. Numa semana (de 27 de fevereiro até 7 de março), Bruno de Carvalho interpôs quatro reclamações de quatro processos de execução fiscal num valor de quase 3,3 milhões de euros. Todas as ações deram entrada no Tribunal Tributário de Lisboa, sendo que as três primeiras colocadas contra a Direção de Finanças de Lisboa e a última (que entrou no passado dia 7) é interposta contra a Direção de Serviços da Justiça Tributária (DSJT), entidade que supervisiona todas as execuções de dívidas fiscais. Com estas ações, Bruno de Carvalho pretende parar as execuções fiscais que correm contra o seu património por dívidas fiscais. 

A batalha do presidente do Sporting contra a Autoridade Tributária (AT) dura há uma década. Em setembro de 2008 já Bruno de Carvalho pedia ao Fisco, na qualidade de gerente da empresa de construção civil Polibuild, a anulação de processos fiscais referentes aos anos de 2004, 2005 e 2006, por atraso no envio das declarações de IRC. 

Segundo apurou o CM junto de fonte próxima do presidente dos leões, as novas reclamações estão todas ligadas ao processo Polibuild, já que sempre que recebe uma notificação da AT para liquidar as dívidas, Bruno de Carvalho avança com uma contestação porque não reconhece as mesmas. Contactada pelo CM, fonte oficial do Sporting optou por não fazer comentários.

Destituído em 2009 passa a gerência à mãe. Segundo os registos do Portal da Justiça, Bruno de Carvalho foi destituído da gerência da Polibuild - Construção Civil Lda, a 2 de dezembro de 2009, e foi substituído um dia depois pela sua mãe, Ana Paula Araújo de Azevedo Gaspar de Carvalho. A gerência da mãe do presidente do Sporting dura até ao início de 2013, altura em que renuncia ao cargo. Em 2015, a Polibuild passa para a forma jurídica de sociedade unipessoal, liderada por Paulo Jorge de Figueiredo Vasco.

Prédios arrestados para garantia Já em 2009, a Fazenda Pública pediu no Tribunal Tributário de Lisboa um arresto de três imóveis, todos em Lisboa, propriedade de Bruno de Carvalho. Tratou-se de uma medida cautelar para assegurar o pagamento das dívidas fiscais da empresa Polibuild, da qual o presidente do Sporting era sócio-gerente desde 2001 e, consequentemente, devedor subsidiário.

A História Completa dos Andrades
A prepotência do FCPorto perante um pequeno clube, o Sport Progresso, que tinha no seu campo em terrenos arrendados a um proprietário rural, o sr. Andrade, um espaço desportivo laboriosamente erguido pelos associados e inaugurado em 10 de junho de 1923 como noticia na pág. 6 o jornal O Comércio do Porto.

O FCP tinha um pequeno campo o da Constituição e para receber o Benfica e Sporting e por vezes até o Belenenses, ou disputar jogos frente a equipas estrangeiras, recorria ao aluguer dos outros dois campos que eram estádio, o do Ameal (Sport Progresso) e o do Lima (Académico FC). 

Até que um dia os dirigentes do FCP se lembraram de uma golpada. Morrendo o proprietário o campo foi dividido pelos 3 filhos. Um era “progressista” e outro portista, quanto ao terceiro era interesseiro.
O FCP percebeu que tinha “campo” pois sendo um clube poderosíssimo face ao Sport Progresso entendeu que estes cederiam e o campo passaria a ser seu. Ficavam com o melhor estádio da cidade, com piso relvado e amplas bancadas construidas laboriosamente durante 10 anos pelos “progressistas” e onde jogava a selecção nacional quando se deslocava ao Porto.

Só que o Sport Progresso não cedeu, nem a troco de qualquer verba. Contava mais a paixão pelo campo que tinham construido enquanto o FCP vivia num campo exíguo e preferia alugar o dos outros. O FCP não teve contemplações.
Se o campo não é todo para nós (do irmão do FCP), então vocês (Sport Progresso) joguem na parte que vos tocou (ao outro irmão “progressista”).

É evidente que não seria nem para uns nem para outros, mas o FCP sempre tinha a Constituição e dinheiro para alugar o Lima. O Sport Progresso não tinha nada disso e até vivia, em parte, das receitas que o aluguer do estádio do Ameal proporcionava.
Como não houve acordo as gentes progressistas foram obrigadas a ceder e deixar o terreno como o alugaram, fazia parte dos contratos de arrendamento em terrenos agrícola, e tiveram que arrancar as bancadas tão laboriosamente construidas.

O Benfica também quando alugou a Quinta da Feiteira e a Quinta Nova em Sete Rios, obrigou-se quando deixasse esses espaços a deixá-los como quando os arrendou, ou seja, com possibilidade de poderem voltar a ser quintas agrícolas.

A atitude prepotente do FCP fez corar de vergonha os desportistas da cidade do Porto e todos os adeptos dos pequenos clubes sentiram que o que o FCP fez ao Sport Progresso era como se também o tivesse feito a cada um deles: Boavista FC, SC Salgueiros, Académico FC, Estrela e Vigorosa Sport, Clube Infante de Sagres, Ateneu Comercial do Porto, Sporting Clube Vasco da Gama, Sport Clube do Porto, Ramaldense FC, Clube Fluvial Portuense e até clubes de Gaia, CD Candal, CF Valadares, FC Avintes, Vilanovense FC, SC Coimbrões, etc. 
A partir daí começaram a apelidar os portistas de Andrades pelo facto de se terem aproveitado de um senhor Andrade (filho) menos escrupuloso e “espertalhão”.

Nos anos 40 meia cidade amava o FCP e outra meia odiava o FCP. E o FCP vai pagar bem caro esta atitude, deixando de ter a cidade a seus pés. O potencial do FCP para crescer hegemonicamente na cidade do Porto foi reduzido pagando-o com a ausência de receitas e títulos e quem beneficiou com isso foi o Benfica, que era o clube que entalava por excelência o FCP para gáudio de meia cidade. Para os benfiquistas da cidade do Porto o “caso dos Andrades” foi a sua salvação pois assim tiveram oportunidade de pertencer ao Benfica, por herança familiar em vez de andarem equipados pela cidade de pijama ou ir roubar os toldos das barracas das praias da Póvoa para fazerem camisolas. 

Os bisavôs, avòs e pais de muitos dos actuais Benfiqusitas portuenses indigandos como vexame a que um clube poderoso FCP sujeitou um pequeno clube que vivia, em grande parte, de ter conseguido, com esforçoa redobrado, um bom espaço desportivo depressa passaram a desrespeitar o portismo sentindo-se amis identificados com o comportamento de um clube agregador, universalista e democrático, o Benfica. Em pouco tempo, a cidade do Porto tinha tantos Benfiquistas que era a 2ª cidade com mais importãncia para o Benfica, até pelas várias deslocações anuais, que fazia ao norte. A 1ª Casa do Benfica foi inaugurada na cidade do Porto em 1 de Janeiro de 1950.

 LFV deixou de ser associado do F.C.P.
José Carvalho, o amigo que durante mais de 24 anos lhe pagou as quotas, deixou de o fazer em Julho de 2010, a pedido do próprio. No final do ano, o líder encarnado foi excluído da listagem de sócios portistas. 

Foi Bruno Carvalho, candidato derrotado nas últimas eleições do Benfica, testa de ferro do Capo de Palermo, que acabou por motivar a saída de associado do F. C. Porto de Luís Filipe Vieira. Em finais de Maio do ano passado, em plena campanha eleitoral, o concorrente à presidência das águias, colocou o primeiro cartaz da sua candidatura, com o qual pretendia alegadamente "despertar as consciências". 

O cartaz, com cerca de 1,70 metros de altura, mostrava os futebolistas do F. C. Porto a celebrar o quarto título consecutivo de campeão de futebol e questionava: "Até quando os vamos deixar ganhar?". Em letras mais pequenas, podia ainda ler-se: "Parabéns ao sócio nº 17.599 do F. C. Porto", que, segundo Bruno Carvalho, era Luís Filipe Vieira.

O líder benfiquista, que acabaria por vencer folgadamente as eleições, sentiu-se fortemente atingido com esse cartaz e não demorou a telefonar ao amigo José Carvalho, que durante mais de 24 anos lhe pagou religiosamente as quotas, a pedir para deixar de o fazer. 
"Estava muito triste. Da maneira que falava, pensei até que lhe tinha falecido algum familiar. Pediu-me para deixar de pagar e eu fiz-lhe a vontade",contou ao JN José Carvalho. 

Curiosamente, no mês seguinte, seria a altura de actualizar o pagamento, que o amigo de Vieira fazia anualmente. "Mandei uma carta ao F. C. Porto, a pedir a desvinculação. Ainda me mandaram uma segunda via, mas voltei a não pagar. Ele já não tem nada a ver com o clube", garante José Carvalho, que, durante uma época, até pagou ao líder encarnado um lugar anual no Dragão que, ele, naturalmente, nunca usufruiu...

Quase "Roseta de prata".
Ex-sócio de Luís Filipe Vieira numa empresa do ramo dos pneus, em 1984, este portista convidou o amigo a acompanhá-lo a Basileia, na Suíça, para assistir à final da Taça das Taças, que os dragões perderam para a Juventus (1-2). E daí nasceu a génese da ligação do agora presidente do Benfica ao F. C. Porto. 

"Acompanhou-me porque eu sou portista e Jorge Nuno Pinto de Sousa inscreveu-nos como sócios do F. C. Porto, no mesmo dia", explicou José Carvalho. De facto, no ano seguinte - 15 de Janeiro de 1985 -, Luís Filipe Vieira e o seu ex-sócio na firma Hiperpneus tornaram-se associados dos dragões. Ou seja, na próxima semana, o dirigente encarnado completaria 25 anos de filiação... aos portistas e teria direito à tradicional "Roseta de prata", o que já não acontecerá, dado que entretanto deixou de ser associado do F. C. Porto.
"Se ele me tem pedido mais cedo, já teria há muito deixado de pagar", realçou José Carvalho.
A conotação de Luís Filipe Vieira aos portistas era publicamente conhecida e, a cada passo, funcionava como "arma" contra o próprio presidente do Benfica.

"Ofende-me dizerem que sou portista. Não tenho nada a ver com esse clube e, por mim, podem fazer o que quiserem ao cartão ou à ficha de inscrição. Foi o Jorge Nuno Pinto de Sousa que me fez sócio, mas não sei, nem estou interessado em saber, quem é que paga as quotas mensalmente", afirmou o presidente das águias, em Junho do ano passado, numa entrevista à RTP-N.

Apesar do sucedido, a amizade de Vieira com José Carvalho não saiu beliscada. "Somos velhos amigos e, apesar de eu ser portista, ainda recentemente fui com o Benfica à Bielorrússia ver o jogo com o BATE Barisov [vitória por 2-1], para a Liga Europa, e fui impecavelmente tratado", contou ainda José Carvalho. Amigos, amigos, filiações clubísticas à parte...