ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

(Manhosos e Corruptos) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (21)

Árbitros Manhosos e Corruptos
Carlos Xistra
Um dos artistas da nova vaga. Nas últimas épocas realizou uma das mais escandalosas arbitragens, um Benfica-Amadora, no qual expulsou Miccoli, impedindo-o de jogar no Dragão na jornada seguinte. Na época anterior tinha assinalado um penalty anedótico a favor do FCP quando um jogador do Marítimo cortou a bola com a cabeça que ia para baliza. O lance seria corrigido pelo árbitro auxiliar, mas mostrou bem quem é Xistra.
 
Carlos Xistra – A táctica (Benfica-Porto para a Taça)
Ontem a 1ª parte do jogo decorreu mais ou menos de forma normal em termos de arbitragem...
Em termos de jogo jogado o Benfica teve 2 oportunidades de golo por Javi Garcia e Cardoso e o Porto teve uma 1 oportunidade por parte de Falcão que o Júlio César defendeu de forma brilhante....
fomos para o intervalo com 0-0 e o Porto para passar teria que marcar 2 golos para ir a prolongamento/ penaltis ou 3 para eliminar o Benfica desde que não marcássemos 2 golos....
 
o que aconteceu mais ou menos no início da 2ª parte?
aconteceram 3, 4, 5 ataques CONSECUTIVOS do Benfica parados em falta por jogadores do Porto que não foram ASSINALADOS COM A RESPECTIVA FALTA da parte do Carlos Xistra....
enquanto isso os ataques do Porto tiveram direito a VÁRIAS FALTAS A FAVOR da equipa de Villas Boas...
isto tudo num espaço de 15 a 20 minutos....
isto foi feito de forma CIRÚRGICA  de forma a desgastar e enervar ao máximo a equipa do Benfica e mostrar à equipa do Porto que era possível...e assim aconteceu....a equipa do Benfica partiu-se e desorientou-se por completo...a equipa do Porto motivou-se e pensou que era possível o que não aconteceu na 1ª parte....só a partir do 3º golo do Porto o Carlos Xistra voltou a marcar com regularidade faltas contra o Porto...até lá abriu-lhes uma auto-estrada até à baliza do Benfica....eu vi o Jorge Sousa fazer isto na 2º parte em Alvalade com o Benfica a ganhar 2-0 e viemos a perder o jogo por 5-3!
 
Para quem não acredita nisto é falar com um jornalista famoso chamado Marinho Neves que no seu livro sobre a Corrupção e Bastidores do futebol português se referiu a isto como uma forma típica dos árbitros controlados pelo FC Porto destruírem a confiança de uma equipa adversária....
 
Ontem quando Carlos Xistra fez o que fez lembrei-me logo do que o Jorge Sousa fez em Alvalade..
E quando ele começou a fazer o mesmo foi aí que tive a percepção de que se o Porto marcasse naqueles 15 minutos o Benfica seria eliminado....e o Porto marcou...
E fomos comidos (e vamos continuar a ser!) que nem anjinhos mais uma vez...
 
Telefonema de Pinto de Sousa e o XISTRA
 Telefonema de Pinto de Sousa colocou Xistra no Braga-Benfica, que o Benfica viria a perder por 2-1.
 
Durante um convívio, com algumas pessoas ligadas ao futebol foi-me passada a informação que Pinto de Sousa recebeu um telefonema a norte informando-o de que seria necessária a nomeação de Carlos Xistra para o jogo que iria opor SC Braga - SL Benfica.
Seria necessário a todo o custo que fosse Xistra o nomeado juntamente com a dupla de fiscais de linha, pois a armadilha já estava preparada e devidamente alinhados com Xistra e restante equipa de arbitragem para que o Benfica não vencesse am Braga.
A informação é de que foram tomadas as medidas necessárias e Pinto de Sousa através de telefonemas conseguiu que Carlos Xistra fosse nomeado para o jogo que viria a afastar o Benfica da luta pelo título de campeão.
 A verdade é que Pinto de Sousa continua a ter poder no Mundo da arbitragem e a mandar e desmandar no que quer e deseja, não tivesse ele tido influência directa nesta e outras nomeações para jogos do FC Porto e Benfica.
 
Como Xistra foi escolhido… por exclusão de partes.
Sim, é o Vitor Pereira que oficialmente escolhe os árbitros. Não sabemos muito bem é quem o infuencia e quem o “aconselhou” os outros 4 árbitros indigitados, e que se declararem “indispostos”, para arbitrar o Braga-Benfica.
Quatro árbitros, TODOS AO MESMO TEMPO, declaram-se indispostos para arbitrar um único jogo? Ficando, como que por magia e por exclusão de partes, um único árbitro que podia ser escolhido, o Carlos Xistra! Que coincidência!!
 
Depois foi só escolher os assistentes. E como escolheram os fiscais de linha para este jogo? Foram escolhidos a dedo, vindos de duas regiões diferentes, um de Rio Tinto (Cadinali) o outro de Portalegre (Luis Tavares), mas com uma coisa importante em comum, ambos são adeptos ferrenhos do FCPorto.
E o mais engraçado é que puseram a culpa no Benfica pelo facto dos outros 4 árbitros, que também estavam indigitados para este jogo, se terem recusado a arbitrar o jogo. Imaginem! Queixavam-se eles que era muita pressão e tal! Olhem que é preciso ter lata para se mentir tão descaradamente. Foi o único jogo em que árbitros de sentiram indispostos para arbitrar um jogo do Benfica!!! Em nenhum outro isso aconteceu. Porquê?
 
Cardinal, o fiscal andrade de Rio Tinto
Testemunho
Aquele Cardinal, que vive em Rio Tinto, que até vai para a rua buzinar quando os corruptos ganham titulos da batota e que trabalha nos CTT no porto, não fosse ele adepto ferrenho dos corruptos, é que teve a culpa principal desta vergonha, é o mesmo que em guimarães anula um golo limpo ao Benfica e deixa passar em claro 2 penaltys.

O engraçado é que este Cardinal é auxiliar do Olárapio, por isso temos de perguntar: o que raio estava ele a fazer em Braga a auxiliar o Xistra? Pois é, já perceberam.
É isto o futebol português, uma corrupta mentira pegada.
Luis Tavares, o fiscal andrade de Portalegre
Para não falar no outro fiscal de linha, sr. Luis Tavares, notório andrade de Portalegre - o do golo do Petit que entrou 1 metro na baliza do Baia mas não contou - que deixou passar um claro off-side de um metro do Hulk no 2º golo, aquele que nos matou definitivamente, pois o JJ estava nesse momento a fazer uma substituição. Apesar de ter acertado em todos os off-sides do Benfica no 1º tempo, alguns deles por meros centímetros. O tal que vai para o café com a camisola do seu clube vestida.

ALERTA GERAL ANTES DE ACONTECER (DENÚNCIA)
Caros benfiquistas
A 24 horas do jogo com o (F.C.Porto B) Braga, venho desde já denunciar , movimentações no sentido de criar um ambiente de provocação a todo o Staff do BENFICA (Jogadores, Treinadores e Dirigentes).
Para os bastidores do estádio Axa, estão a ser preparadas situações, para provocar desacatos e um ambiente hostil e beligerante, fazendo depois passar para fora, que foi o Benfica que causou estas situações.
Sempre com a "mão de Antero Henrique por trás", essa estratégia começou a tornar-se vísível, nos jogos na LUZ, com o Nacional (Rui Alves, estão a ver?) e com o Marítimo (Pedro Martins), para o que contribuiram as arbitragens habilidosas, encomendadas. Espero que os responsavéis do Glorioso estejam de sobreaviso e tenham uma estratégia para não nos deixarmos ir no engodo. O plano da "Associação de Malfeitores e entrega de "fruta", "café,com e sem leite, "quinhentinhos", viagens ao Brasil, GPS e aconselhamento matrimonial" (vulgo fcp), é vir jogar ao nosso estádio não com 8, mas com 11 pontos.
Amanhã os jogadores do nosso adversário, correm atrás de um chorudo prémio da casa mãe (tesoureiro executivo Antero Henrique) e os treinadores de alguns géneros materialmente valiosos, além do mesmo prémio. Não é Anterinho?
Sei o que estou a dizer. Cá estaremos para ver.
 
(O Benfica perdeu por 2-1 com uma arbitragem permissiva do Carlos Xistra e dos assistentes, Cardinal e Luis Tavares e sob um clima de terror como muito bem foi previsto no comentário feito 24 horas antes).
 
Testemunho
Carlos Xistra ao longo da carreira na 1ª categoria arbitrou o FCPorto em 3 ocasiões. No Barreiros fez em época consecutivas (03/4 e 04/05) o Marítmo-Porto. Na primeira ocasião assinalou erradamente uma grande penalidade que permitiu aos portistas um resultado de 2-2; já este ano, validou um golo a Luis Fabiano, obtido em clara posição de fora-de-jogo, o que valeu o empate aos dragões (1-1). Agora, no Restelo, foi o único que não viu uma falta clara de Ricardo Costa sobre Lourenço na área portista. Apesar de tudo não perde a boa disposição… quando o FCPorto marca… 
 
Xistra, o Iletrado
“O jogador da equipa visitada, Micolli, desmandou-se em velocidade tentando desobstruir-se no intuito de desfeitear o guarda-redes visitante. Um adversário à ilharga procurou desisolá-lo, desacelerando-o com auxílio à utilização indevida dos membros superiores, o que conseguiu. O jogador Micolli procurou destravar-se com recurso a movimentos tendentes à prosecução de uma situação de desaperto mas o adversário não o desagarrava. Quando finalmente atingiu o desimpedimento desenlargando-se, destemperou-se e tentou tirar desforço, amandando-lhe o membro superior direito à zona do externo, felizmente desacertando-lhe. Derivado a esta atitude, demonstrei-lhe a cartolina correspectiva."
 
Os Irmãos Calheiros
Quem não se recorda dos gémeos e barbudos fiscais de linha, ladeando Carlos, o irmão mais velho – foram umas das muitas figuras sinistras da arbitragem portuguesa da decada de noventa. Recordo particularmente um inacreditável penalti assinalado nas Antas por suposta falta de Mozer no empate 3-3 de 1993-94, bem como um jogo em Aveiro, na época anterior, concretamente na tarde soalheira de 16-5-1993, em que expulsou Yuran e Pacheco por supostas palavras, possibilitando a vitória ao Beira Mar, e dando o título ao F.C.Porto - que à mesma hora via um tal de Marques da Silva, do Funchal, expulsar estranhamente dois jogadores do Desp. Chaves e assinalar um penálti escandaloso que lhe permitiu virar o marcador para de 0-1 para 2-1 na difícil visita a Trás-os-Montes, quando águias e dragões seguiam, a três jornadas do fim, empatados em pontos.
Mais do que essa e outras actuações, sempre em benefício dos mesmos, este trio ficou famoso pela célebre viagem ao Brasil, feita através da agência de Joaquim Oliveira, e paga pelo F.C.Porto. A investigação deste caso nunca foi devidamente feita. Com a PJ do Porto e o próprio MP aparentemente alinhados com o sistema, foi difícil durante muitos anos (e continua a sê-lo) avançar pelos caminhos da verdade.
Para quem não sabe, também lhes foi oferecida, pelas mesmas pessoas, uma viagem à Rússia. Isto foi denunciado por um vizinho seu de Viana do Castelo.

Testemunho
“Em 1995 quando o fcp veio jogar a FARO com o farense, no sábado anterior(o jogo foi ao Domingo) jantei em MONTE GORDO num restaurante de um amigo meu e qual não é o meu espanto quando entram no restaurante REINALDO TELES, OSCAR CRUZ, PINTO DA COSTA o árbitro do FCP-Farense do dia seguinte e respectivas famílias. Depois de um longo repasto devo dizer-vos que o árbitro pernoitou num apartamento de que REINALDO TELES era proprietário na referida localidade. Acertaram o árbitro era esse mesmo, CARLOS CALHEIROS”.
 
OS OBSERVADORES DOS ÁRBITROS
A questão dos observadores é mais um dos muitos problemas que têm vindo a caracterizar o futebol "portoguês".  Estranhamente só agora ganhou particular relevância, e de repente uma multidão de distraídos acordaram para a inevitabilidade da questão que, como sabemos, é um dos braços armados do Sistema.


 
Realmente é deveras caricato como o assunto ganhou foros de actualidade e de escândalo público, a partir do momento em que os pintistas ao abrigo daquela velha maneira enviezada que os caracteriza, resolveram tentar demonstrar que até os observadores estavam feitos com o Benfica!


 
Desde que o ex-director do FCPorto, Óscar Cruz assumiu particular relevância no sector que, à boca pequena se falava das pressões sobre os árbitros e da manipulação das notas atribuídas pelos observadores no sentido de beneficiar os juízes de campo protegidos do Sistema, bem como no capítulo das nomeações para os jogos em que, com as deslocações pagas ao quilómetro, os observadores favoritos eram contemplados com jogos onde as distâncias quilométricas a percorrer fossem maiores pelo motivos que se afiguram óbvios para toda a gente.


Tem significado isso que os árbitros desalinhados e que constituem o elo mais fraco têm estado desprotegidos, porque ficam à mercê da nota dos observadores que os classificam para mais ou para menos, em função dos interesses em jogo e do respectivo posicionamento. O Apito trouxe à luz do dia a teia de interesses subjacentes a uma simples arbitragem, com clara influência nos resultados finais de alguns desafios e até de vários campeonatos.


É um facto que é evidente para todos. Sendo o árbitro soberano nas suas decisões, pode sempre enganar-se no juízo que faz de um determinado lance e o que resta saber é se se tratou de um erro involuntário ou se foi propositado, o que como sabemos é muito difícil para não dizer impossível. E aí pode entrar o observador.

Admitindo que errou porque não descortinou, ajuizou mal ou simplesmente por pura incompetência, o observador pode penalizar ou suavizar porque também ele pode navegar nas mesmas águas.
Como aparecem, de onde vêm, qual o seu curriculum e experiência, todas essas vertentes fazem parte de um esquema bem guardado e as suas nomeações para os jogos são feitas no segredo dos deuses. Aliás, não é por acaso que a sua grande maioria se encontra sediada a Norte do Tejo.


 
Ao longo dos tempos o Sistema foi protegendo a rede de observadores no seu conjunto e alguns árbitros que não eram amigos sentiram na pele as discrepâncias das observações traduzidas no final de cada época desportiva. Mais uma vez o duo dos Apitos encarregou-se de nos trazer a verdade desse sub-mundo e a actuação dos vários amigos desde o Zé até ao Jorge, assessorados  por umas figurinhas menores que estão sempre disponíveis para ajudar.


 
Recentemente  o ex-árbitro Jacinto Paixão  - que até esteve envolvido no processo do Apito Dourado, ainda que de uma forma comedida deu algumas explicações na BTV sob o modus operandi da clique que há muito domina o sector da arbitragem. Não foi propriamente novidade, mas teve alguma relevância por ser contado na primeira pessoa. Para além de outras coisas, disse Paixão que um dos problemas, é o papel dos observadores ser desempenhado por uma maioria de pessoas desafectas ao mundo da arbitragem, logo com dificuldades acrescidas para entender um conjunto de circunstâncias específico do meio.


 
Todas estas achegas levam-nos à inevitável conclusão que algo está profundamente errado no sector, porque os observadores têm quase um poder descricionário na avaliação dos árbitros e como tal, a capacidade para influenciar o seu desempenho dentro do campo.
Achámos por isso imensa graça à tomada de posição do maior beneficiário do sistema, a que acorreram pressurosos muitos que até ao momento sempre estiveram calados e nunca denunciaram a podridão que também aí grassa. Mais uma vez desempenharam o seu papel  favorito –  o de ‘yes-man’.

Têm é que melhorar a sua performance de virgens ofendidas porque o desempenho desse  papel foi francamente mau...


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A Propósito:Mais Figurões - A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (20)

MAIS FIGURÕES
Conversa entre Fernando Gomes e António Araújo
25/2/2004 - As facturas das deusas!

AA: Estão aqui três deusas! Você não tem como arranjar esses três bilhetes, ó doutor?
Fernando Gomes: Ó Araújo! Eu só tenho hipótese de arranjar três bilhetes...
AA: Pagando, eu pago!!
FG: Ó pá... que é das tribunas de sócios, são 25 contos cada uma... 
AA: Hiiii...!!!!
FG: Ó pá mas depois fazemos... é... é daquele assunto que falámos, não é? AA: É, é...
FG: Ó pá depois quando meter a factura, a factura da, da, da... das outras despesas de, de... de restaurante, mete isso.  
AA: Está bem doutor.
FG: Percebe? É melhor assim.  
AA: Mas sabe porquê? Porque...
FG: Mas é melhor assim.  
AA: Ãh??
FG: Mas faça assim: vá ao 14º andar... 
AA: Hum...
FG: Ao 14º andar... fala com a Manuela Cunha. 
AA: Manuela Cunha... ???
FG: Manuela Cunha e eu dou-lhe a indicação que o... que o Araújo vai lá buscar isso às três horas ou às duas e meia. 
AA: OK, está bem.

Fernando Gomes Agressor

2000-09-20, Agressão a Matt Fish, jogador de basquete, agredido por 9 ou 10 indivíduos nos escritórios das Antas, por se recusar a prolongar o contrato que o ligava ao FCPorto, agressão presenciada por Fernando Gomes (actual presidente da Liga) o qual terá sido um dos agressores consoante testemunho do próprio Fish à CS.

 
LOURENÇO PINTO

O tal que foi guarda-prisional antes de se tornar advogado e é casado com uma juiza do tribunal de Gaia.
 
Confraternização com árbitros

Carolina diz mais que “Os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte eram visitas da nossa casa, sempre trazidos pelo António Araújo. Por ser muito cuidadoso, Jorge Nuno nunca falou com um árbitro pelo telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam a casa para confraternizar”.
No dia do encontro com o Beira-Mar para a Liga, Pinto da Costa combinou ir depor. Mas se por acaso o Jorge Nuno ficasse detido, Carolina tinha combinado com o líder da claque dos super dragões, a claque invadiria o tribunal e partiria tudo à volta para o libertar e permitir a fuga para Espanha, destruindo tudo à sua passagem.
“Cá fora eu estaria à espera num local previamente combinado e fugiríamos para Espanha, deonde só voltaríamos sabe-se lá quando”.
Entretanto Carolina teve o desprazer de ouvir Joaquim Pinheiro, irmão de Reinaldo Teles, dizer em voz alta que se não fosse ele o presidente estava engavetado devido a um ainformação de um amigo seu dentro da PJ do Porto.
 
Mas vamos por partes. No polémico livro que lançou este fim-de-semana, intitulado “Eu, Carolina”, a antiga companheira do presidente do FC Porto assume ter sido ela quem contratou, a mando de Pinto da Costa (segundo assegura Carolina), os homens que agrediram em 2005 Ricardo Bexiga. E a páginas tantas, mais precisamente na página 135 do livro - que, diga-se, o presidente do Conselho de Deontologia caracterizou de "literatura de cordel" -, Carolina Salgado conta que numa visita ao escritório do "doutor Lourenço Pinto", advogado, entre outros, de Valentim Loureiro no caso "Apito Dourado", ouviu o mesmo comentar a respeito da tareia dada ao vereador: "Oh, minha querida, mas ele ficou a falar!" Ao que Carolina terá respondido: "Mas eles partiram-no todo." Resposta de Lourenço Pinto: "Sim, mas ficou a falar."
 
"Se era para ter graça, não teve graça nenhuma e mais doente fiquei", relata Carolina, contando depois o quanto se sentiu mal depois de ter visto uma fotografia de Bexiga "todo ligado, e com um filho a brincar ao lado". A ex-companheira do presidente dos azuis e brancos prossegue: "Vendo-me a tremer, o doutor Lourenço Pinto condoeu-se do meu estado e, com palavras doces, recomendou-me a leitura de um romance intitulado “A Siciliana”, passado em Itália, sobre as guerras da Mafia, que ele tinha apreciado muito ler e que achava que me iria animar."
 
Ontem, perante perguntas de Ricardo Rodrigues Pereira, advogado do ofendido, Carolina acrescentou factos à sua versão. Afinal, Lourenço Pinto teria tido conhecimento prévio do plano de agressão a Ricardo Bexiga e teria aconselhado Carolina e o motorista de Pinto da Costa falarem com um "ex-presidiário", conversa que "não chegou a concretizar-se".
 
"Ele sabia o que estava a ser preparado para o dr. Bexiga. Se posso provar? Não, não posso provar", afirmou, provocando perplexidade na assistência.
Carolina disse, ainda, que quando, a par de Afonso Ribeiro, falou com um primeiro indivíduo indicado para agredir Ricardo Bexiga comunicou a Pinto da Costa e Lourenço Pinto a desistência daquela contratação.
 
Em sessões anteriores, em Julho passado, Lourenço Pinto desmentiu totalmente a história de Carolina. Disse que não teve qualquer conversa daquele teor; que nunca a tratou por "querida"; que nunca leu um livro intitulado "A Siciliana"; mas disse, até, que só teve conhecimento de que Bexiga foi agredido quando, em 2006, Carolina falou em tal episódio numa entrevista.
 
Perante o depoimento da ex-namorada de Pinto da Costa, o procurador do Ministério Público, Paulo Óscar, pediu aos juízes que Lourenço Pinto volte a ser inquirido. Mas, quanto a novos "dados" sobre a agressão a Bexiga, Carolina foi mais além. Disse, até, que também Valentim Loureiro teria estado a par do plano de agressão. E que, numa festa, ter-lhe-á dado os "parabéns" pelo sucesso da "operação".
 
Por estes factos decorreu um processo que, apesar da confissão da alegada mandante do crime, foi arquivado pela equipa especial do Apito Dourado, coordenada pela procuradora Maria José Morgado. Carolina justificou a não inclusão, no livro, dos alegados factos narrados na audiência dizendo que foi alvo de "vários cortes", por parte da editora D. Quixote. Mas também disse que, se fosse hoje, sabendo que iria ser alvo de processos-crime, "se calhar faria de outra forma", dando a entender uma ponta de arrependimento, até porque a versão publicada "tem algumas imprecisões". Por essa razão, deverá ser inquirida uma co-autora "oficial" do livro, a docente Fernanda Freitas.
 
Uma delas foi também ontem discutida e tem a ver com quem, afinal, terá alertado Pinto da Costa para um mandado de busca da PJ no âmbito do Apito Dourado, em Dezembro de 2004, dando origem a uma fuga para Espanha. No livro, Carolina disse que foi Lourenço Pinto, mas em três entrevistas distintas declarou terem sido Reinaldo Teles e Joaquim Pinheiro, ambos vice-presidentes do F. C. Porto. Ontem, disse, que, afinal, terá sido Joaquim Pinheiro, mas quem combinou o almoço para o plano de fuga foi Lourenço Pinto.
 
Quanto à acusação de difamação, a arguida reafirmou que terá sido o próprio advogado, a “combinar um almoço” com Pinto da Costa, Carolina Salgado, Reinaldo Teles e o irmão deste Joaquim Pinheiro, para falarem sobre essa informação e combinarem uma “fuga para Espanha”.
“Reinaldo Teles e o irmão Joaquim Pinheiro tinham a informação da busca através de uma pessoa da PJ”, sublinhou a arguida, afirmando desconhecer como a mesma informação chegou a Lourenço Pinto.
Perante algumas contradições entre o hoje dito por Carolina e o que Lourenço Pinto (assistente no processo) havia afirmado em sessão anterior, o Ministério Público solicitou ao tribunal que volte a chamar o advogado ao julgamento.
A defesa do causídico solicitou, por seu turno, que volte a ser ouvida a escritora do livro, Fernanda Freitas, já que hoje Carolina alegou existirem “várias imprecisões” na obra, que apenas “relatou”. O tribunal adiou a decisão, quanto aos dois requerimentos, para momento posterior.
 
No julgamento, que envolve seis processos, o líder do FC Porto é acusado de dar duas bofetadas à ex-companheira em Março de 2006. Estão também convocadas as testemunhas Sandra Lourenço Pinto e Ana Salgado que deverá depor por vídeo-conferência.

 Lourenço Pinto
O advogado de Valentim Loureiro no início do caso Apito Dourado, e o actual Presidente da AFP. o homem que avisou Pinto da Costa das buscas a sua casa e lhe permitiu a fuga, foi, por surreal que pareça, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF no início dos anos noventa, por indicação (claro!) da Associação de Futebol do Porto, presidida pelo falecido Adriano Pinto, e que, sendo maioritária, pôde sempre optar por manter na sua “posse” aquele “precioso” instrumento, em detrimento até mesmo da própria presidência da FPF (que deixava para Lisboa, mas que praticamente só tratava da selecção nacional). Os seus tempos foram dos piores da história da arbitragem portuguesa e valeram vários títulos ao FCPorto, que tão bem protegido nem precisava de jogar muito para vencer. Com equipas onde pontificavam Vlk, Bandeirinha, Tozé, Paulinho César, Kiki, Raudnei, Barriga ou António Carlos, conseguiu vencer campeonatos ao Benfica de Paulo Sousa, Rui Costa, João Pinto, Vítor Paneira, Futre, Isaías, Mozer etc. Lourenço Pinto teve pois o efeito de um verdadeiro Maradona no campeonato português. Laureano Gonçalves e Fernando Marques seguir-lhe-iam o exemplo. Sobre Pinto de Sousa não é necessário acrescentar muito mais aquilo que tem sido veiculado no âmbito do Apito Dourado.
O caso Francisco Silva – que se terá autonomizado do sistema, depois de ser um dos seus principais interpretes – é algo que merecia ser melhor estudado e investigado, e no qual talvez se encontrassem algumas das origens de todo este tenebroso caminho. O juiz algarvio terá sido, nas suas próprias palavras, “tramado” por Lourenço Pinto - certamente por saber demais -, vendo-se assim irradiado da arbitragem. Recorde-se que foi apanhado com um cheque na mão num balneário de Penafiel.

ADELINO CALDEIRA
Já outra personagem que aparece mencionada na notícia, pessoa essa que actualmente é um dos dirigentes do F.C.Porto, nem mais nem menos do que Adelino Caldeira.
 Adelino Caldeira era uma dos directores à época da bem conhecida agência de viagens "Cosmos" (a mesma que enviou por engano as facturas de Carlos Calheiros para a torre das Antas), actualmente aparece ligado como directo ao F.C.Porto tendo sido inclusive uma das mais importantes testemunhas de defesa de Pinto da Costa no processo Apito Dourado. Adelino Caldeira aparece sempre em momentos chave da corrupção no desporto nacional e em particular no F.C.Porto. Em 1996 quando estoira o caso "Calheiros" onde era director da agência Cosmos e agora no "Apito Dourado"

Ameaças ao Presidente da Liga
Ameaças ao sportinguista ex-Presidente da Liga, Hermínio Loureiro:
"A única pessoa que me falou do Ricardo Costa foi o Adelino Caldeira, vice-presidente do FC Porto, a 3 de Setembro de 2008 num almoço no restaurante Lusíadas, em Matosinhos. Ele foi clarinho e apreciei a frontalidade. Disse-me: ‘Meu caro, ou você corre com o Ricardo Costa e tem a vida facilitada ou vamos fazer-lhe a vida negra’. Certo é que não mudei a orientação de total autonomia que dei desde o início à Comissão Disciplinar. Desde esse dia que percebi que me iam fazer a vida negra e fizeram."
 
Em entrevista ao Sol, o antigo presidente da Liga de Clubes, Hermínio Loureiro, denuncia pressões do FC Porto para “correr” com Ricardo Costa da Comissão Disciplinar. As palavras do ex-presidente da Liga de Clubes tiveram pouco eco, o que não condiz com a gravidade de algumas afirmações.
Ficam assim eternizadas no espaço que eterniza a corrupção do FC Porto, as pressões e os agentes fiéis que agem em nome do clube.
A pergunta do jornalista Luís Rosa: “Valentim Loureiro ou Pinto da Costa nunca lhe disseram para controlar o que Ricardo Costa (presidente da Comissão Disciplinar da Liga) andava a fazer?”
A resposta: “A única pessoa que me falou do Ricardo Costa foi o Adelino Caldeira, vice-presidente do FC Porto, a 3 de Setembro de 2008, num almoço no restaurante Lusíadas, em Matosinhos. Ele foi clarinho e apreciei a frontalidade.
Disse-me: ‘Meu caro, ou você corre com o Ricardo Costa e tem a vida facilitada ou vamos fazer-lhe a vida negra’. Certo é que não mudei a orientação de total autonomia que dei desde o início à Comissão Disciplinar. Desde esse dia que percebi que me iam fazer a vida negra e fizeram.
E porque quereria o FC Porto afastar Ricardo Costa? [a pergunta parece inocente, mas terá de ser feita para se obter o testemunho de Hermínio].
"Tem a ver com as decisões disciplinares do Apito Dourado, como é evidente”, respondeu.  Hermínio Loureiro contou que Filipe Soares Franco, ex-presidente do Sporting, “também várias vezes sugeriu” que o presidente da Liga “substituísse o Vítor Pereira”.
Mas o episódio com Adelino Caldeira teve repercussões. Hermínio Loureiro manteve-se inflexível e gerou ódio no FC Porto. “A partir desse momento, aconteceram coisas absolutamente artificiais como a novela da entrega do troféu de campeão que levou o Porto a escrever uma carta ao secretário de Estado do Desporto a fazer queixa da Liga. O barulho que fizeram!”, conta Hermínio Loureiro.
O ex-dirigente da Liga lamenta que tenha passado a imagem de que a Liga não queria entregar o troféu ao FC Porto e fala de indisponibilidade do clube: “Esteve marcada a cerimónia e essa entrega não foi feita porque Pinto da Costa tinha casamento marcado com a senhora Filomena. Obviamente, se o presidente do Porto não estava presente, a Liga não ia fazer essa entrega.
E Tiago Craveiro, secretário-geral da Liga, várias vezes falou com Antero Henriques (director do FC Porto) para tentar marcar uma data para a entrega do troféu, mas nunca havia disponibilidade. Criou-se a ideia de que a Liga não queria entregar o troféu ao Porto – isto cabe na cabeça de alguém?”
A entrega da taça acabou por acontecer, com episódios surreais...“Lembro-me também que, quando saí da sala para entregar o troféu, ouvi um diligente funcionário do Porto a dizer: ‘Desliguem a música! Desliguem a música!’. Era para se ouvirem melhor os assobios.
Nunca vi entregar um troféu sem música. Foi original. Foi claramente uma história montada para criar problemas e desgaste, para fazer com que eu não fosse entregar o troféu.
“Para depois me acusarem de lá não ter ido. As pessoas conheciam-me mal.” O Conselho de Justiça da Federação decide reduzir a suspensão aplicada pela Liga a Hulk e a Sapunaru e Loureiro demitiu-se:
“Assumi as minhas responsabilidades. Não sendo jurista, entendi como uma enormidade a desproporção dos castigos aplicados aos jogadores Hulk e Sapunaru pela Comissão Disciplinar e pelo Conselho de Justiça. Não podemos confundir três jogos com quatro meses”, justifica. Esta demissão “foi um grito de revolta”, mas também ela assenta em histórias estranhas. Foi Pinto da Costa quem deu conhecimento a Hermínio Loureiro da decisão do Conselho de Justiça, muito antes da mesma ser tornada pública...
“Sabe quem é que me ligou a dar nota da decisão do Conselho de Justiça? Não imagina. Foi Jorge Nuno Pinto da Costa. Fez questão de ligar-me para dizer qual tinha sido a decisão do Conselho de Justiça. Esta é a parte que posso contar desse telefonema”, revela Hermínio.
O então presidente da Liga garante que não sabia de nada... “Não estou com isto a dizer que o presidente do Porto tivesse tido acesso a “inside information”. Estava dentro do carro, e recebi um telefonema de um número que não tinha gravado. Atendi e ouvi: ‘Daqui fala Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto’. E transmitiu-me a decisão do Conselho de Justiça e depois disse-me um conjunto de coisas que não posso tornar públicas” (Injúrias provavelmente).
“Porquê? Não são reproduzíveis?”, questiona o jornalista do Sol.
“Não posso, não devo. Sei o que é publicável e transmissível, e o que não é. A partir desse momento, procurei confirmar a informação, pois havia muita contra-informação a circular – a RTP chegou a noticiar uma coisa à hora de almoço que não se veio a confirmar. Mais tarde, o secretário-geral da Liga de Clubes confirmou-me a decisão. Perante esta situação, ponderei sozinho algumas horas e decidi renunciar ao cargo de presidente da Liga de Clubes. Informei os meus colaboradores e solicitei a todos os titulares de cargos nos órgãos da Liga que se mantivessem em funções para manter a normalidade”

Pôncio Monteiro, o ignóbil
"O Pôncio Monteiro, muitos anos antes, depois de um acidente grave, esteve às portas da morte, para sobreviver tinham de fazer-lhe uma transfusão de sangue. O João Mota, do FC Porto, quando soube disso, prestou-se de imediato a ir dar sangue ao hospital.
 Mais tarde, o Pôncio perseguiu o João Mota dentro do FC Porto, exigiu a sua saída do clube, isto na altura em que o Pedroto era treinador. O Pôncio disse que ou saía o Mota ou saía ele. Foi aí, como contei antes, que Pedroto disse que, sendo assim, estava tudo resolvido, saía o Pôncio.
 Uma pessoa que faz isto, que depois de ter sido salva com o sangue do outro, o persegue, o quer despedir do trabalho, é alguém que perde toda a autoridade moral para dizer seja o que for. Uma pessoa que é capaz de comportamentos como aquele merece todas as reservas.
 
Agarrei-o pelo braço e disse-lhe à queima-roupa: "Tu não prestas, tu foste capaz de perseguir uma pessoa que te ajudou da maneira que sabemos, portanto está calado, não digas nada. Olha para mim, olhos nos olhos. Tu nem profissão tens, a tua profissão é ser filho de quem és, o teu pai, sim, é um senhor, um gentleman." Atrapalhado, o Pôncio calou-se, ficou com falta de ar.
 O Schnitzer, ao assistir àquilo, disse-me: "Octávio, ainda matas o homem." "Mato o homem?!", perguntei eu, "mas qual homem?! Isto é um cobarde”.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

(PC O CRIMINOSO) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (19

Lista de crimes do criminoso Pinto da Costa: 


* Instigação pública a um crime

* Apologia pública a um crime

* Associação criminosa

* Incitamento à guerra civil ou à alteração violenta do Estado de direito

* Incitamento à desobediência colectiva

* Ultraje de símbolos nacionais e regionais

* Tráfico de influência

* Usurpação de funções

* Falsidade de depoimento ou declaração

* Falsidade de testemunho

* Favorecimento pessoal

* Branqueamento de capitais

* Violação de segredo de justiça

* Corrupção passiva para acto ilícito

* Corrupção passiva para acto lícito

* Corrupção activa

* Ofensa à integridade física simples

* Ofensa à integridade física grave

* Ofensa à integridade física qualificada

* Ofensa à integridade física por negligência

* Violência doméstica

* Ameaça

* Coacção

* Tráfico de pessoas

* Difamação

* Injúria

* Fuga ao Fisco

 

 Pinto Careca, conceituado gerente comercial
 

Pinto da Costa não pagou um empréstimo de 20 mil contos e agora tem de responder em tribunal. O Fonsecas & Burnay exige juros e tudo. E diz-se que os empréstimos só foram concedido à conta de pressões políticas.

 

O Banco Fonsecas & Burnay (BFB) acaba de interpor uma acção judicial contra Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FCPorto e a IGE, Indústria Geral de Electrodomésticos, empresa da qual o lider portista é sócio. Em causa está o facto da IGE ter faltado ao compromisso de saldar nos prazos estabeledcidos um empréstimo solicitado àquele banco por JNPC e sua mulher Manuela Carmona Graça e o sócio Fernando Vasconcelos.

 

O BFB exige agora nos tribunais dinheiro e juros, enquanto decide se há-de ou não colocar igualmente nas mãos dos juizes um outra dívida de Jorge Nuno. É que além dos 2 mil contos da IGE, o dirigente deve ainda ao banco cerca de 9 mil contos. Um dinheiro que foi conseguido obter por obra e graça de fortes pressões políticas.

 

Recorde-se que a IGE era na altura do empréstimo uma empresa não só falida mas também com fracas perspectivas de recuperação.

 

“Não se percebe muito bem porque é o BFB acedeu a um empréstimo”, confessa fonte da instituição, já que o próprio nome da empresa dava azo a grandes dúvidas.

 

De facto, a 24 de Agosto de 1990 os proprietáros da Ige apresentaram junto da PJ de Aveiro uma queixa de burla agravada contra JNPC alegando que o líder portista não entregou letras no valor de 12 mil contos que concluiriam a venda da empresa inciada em maio passado. Na altura a única base de acordo possível entre as partes passava pela revenda da empresa, por parte de PC, aos antigos donos o que não veio a acontecer.

 

O interesse de PC na aquisição da IGE pareceu, no mínimo, inexplicável. O presidente do FCPorto arriscou dar 30 mil contos por uma empresa falida a ponto de não valer 15 mil. Mais. Predispôs-se a pagar 40 mil contos de dívidas de uma sociedade situada num lugar recôndito, nos arredores de Aveiro, mais propriamente em Junqueira, no lugar do Paço, freguesia da Esgueira. Ao isolamento soma-se o aspecto exterior precário e quase decadente do edifício. Um bloco em cimento mal pintado foi aquilo que o Independente pôde ver em janeiro último.

 

(Terá algo a ver com a preparação do terreno que o caso Aveiro Connection revela?).

   

A concessão do empréstimo não devem ter sido alheias as pressões políticas exercidas, nomeadamente, por “lobbies nortenhos”, adianta fonte do BFB. Confirma-se o que já se sabia: a insinuação do líder portista junto do poder, por um lado, o interesse “interesseiro” do poder pelo mundo do futebol, por outro.

 

Não se sabe até que ponto o banco averiguou a viabildade do negócio. A empresa, como o nome indica, destina-se ao ramo dos electrodomésticos. Se A IGE, Pinto da Costa e restantes avalistas vierem a ser condenados, a lei não condescende e as soluções são poucas. Ou pagam ou indicam bens à penhora. Se a dívida permanecer, serão vendidos em hasta pública os bens suficientes para cobrir o valor em que o banco se sente lesado.

Convém mesmo que PC resolva a questão. Caso contrário, e durante 20 anos, não poderá adquirir seja o que for em seu próprio nome.

 

O Independente teve acesso ao texto da acção que o líder moveu contra o Semanário em consequência de um artigo daquele jornal no qual se ligava o dirigente a assuntos de droga.

 

Fernando Fonseca, advogado de PC, escreveu, “Ponto 12: Acresce que PC é conceituado gerente comercial”.

 

Contudo, nem sempre parece ter sido feliz; esteve na Segrobe de onde saiu zangado com Manuel Borges. Trabalhou numa filial desta empresa no Sul, a Sulgrobe, mas por muito pouco tempo. Com a mulher e um cunhado abriu a Pincosoli, empresa de produtos químicos que acabou por falir. Constitiui uma sociedade em Vila Nova de Gaia que já não existe. Comprou a IGE. Mais?

 

(Conceituado Gerente Comercial?!?!)

 

O Valentão Pinto da Costa

 

Pinto da Costa, na altura em que a ofendida Carolina se encontrava manietada por Afonso Ribeiro, desferiu duas bofetadas no rosto da assistente, uma em cada face”.

 

A conclusão é da Juíza Luisa Trovão, do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto que decidiu em despacho levar a julgamento Pinto da Costa assim como o seu motorista Afonso Ribeiro e o segurança Nuno Santos.

 

(Um valente este PC e seus cúmplices).

 

O líder portista e Afonso Ribeiro foram pronunciados por um crime de ofensa à integridade física cada. Nuno Santos responderá por dois crimes do mesmo tipo.

 

Tudo aconteceu em 6 de Abril de 2006 pelas 15:30 no átrio da residência de Carolina Salgado, na Madalena em Gaia. A ex-companheira envolveu-se numa troca de insultos com Afonso quando tentava imopedir que este levasse o faqueiro de sua casa.

 

Na sequência, Afonso atirou o faqueiro ao chão e passou a agarrar a Carolina pelo pescoço, tendo-lhe ainda exibido, junto à face uma chave colocada entre os dedos referindo-lhe que a “f*dia toda”, lê-se na decisão.



No local, Ana Salgado, então grávida, tentou defender a irmã, mas foi projectada pelo segurança Nuno Santos que logo de seguida deu “três empurrões” a Carolina, levando-a também a cair. Enquanto Ana continuava porostrada, a irmã foi manietada por Afonso.

 

É aí que (o valente) Pinto da Costa se aproxima de Carolina, desferindo-lhe duas bofetadas, uma em cada face, resultando daí lesões na face direita e lábio superior descritas pelo Instituto de Medicina Legal (IML). Para a juíza, em nenhum outro momento do incidente aquelas lesões poderiam ter acontecido.

 

Os depoimentos de todos os arguidos, incluindo Pinto a Costa, “não merecem qualquer credibilidade, pois são contrariados não só pelas testemunhas inquiridas como pelo teor do relatório do exame pericial do IML”, conclui a juíza.

 

O relatório pericial do IML, que foi peça-chave na decisão, detectou escoriações e equimoses na face, no pescoço, na zona do abdómen e nos dois braços. Se várias mazelas poderão ser justificadas pelas agressões de Afonso Ribeiro e Nuno Santos, as escoriações na face direita e no lábio superior apenas encontram explicação nas duas bofetadas de Pinto da Costa (o valentão).

 

Ana Salgado confirmou as agressões dos três arguidos à irmã. Em contraponto com os depoimentos dos arguidos, a Juíza considerou compatíveis os factos descritos por Carolina, o depoimento de Ana e o exame do IML do Porto.

 

Interrogado, Pinto da Costa disse não ter assistido a qualquer agressão. O MP decidiu levar o caso a julgamento mas o magistrado responsável decidiu arquivar o caso do envolvimento do presidente do FCPorto por falta de provas, dado tratar-se de ser palavra contra palavra.

 

Ligação aos Árbitros

Sempre que, durante um jogo o Jorge Nuno achava que o árbitro tinha prejudicado o FC Porto ligava ao senhor José António Pinto de Sousa, presidente do Conselho de Arbitragem, que lhe atendia o telefone, começando por manifestar a sua indignação perante a incompetência do árbitro, mas acabando sempre por marcar um jantar para fazer as pazes.

 

Pinto da Costa festejou vitória da Grécia.

Uma das confissões mais relevantes da ex-mulher de Pinto da Costa reside no facto de o presidente do FC Porto ter festejado o triunfo da Grécia no Euro 2004.

 

“O Jorge Nuno alterou-se com o senhor Scolari quando percebeu que este não cederia às suas vontades. O que incomodava Jorge Nuno era o facto de toda a gente ter percebido que o presidente do FC Porto perdera o poder que gostava de ostentar sobre todos os aspectos do futebol português, incluindo a equipa de todos nós.”

 

Conheço casas onde o desaire (refere-se à derrota de Portugal na final do Euro 2004 com a Grécia) foi festejado com a abertura de uma garrafa de champanhe. A minha, por exemplo. E assumo o risco da impopularidade que uma revelação destas pode causar.

 

Politicamente falando era intolerável para o Jorge Nuno ter de suportar a vitória portuguesa no Euro 2004, que, para ele, não seria mais do que o sucesso de Scolari contra a sua pessoa“, revela.

 

Apito de alerta do amigo Lourenço Pinto...

 

Como dissemos acima, Carolina Salgado confessa ao pormenor como Pinto da Costa geriu a sua vida quando o processo Apito Dourado rebentou. “Foi o doutor Lourenço Pinto quem, às sete da manhã, nos telefonou para casa avisando que o major, o doutor Pinto de Sousa e alguns funcionários da Câmara de Gondomar tinham recebido a visita da PJ. O Jorge Nuno ficou deveras perturbado com o que estava a acontecer ao major. Receava que o major ou Pinto de Sousa falassem de mais. Esta era a sua preocupação”, relata.

 

Na véspera da sua detenção, que nunca chegou a acontecer, Pinto da Costa contou com uma preciosa ajuda, nada mais nada menos que Lourenço Pinto, advogado do major Valentim Loureiro.Tendo em conta o acontecimento, o conhecido advogado, segundo Carolina Salgado, marcou um almoço no restaurante Boucinha, em Vila Nova de Gaia. “À mesa fomos informados com pormenor da situação. Na manhã do dia seguinte, uma brigada da PJ iria entrar na nossa casa e na casa de Reinaldo Teles com mandados de busca e de detenção (…)”.

 

Foi muito acentuado que os agentes eram de Lisboa, como se por isso o perigo triplicasse, o que não me pareceu uma análise correcta. (…) Quer o Jorge Nuno, quer o Reinaldo Teles ficaram petrificados com as informações. “O Reinaldo ficou branco, quanto ao Jorge Nuno, o que ouviu da boca do dr. Lourenço Pinto deu-lhe positivamente a volta à barriga. Não havia tempo a perder. O Jorge Nuno tinha de sair do país”, diz.

 

António Araújo não foi avisado, segundo Carolina Salgado, por ser “o elo mais fraco” e para que a estratégia montada “funcionasse na perfeição”. A mãe de Carolina estava incumbida de atender os agentes da PJ, tendo de dizer a frase previamente combinada: “O senhor Jorge Nuno e a esposa tinham aproveitado o feriado para dar um passeio.” Isto numa altura em que o casal se encontrava na Galiza.

 

Como curiosidade, a mulher de Reinaldo Teles recebeu os agentes da PJ com uma frase elucidativa da sua seriedade: “Não dormiu cá. De certeza que passou a noite com alguma amante!” Reinaldo Teles pernoitou num hotel do Porto. Carolina Salgado lembra que ela e Pinto da Costa resolveram deixar o cofre da casa aberto, “numa atitude de descaramento e provocação”.  Já em Espanha, “Jorge Nuno acusava o Major de ter falado de mais e não ter cuidado”.

 

(Mas se estavam inocentes, porquê o pânico, porquê a fuga, medo de quê? “Quem não deve, não teme”).

 

 O Marfim de Pinto da Costa
 

Pinto da Costa numa das suas visitas a Angola como chefe de comitiva do seu clube, quis "juntar" à oferta de um dente de elefante, supostamente obsequiado pela sua filial, mais três, afim de enriquecer a sua colecção de "coisas raras".

 

Dado a influência que possuí(a) no meio alfandegário da Invicta, tudo foi conjugado para que não subsistisse qualquer problema à chegada da caixa com o marfim a Portugal. Azar!

 

O funcionário destacado para esse dia no aeroporto de Sá Carneiro e destinado a facilitar a "passagem", adoeceu subitamente e foi substituido por outro que nada sabia da "operação".

 

O resultado foi o que se conhece, com Pinto da Costa a negar pertencer-lhe a "encomenda" mas, mais grave ainda, ao zeloso funcionário foi levantado um inquérito resultando na suspenção por tempo indeterminado, de todo serviço, até resolução final.

 

Não satisfeito com a injustiça, constituiu advogado para defender os seus direitos, tendo o causídico logrado um acordo que "não desse nas vistas" e o seu cliente não fosse lesado.

 

RESULTADO: O funcionário em questão recebeu uma indemnização (paga por alguém que até hoje  se desconhece a identidade) e passou à reforma antecipada com direito a todas as regalias como se de reforma total se tratasse.

 

É assim que tudo funciona no "reino" criminoso de Pinto da Costa.