ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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sexta-feira, 7 de julho de 2017

(Entre Ladrão e Ladrão) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (195)

Câmara de Poiares denuncia dívida municipal superior a 30 milhões de euros deixada pelo lagarto Jaime Marta Soares

25 Novembro 2013 
O presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, João Miguel Henriques, revelou, esta segunda-feira, que "herdou" uma dívida municipal superior a 30 milhões de euros, que coloca toda a atividade autárquica numa situação "limite".
Em declarações à agência Lusa, o autarca socialista, que sucedeu ao histórico Jaime Marta Soares (PSD), que governou o concelho desde 1974 até outubro, disse que o passivo já apurado é superior a 27,5 milhões de euros, a que acresce mais dois milhões de dívida à empresa Águas do Mondego, num processo que está em contencioso.
Considerando que a autarquia está numa "situação limite", João Miguel Henriques referiu que "a tendência é para o aumento do valor da dívida, porque todos os dias chegam à Câmara fornecedores e comerciantes a apresentar faturas, sem que exista dinheiro para as liquidar".
"Parte do tempo dedico-o a ouvir queixas de pessoas que necessitam de receber o dinheiro que o município lhes deve, e do qual depende a sobrevivência dos seus negócios, e é muito triste não ter forma de lhes pagar", acrescentou.
O presidente de Poiares adiantou ainda que não vai avançar com uma auditoria externa às contas por representar um custo que o município "não pode suportar", embora reconheça que seria uma vantagem para transmitir "uma credibilidade diferente" aos números apresentados.
"Estarmos a despender mais meios financeiros não se justifica. Nós estamos mais preocupados com a dimensão dos números e em encontrar soluções para a situação catastrófica em que nos encontramos", sublinhou.
Acresce ainda, segundo João Miguel Henriques, que o anterior executivo contraiu uma dívida de sete milhões de euros ao abrigo do Plano de Saneamento Financeiro, com um prazo de carência de três anos que entra em pagamento em 2014.
Salientando que a receita anual do município é inferior a seis milhões de euros, o autarca frisou que tem uma tarefa muito complicada pela frente para endireitar as contas e questionou como foi possível "chegar a este estado".
"Quem governou, empurrou os problemas para a frente, para quem viesse a seguir resolver e calhou-nos a fava. Mas não atiro a toalha ao chão e tudo farei para que quem vier daqui a quatro anos não encontre as contas neste estado", referiu o antigo árbitro de futebol da I Liga.
O presidente da Câmara considerou que Poiares necessita de grandes investimentos para colmatar défices nas infraestruturas básicas, mas a situação financeira não vai permitir a sua concretização nos tempos mais próximos.
João Miguel Henriques criticou ainda alguns "elefantes brancos" construídos no concelho e processos de expropriações em curso para investimentos "que não são prioritários, mas que o anterior executivo pretendia fazer".
"Somos confrontados com muitas expropriações para obras já efetuadas e outras que estavam planeadas, mas já conseguimos desistir de algumas e outras estamos em negociação para evitar uma catástrofe ainda maior nos cofres do município", enfatizou o autarca.

Ring a Bell?
A Juventus está a lutar pelo seu bom nome e para se afastar de uma alegada ligação à máfia italiana, notícia a ESPN Brasil, citando ainda a agência EFE.

O clube foi recentemente envolvido num processo da Procuradoria da Federação Italiana de Futebol, em que inicialmente alguns em dirigentes da Juventus entravam apenas na condição de testemunhas no caso. Porém, no passado dia 18, a Procuradoria apresentou uma denúncia contra o presidente, Andrea Agnelli, e outros diretores do clube de Turim, por supostas ligações ao clã mafioso Ndrangheta.

Alegadamente, os mafiosos estariam infiltrados nas bancadas do estádio e receberiam bilhetes da Juventus para os poderem revender, a um preço muito superior ao taxado.

Agnelli tornou público o caso e assumiu vontade de tudo esclarecer, considerando «inaceitáveis» estas acusações. O presidente da Juventus aceitou, ainda, colaborar com a Comissão Antimáfia Italiana.
(Conhecem algo semelhante em Portugal?)
Pacheco e as Antas
O antigo jogador de Benfica e Sporting recordou, numa recente entrevista ao diário Observador, as 'complicadas' deslocações ao antigo Estádio das Antas, e confessou que 'havia um sentimento de impunidade constantemente transporto para dentro de campo' devido aos constantes erros de arbitragem a favor do FC Porto.
Questionado sobre as deslocações do Benfica ao antigo Estádio das Antas, António Pacheco recordou o clima de intimidação vivido por jogadores e equipa técnica sempre que se deslocavam ao reduto portista.
"Sempre jogos difíceis, muito complicado. Os árbitros estavam todos comprados pelo Porto, havia um sentimento de impunidade constantemente transporto para dentro do campo. Não há que ter medo das palavras, aquilo era assim e estão aí as escutas para quem duvidar", disse o ex-jogador ao referido diário online.
Em relação ao célebre jogo de 1991, em que César Brito marcou os golos da vitória do Benfica sobre o FC Porto, Pacheco recordou que o clima de guerra começava logo na noite anterior.
"Complicado? Aquilo era um terror e a intimidação começava na noite anterior, quando os adeptos se juntavam à porta do nosso hotel a lançar todo o tipo de coisas para impedir-nos de dormir, de fazer uma vida normal", afirmou António Pacheco.
No entanto, o clima de tensão não se ficava por situações fora do Estádio, uma vez que também junto às quatro linhas havia situações de pressão.
"O senhor Octávio, o senhor Inácio, o guarda Abel e por todos aqueles polícias fardados que viravam as costas e diziam ‘dá-lhe agora’. Estavam todos feitos e viravam costas nesses momentos mais fortes", atirou António Pacheco.

Vou-te Processar
Em Dezembro de 2014, quando Bruno de Carvalho pretendeu despedir Marco Silva, utilizando José Eduardo para tentar difamar o então treinador do Sporting, somente por razões de ordem pessoal, os sportinguistas fizeram sentir a sua voz de descontentamento nas redes-sociais. Bruno de Carvalho, teve assim que meter a viola no saco, percebendo que os sportinguistas não lhe perdoariam tal acto de gestão.

Foi ai que ele percebeu, que da mesma forma que o facebook foi uma fundamental ferramenta para fazer campanha (suja), essa mesma plataforma poder-se-ia virar contra si mesmo.

Vai dai, tem uma ideia de "génio": processar alguns sócios do Sporting, de modo a silenciar esses, e mandar o recado aos restantes críticos - que desde ai já desmontavam todas as suas mentiras e contradições enquanto presidente do Sporting.

Uma atitude que não está ao nível de um presidente de um clube como o Sporting Clube de Portugal! Quem quer ser presidente de um grande clube, e ao mesmo tempo, uma natural figura pública, tem que estar preparado para de tudo um pouco: para o elogio, para o engraxamento; mas também para a critica, ofensa, calúnia, etc.

Um presidente que está seguro de si mesmo, que nada tem a temer, olharia para meia-dúzia (como apregoam) de críticos online, com um mero sorriso de desprezo. Mas não: por alguma razão, ele sentiu a necessidade de amordaçar quem de muito de si eventualmente possa saber! E essa razão, como referi, trata-se exactamente de insegurança e medo. Muito medo!

Fica assim provado que esses associados apenas teceram criticas à sua gestão, e não o ofenderam ou caluniaram. Por muito ridículo que fosse um presidente do Sporting estar preocupado com calunias e ofensas na internet, sempre teria algo por onde pegar. E efectivamente, estes processos não tiveram ponta por onde se lhe pegasse! Mas serviram para demonstrar, dúvidas houvessem, do calibre de quem temos hoje à frente do nosso grande clube!

Processar e tentar amordaçar uma classe de gente que contribui para o seu ordenado de 10.500€, já é manifestamente grave.
Processar e tentar amordaçar com advogados do próprio clube, com a própria instituição a acarretar com as despesas, é já o cúmulo da sacanagem ou simplesmente da criancice! Um verdadeiro escândalo!

Estes processos só por si não deveriam ter acontecido. Ser o próprio Sporting a pagar as despesas das birras de um presidente já de si remunerado, era motivo mais que suficiente para destituir quem hoje se julga acima do grande Sporting e dos seus sócios e adeptos!

Completamente impensável um presidente, repito, já de si remunerado, utilizar o dinheiro dos sócios, para processar outros sócios. Na prática, é um acto de gestão danosa, e uma ataque não só aos visados, mas sobretudo, a todos nós!

Actualmente, tivesse o Sporting uma verdadeira e única identidade, acredito que Bruno de Carvalho fosse hoje uma persona no grata em Alvalade, e com os dias cada vez mais contados. E desde já, teria que pagar ao Sporting o dinheiro utilizado para perder processos contra sócios do próprio Sporting!

Mas não. Assistimos à insistente tentativa de substituir o sportinguismo e o respeito entre todos aqueles que se deveriam unir somente em torno do símbolo do Leão, pelo culto do "eu"!

Ou será que afinal, poderá haver uma maioria silenciosa que dará o "não" no próximo mês de Março?...
Como disse num post anterior, as aparências iludem, e na hora da verdade, é que veremos se o Sporting está ou não está vivo e de saúde!

O complexo dos lagartos já vem de longe. Ficou-lhes implantado no ADN desde o berço.
Depois de uma briga, o Sporting fundou-se sem nome, apenas para “indivíduos de boa sociedade”.
Em Lisboa, na altura, estava em voga as “Party Garden”. A do Campo Grande Sporting Clube saltou para a ribalta por causa dos jogos de futboel e críquete mas também de “senhorinhas da melhor sociedade” que orreram 50 metros antes do piquenique, do chá e das danças de salão. Tudo muito fino, como o mindinho ao alto.
Mas havia muita gente que achava que eram festas a mais e desporto a menos. Como marialvas de sangue azul que eram, queriam mostrar que também eram homens.

Depois de uma briga e de mosquitos por cordas, José de Alvalade afirmou, “por mim acabou, vou ter com o meu avô e ele me dará dinheiro para fazermos outro clube, um clube para o sport, mais sport”. 
Assim começou o Sporting Clube de Portugal, que começou sem nome.
O artº 1º dos estatutos estabeleceram que apenas podiam pertencer-lhes, “indivíduos de boa sociedade e conduta irreprensível”.

Com o dinheiro do avô rico, o clube não tardou a ter campo mas não tinha o principal, nem jogadores, nem equipa!!!

O que fez o invejoso José de Alvalade? Foi roubar os jogadores ao Sport Lisboa, o antecessor do Glorioso Benfica.
Algo que ficou desde logo implantado no ADN do clube e algo que eles nunca mais deixaram de ser, invejosos e ladrões.
Como o fez? Com a canção do bandido. Ofereceu aos jogadores do Sport Lisboa, campo para treino e jogo, oferecendo balneário com banho quente, bolas novas, duas camisolas por jogo, para o caso de chover, e no fim de cada jogo, chás dançantes com as senhores mais ilustres da sociedade lisboeta. Impossível de resistir. Sete jogadores mudaram de clube.
Ficou célebre a frase de Cosme Damião, “O Sporting tem dinheiro. Nós temos dedicação. No imediato o dinheiro vence a dedicação. No futuro, a dedicação goleia o dinheiro”.

No 1º jogo que fez, o Sporting perdeu por 5-1. Começando assim uma tendência que se tem vindo a acentuar desde então, “jogar como nunca, perder como sempre”.

O Sport Lisboa, antecessor do SLB, foi fundado a 28 de fevereiro e escolheram as cores vermelho e branco, por “traduzir alegria, vivacidade, ser fonte de entusiasmo”, e como símbolo a ÁGUIA, “por significar a elevação de propósitos, espírito de iniciativa e ânsia de subir o mais alto possível”.

O 1º jogo que o SCP fizeram com o Sport Lisboa, não jogaram nada mas ganharam 2-1, graças a algum acaso e a um auto golo.
Com o jogo empatado e com toda a gente à espera da vitória do Sport Lisboa, abateu-se uma bátega de chuva. Num campo encharcado a bola não rolava.
Os jogadores do Sporting abandonam o campo, demasiados finos para se molharem. Refugiados no balneário esperam até que o árbitro os obriga a entrar em campo contra a sua vontade (“tinham medo de se constiparem”, diziam eles).

Os jogadores do Sport Lisboa, que tinham ficado em campo a apanhar chuva, enregelaram, perderam a energia e o Sporting aproveitou para marcar um golo (auto golo de Cosme Damião).
A crónica da época dizia, “O Sporting jogou brutalmente. Os seus jogadores cometeram irregularidades em barda, sobressaindo Albano dos Santos um jogador miuto perigoso”.
Eheh, muito perigoso!! Sempre diferentes.

A Liga do Proença
A anterior presidente da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga (atual Comissão de Instrutores), Cláudia Santos, solicitou um voto da confiança a Pedro Proença e seus pares, em maio de 2016, para se manter no cargo.
Na base da tomada de posição da anterior responsável pela comissão estavam alguns meses de "difícil convivência" com a direção da Liga, que acabaram por motivar a troca de liderança da referida comissão.

Cláudia Santos foi quem conduziu o inquérito aberto após queixas do Benfica e de Vítor Pereira (antigo presidente do Conselho de Arbitragem) na sequência de declarações proferidas, em novembro de 2015, por Bruno de Carvalho e Octávio Machado. A 4 de maio de 2006, a antiga responsável pela Comissão de Instrução e Inquérito apresentou um relatório final que enquadrava no artigo 118.º do Regulamento Disciplinar e que, por isso mesmo, deixava o Sporting em risco de ter o Estádio de Alvalade suspenso.
Poucas semanas depois, porém, Cláudia Santos viria a deixar o cargo por não lhe ter sido renovada a confiança que reclamava e por entender que, dessa forma, "não estavam reunidas condições de independência", conforme revelou a Record fonte próxima da Liga de Clubes.
A sucessora, Cláudia Viana, iniciou oficialmente funções a 22 de julho de 2016 e teve um entendimento diferente 7 meses depois da leitura do relatório final e da prova já produzida. Segundo a comissão, o processo deixou de violar o artigo 118.º e foi enquadrado no 127.º, relativamente ao Sporting.
Dessa forma, o que poderia constituir uma infração disciplinar grave passou a leve, tendo, assim, o processo já prescrito com a nova qualificação jurídica. Restaram, assim, as suspensões e multas a Bruno de Carvalho e Octávio Machado, condenados ao abrigo dos artigos 112 e 136.

Super Dragões 1
Um elemento dos Super Dragões - claque do FC Porto - foi detido por tráfico de droga, depois de na noite de Passagem de Ano ter vendido cocaína a clientes da discoteca Pacha, em Ofir, Esposende. Hugo Souza, de 35 anos, já cumpriu nove anos de cadeia por tentativa de homicídio e hoje vai ser presente ao tribunal de Braga para primeiro interrogatório judicial. 

Ao que o CM apurou, o suspeito é apontado como um dos principais fornecedores de cocaína em diversos espaços de diversão noturna do Minho e do Grande Porto. A detenção aconteceu no domingo, dia 1, pelas 12h00, quando o arguido seguia de boleia com três amigos. Tinha acabado de sair da discoteca quando o veículo foi mandado encostar na rua Artur Aires, em Fão, Esposende. 

O traficante - que garante ser decorador de interiores - tinha 250 doses de cocaína e quase 600 euros, que a investigação presume serem provenientes da venda de droga no interior da discoteca, onde foi alvo de vigilância por parte de elementos do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Barcelos, que avançaram para a detenção já no exterior daquele espaço.
Algumas doses de cocaína estavam escondidas num saco de desporto, na mala do carro. Os investigadores do NIC descartaram qualquer ligação ao tráfico de droga dos restantes colegas que seguiam no veículo.
O arguido acompanhou a GNR para uma busca domiciliária na casa onde vive com os pais, na praceta de Macau, em Oliveira do Douro, Gaia.

Super Dragões 2
Um dos dirigentes dos Super Dragões, mais conhecido por Aranha, foi detido durante o dia de hoje no âmbito da chamada Operação Jogo Duplo.
 A notícia é avançada pela SIC, que avança que o dirigente é uma das 15 pessoas detidas no decorrer da operação que investiga suspeitas de resultados combinados na II Liga portuguesa.
Além de Aranha, também vários jogadores do Oriental e do Oliveirense, assim como ex-jogadores e empresários de futebol funcionariam como intermediários de empresários asiáticos, que ofereciam dinheiro para que equipas que lutavam pela despromoção facilitassem nos respetivos jogos.
 Também o presidente e o diretor desportivo dos Leixões foram indiciados pela prática de crimes de corrupção ativa, naquele que foi o culminar de uma grande operação da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, que envolveu 30 buscas em vários pontos do país e um total de 70 investigadores.

Paulo Pereira Cristóvão detido por assaltos à mão armada

O antigo inspetor da PJ é suspeito de ser o "mentor" de vários assaltos e dar informação sobre as vítimas. Vai ser ouvido amanhã por Carlos Alexandre. Um dirigente da Juve Leo foi também detido

Paulo Pereira Cristóvão, ex-vice-presidente do Sporting, foi preso esta manhã pela Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária, confirmou o DN junto de fonte da Unidade.
É suspeito de ser "o mentor" de uma rede de assaltantes e de dar "informação útil sobre as vítimas" explicou fonte policial ao DN.
Pereira Cristóvão, que já foi inspetor da PJ, foi detido no âmbito de uma investigação que já tinha levado à detenção de vários de vários polícias no verão passado, acusados de assaltarem casas fardados. O antigo inspetor é suspeito de ter sido o mandante de vários desses assaltos e está indiciado por associação criminosa e assalto à mão armada.
Na mesma operação terá sido detido também um líder da Juve Leo, "Mustafá". conhecido por "Musta". Nuno Vieira, Musta, em 2011 foi detido, com mais oito elementos da Juve Leo, após seis buscas domiciliárias e uma outra à sede da Juve Leo (Alvalade), numa operação policial contra a violência no desporto. Estava impedido de entrar no Estádio José de Alvalade. Este elemento foi responsável por alterações à ordem em assembleias gerais do Sporting do tempo do presidente José Eduardo Bettencourt.
Das doze pessoas detidas no verão passado, oito arguidos, incluindo três polícias, ficaram em prisão preventiva. Os restantes quatro ficaram sujeitos a apresentações periódicas às autoridades.
Os detidos, com idades entre os 31 e 43 anos, dedicavam-se "a sinalizar potenciais alvos para os roubarem no interior das suas residências, simulando tratar-se de verdadeiras ações policiais a cumprir buscas domiciliárias judicialmente ordenadas, tendo alguns deles utilizado, em certas ocasiões, as suas próprias fardas paraassim melhor credibilizarem as atuações", informou a PJ, aquando das detenções.
Na mesma altura, a PJ referiu que os crimes ocorreram nos distritos de Lisboa e Setúbal, tendo em alguns dos casos sido utilizada a violência e a coação para que as vítimas fornecessem informação sobre os locais onde se encontravam escondidas quantias monetárias, objetos e produtos de elevado valor.
Paulo Pereira Cristóvão, detido no âmbito da mesma investigação, foi vice-presidente do Sporting durante o mandato de Godinho Lopes, depois de ter sido candidato à presidência do clube, tendo perdido para José Eduardo Bettencourt.

Preso Cabecilha da Juve Leo
Um dos cabecilhas da maior claque do Sporting, Juventude Leonina (Juve Leo), está entre os nove detidos de uma operação da PSP de Lisboa ontem realizada. Quatro dos presos estavam a ser investigados por participação em rixas em pelo menos duas partidas disputadas pelo Sporting em casa, no Estádio Alvalade XXI, enquanto os outros cinco foram apanhados por tráfico de droga.
Os jogos que desencadearam a investigação da Divisão de Investigação Criminal de Lisboa foram o Sporting-Benfica (campeonato, 0-2) da época passada, e o Sporting-Atl. Madrid (2-2), a contar para os ‘oitavos’ da Liga Europa, em 09-10. A videovigilância, soube o CM, foi peça fundamental neste inquérito. Na operação realizada ontem, foram ainda cumpridas três buscas relacionadas com tráfico de droga, tendo sido presos outros cinco membros da Juve Leo, com um total de 199 bolotas de cocaína dentro do corpo. A PSP esclarece hoje a operação em conferência de imprensa. Fonte: cm

domingo, 18 de junho de 2017

(Nalgas: Sporting e Caralho na Boca) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (194)

Frases do Nalgas depois de ter convidado 16 jornalistas para um pequeno almoço

Para facilitar a tarefa de quem não tem paciência para ouvir 3 horas de dislates e "c@r@#%@s", eis algumas pérolas de sabedoria de BdC: 

“Não passem só a minha imagem de labrego”

“Se há gala é à minha pala, fui eu que a inventei!”

"Se for campeão sou um herói do caralho"

"Há gente que as vezes bate punhetas com a mão direita e outras com a mão esquerda!”

“A gala ainda é quando eu quero! Ponto final!”

"Foda-se, a data da puta da gala, oh caralho não me ofereça prendas".

“A minha tristeza é que há um filha da puta qualquer que vai ao meu casamento que deu aquela merda ao Correio da Manhã”…
(nota: o convite com o nib…)

“e tou mesmo a ver que o cabrão não vai dar nada, ou então o gajo manda 10 euros da missão pavilhão oh caralho!”.

“Quantidade não traz qualidade... aprendeu que é dificil gerir a insatisfação de três planteis. Os adeptos são os culpados porque tiveram uma grande ilusão, até os jornalistas prejudicaram por dizerem que era um grande plantel.”

"Na próxima vez dou beijos de língua, bem molhados, para não fazer outras coisas."

"Se achar que sou válido e sou importante fico no sporting 40 anos"

“Saí do FB para manter a minha sanidade mental”

“Os adeptos são estúpidos por quererem jogadores da Academia no plantel”

"Não sou e nunca serei ditador, mas não serei o mais democraticamente possível. Gosto de ouvir opiniões mas quero que depois se calem"

“Manipularam a história do bardamerda, aquilo era para o rita e para o ribeiro cristóvão e o caralho. Vocês fazem uma coisa que eu não mereço, vocês distorcem aquilo que diga de maneira a que pareça AINDA MAIS ATRASADO MENTAL!”

"Dificilmente em Portugal um Clube encontrará um Presidente com as características que tenho, com as capacidades que tenho....”

“Dei a entrevista ao CM por respeito ao meu amigo José Maria Tallon. Fui fodido pelos Sportinguistas por causa da entrevista.”

"Já escreveram que eu era o homem do tetra do benfica, mas também podiam escrever que eu sou o homem o apagão do porto."

"Eu faço este acordo com o jornais, voces escrevem no corpo da noticia BdC é um filho da puta as vezes que quiserem, mas eu é que escolho o titulo."

Algumas destas tiradas são inacreditáveis, independentemente da forma como foram divulgadas publicamente.

O Nalgas, um Drogado
Qual haxixe? Aquilo são drogas mais duras, como coca e extasy, como já foi divulgado mais do que uma vez pelos antigos empregados da discoteca onde ele se ia fornecer na Baforeira, num Clio a cair de pôdre. Eu conheço o sítio. 
O olhar esgazeado do mânfio não engana ninguém. O homem tem distúrbios mentais e precisa de drogas fortes para se manter. 

Usa o vício do futebol como "surrogat" para a droga, mas quem foi viciado nunca deixa. É muito dificíl. A necessidade que ele tem de estar constantemente nas bocas do mundo, nas luzes da ribalta, advém daí e é mais forte do que ele! É um vício como outro qualquer. No fundo não passa de um drogado!
Como drogado irá fazer aquilo que todos os drogados fazem, auto destróem-se!! No caso dele irá levar a instituição que lidera com ele!

Os “Casuals Lagartos”
Membro da Juve Leo diz que os chamados ‘casuals’ estão envolvidos nos confrontos junto ao Estádio da Luz
“Combinamos andar à porrada com a mesma facilidade que ligamos a amigos para ir jogar à bola. E não são pessoas que tenham vidas violentas. São advogados, médicos, pessoas que se juntam de propósito para participar nestes confrontos”.
Foi assim que um elemento da claque sportinguista Juve Leo descreveu ao i a frequência com que episódios como o que ocorreu na madrugada de sexta-feira para sábado se realizam em Portugal. Fonte da polícia desmentiu esta informação, explicando que se tratam de episódios esporádicos.

Questionado sobre como são combinadas estas rixas, fonte da Juve Leo explica que “não há nenhuma conversa de whatsapp para combinar local e horas” para estes confrontos. “Mandamos mensagens para o facebook dos No Name [Boys, uma das claques do Benfica], como eles mandam para nós ou para os Super Dragões [claque do FC Porto]. Nessas mensagens dizemos que vamos estar naquele local, àquela hora, e todos percebem o que significa”, acrescentou o adepto sportinguista.
Mas nem sempre estes confrontos são combinados de forma tão direta: “Uma simples publicação de Facebook, como, por exemplo, alguém do Benfica escrever ‘estamos aqui a pintar a casinha’, indicia que eles estão todos juntos e que se lá formos é para haver porrada”.

Quem participa nestas rixas costuma, segundo o testemunho deste membro da Juve Leo, seguir aquilo que é conhecido como o ‘Código Ultra’, um conjunto de regras seguidos por aqueles que vivem o mundo do futebol de uma forma mais expansiva, recusando-se a ser “meros espetadores passivos”. “Segundo este código, nós podemos matar mas só com as mãos, pernas ou braços, usando a força. A utilização de quaisquer armas de fogo ou brancas é completamente proibida. O que aconteceu ao Marco [Ficini, italiano morto na madrugada antes do jogo entre o Benfica e o Sporting] foi claramente uma quebra desse código, já que utilizaram um carro para matar”, refere o mesmo adepto, que diz que os ‘spotters’, agentes especiais da PSP especializados em claques desportivas, “sabem de tudo não fazem mais porque não lhes convém, pois eles próprios têm clubes e grandes amigos dentro das claques”.

Confrontada com estas afirmações, fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP), desmente que estes confrontos aconteçam frequentemente. “A PSP tem conhecimento do tipo de mensagens trocadas entre estes elementos e está atenta aos conteúdos das mesmas”, explicou a mesma fonte, garantindo que, ao contrário do que o elemento da Juve Leo disse ao i, os confrontos da madrugada de sábado não estão relacionados com a troca deste tipo de mensagens. “Se assim fosse, teríamos tido conhecimento”, explicou.
Confrontos após saída da polícia, o i sabe que os adeptos que se encontravam nas imediações do Estádio da Luz esperaram que a polícia saísse do local para começarem os confrontos.
Antes disso, spotters da PSP estiveram no local a controlar um encontro que houve entre elementos das claques do Benfica, que combinaram estar presentes naquele sítio para proceder à troca de bilhetes para o dérbi. As forças de segurança abandonaram o local depois de os adeptos que estavam ali presentes terem começado a dispersar.

Casuals envolvidos? São muitos os episódios de violência entre adeptos das claques mais conhecidas, mas existem confrontos que começam com elementos que não aparentam ter ligação a qualquer um dos clubes – são os chamados ‘casuals’. Chegam a um estádio sem qualquer elemento que revele a sua preferência futebolística e têm como objetivo “chegar ao território inimigo sem serem detetados e ser-lhes reconhecida a coragem de ali terem ido e confrontarem o adversário. E pouco importa se dão ou se levam” disse ao semanário “SOL” fonte da polícia, em outubro, aquando dos desacatos num jogo entre o Sporting e o FC Porto.
Na ocasião, cerca de uma centena de indivíduos com estas características conseguiu percorrer dois quilómetros sem qualquer controlo policial, irrompendo pela alameda das Antas, deixando um rasto de destruição por onde passaram. Sem polícia por perto, os Super Dragões decidiram intervir e envolveram-se em confrontos com estes grupos, que, segundo notícias avançadas pela imprensa na altura, estavam ligados ao Sporting.

No fim de semana passado, vários ‘casuals’ foram intercetados pelas as autoridades portuguesas, durante o clássico. Como o i apurou no local, vários grupos, compostos por cerca de 30 pessoas, foram retidos por elementos da polícia, tendo sido posteriormente obrigados pelas forças de segurança a percorrer, num passo acelerado, um trajeto junto ao estádio de Alvalade. Só depois, mediante a apresentação do bilhete, tiveram autorização para entrar no recinto desportivo.

O membro da Juve Leo disse ao i que já na noite anterior ao atropelamento, que vitimou Marco Ficini, tinham sido registados confrontos entre as duas fações de ‘casuals das claques desportivas, depois de os sportinguistas terem pintado uma casa que pertence aos No Name Boys. A mesma fonte afirma que estes grupos estão por detrás das agressões que ocorreram na madrugada de domingo junto ao Estádio da Luz. As autoridades não confirmaram esta informação.
Morte às portas da Luz Por volta das 03h00, várias dezenas de pessoas encontraram-se junto ao Estádio da Luz. De acordo com vários meios de comunicação nacionais, adeptos do Benfica e do Sporting começaram uma guerra de pedras, momentos antes de, segundo o “Jornal de Notícias”, os apoiantes leoninos terem pintado ofensas ao Benfica numa zona perto do estádio. Foi na sequência destes acontecimentos que se deu o atropelamento de Marco Ficini que, de acordo com o mesmo jornal, foi encontrado sozinho, já sem vida, no local dos confrontos. O corpo do adepto italiano mostra sinais que indicam que o carro terá
passado várias vezes por cima da vítima.

Não era a primeira vez que Marco Ficini vinha a Portugal apoiar o clube português. Com ele trazia sempre grandes quantidades de materiais pirotécnicos, confirmou ao i a mesma fonte, adiantando ainda que o jovem italiano pertencendo também á claque da Fiorentina, não trazia estes materiais com o intuito de os vender, mas sim de dar à claque sportinguista, para as coreografias da mesma no interior do estádio. Recorde-se que estes materiais são proibidos em recintos desportivos.

Uma testemunha ouvida pela estão televisiva CMTV afirma que eram 02h30 quando viu uma tocha verde nas imediações do estádio do Benfica. “Estavam uns quatro carros do lado esquerdo da rotunda. Do lado direito da rotunda estavam dois carros a travar passagem. De repente, todos fecham as portas, dão marcha atrás na rotunda e voltam na minha direção”, recorda o indivíduo, que não quis ser identificado.
Segundo o testemunho dado à CMTV, adeptos do Benfica atiraram pedras contra o seu carro. Tinha colocado as mãos no ar, dando sinal de que não estava no local para participar nos desacatos. Alguns abandonaram o local para “irem atrás de adeptos do Sporting”, mas outros decidiram apedrejar a viatura em que seguia: “Começaram a atirar pedras, garrafas, tochas...Tudo e mais alguma coisa para cima do carro. Foi um milagre não terem mandado nada para dentro do carro, não me terem acertado”.

Os Nazis Lagartos
"O grupo 1143 – data da fundação de Portugal – foi a fação mais nacionalista da Juve Leo. Mário Machado, o principal rosto do movimento skinhead português, chegou a ser um dos líderes.
Atualmente cumpre uma pena de 10 anos de prisão, em Alcoentre, devido a crimes de discriminação racial, coação agravada, posse de armas, agressão e ameaça a uma magistrada do Ministério Público. Tomou contacto com a extrema-direita aos 13 anos, precisamente no Estádio José Alvalade, quando via jogos do Sporting na Juve Leo. Também foi líder da extinta Frente Nacional, dos Portugal Hammerskins (movimento nacionalista conotado com vários crimes raciais) e é militante do PNR (Partido Nacional Renovador).

Abandonou a claque e assistiu de fora ao definhar do grupo. Nas páginas das redes sociais afetas à Juve Leo, há quem defenda que o 1143 “está morto” e que os seus elementos “estão casados ou reformados”. Outros dizem que está apenas adormecido. Tiveram muita força no topo sul de Alvalade, onde costumavam erguer um estandarte branco onde se lia “Força SSporting”, numa alusão às SS hitlerianas." 
in jornal Record

“Organizar viagens, distribuir bilhetes, comprar e vender merchandising, negociar intimidações ou oferecer segurança torna-se uma forma de vida que dispensa o incómodo dos impostos, dos horários, do esforço, do mérito ou do talento. Para se chegar lá basta a obediência a um grupo na escola ou no bairro e esperar que um dia as portas do núcleo duro oficial se abram. Depois, há que obedecer, ser mau como os piores, aprender a viver nas fronteiras da lei ou fora dela, emular a dureza, a esperteza e a ausência de escrúpulos. Um dia, talvez haja dinheiro a rodos para comprar carros caros ou viagens em hotéis de luxo. Como os chefes.” (Manuel Carvalho – Público).

Testemunho
“Vivo em Itália e aqui foi mencionado o caso da morte deste ultra muito ao de leve. Em conversa com um amigo italiano, este mostrou-me mensagens de incitamento à violência, ódio e morte por parte deste adepto recentemente assassinado. Não sei de que forma posso aqui colocar essas mensagens mas se alguma das pessoas que gere o blog me indicar uma forma, mando com todo o gosto.

Sinceramente, pode alguém de bom senso ou boa fé, dizer que este tipo era adepto do Sporting? Na minha opinião não. Este tipo era adepto apenas e só de violência! Era sócio da Juve Leo, porém, não era sócio do Sporting! Mas que lógica de adepto é esta?? Está se mesmo a ver, eu a chegar a Itália, fazer me sócio de um qualquer grupo ultra mas do clube não! E como se não bastasse, fazer uma viagem de mais de 2000 kms, pra ir visitar San Siro ou outro qualquer às 3 da manhã! Sinceramente... eu conto isto a qualquer Italiano e todos eles reagem com um abanar da cabeça com ar de reprovação!“


O Político Carvalho
Dizia eu em 2012 ou 2013 que o SCP mais parecia um partido politico, onde por incrível que pareça os da mesma cor que querem o "poder" preferem que os da sua cor percam para terem caminho livre para chegar ao desejado poder.
Infelizmente o SCP foi isso, e digo-o abertamente o politico Carvalho nunca terá o meu voto, nunca terá o meu "like", nuca será sequer por mim uma pessoa que me mereça qualquer tipo afecto mas como é presidente do meu clube desejo-lhe sorte e sucesso.

Estes últimos dias/semanas têm sido tenebrosas, começou pela audição aos presidentes. Recuemos, o Politico Carvalho e a sua lista de apoiantes próximos (que hoje são funcionários do clube) passou 2 anos a denegrir a imagem de todos os que antes estiveram no SCP, usou tudo, a calunia o boato a mentira para que a sua imagem de salvador fosse enaltecida. Realizou uma auditoria para "prender" os bandidos, auditoria essa que pariu um valente rato, agora temos umas audições que no final de tudo ainda vamos ter o politico Carvalho a pedir desculpa a todos eles e com o rabinho bem entre as pernas, mas que importa isso se lhe valer mais um mandato? O politico carvalho faz tudo o que for preciso.

O politico Carvalho apontava Ricciardi como o cabecilha de todo o mal do clube, como precisou dele (como todos os outros precisaram) para avalizar e intermediar a reestruturação (que estava feita) passou a ser um "bom sportinguista"... O politico Carvalho faz tudo o que for preciso.

O Politico Carvalho é o mesmo que não à muito tempo processava sócios em catadupa e falava em "governos sombra" pedindo em seguida para não o deixarem cair? Engraçado que o Politico Carvalho perdeu TODOS os processos que colocou aos sócios, repito perdeu TODOS, e quadruplicou os custos judiciais e honorários com advogados nesse ano... tudo pago não pelo Politico Carvalho mas sim pelo SCP, mesmo que os processos tenham sido em nome individual.

O Politico Carvalho passou 2 anos a falar dum golpe nas eleições de 2011, golpe esse efectuado por membros de uma claque, quis ir para tribunal, gritou, berrou, novamente na base da calunia, boato e mentira. Hoje em dia o Politico Carvalho anda com as mesmíssimas pessoas de braço dado, aqueles que tinham cometido um crime, aqueles que tinham que ser desmascarados... O politico carvalho faz tudo o que for preciso.

O Politico Carvalho traz para si a responsabilidade do empate inacreditável em Guimarães, num espaço de 15 dias temos 2 resultados pouco "simpáticos" (3-1 em vila do conde) e vemos o Politico Carvalho ou a chamar até si a responsabilidade do empate ou a dar um voto de confiança à equipa (após a derrota em vila do conde). Curiosamente foi em Guimarães que se assistiu ao maior ataque alguma vez feito a um funcionário do clube, com o Politico Carvalho a arrasar a equipa e treinador, a colocar um pasteleiro e o doutor a fazer o papel sujo na comunicação social, inclusivamente a pedir para o pasteleiro se encontrar com o funcionário do clube num parque de estacionamento.

Mas é interessante a mudança de comportamento do Politico Carvalho, deu ao General Silva uma arma de plástico e um exercito cheios de recrutas impreparados de países de 3 mundo e apesar de não ter ganho a guerra saiu de lá com uma medalha de mérito. Ao General Jesus deu-lhe armamento pesado e um exercito de especialistas, teve com 8x mais elementos que o inimigo, lançamos os foguetes e acabámos por perder a guerra e nem medalha de mérito conseguimos, viemos mesmo de mãos a abanar para casa. Resultado disto, ao General Silva o pasteleiro e o Doutor disseram que medalhas de mérito não chegam para a grandeza do clube e foi mandado para policia de transito, ao General Jesus o Doutor e o pasteleiro até pediram para o povo saudar a derrota na guerra, e o general subiu para chefe maior das forças armadas.

O SCP realizou uma AG este fim de semana, contou com 150 sócios. O Politico Carvalho quando queria chegar ao poder dizia "independente da minha opinião pessoal é triste verificar que tão poucos sócios se interessam com o que de facto se passa no nosso clube" e continua " (...) cerca de 30 mil sócios pagantes, mesmo assim em 30 mil sócios a participação é muito fraca" e termina com "e assim tudo é aprovado de qualquer forma e o SCP precisava de ver as coisas aprovadas por todos os sócios e não pelos mesmos 200". Talvez o Politico Carvalho queira explicar como agora apenas 150 lá vão. Isto ainda sendo reforçado pelo facto de segundo anuncia hoje sermos 150 mil sócios.

Mas nessa AG o Politico Carvalho voltou a falar em "ratos", no dia anterior tinha dito que "queria não queria um SCP sem tolerância e que não deixe os sócios falar". Isto vindo do Marioni, vindo de um Politico que tem uma equipa nas redes sociais com perfis falsos a passar a mensagem, o Politico que passa a mensagem que quer através de blogs, fóruns e paginas de facebook amigas outras criadas para o efeito, tem a lata de falar em ratos? Claro que tem, o Politico Carvalho faz tudo o que for preciso!
Por fim, o Politico Carvalho como qualquer bom politico tem que deixar obra feita, vamos ter a inauguração do pavilhão para o mês das eleições, estou convencido até que a inauguração será no fim de semana anterior. Aposta louca nas modalidades, para ganhar tudo internamente e obrigatoriamente temos que limpar alguma competição internacional em Futsal, Andebol ou Hoquei, o investimento assim o obriga.

O Politico Carvalho tanto preza o respeito pelo clube, foi o responsável por trazer para o clube Marcão, Carlos Carneiro, foi agora buscar Marco Fortes e ofereceu 1 Milhão de euros por ano ao ricardinho, tudo sujeitos que ofenderam o clube sistematicamente em várias declarações e em todos os jogos contra o nosso clube. Um deles consegue ser inclusivamente capitão de equipa o que digo sem problemas me enoja. 
Por outro lado, dispensa João Benedito que sempre disse, nos últimos 8 anos, que a única coisa que queria era estar presente na inauguração do pavilhão, talvez o jogador mais carismático e reconhecido pelos sportinguistas. Talvez seja esse o problema do Politico Carvalho.

O SCP apresentou uma proposta ao melhor ciclista de uma equipa portuguesa Gustavo Veloso da agora w52-porto. Relembrar que o Politico Carvalho depois de ter tudo acordado com a W52, diz que desistiu do acordo porque a w52 era uma equipa com um historial de Doping, mas agora o Politico Carvalho quer ir buscar o melhor ciclista dessa equipa com historial de doping, porque certamente deve ser o único atleta "limpo" 
Para terminar, o Politico Carvalho não precisa de ter medo, irá ser reconduzido no clube, quem o tirará do clube não serei eu nem quem não gosta dele, será quem lhe agora dá-lhe palmadinhas nas costas esses são sempre os piores. 

Criminosos lagartos
Os noves elementos da Juventude Leonina (JL), uma das claques do Sporting, detidos na quarta-feira pela Divisão de Investigação Criminal da PSP de Lisboa, são suspeitos de se dedicarem ao tráfico de droga para financiar algumas das actividades daquele grupo. Esta não é uma novidade para a polícia que, há cerca de três anos, quando da detenção de elementos de uma claque do Benfica, chegaram a idêntica conclusão.
As investigações que levaram à detenção dos nove homens ligados à JL iniciaram-se a 21 de Fevereiro deste ano, quando o Sporting recebeu no seu estádio, em jogo a contar para o campeonato nacional, o Benfica. Nessa ocasião houve confrontos graves entre adeptos das duas claques (no exterior do estádio) e dentro recinto, com os elementos da claque sportinguista a enfrentarem e a agredirem a polícia.
Seguiram-se meses de investigações diversas, com inúmeras acções de vigilância em outros eventos desportivos onde actuaram equipas do Sporting, até que na manhã de quinta-feira, numa operação que se prolongou até às 18h30, se procedeu a sete buscas (seis domiciliárias, em Almada, Carnaxide, Lisboa, Oeiras e Ovar e uma à sede da JL, em Lisboa).
Numa das casas revistadas apreenderam-se mais de 5,5 quilos de haxixe, 64 gramas de cocaína e uma balança de precisão. Na sede da JL a polícia veio a encontrar algum material pirotécnico proibido, nomeadamente 28 potes de fumo e um petardo. Foram ainda encontrados durante as buscas (num local não especificado) 600 euros em dinheiro.
Indícios de “violência gratuita sob as forças de segurança”
Nesta sexta-feira, em conferência de imprensa, o comandante da Divisão de Investigação Criminal da PSP lisboeta, subintendente Resende da Silva, não só salientou o facto de, durante as investigações, terem sido reunidos indícios que apontam os suspeitos como responsáveis “por acções de violência gratuita sob as forças de segurança, sendo também identificadas várias situações de posse de material explosivo”, como noutros casos se concluiu que “os elementos afectos à referida claque [JL], através de vários meios, incentivaram à violência os restantes elementos do grupo”.
“Perante a perigosidade objectiva dos suspeitos e existirem fundadas suspeitas de que persistirão na mesma conduta, foram emitidos e cumpridos mandados de detenção para aplicação de medida de coacção e mandados de busca”, conforme referiu a
Os nove detidos, com idades compreendidas entre os 21 e os 36 anos, irão responder por ofensas à integridade física, posse uso de artefactos pirotécnicos, resistência e coacção sobre funcionário, dano qualificado, participação em rixa, tráfico de droga e posse de arma proibida.
Um dos suspeitos agora detidos é, conforme foi confirmado pela própria PSP, dirigente da JL. Trata-se de um homem de origem guineense que, de acordo com o que revelaram ao PÚBLICO diversas fontes terá ligações ao narcotráfico. Segundo o subintendente Resende da Silva é quase garantido que na sequência deste processo venham a ser constituídos, em breve, mais arguidos.
Resende da Silva não quis estabelecer qualquer relação entre a actividade (tráfico de droga) deste grupo e o mesmo tipo de crime que levou, há três anos, à detenção e posterior condenação de elementos da claque benfiquista No Name Boys. Outras fontes policiais disseram ao PÚBLICO que a venda de droga é um dos principais modos de subsistência de algumas claques organizadas, as quais encontram nessa actividade, mas também na extorsão e em algum tipo de furtos, o modo que lhes permite arranjar dinheiro para viajarem semanalmente, seja para as provas realizadas em Portugal seja para as que ocorrem no estrangeiro.