ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

E-Mail: pulpuscorruptus69@gmail.com

domingo, 8 de maio de 2016

( A "Festa" Continua) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (165)

Ainda o Caso Doyen. Estão sem Cheta!
"No documento entregua ao tribunal arbitral, que também foi pedido (e recusado) o efeito suspensivo da condenação no TAS, os representantes dos leões sublinham que a situação do Sporting se deteriorou a partir de 30 de setembro de 2015 (a equipa foi eliminada da Champions em agosto) e apontam um défice de tesouraria de 10,1 milhões de euros em 30 de junho.

O clube informou ainda o Tribunal Federal suíço de que a reestruturação financeira que acordou com BCP e Novo Banco impede que sejam feitos empréstimos junto de outras instituições financeiras. Além disso, O Sporting vincou que 50% dos lucros das vendas de jogadores que ultrapassem os 8,4 milhões devem ser usados para pagar aos bancos. E estimou em 25,5 milhões o valor da venda de jogadores para poder pagar os 12,7 milhões de euros à Doyen. No recurso está ainda escrito que os 7,5 milhões obtidos em prémios da UEFA em 2014/15 vão igualmente ser utilizados para reembolsar os bancos. "
É uma bela almofada esta em que o Babalu anda a deitar-se.

O Sporting solicitou a um revisor oficial de contas uma análise da situação financeira do clube e um parecer sobre "o dano que causaria a execução imediata da sentença" que obriga a um pagamento de 14 milhões de euros à Doyen na sequência doo caso Rojo. Eis parte das conclusões a que Record teve acesso.

Passivo bate ativos. "Segundo o Relatório e Contas, o passivo corrente do Sporting (excluindo empréstimos bancários) excede os ativos disponíveis em 1,7 M€".

Défice vezes oito. "Se à obrigação de pagar forem adicionadas a obrigações correntes do Sporting, o défice cresce oito vezes, para 13,3 M€. O Sporting não será capaz de pagar a execução através dos ativos disponíveis".

A perder 10 milhões/ano. "Desde 30 de setembro de 2015, as finanças deterioraram-se e o Sporting prevê que o défice total de tesouraria ascenda a 10,1 M€ por ano até 30 de junho de 2016".

Sem dinheiro em caixa. "A tesouraria e o crédito disponível a 20 de janeiro ascende a cerca de 9,3 M€. Este montante é insuficiente para pagar o valor sentenciado, mesmo sem considerar outras obrigações financeiras atuais".

Bruno de Carvalho oferece 3M de Euros a quem tirar pontos ao Benfica (17/4/2016)
“A Sporting TV e o presidente leonino BC avançaram com uma proposta aos restantes clubes que irão defrontar o Benfica, oferecendo assim cerca de 2M de Euros e o passe de alguns jogadores.
O presidente do Sporting admitiu oferecer uma grande quantia de dinheiro à equipa que conseguir tirar pontos ao Benfica. O comunicado oficial surgiu na Sporting TV, seguido de publicação do facebook oficial de Bruno Carvalho.
Entretanto o presidente do Sporting arrependeu-se de ter publicado no facebook a proposta e apagou-a para não haverem provas de tentativa de “suborno”. Já o video que temos da Sporting TV, a equipa do Jornal Nacional fez “upload” para o Youtube, embora já tenha sido reportado inúmeras vezes por “direitos de autor”, ainda conseguimos ter o vídeo ao nosso alcance.

Da Série, Um Portista sem Palas
Sem tempo para muito mais, pois quero despachar-me para dar uma fugidinha este fim-de-semana... deixa cá ver se percebi uma história que vai por aí...

Portanto, o Benfica controla esta merda toda, daí que em conluio com o Farense andam a lutar para NÃO DESCER na segunda liga.

Portanto, o Benfica controlando isto tudo permite que o FC Porto lidere e que tenha um seu afilhado, também dos algarves, um tal de Portimonense, onde muitos jogadores chegam a esse clube, com destino ao norte, fazem tipo um controlo alfandegário para chegar ao FC Porto e suas sucursais, a lutar pela subida...

Portanto, o Farense é um clube amigo dos lampiões, como o FC Porto é com muitos outros, entre os quais esse tal Portimonense...

Portanto, o Farense "fez de propósito" para perder 3 pontos e beneficiar o Benfica para não descer, mas pelos vistos os gajos do Farense perderam com o FC Porto e queixam-se de um árbitro de Matosinhos.

Portanto, o clube dos Andrés Andrés com amarelos oportunos,  das imensas gastroenterites repentinas dos nossos emprestados o ano passado (e tínhamos um batalhão espalhado por vários clubes) e nem assim lá fomos, não têm vergonha na cara de falar nesses assuntos quando têm telhados de vidro enormes...

Ah, isto é entrar nos mesmos jogos daqueles que dizem que o P.Ferreira-FC Porto da passagem de testemunho do Vítor Pereira para Paulo Fonseca foi uma vergonha e um frete...

E mais curioso é que entram com Farense e o apoio destes a Mários Figueiredos na Liga nesta história, quando os Mários Figueiredos eram apoiados pelo Bruno de Carvalho e Benfica e FC Poro estavam contra que até se uniram para o derrubar, FC Porto esse que se ligou a Bruno de Carvalho, à última da hora, contra Duques para meter o controlável Pedro Proença...

Curiosamente o segundo maior apoiante do Mário Figueiredo era um tal de Carlos Pereira, o agora grande aliado do FC Porto e Pinto da Costa...

FC Porto e Portimonense lutam pelo título na II Liga, Benfica e Farense lutam para não descer, mas os lampiões é que mandam nesta merda toda...

Realmente... batemos no fundo... 

Lopetecas, meu amor, já escrevi tanto sobre ti que já estou cansado e tenho pena que não tenha tempo agora para te dedicar umas palavras, mas pelos títulos dos jornais continuas igual ao de sempre, uma VALENTE MERDA!!!! O MAIOR ABORTO QUE O PINTO DA COSTA JÁ TEVE NA SUA VIDA DESPORTIVA!!!  REALMENTE METEU PENA!!!

Ministério Público descobre mais mil milhões de créditos irregulares no BESA

A investigação do caso BES tem indícios de que o BES Angola terá concedido mais de 6,8 mil milhões de dólares em créditos alegadamente irregulares. Mais mil milhões do que as suspeitas iniciais.

As investigações ao chamado Universo Espírito Santo continuam a encontrar novos dados. No caso do Banco Espírito Santo de Angola (BESA), novos indícios levam o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) a suspeitar que a filial angolana do BES terá concedido cerca de 6,8 mil milhões de dólares (cerca de 6 mil milhões de euros ao câmbio atual) de créditos alegadamente irregulares entre 2009 e 2013 — quando as suspeitas originais apontavam para um valor de 5,7 mil milhões de dólares (cerca de 5 mil milhões de euros ao câmbio atual).
O BESA foi criado pelo BES e liderado pelo empresário luso-angolano Álvaro Sobrinho entre 2001 e novembro de 2012 por escolha direta de Ricardo Salgado, ex-presidente executivo do BES e líder da família Espírito Santo.
O valor total dos créditos concedidos terão tido, de acordo com os indícios recolhidos pelo DCIAP, três grupos de destinatários:
Entidades do interesse de Álvaro Sobrinho;
Entidades ligadas a titulares de cargos políticos e públicos de
Angola;
Entidades ligadas ao Grupo Espírito Santo que terão sido
financiadas pelo BESA.
Estes dois últimos grupos terão sido os destinatários preferenciais da maioria do crédito concedido, avaliado pelo DCIAP em 6.849.845.000 dólares (cerca de 6.047.302.758 euros)

Ponto de partida do caso BESA
A investigação do caso BESA tem como ponto de partida as conclusões que a Comissão Executiva liderada por Rui Guerra (administrador português que substituiu Álvaro Sobrinho na liderança do BESA, por decisão de Ricardo Salgado, e que era administrador do BESA desde 2006) apresentou na assembleia geral do BESA a 21 de outubro de 2013, nomeadamente a acusação de um conjunto de alegadas irregularidades detetadas na concessão de crédito nos exercícios de 2009 a 2013.
A ata dessa reunião foi revelada pelo semanário Expresso a 7 de junho de 2014 e contém a informação de que cerca de 5,7 mil milhões de euros do total do crédito concedido tinha sido declarado incobrável por ausência de garantias reais e por desconhecimento dos verdadeiros destinatários desses fundos. Aquele jornal adiantava ainda que, de acordo com os indícios recolhidos por Rui Guerra, diversas entidades alegadamente ligadas a Álvaro Sobrinho teriam recebido um total de 1,6 mil milhões de dólares (cerca de 1,4 mil milhões de euros) de empréstimos. Facto que levou os acionistas do BESA (BES, 51% do capital, representado por Ricardo Salgado; Geni, 18,99% do capital, representado pelo general Leopoldino Nascimento ‘Dino’; e Portmill, 24% do capital, representada pelo general Hélder Vieira Dias ‘Kopelipa’) a pedirem explicações a Sobrinho (igualmente acionista individual do BESA). Existiam ainda mais de 4,1 mil milhões de dólares (cerca de 3,6 mil milhões de euros) para destinatários que, naquela altura, não eram ainda conhecidos.
O general ‘Kopelipa’ é ministro de Estado e chefe da Casa Militar de José Eduardo dos Santos desde 1995, enquanto o general ‘Dino’ é consultor de ‘Kopelipa’ e chefe da Casa de Segurança do presidente angolano. Ambos representam a força do poder militar e dos serviços de informações em Angola e têm vastos interesses empresariais.

Mais tarde, em dezembro de 2014, Ricardo Salgado afirmaria na Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso BES/GES que tinha a convicção “de que nenhum dos recursos do BESA foi para membros do governo de Angola”. “Os generais Leopoldino Nascimento e Hélder Vieira Dias ficaram muitíssimos indispostos em relação a Álvaro Sobrinho na assembleia geral de outubro de 2013 do BESA, obrigando a um adiamento da mesma”, disse Salgado.

Em junho de 2013, Álvaro Sobrinho, que tinha passado em dezembro de 2012 de CEO para presidente não executivo, foi substituído no cargo de chairman por Paulo Kassoma, ex-primeiro-ministro de Angola entre setembro de 2008 e fevereiro de 2010.

As suspeitas e quem está a ser investigado em Portugal
Ao que o Observador apurou, a equipa especial do DCIAP que investiga o Universo Espírito Santo, liderada pelo procurador José Ranito, suspeita da prática dos crimes de abuso de confiança e de fraude fiscal qualificada no caso BESA.
Por razões que se prendem com a jurisdição (o Ministério Público só investiga crimes alegadamente praticados em Portugal) e soberania (a República de Angola não pediu qualquer colaboração de Portugal para a investigação do caso BESA em Angola e desconhece-se qualquer investigação criminal naquele país), o que está em causa na investigação portuguesa é a alegada responsabilidade dos administradores e responsáveis do BES no controlo e escrutínio do financiamento concedido ao BESA.
Por isso mesmo, Ricardo Salgado, Amílcar Morais Pires e outros administradores do BES estão a ser investigados pelo DCIAP no caso BESA. O mesmo se aplicando a Álvaro Sobrinho, que possui dupla nacionalidade angolana e portuguesa. O próprio Rui Guerra, que hoje é administrador do Novo Banco África, já foi ouvido pelo DCIAP em diversas ocasiões. Outros administradores portugueses do BESA, e que foram nomeados pelo BES, já foram igualmente chamados a prestar declarações. Ricardo Abecassis, primo de Ricardo Salgado e ex-presidente do Conselho de Administração do BESA, é um deles.
Os investigadores estão concentrados em dois pontos:

O alegado prejuízo de cerca de 3 mil milhões de euros que o BESA terá provocado nas contas do BES. Esse valor corresponde ao montante total de uma linha de crédito aberto pela casa-mãe em Lisboa para o seu banco angolano que ficou por pagar. Esse buraco terá sido causado pela alegada concessão irregular de crédito que desequilibrou as contas do BESA e levaram o Estado angolano a intervir na instituição de crédito, que se passou a chamar Banco Económico;

A forma como o BES não escrutinou devidamente a concessão de crédito alegadamente irregular da parte da administração liderada por Álvaro Sobrinho.
Ainda de acordo com a mesma documentação que está a ser analisada pelo DCIAP, parte do crédito de 6,8 mil milhões de dólares (cerca de 6 mil milhões de euros) acima referido terá sido concedido a diversas entidades sediadas em diversos paraísos fiscais cujo beneficiário económico era desconhecido do BESA ou que eram representadas por ‘testas-de-ferro’ que ocultavam os nomes dos reais proprietários.
O DCIAP entende que existem indícios de alegadas irregularidades atribuídas ao mandato de Álvaro Sobrinho no BESA. A saber:
Boa parte dos processos de financiamento terão sido instruídos alegadamente de forma deficiente, tendo os mesmos sido alegadamente aprovados por Álvaro Sobrinho ou por um conjunto de pessoas sem poderes para aprovação de créditos. O Expresso noticiou em 2014 que Álvaro Sobrinho teria aprovado sozinho cinco operações de crédito no valor de 365 milhões de dólares (cerca de 322,7 milhões de euros), enquanto o diretor João Moita teria aprovado nove operações no total de 502 milhões de dólares (cerca de 443,8 milhões de euros). Além de alegadamente não existirem contratos nem aprovações dos respetivos créditos para cerca de 648 milhões de dólares(cerca de 573 milhões de euros);
A maior parte dos créditos concedidos não terão sido assegurados por uma garantia ou terão sido assegurados por garantias de valor supostamente questionável.

As sociedades offshore de Salgado e Morais Pires
Outro elemento importante nas averiguações que estão a a ser realizadas pelo DCIAP prende-se com a denominada conta Jumbo. Referente ao período 2009/2013, o BES manteve com o BESA uma linha de mercado monetário interbancário, no âmbito da qual a primeira instituição concedeu à segunda sucessivos financiamentos, tendo em vista a concessão de crédito aos seus clientes em Angola.
Esta conta Jumbo era aprovisionada com fundos concedidos pelo BES para serem usados na atividade comercial do BESA. É neste contexto que assume destaque o financiamento do BESA que é atribuído a sociedades ligadas ao GES.
No caso Monte Branco, onde Ricardo Salgado e Álvaro Sobrinho foram constituídos arguidos, foram detetadas transferências de 27,3 milhões de dólares (cerca de 24,1 milhões de euros) do BESA para contas do Crédit Suisse em nome de duas sociedades offshore do Panamá: aSavoices e a Allanite.
Segundo noticiou o Expresso, e o Observador confirmou, os autos do inquérito Monte Branco terão a evidência documental de que a Savoices teria como último beneficiário Ricardo Salgado, enquanto a Allanite pertencerá a Morais Pires. Quer Salgado, quer Morais Pires recorreram ao Regime Excecional de Regularização Tributária para legalizarem os capitais que tinham no estrangeiro.

A reação de Salgado e Sobrinho
O Observador contactou Ricardo Salgado e Álvaro Sobrinho, enviando perguntas por escrito sobre os factos acima descritos.
O ex-presidente executivo do BES não se pronunciou, tendo o Observador recebido a seguinte resposta da sua assessoria de imprensa: “O dr. Ricardo Salgado não comenta processos em segredo de justiça”.
Álvaro Sobrinho, por seu lado, afirmou ao Observador que, “desconhecendo qualquer processo novo de investigação do Ministério Publico relativo ao empréstimo que o BESA fez ao BES, não consigo pronunciar-me sobre este assunto”. O ex-líder do BESA remeteu igualmente o Observador para as respostas que deu na Comissão Parlamentar de Inquérito ao BES.
No Parlamento, na primeira e única vez que se pronunciou sobre o caso BES/GES/BESA, o empresário luso-angolano afirmou que o conselho de administração do BES, liderado por Ricardo Salgado, estava a par de tudo o que se passava no BESA, nomeadamente dos créditos concedidos.
“Eu reportava a um conselho de administração e, ao contrário do que ouvi, eu não reportava ao dr. Ricardo Salgado. Eu, pelos estatutos, reportava ao conselho de administração do BESA, que tinha como chairman o dr. Ricardo Abecassis Espírito Santo. Outra coisa é como é que o CEO do BESA se articulava com o acionista BES” através de Ricardo Salgado, o que acontecia mensalmente e de forma “muito próxima”.
Sobrinho assumiu nessa audição “todas as responsabilidades” pelas suas decisões, durante os dez anos em que esteve à frente da gestão do BESA. “Eu sou culpado, sou. Sou e tenho responsabilidades”, afirmou.
Sobre a concessão de crédito, o empresário luso-angolano afirmou que a mesma “obedecia a regulamentos próprios” e que “existia uma metodologia” rigorosa. Explicou ainda que a linha de crédito do BES ao BESA começou em 2008 com um financiamento de “1500 milhões” para apoiar o Estado angolano, comprando obrigações públicas com maturidade a 10 anos, tendo Angola pago ao BES cerca de 700 milhões de dólares em juros em três anos. Uma segunda parte da linha servia “para apoiar as empresas exportadoras portuguesas” que operavam em Angola, sendo que a forma de funcionamento seria sempre a mesma: “O crédito ficava no BESA e recebiam no BES esse dinheiro”, o que levou Sobrinho a afirmar que o “dinheiro ficou no BES em Portugal”.
Álvaro Sobrinho afirmou ainda que o financiamento do BES ao BESA aumentou 1000 milhões de dólares (cerca de 882,3 milhões de euros) após a sua saída da liderança executiva do banco angolano em dezembro de 2012.
“Podem dizer que o BESA usou mal [o crédito dado pelo BES ao BESA], que eu não devia ter feito, mas não podem dizer que eu sou responsável [por tirar o dinheiro do BES e pô-lo em Angola]”, disse.
Devido ao sigilo bancário angolano, Álvaro Sobrinho não identificou as entidades que receberam crédito do BESA. “O banco não dava crédito ao regime angolano, dava crédito a clientes. Se pudesse ir mais longe, podia fazer uma discriminação de quem utilizou a linha [de credito dada pelo BES ao BESA], até para dar um maior conforto aos próprios contribuintes”, afirmou.
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1- Sabendo que o BES estava a caminho da falência transferem milhões de Euros para o BESA, Banco angolano dos mesmos accionistas.

2- Os sócios deste Banco tomam participações em diversas Sociedades e num Clube de futebol e, antes do colapso do BES, perdoam 200 milhões de Euros de dívidas desse clube e aceitam 130 milhões em VMOCS (Valores Imobiliários Obrigatoriamente Convertíveis) com um prazo a 10 anos e sem juros, ou seja beneficiam as empresas onde previamente tomaram participações no Capital Social.

3- Entretanto no Banco angolano milhares de milhões de Euros desaparecem misteriosamente

4- Como a Europa está a fiscalizar ferozmente os fundos com origem em África (ver caso do Procurador Geral Angolano), há que arranjar um modo de conseguir retornar a Portugal os milhões de Euros desaparecidos no BESA e para isso nada melhor do que abrir uma Lavandaria no Lumiar… a famosa e “Maior Potência de Lavandaria Mundial” a LAGART’Á SEC.

5- O Gang que fez desaparecer os milhões de Euros em Angola, toma posse de um clube Angolano, digamos que o “Recreativo da Cá e Lá” e como não conseguem transferir os fundos para Portugal sem serem inspecionados pelas autoridades da CEE, usam este clube para adquirir jogadores na América do Sul … ”No problems”, os fundos saem de Angola para a América do Sul e portanto livres de qualquer inspeção das autoridades Europeias.

6- O jogador é adquirido pelo clube angolano, o “Recreativo de Cá e Lá”, e de seguida emprestado ao “Recreativo do Lumiar”, clube português onde o mesmo grupo detém a maioria das acções e controla os destinos.

7- O jogador fica a jogar e valorizar neste clube português durante 1 ou 2 anos até ser vendido, digamos que para um clube inglês.

8- O Clube Inglês paga ao clube português, o Recreativo do Lumiar, o valor respectivo e a transferência de fundos efetua-se de Inglaterra para Portugal, logo de um País da União Europeia para outro País da EU… portanto livre de qualquer inspeção financeira.

9- Os fundos chegam a Portugal de forma legal como vimos, mas um problema subsiste… o Recreativo do Lumiar vendeu um Activo que não lhe pertencia e terá portanto de liquidar esse Activo emprestado ao “Recreativo de Cá e Lá”, de Angola.

10- Como os fundos estão já em Portugal originários de um Pais Europeu esta é uma operação SIMPLES…. Sai de um Banco Nacional para outro Banco Nacional onde os proprietários do “Recreativo angolano de Cá e Lá” têm conta aberta… e UPS… os fundos originários de Angola chegam a Portugal sem inspeções desagradáveis das autoridades.

Tudo limpinho, com um bom serviço efectuado pela famosa Lavandaria do Lumiar, a Lagart’á Sec.
(O nosso agradecimento ao benfiquista Redbull1710)

quinta-feira, 21 de abril de 2016

(Só os Otários não Querem Ver) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (164)


Da série, "Um Portista sem Palas" 
O Football Leaks acusou o FC Porto de colaborar num «esquema para financiar Alexandre Pinto da Costa». Num clube tão preocupado - ou com gente tão preocupada - com blogues anónimos, só podemos esperar que amanhã o FC Porto esteja a título oficial a reagir e desmentir esta acusação do Football Leaks, que é gravíssima.

Em relação ao negócio Casemiro, o Football Leaks diz haver uma celebração de contratos pré-datados. Os contratos começaram a ser discutidos em setembro, foram assinados em dezembro/janeiro de 2015 e ficaram com datas anteriores à sua celebração, de modo a mostrar que eram algo já pensado e planeado e não uma justificação montada para a transferência de dinheiro. Uma acusação gravíssima do Football Leaks, portanto.

Ou seja, segundo o Football Leaks, o facto de o Real Madrid ter acionado a cláusula de retorno de Casemiro não tem nada a ver com os contratos de scouting (a tal moda que já tinha sido comentada) que o FC Porto fez com a Vela, que por sua vez transferiu o dinheiro para a Energy Soccer e para a Pesarp SGPS. É fácil também identificar esta segunda entidade:

Casemiro já era jogador do FC Porto e já começava finalmente, após muita insistência de Lopetegui e muito desespero dos adeptos, a render a um nível aceitável. Finalmente percebia-se que estava ali a surgir um jogador capaz de jogar numa equipa grande. E aí sim terão sido celebrados estes contratos de scouting. Mal podemos esperar para ver todos os craques que a Vela, leia-se Doyen, vão apresentar ao FC Porto por 300 mil euros em despesas de observação. Não é preciso José Peseiro ou os olheiros do FC Porto se preocuparem mais: a Vela faz a papinha toda.

De recordar que o FC Porto informou, no R&C de 2014-15, que os «custos com serviços de prospecção de mercado» enquadravam-se na secção «Trabalhos especializados», nos Fornecimentos e Serviços Externos. Ora em 2010-11, ano de conquista da Liga Europa e de uma época memorável, esses «Trabalhos especializados» custaram 3,595M€. Em 2014-15, os «Trabalhos especializados» tiveram custos de 11,813M€.

Se O Tribunal do Dragão já teve honras de repreensão oficial, então o Football Leaks, que acusa o FC Porto de atos gravíssimos que não se enquadrariam em nenhum tipo de gestão legítima, está tramado: o FC Porto vai certamente desmentir todo e qualquer tipo de irregularidade, reivindicar a legitimativamente de todas estas operações e agir judicialmente contra o atentado ao bom nome da SAD do FC Porto. A não ser, claro, que O Tribunal do Dragão seja o culpado de tudo isto. Nunca se sabe.

Recordando a palavra do presidente, há dois meses: «O meu filho não é pelo facto de ser meu filho que não pode ter a profissão que entender. Entrou numa sociedade de agenciamento de jogadores. Se tiver jogadores que interessem ao FC Porto a todos os níveis, não é por ele ser o agente que eu vou deixar de os contratar. Mas digo-lhe francamente, creio que não há nenhum jogador do FC Porto, tirando um miúdo dos juniores - que eu sei que foram eles que o trouxeram, esse sei porque foi tratado comigo porque era um jogador que nos interessava e que ainda hoje é júnior -, creio que não há nenhum jogador do FC Porto no nosso plantel de que ele seja agente ou empresário, como queira considerar».

De facto, Pinto da Costa disse a verdade: Alexandre Pinto da Costa não é empresário de nenhum dos jogadores da equipa A. Mas a Energy Soccer, que foi fundada apenas em 2012 (após pai e filho se terem reaproximado e feito as pazes) e tem um capital social de 10 mil euros, já recebeu, diretamente ou indiretamente, da SAD do FC Porto cerca de 2M€, excluindo eventuais futuras receitas por variáveis e verbas pagas por outros clubes/entidades a envolver jogadores do FC Porto. E fê-lo intermediando transferências de jogadores que inicialmente não eram, sequer, agenciamentos pela Energy Soccer, embora esta tivesse sido delegada para os efeitos de intermediação dos contratos, ou através deste negócio Casemiro.

Aqui fica o aplauso a Alexandre Pinto da Costa, um empresário de sucesso (embora se desconheça que alguma vez tenha feito um negócio relevante sem envolver o FC Porto, até porque a Energy Soccer oculta a sua lista de jogadores). Bernardino Meireles passou toda a sua vida enganado: o futebol é que é. De facto, há os que querem dividir o clube, e há os que enriquecem às custas do clube, ao mesmo tempo em que este não conquista títulos, assume prejuízos recorde e distancia-se da sua identidade, dentro e fora de campo. Ou isto é tudo uma grande invenção do Football Leaks para desestabilizar o FC Porto. Está tudo bem. Pelo menos na rua Rua António Nicolau de Almeida, está tudo bem. 

Os Verdes e o Tráfico de Influências
Semanas antes do Derby, o treinador do Sporting, Jorge Jesus, disse que Slimani não iria ser castigado, assim como o director de futebol, Octávio Machado.
“Não sou bruxo, faltam dois jogos, vamos ver se é assim, está dentro do que desconfiamos, mas não temos certezas. Era para nos rirmos. Isto não é palhaçada, o futebol em Portugal é uma coisa séria. Não nos vamos alongar sobre coisas que não são factuais. Tem de ser decidido por pessoas com capacidade para decidir. O Sporting vai estar atento. Não desconfio de nada porque não acredito que Slimani seja castigado”, disse Jorge Jesus a 22/02/16.

Nesta Sexta-feira saiu a absolvição de Slimani. Depois de algumas pressões sobre o caso nas tv´s e restante imprensa, passando peladivulgação de algumas caras por parte de responsáveis do Sporting no facebook, Slimani não foi castigado.
Outra curiosidade é ver que tanto Jorge Jesus como Octávio Machado e outros membros de direcção do clube, já sabiam que Slimani não iria ser castigado. E como?

Há um casal de namorados que poderá responder a esta “fuga de informação”. Ele chama-se Sancho Freitas e é Assessor do Conselho de Administração da Sporting SAD. Ela chama-se Catarina Cravo, trabalha na Federação Portuguesa de Futebol. É técnica de apoio jurídico, ou seja, exerce funções no mesmo local do Conselho de Disciplina e do Conselho de Justiça.

O local onde Catarina trabalha, torna tudo mais evidente de vêem as informações antecipadas sobre a decisão do castigo de Slimani. Perante tanto amor no ar, que paira sobre a cabeças de um assessor da Sporting SAD e uma funcionária da FPF, será que o Sporting não teve influência no p)rocesso de decisão? Será que o Sporting não anda bem informado pela disciplina da FPF? E este amor será verdadeiro ou estratégico?
E já agora, depois de saberem tudo isto, porque é que continuaram a campanha do castigo do Slimani antes do Derby, desmascarada por Fernando Seara?
(Obrigado ao Hugo Gil e ao seu blogue)

Otário Machado na BTV, 5 meses antes de ir para o Sporting
Sobre Bruno Carvalho:
“Tem tanto tempo para tantos eventos e não tem tempo para aquilo que deveria ser essencial, que é começar a trabalhar a época que vem com quem tem contrato de quatro anos. Ou é intelectualmente pouco sério ou a continuidade de Marco Silva não vai ser uma realidade".
"Bruno de Carvalho revelou desconhecimento total do futebol português, das condições da sua equipa e das aquisições que fez e cuja responsabilidade assumiu".

Sobre o Inácio:
"Um burro é sempre um burro mesmo quando usa óculos."

Sobre o Benfica:
"O Benfica tem hoje uma estrutura que lhe permite ser uma referencia. O Benfica hoje é um mercado desejado. O Benfica com o trabalho que tem feito, deixou de ser um clube que se queixa para ser um clube ganhador."
Um Cão de fila nojento que diz o que lhe pagam para dizer.

Os Flops Já chegaram a Inglaterra
O portal inglês 'Squawka' elaborou esta quinta-feira uma peculiar lista, na qual escolhe os oito jogadores que sairam do FC Porto a troco de avultadas somas de dinheiro e que, no clube de destino, não confirmaram o valor que se lhe apontava. Um artigo que surge na sequência do encontro de Danilo diante do Wolfsburgo, no qual o defesa brasileiro foi um dos mais criticados.
Além de Danilo, o site inglês acrescenta ainda os nomes de Jackson Martínez (vendido ao At. Madrid), Eliaquim Mangala (vendido ao Manchester City), Anderson (vendido ao Manchester United), Aly Cissokho (vendido ao Lyon), Bosingwa (vendido ao Chelsea), Quaresma (vendido ao Inter Milão) e Hélder Postiga (vendido ao Tottenham), Danilo (vendido ao Real Madrid).
Faltam na lista o Fernando, o Imbula, o Adrián, Lisandro Lopes o próprio Falcão, etc. O doping faz maravilhas!
Os pioneiros Jorge Plácido e Secretário ainda não são conhecidos?

“Pinto da Costa, el padrino que abraza a Casillas y lo apunala por la espalda”.
PC janta com os vivos mas desculpa-se com os mortos.
Este jornal imputa ao presidente do FC Porto afirmações gravíssimas, acusando-o de apunhalar Casillas pelas costas. O El Confidencial diz que Pinto da Costa afirmou o seguinte em privado: «El fichaje de Casillas ha sido un absoluto fiasco. Iker no sólo no ha cumplido ninguna de las expectativas que teníamos, sino que nos ha costado partidos, la Liga y nuestra eliminación prematura en Champions (...) Su sueldo es inasumible para el club. Si se va a EEUU, porque me han dicho que el New York City lo quiere, será la mejor operación que hayamos hecho.»

Mas esta é a frase chave do El Confidencial, que temos que reter: «De cara al público, Pinto da Costa aparece como un padrino para Casillas, pero el presidente del Oporto, famoso por sus vehemencias, lleva tiempo desabrochando su lengua y cargando contra el ex madridista. Sucedió en los primeros días del mes en curso, durante una cena en el domicilio de José Manuel de Mello, magnate de los negocios en Portugal y simpatizante del Oporto.»

Como seria de esperar, este assunto já se está a espalhar por todo o lado. Já chegou à Catalunha, ao Mundo Deportivo, que diz isto: «Pinto da Costa pronunció estas frases en una cena celebrada a principios de mes en el domicilio del empresario portugués José Manuel de Mello».

Também já chegou ao Brasil, onde a ESPN escreveu isto: «Jorge Nuno Pinto da Costa criticou severamente Casillas, 34 anos, durante um jantar com o magnata José Manuel de Mello, torcedor dos Dragões, no começo de março».

Já é viral, portanto. Mas estão a desviar-se do mais importante deste tema. O El Confidencial diz que Pinto da Costa fez estas afirmações sobre Casillas durante um jantar com José Manuel de Mello. Então está tudo a ignorar a verdadeira notícia aqui. Não é Iker Casillas: é a capacidade de Pinto da Costa em comunicar com os mortos:

José Manuel de Mello, empresário português e fundador do Grupo José Mello, faleceu em 2009. Mas segundo o El Confidencial, foi o confidente de Pinto da Costa durante um jantar no início deste mês, onde o presidente do FC Porto criticou imensamente Casillas. Imaginem as portas que se acabaram de abrir: Pinto da Costa é capaz de comunicar com os mortos! Os ensinamentos do Mestre Pedroto podem todos ser recuperados, pois é só Pinto da Costa sentar-se à mesa para um jantar e absorver o conhecimento do mundo do além. Ou então José Manuel de Mello passou os últimos sete anos na mesma ilha que o Elvis.

Pinto da Costa, utilizando uma estratégia já bem conhecida e muito utilizada, aproveitou o engano na noticia sobre a familia em casa da qual jantou para se desculpar e acusar o jornal espanhol de mentir. A noticia foi completada e corrigida:

“En una cena que se celebró en la casa de la familia Guimaraes de Mello - herederos del empresario fallecido José Manuel de Mello, buen aficionado del club portugués-, tras los postres y ante varios testigos, Pinto da Costa se desató”.

PS: O El Confidencial corrigiu a notícia, dizendo que o jantar foi em casa «da família Guimarães de Mello» (conhecida por ser uma família de sportinguistas, não de portistas, já agora). Colocar e reafirmar estas afirmações graves na boca do presidente do FC Porto requer uma reação a nível oficial. Que veio em forma de mentira. Em vez de desmentir a notícia, aproveitou um pequeno erro sem qualquer importância para retirar valor à notícia. Mas o conteúdo de notícia nunca foi negado. Por coincidência, o conteúdo das escutas do YouTube do Apito Dourado também nunca foram negadas.

O Mentiroso Deputado Helder Amaral
O lagarto Helder Amaral, respeitado deputado na Assembleia da República pelo CDS, compara na CMTV o Bayern que eliminou o Sporting e aquele que veio agora à Luz.  Afirma sem qualquer vergonha que o Bayern nesse ano era uma equipa muito melhor do que a actual e que GANHOU TUDO nesse ano!!
  
Em jeito de resumo avanço já que não acertou em nada! Falamos da época 2008/2009, nem foi assim há tanto tempo, caramba! 
Vocês ouviram bem, o senhor deputado disse que aquele Bayern que humilhou o seu clube ganhou TUDO! 
Ou o conceito de ganhar mudou mesmo de vez para aqueles lados ou o ilustre representante popular na Assembleia da República pelo CDS é mentiroso. É que aquele Bayern não ganhou NADA!! 

Para explicar ao pormenor o que foi aquela triste época do Bayern, apenas animada com as goleadas europeias aos tristes coitados às listas, recorro de um texto do Ricardo Solnado que, cheio de ironia, mostra as diferenças entre aquele "grande" Bayern e este "pobre" Bayern: 

“Então vamos lá falar do Bayern de 2008/09, o Bayern dos 12-1.
 - Campeão europeu nessa época, que depois dos 12-1 foi levar 4-0 a Barcelona, e depois conseguiu empatar 1-1 em casa.
- Campeão alemão com 20 vitórias, 7 empates e 7 derrotas, com menos 2 pontos que o Wolfsburgo.
- Vencedor da Taça depois de perder 4-2 em Leverkusen nos 1/4 de final, num jogo em que até marcou um tal de... Arturo Vidal.

Lukas Podolski foi o melhor marcador da Champions, com os 2 golos que apontou ao SportingÚnicos nessa época na prova europeia num total de 9 em 31 jogos em todas as competições.
Klinsmann seria despedido em Abril, pois o Bayern corria risco de não se qualificar para a Champions.
Heynckes foi treinador interino em 5 jornadas, e fez 13 pontos, levando a equipa ao 2º lugar. Van Gaal seria o seu sucessor.

Para quem ainda estiver com paciência, vamos falar do plantel do Bayern:
Kahn tinha-se reformado, Rensing era o titular e Butt, contratado ao Benfica, o seu suplente. Iam alternando a baliza depois de Rensing ter provado que não tinha valor.
Como centrais tínhamos Lúcio, Demichelis e van Buyten. Ah, e nos 7-1 jogou Breno, que anos mais tarde seria preso por incendiar a própria casa.
Lahm era lateral...esquerdo. À direita alternavam Oddo (emprestado pelo Milão) e Lell. Altintop safava às vezes.
A meio-campo Van Bommel era o capitão e referência. Ao seu lado jogava a jovem promessa brasileira Zé Roberto, filho de Renato Sanches (LOL!!). Por vezes jogava Ottl, futura referência do meio-campo da Mannschaft. Kroos era emprestado ao Leverkusen para ganhar rodagem.

Nas alas, brilhava Ribery num lado e no outro jogava... Schweinsteiger, ainda antes de ter sido "inventado" como número 8 e ainda antes de ter saído do Bayern para estar lesionado toda a época em Manchester. Suplentes para as alas eram Altintop e Sosa, para quem não sabe viria a marcar o golo decisivo na final de um Mundial.
Na frente, alem do matador e habitual suplente Podolski, os titulares eram Toni e Klose. Juntos nessa época gloriosa, fizeram 38 golos, num total de 72 presenças combinadas.

A 15 de Abril de 2016, Lewandowski tem 36 golos e Muller 29 (que até se estreou a marcar pelo Bayern, vindo dos juniores, nos tais 7-1).
E claro, quem são Neuer, Alaba, Javi Martinez, Xabi Alonso, Vidal, Thiago, Douglas Costa, Gotze, Coman, para não falar dos lesionados Robben, Boateng, Badstuber ou Benatia?”

Choram os adeptos do Bayern, com saudades da gloriosa época de 2008/09, onde não ganharam nada mas deram 12-1 ao Sporting!
(No Blogue, “Redpass”)

"Leões' têm os prémios da UEFA em risco de penhora por causa da Doyen
A Doyen Sports solicitou à UEFA créditos no valor da dívida do Sporting resultado do caso Rojo e viu pedido aceite.
Os futuros prémios do Sporting nas competições europeias estão em risco serem penhorados pela UEFA para pagar a dívida dos 'leões' à Doyen Sports, avança esta quarta-feira o diário O Jogo.
Segundo escreve o referido jornal desportivo, a UEFA aceitou o pedido da Doyen Sports de penhora de créditos futuros referentes aos prémios de participação do Sporting nas competições europeias até ao integral pagamento dos valores em dívida, cerca de 14 milhões de euros, acrescidos de juros, no âmbito do caso Marcos Rojo.
O fundo de investimento liderado por Nélio Lucas fez o pedido de penhora de crédito junto da UEFA sustentando-o com o acórdão do Tribunal Arbitral do Desporto, que condenou o emblema de Alvalade a pagar 12 milhões de euros mais os correspondentes juros, para além de 75% da mais valia da venda de Marcos Rojo para o Manchester United, se a transferência acontecer acima de 23 milhões de euros, e de 1,8 milhões de euros referentes ao salário de Nani.
A decisão da Doyen Sports surgiu, escreve o JOGO, na sequência do recurso apresentado pelo Sporting no Tribunal Federal da Suíça (TFS). A direção liderada por Bruno de Carvalho está a par do pedido da Doyen junto do organismo que tutela o futebol europeu, mas ainda não há notificação oficial sobre a decisão.

O Sporting aguarda pela decisão oficial da UEFA, tendo conhecimento que a nível europeu há já várias entidades e agentes ligados ao futebol que estão a utilizar este mecanismo para serem ressarcidos de valores em dívida pelos clubes de futebol inscritos nas federações filiadas.
Desta forma, a SAD do Sporting procura ganhar algum tempo processual para não ter de executar o pagamento à Doyen antes de o Tribunal Federal da Suíça pronunciar em definitivo sobre o recurso apresentado. Segundo o referido jornal, a estratégia da direção liderada por Bruno de Carvalho passa sobretudo por ganhar tempo até à abertura do mercado de transferências, onde as soluções para o aumento de liquidez são maiores.
De acordo com uma fonte contactada pelo diário desportivo, em setembro poderá haver uma decisão do Tribunal Federal da Suíça sobre o recurso do Sporting, mas a antecipação da Doyen Sports junto da UEFA irá garantir a cobrança e evitar os obstáculos processuais levantados.
(Ahahahaha, depois é o Benfica que está falido)

A Doyen e os Lagartos
O Football Leaks mostra um extenso documento com 83 páginas, onde os juízes consideram que os argumentos da Doyen "venceram quase na totalidade". Por isso, condenaram o Sporting a pagar à empresa o equivalente a 75 por cento dos 20 milhões de euros do negócio (os leões tinham pago antes 4,5 milhões), mais três quartos do salário anual de Nani, que o TAS considerou ser também parte do negócio.

(notem que o "tolinho das aldrabices" não disse a ninguém que o Nani era suposto estar no Lumiar pago 2/3 do vencimento pelo Sporting... e eles nada!]

Além disso, o Sporting teve ainda que pagar 90 por cento das custas do processo no tribunal, ficando os restantes 10 por cento por conta da Doyen, que "chamou inúmeros especialistas e testemunhas, atrasando excecionalmente os procedimentos". E os leões terão ainda de pagar 40 mil francos suíços (36 mil euros) à Doyen para ajudar a pagar os honorários dos seus advogados.

(a Doyen meteu ao barulho uma trupe de advogados e o Sporting ainda teve que se chegar à frente...)

No mesmo processo, o clube de Alvalade exigia 13 milhões de euros à Doyen - 10 por quebra dos acordos de partilha dos passes, mais 3 por danos de imagem ao clube - mas o TAS considerou que nada disso ficou provado.
"O Sr. Carlos Vieira, CFO do Sporting, não foi capaz de responder à questão feita pelo painel sobre quais foram os danos materiais causados pela Doyen ao Sporting e como chegou aos valores de 10 milhões e 3 milhões de euros. Além disso, o Sporting não provou nenhuma quebra de contrato ou relação de causa-efeito em relação aos danos invocados."

(atente-se na (falta de) credibilidade de uma entidade que diz que pede uma indeminização por dados que não sabe dizer quais são. QUE VERGONHA!)
in Record

Mas acham que ficou por aqui? Não...

“Um email enviado por Guilherme Pinheiro, administrador da Sporting SAD, a Nélio Lucas, CEO da Doyen Sports, revela que os leões estavam disponíveis para vender vários jogadores no defeso de 2014/15. Um deles era Rui Patrício, que poderia sair por 9 milhões de euros líquidos e até já tinha um substituto: o grego Orestis Karnezis.
O extracto do referido documento está no acórdão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) que decidiu o caso Rojo, que opõs o clube de Alvalade à Doyen. O email foi enviado a 24 de maio de 2014 e, nele, pode ler-se o seguinte:
"[relativamente às] transações discutidas, de forma a fechar a comprar de Orestis Karnezis por 4 M€, (...) temos, antes, que completar algumas outras transações:

1) Transferência de Rui Patrício com uma parte para o Sporting de 9 M€ líquidos (...);
2) Transferência de Eric Dier por 10 M€ líquidos;
3) Transferência de Rojo com uma parte de 7 M€ a ser partilhada entre SCP (5,6 M€) e Spartak (1,4 M€), tendo o fundo que resolver toda a situação;
4) Transferência de Carrillo por 8 M€ líquidos;
5) Transferência de Capel por 8 M€ líquidos;
6) [Transferência de] Insúa (...) o Sporting aceita reduzir o preço de 10 M€ para 5,5 M€;"

O email termina com Guilherme Pinheiro a pedir uma "resposta rápida" de forma a que estas transferências "possam ser fechadas dentro dos prazos pretendidos".
De acordo com as testemunhas apresentadas pelo Sporting no TAS, entre as quais o próprio Bruno de Carvalho, dois meses mais tarde os leões terão comunicado a Carlos Gonçalves, empresário de Rojo, bem como à Doyen, que já não pretendiam negociar o passe do defesa argentino, retirando ao fundo a autorização para lhe procurar um clube.
A Doyen negou esta versão perante os juízes, garantindo "nunca ter sido informada pelo Sporting da sua vontade de manter o jogador". O Sporting "continuou a insistir que todas as partes envolvidas continuassem a promover a transferências de Rojo", refere o testemunho da empresa.
O júri, constituído por três juízes, acabou por dar razão à empresa. No ponto 279 da decisão, pode ler-se que "o Sporting não demonstrou de forma convincente que inequivocamente pediu à Doyen para parar de procurar propostas para Rojo". Pelo contrário, ficou provado que "não se opôs firmemente ao facto de a Doyen continuou à procura de ofertas mais altas".
"Na falta de uma revogação clara, a Doyen tinha o direito de continuar a procurar melhores condições de transferência", pode ler-se no ponto 280.
in Record