ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

(Comédia Mafiosa Continua) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (158)


Super Dragões Ameaçam Árbitro
"Oito elementos da claque Super Dragões, afeta ao FC Porto, entre os quais estava o líder do grupo, Fernando Madureira, deslocaram-se ontem à noite a Fafe, à Taberna da Esquiça, propriedade do pai de Jorge Ferreira, árbitro do Paços de Ferreira-Benfica de sábado, jogo que os encarnados venceram por 3-1.
Os adeptos portistas pediram para falar com Jorge Ferreira, apelidando-o de ‘gatuno’,em alusão ao polémico penálti assinalado sobre Jonas, que permitiu ao Benfica fazer o 2-1 perto do intervalo e que foi muito criticado nas redes sociais ligadas ao FC Porto e à claque dos dragões.
Jorge Ferreira não estava no local naquela altura e o grupo de adeptos pediu então para jantar. Como tal lhes foi negado, pediram o livro de reclamações.
A GNR de Fafe foi chamada e o funcionário do estabelecimento apresentou queixa contra o grupo de adeptos, afirmando que estes consumiram vários produtos que não pagaram.
Ao CM, Armindo Ferreira, pai de Jorge Ferreira, afirmou que o árbitro encara esta situação como uma forma de intimidação e de ameaça." - CM.

Super Dragões Semeiam Terror
Os clubes da Divisão de Honra da AF Porto sustenta que a verdade desportiva está comprometida por causa da suposta violência e impunidade dos jogadores do “Canelas 2010”.

Jogadores e dirigentes da maior parte dos clubes da Divisão de Honra da A. F. do Porto estão revoltados com aquilo que apelidam de ambiente de terror que se instalou na competição e têm medo de defrontar o “Canelas 2010”, equipa de Vila Nova de Gaia que lidera o campeonato sem derrotas e onde jogam alguns membros dos SD, entre os quais Fernando Madureira, líder da claque de apoio do Porto.
Em causa está uma suposta onda de violência física e verbal colocada em práctica pelos jogadores do “Canelas 2010” e a consequente impunidade disciplinar. (onde é que já ouvimos isto?)
Os clubes alegam que as escassas equipas de arbitragem que ainda se disponibilizam para dirigiar aspartidas do “Canelas 2010” são pressionadas e até mesmo ameaçadas pelos canelenses a tal ponto que ficam inibidos de aplicar as leis do jogo correctamente com receio da sua integridade física e de represálias na vida particular.
Argumentos que atiram o contexto para um clima de “tensão siciliana” que maioria dos presidentes dos clubes da Divisão de Honra garante já ter sido comunicado às instâncias superioes da AF Porto.
Desagrado que levou Lourenço Pinto, presidente da instituição, a realisar uma reunião de emergência em meados de Janeiro para averiguar os eventuais excessos perpetrados pelos canelenses.

Debaixo do argumento de salvaguardar a verdade desportiva da competição, 13 presidentes dos 16 clubes que constituem a Divisão de Honra comunicaram a Lourenço Pinto os excessos perpetrados durantes os jogos e criticaram a incapacidade das equipas de arbitragem e das forças policiais em reagirem em conformidade.

Peranto o contexto de violência apresentado, LP terá demonstrado disponibilidade para encontrar uma solução capaz de levantar o clima de suspeição que se tem vindo a agravar a cada jornada e prometeu diligências estraordinárias para garantir um desenrolar da parametrização pelas regras comuns a toda a sociedade.

Contactado, Lourenço Pinto recusou comentários sobre o tema, alegando para o efeito que os clubes têm entidades competentes na estrutura onde operam apresentar quaixas documentadas.
“Não gostava de me pronunciar sobre esse assunto porque os campeonatos estão a decorrer e cabe-me respeitar as hierarquias deste organismo, dado que qualquer reacção poderá ser encarada como uma pertrubação ao bom funcionamento dos órgãos competentes”, esclarece LP.

Consequências
Diluido o ímpeto de uma posição da AF Porto e dado que o contexto de medo continua a pairar sempre que o tema é defrontar o Canelas 2010, há clubes que já fizeram outras medidas e estão a ponderar fazer falta de comparência nos jogos com a equipa gaiense para evitar mais problemas. O “Maia Lidador”, já antes da reunião dos clubes com LP foi o primeiro a reagir às adversidades com a falta de comparência à 2ª parte do jogo da primeira volta contra o Canelas 2010. Uma decisão inusitada cuja iniciativa parece ter partido dos próprios jogadores, já que a equipa recusou-se prerante e direcção a regressar do balneário para disputar a etapa complementar.

Uma medida de força que na Divisão de Honra tem de ser muito bem ponderada porque se a consequência imediata implica um processo disciplinar com a perda dos 3 pontos em disputa, também é preciso lidar com uma multa de 750€. Valor com um peso brutal nos orçamentos reduzidos das colectividades, mas que mesmo assim vários clubes admitem adotar caso a AF Porto não tome medidas para precaver a integridade física dos jogadores e de todos os agentes desportivos envolvidos.
Foi consciente dessas consequências que o “Lavrense” foi a primeira equipa que fez falta de comparência frente ao Canelas 2010. Curiosamente num jogo em casa. Decisão de recurso, contudo, que promete não ficar por aqui, uma vez que o Balasar e Vilanovense também já anunciaram à AF Porto que vão fazer falta de comparência aos jogos com o Canelas 2010.
Medidas de protesto que os clubes defendem ser a solução mais viável para evitar que o mesmo possa ter influência no rendimento dos seus jogadores naquilo que consideram ser uma solução drástica para tentar salvaguardar a verdade desportiva da competição.

Fernando Silva, Presidente do Maia
Espanto foi a 1ª reacção de António Fernando Silva, presidente do Maia Lidador, ao desenrolar do jogo da 1ª volta com o Canelas 2010. Uma surpresa que o dirigente garante ter deixado marcas profundas, mas que espra resovler rapidamente.
“Fiquei incomodado com o que vi dentro das 4 linhas e percebi imediatamente os motivos pelos quais os nossos jogadores recusaram-se regressar ao campo após o intervalo”,comentou o dirigente, que identificou dois problemas graves nos 45 minutos disputados: “Não sou polícia de ninguém, nem quero ser, mas o que senti levou-me a uma reflexão profunda. Há um clima de medo brutal por parte dos jogadores adversários, bem como um critério demasiado largo por parte dos árbitros, já para não falar de outras questões legais, pelo que é obrigatório encontrar mecanismos de correção para enquadrar o Canelas 2010 na verdade desportiva”.

José Cancela, Presidente do Balasar
 O presidente do Balasar, José Cancela, foi célere a esclarecer que a decisão de fazer falta de comparância ao jogo da 2ª volta com o Canelas 2000 há muito que tinha sido equacionada pela sua direcção.
“Não há verdade desportiva na forma como está a ser forjado o campeão. Eles ganham com base nas ameaças e nas agressões em campo a miúdos de 20 anos perante árbitros e polícias que estão a ver e não fazem nada”, comentou o dirigente, revelando que já sentiu dificuldade em acabar o encontrao da 1ª volta: “Foi uma vergonha inacreditável. Estávamos a vencer 2-1 ao intervalo, mas os jogadores recusaram-se a regressar. Tive de lhes pedir para acabarem o jogo. Disse-lhes para não meterem o pé, que os deixassem fazer o que quisessem e evitar todo e qualquer tipo de confrontos. Acabámos por perder 4-2. Logo aí decidimos que ou a AF Porto tomava medidas drásticas ou não íamos a Canelas. Como está tudo igual enviámos um ofício a dar conta que vamos fazer gfalta de comparência”.

Arménio Santos, presidente do Lavrense
Arménio Sanots, presidente do Lavrense, já recebeu notificação da derrota e dos 750 euros demulta pela falta de comparência no jofogo frente ao Canelas 2010 e lamenta a passividade que a AFPorto tem revelado em torno do processo, depois do organismo ter sido devidamente alertado.
“Fomos o 1º clube a meter um ofício na AF Porto sobre o assunto e o presidente Lourenço Pinto, que prometeu ajudar todos os clubes relativamente a este problema, não fez absolutamente nada”, afirmou o dirigente, a justificar a decisão de não ir a jogo: “Não é para isto que andamos a formar jogadores e os jovens da nossa equipa disseram-me que têm medo de correr riscos contra o Canelas. Argumentam que não são profissionais, que têm os seus empregos, famílias e que não estão para se colocarem perante  uma situação que pode comprometer não só a sua substistência, como o bem-estar de pessoas próximas”.

António Coelho, presidente do Vilanovense
 O Vilanovense também não está na disposição de submeter o plantel a uma experiência semelhante à da 1ª volta e o presidente António Coelho sustenta a decisão de fazer falta de comparência ao jogo frente ao Canelas 2010 com “a falta de segurança que os jogadores sentem”. Não é fácil lidar com um cenário de derrota antecipada e uma multa elevada, mas as ameaças e os lances disputados à margem da lei contribuem para um clima de intimidação que não é penalizado. Uma vez que a Af Porto não encontra uma solução capaz de segurança de todos os agentes desportivos ou de providenciar um desenrolar de verdade desportiva o melhor mesmo é evitar mais problemas”, desabafou António Coelho.

Maioria dos árbitros vetou equipa de Gaia
Como em qualquer associação de futebol, os árbitros à disposição do CA da AF Porto estão classificados por diversas categorias, mas as nomeações para a Divisão de Honra comportam uma lista com mais de 100 nomes. Volume que seria suficiente para nomeações sem limitações, o que não se verifica porque cerca de 90% dos árbitros simplesmente vetaram o Canelas 2010.
Contas feitas, o órgão limita-se a calendarizar uma rotação entre a meia dúzia de corajosos que se disponibilza para dirigir os canelenses, tendo em consideração que os regulamenteos estipulam um intervalo de 45 dias entros jogos do mesmo clube.
 A logística não tem sido um obstáculo, decorridas que estão 19 jornadas e para onde foram momeados apenas 7 árbitros, mas o cenário do CA não ter, mediante as leis, um árbitro disponível aumenta a cada semana.
Alexandre Morgado, ex-árbitro da 1ª categoria no início da década de 90 e agora presidente do CA do Porto não negou os problemas atendendo ao contexto, mas recusou-se a tecer considerações e remeteu qualquer esclarecimento para as instâncias superiores“.
“Não vou comentar nenhuma situação relativa à organização dosjogos porque esse é um assunto da competência da direcção da AF Porto”, afirmou Alexandre Morgado.

Impugnar o campeonato
Alertada a direcção da AF Porto para todos os problemas em torno dos jogos frente ao Canelas 2010, os presidentes dos clubes da Divisão de Honra mantêm a esperança de LP encontrar uma solução capaz de resolver o problema, mas não colocam de parte a possibilidade de impugnar o campeonato.
Medida extrema que a maioria dos dirigentes espera não ser necessária adotar, mas que tanto o Maia Lidador, o Lavrense, Balasar e até Vilanovense reconhecem estar a ser discutida no caso de não se encontrar mecanismo com capacidade de salvaguardar a verdade desportiva da competição.

A verdade sobre Vale e Azevedo
"As conclusões da auditoria foram assustadoras: o passivo deixado pela gestão de João Vale e Azevedo rondava já os 100 milhões de euros, enquanto os activos pouco passavam dos 50 milhões de euros. A Direcção de Manuel Vilarinho herdava compromissos para solver de 13.951.025 euros em impostos, 9.366.801 euros de dívidas a fornecedores e credores, 8.797.468 euros em empréstimos bancários e ainda 8.946.517 euros em acordos judiciais necessários para evitar prejuízos maiores. O cenário era de anarquia total nas contas e na organização do clube. Em alguns casos havia até dificuldades em distinguir o que era património do Benfica e o que era património de... Vale e Azevedo".

"Com uma dívida ao fisco no valor de 14 milhões de euros por causa de impostos em atraso de 1998 a 2000, em Dezembro de 2002, já como presidente da SAD, Vieira deslocou-se a Espanha e selou um contrato com a Adidas. O clube recebia, naquele tempo, 130 mil contos (cerca de 650 mil euros) anuais da Adidas (já com a parcela de IVA incluída) e passou para 6 milhões de euros/ano, um aumento de quase mil por cento [...] Entre reuniões no estádio da Luz, em hotéis e no escritório da Adidas, o então presidente da SAD foi rubricar a Espanha - no escritório ibérico da marca alemã - um contrato global de 40 milhões de euros, que podia atingir os 70 milhões em função de objectivos fixados.
Além disso, a multinacional assinou "um contrato de cessão de créditos" e isso permitiu que o Benfica se financiasse "em Espanha, junto do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria". Este financiamento, obtido a 28 de Janeiro de 2003, permitiu ao Benfica saldar em Portugal dois empréstimos que tinha contraído junto do Banco Espírito Santo, precisamente para regularizar as dívidas do clube ao fisco relativas a 1998 e 1999.

Mais tarde, no início de 2003, ao abrigo do decreto-lei nº 248-A de 14 de Novembro de 2002, o Benfica regularizou as dívidas fiscais da Direcção de Vale e Azevedo - relativas aos anos de 1999 e 2000 - no valor de 8,585 milhões de euros. Outra importante fatia do incumprimento fiscal relativo a 2000 foi saldada já no segundo semestre de 2003, quando o clube cedeu, à Shell Portuguesa, o direito de superfície sobre o posto de abastecimento da 2ª Circular - até 2017 – num negócio a rondar os 3,250 milhões de euros".

Estes são apenas dois excertos de um livrinho cujo autor é Luis Miguel Pereira jornalista desde 1990, tendo passado pela rádio, televisão e imprensa. Foi colaborador permanente da TSF, SIC, RTP e Semanário Económico. Em 1997 venceu o prémio "Reportagem Ciência", atribuído pelo Clube de Jornalistas do Porto. Em 2002 venceu o prémio de "Jornalista do Ano", atribuído pelo Comité Olímpico de Portugal e CNID.

Mário Figueiredo tinha razão!
"Nada como o tempo para dar razão a quem a tinha. A celebração dos contratos dos direitos de transmissão televisiva dos três grandes (e dos restantes clubes, à sua escala) veio dar razão a Mário Figueiredo, ex-presidente da Liga, severamente atacado por causa da sua bandeira de mandato. O sucessor de Fernando Gomes fez da centralização na Liga da negociação e distribuição das receitas desses direitos a sua grande causa. Duque recuperou no discurso e Proença reergueu no papel - mas sem convicção. A Liga foi ultrapassada e, como tudo se reconstrói, estamos aqui.

Se bem se recordam, Figueiredo apresentou estudos que (então para 2013) indicavam que os proveitos dessa "venda" podiam ascender, num cenário de probabilidade intermédia para a 1.ª Liga, a 120 milhões de euros por ano (duplicando-se o valor recebido da SportTV/PPTV/ Olivedesportos-Controlinveste/Joaquim de Oliveira); num cenário mais otimista, esse valor poderia chegar a 142 milhões. No fim do processo em curso, façam as contas.

Se bem se recordam, Figueiredo e os seus pareceres e estudos pugnaram pelo fim do "abuso de posição dominante" da Controlinveste, uma vez que a falta de concorrência promovia a subavaliação do mercado. Quando se percebeu que o 'monopolista' não abdicaria da sua posição e que o Estado-legislador não imporia a centralização, denunciou (com apoio dos clubes) a situação junto da Autoridade da Concorrência (AdC), tendo por base a violação das leis da concorrência, o equilíbrio das posições contratuais e a tutela dos consumidores. Em 2015, já sem Figueiredo na Liga, a AdC veio declarar que os contratos dos direitos televisivos e multimédia, bem como de publicidade estática e virtual, celebrados entre a Controlinveste e os clubes, comportavam um "risco de encerramento do mercado", tendo em conta a duração excessiva da exclusividade e os mecanismos de suspensão contratual (sempre que os clubes descessem de divisão) e direitos de preferência para as épocas seguintes. E que eram nulos sempre que ultrapassassem três anos de vigência. Obrigou-se a Controlinveste a não celebrar contratos com duração superior e a retirar as cláusulas de preferência e suspensão; conferiu-se os direitos de os clubes denunciarem os contratos em vigor, com efeitos a partir do fim da presente época, renunciarem às preferências e revogarem as suspensões. Figueiredo e os clubes que sempre o apoiaram tinham razão, mas sem resultados para a Liga atual. Façam os vossos juízos. Já agora, também, para os contratos da NOS e da MEO..."
(Ricardo Costa, in Record)

O Ditador Lagarto
"Na passada sexta-feira surgiu uma reportagem no jornal O Jogo, intitulada "Sócios podem processar Bruno de Carvalho", que revela apenas um dos efeitos colaterais desta infeliz e criticável tomada de decisão do actual presidente do Sporting. Optámos por não comentar a notícia até agora, por querermos primeiro confirmar a sua veracidade. Assim fizemos e foi-nos comunicado que, nesta altura, além do que é reportado, não há evolução relevante sobre o tema.

«Um grupo de quatro associados pondera a hipótese de accionar judicialmente Bruno de Carvalho por difamação, na sequência de declarações do presidente da Direcção do emblema de Alvalade em sede de assembleia geral (AG), realizada no dia 16 do presente mês. Em causa, estão acusações do líder dos verdes e brancos aos associados em questão, insinuando que os mesmos estiveram por trás de campanhas cujo objectivo passava por denegrir a sua imagem e gestão.

Embora o cenário de levar Bruno de Carvalho a responder na barra do tribunal não seja ainda seguro, o mesmo poderá efectivar-se dentro das próximas semanas, sendo os sócios que se sentem visados Rúben Coelho, Ricardo Agostinho, Nuno Diogo Fernandes e Lourenço Fernandes Thomaz. Muito embora o presidente do Sporting, na sua supramencionada intervenção na reunião magna, não tivesse nomeado os filiados em questão, estes entenderam ser os destinatários das palavras do principal responsável pelos destinos do clube lisboeta, pelo que estudam agora a hipótese de o confrontar em tribunal.

De notar que os quatro associados são testemunhas do sócio Ricardo Cazal Ribeiro, alvo de um dos três processos instaurados por Bruno de Carvalho, por difamação em redes sociais, blogues e fóruns. No discurso que proferiu na AG referida, o presidente do Sporting – que reiterou a necessidade de“expurgar” alguns associados do Sporting – ironizou, dizendo ser “uma coincidência”, o facto de os quatro associados serem figuras ligadas às áreas do design e da publicidade, associando tais competências aos cartazes que circularam por Lisboa em Dezembro passado e cujo tom era de clara contestação à linha governativa do actual líder leonino. O presidente do Conselho Directivo e da SAD verde e branca voltou ainda a insurgir-se contra as reacções de escândalo que obteve da parte de alguns quadrantes do clube ao levar associados a tribunal, mas manteve a mesma postura, defendendo a necessidade de o fazer.»

Bruno de Carvalho Arrasado!
John Baldovino, presidente do Sindicato de Jogadores do Peru, desferiu duro ataque a Bruno de Carvalho na sequência das críticas do presidente do Sporting a André Carrillo.

«O presidente do Sporting é mau perdedor, não tem moral nem ética. Anda a ameaçar publicamente um futebolista, nunca vi nada assim. Fala muito de um mundo desenvolvido, mas na verdade parece que vive na época das cavernas, no tempo em que as máfias faziam o que queriam. Ele está muito enganado, a Federação e a Liga devem castigá-lo e deverá ser responsabilizado se alguma coisa acontecer a André Carrillo», afirmou o dirigente, em declarações à Antena 1.

Carrillo um ilustre desconhecido se não tivesse jogado de leão ao peito?

«É impossível! É uma figura ao nível de Farfán, Paolo Guerrero ou Claudio Pizarro. É um absurdo. Carrillo, ainda há pouco tempo, era um dos melhores jogadores jovens do Peru, país onde os profissionais são respeitados e onde não se ganha pouco. Só para se ter uma ideia da ignorância do presidente do Sporting, aqui alguns jogadores ganham cerca de 40 mil dólares por mês. Vão jogar para a Europa, inclusive para Portugal, por muito menos, simplesmente porque é uma montra», argumentou Baldovino, prosseguindo, em tom crítico:

«O jogador não é um escravo, tem todo o direito de olhar para o seu futuro e da sua família. Se as pessoas vão atrás das declarações do presidente do Sporting estão erradas, então estamos na época das cavernas.»

«O Sporting queria verbas astronómicas, que não estavam ao alcance de outros clubes europeus, nomeadamente portugueses, e com isso estava a dizer ao Carrillo que não ia sair do clube de forma alguma. O Sporting encerrou praticamente desde outubro qualquer tipo de negociação. Pediam entre 12 e 16 milhões de euros, a intenção era bloquear a saída do jogador e ficar de fora de qualquer tipo de negociação», avaliou John Baldovino.

John Baldovino, presidente do Sindicato de Jogadores do Peru, considera natural a decisão de André Carrillo de continuar a jogar em Portugal, trocando o Sporting pelo Benfica.

«O André pensou muito, tinha a possibilidade de sair ou ficar em Portugal. Quis ficar porque se sente perfeitamente adaptado ao país e também por aquilo que o Benfica representa em Portugal. Ele sente-se muito bem aí, está feliz, e o Benfica é um grande clube europeu, não de média dimensão. Foi isso que pesou na decisão do jogador», explicou o dirigente, em declarações à Antena 1.

John Baldovino adiantou ainda que o selecionador do Peru, o argentino Ricardo Gareca, tem previsto deslocar-se a Portugal nos próximos dias, a fim de reunir-se com o extremo de 24 anos.

Os Calotes do Badochas
1.CMD SA 68.578€
2. Silcoge 1.246.305€
3.Vladimir Petric 36.205€
4.Paulo Faria 128.741€
5. Rudovic 102.703€
6.Passos Firme 7.787.898€
7.Fernando Gomes Leitão 176.869€
8.Nuno Miguel Silva 66.034€
9.Mauricio do Vale 198.813€
10.Pedro Mendes 483.302€
11. Luis Gonçalves 87.145€
12. André Marques 114.000€
13. Carlos Freitas 215.662€
14.Valeri Bohzinov 6.499.852€
15. TV Cabo 61.685€
16. Açoreana Seguros 65.392€
17. BES 406.552.€
18. EDP 121.125€
Doyen 12.000.000€

Teo Gutierrez reclama meio Milhão
O Sporting ainda não pagou o  prémio de assinatura de 500 mil euros a Teo Gutierrez, montante que tinha sido prometido ao avançado colombiano quando este rubricou contrato no verão e que deveria ter sido pago antes do Natal. Foi este o motivo que levou o jogador a adiar sucessivamente e em protesto o regresso a Lisboa após as férias do Natal.

As partes justificaram o atraso com uma lesão. Contudo, desde a Colômbia, Teo publicou na internet uma foto na praia, num desafio claro ao clube.
A SAD liderada por BC prometeu ao avançado a resolução rápida do problema e não instaurou processo disciplinar ao contrário do que é habitual nestes casos. Gutierrez foi reintegrado de imediato no plantel e até jogou com o Portimonense tendo feito uma péssima exibição.
Teo também não tinha ficado satisfeito quando percebeu que a carga fiscal aplicada em Portugal é muito superior à que lhe tinha siso comunicada. Esta relaidade fez com que o ordenado que recebe cerca de 1M por ano seja maisbaixo do que o esperado. Por tudo isso Teo poederá sair ainda este este mês de Janeiro.

Carrilho no Benfica. Porto levou sopa!
Carrilho vai ganhar 1,5M líquidos por ano e 2M de prémio de assinatura com 5 anos de contrato. O Porto pela mão de Alexandre Pinto da Costa e de mensagens de Telemóvel ofereceu a Carrilho o dobro do que o Benfica lhe oferecia mas Carrilho recusou.
Assim se percebe melhor a atitude algo aziada de PC quando “revelou” o negócio do Carrilho com o Benfica dizendo que não queria ter nada a ver com isso. Que se Carrilho quisesse assinar que não tinha nada a ver com isso. Pudera! Deram-lhe com os pés!
Penso que isso tem tudo a ver com a imagem e o desejo que os jogadores têm de jogar no Benfica porque sabem que é um clube sério, que paga a tempo e horas, um clube que está a subir, um clube com bom nome e boa fama no mercado através da sua capacidade de valorizar os seus activos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

(A Série Corrupta Continua) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (157)


Da Série, “Um Portista Sem Palas
- Há uns tempos disse que retiraria o Marco Silva da minha lista de um potencial treinador do FC Porto como tantas vezes foi falado, pelos simples facto de ter perdido a qualificação por um golo contra o Arsenal, ficando com os mesmos pontos que os ingleses. Penitencio-me. Arsenal lidera só a liga inglesa e o outro concorrente no grupo era só o B. Munique. Ter dado luta, ganho em Londres por 2-3 já foi um feito tremendo. Sim, mais uma prova que fez e continua a fazer melhor que o super elogiado Jorge Jesus nestas andanças e com muitos menos recursos.

Na época passada, Marco Silva com o Sporting perdeu o apuramento para oitavos da Liga dos Campeões por 30 minutos, quando o Schalke 04 marcou no outro jogo e passou-o no grupo por um ponto, num grupo com aquele que viria a ser o campeão inglês, o Chelsea (onde fez tanta ou melhor figura do que o FC Porto perdendo 3-1, sem Nani) e onde existiram decisões polémicas de arbitragem, especialmente com esse mesmo Schalke 04. Sporting de Jorge Jesus nem os playoffs conseguiu passar com russos, que não o Zenit. Mas o Jorge Jesus é fabuloso e está a fazer uma época indescritível, dizem por aí.

Na época passada, Marco Silva ganhou a Taça de Portugal pelo Sporting, um feito já não visto há séculos. Sporting de Jorge Jesus já está fora, ainda nem tínhamos chegado aos quartos. Curiosamente foi graças a este feito do seu antecessor que Jorge Jesus teve a possibilidade de ganhar alguma coisa esta época, como a Supertaça. Mas o Jorge Jesus é fabuloso. Já perdeu duas provas em 4 das iniciais, mas ganhou uma fruto do mérito do antecessor.

Resta o campeonato, que dizem fabuloso, do Sporting de Jorge Jesus, onde um FC Porto do mais rasca que pode haver, com um treinador daqueles, consegue à 14ª jornada ultrapassá-lo. É obra. Que grande treinador é o Jorge Jesus. E o futebol "atacante" e "explosivo" das equipas de Jorge Jesus consegue ter menos golos marcados que o Marco Silva com uma manta de retalhos pela mesma altura. Fabuloso.

O ano passado a manta de retalhos do Marco Silva deu uma surra ao FC Porto em Alvalade, especialmente na primeira parte, onde podia ter espetado 3 ou 4 ao FC Porto de Lopetegui que até seria melhorzita equipa como 11 do que esta actual.

Com essa super estrela Jorge Jesus, que é sempre fabuloso mesmo quando já foi eliminado em duas provas de maior prestígio, que viu angolanos a lavar dinheiro em jogadores, e perdões de dívidas ou adiamentos dos BES desta vida para pagar ao grande mestre os 5 milhões, com o FC Porto no estado em que está, só pode dar num passeio do Jesus. Mas já se sabe, que se perder, é fabuloso na mesma. O cabelo não cai e haverá sempre uma calimerice pela quadrilha do mau-perder e maldizer.
Ganda LOL 1 !!
Mensagem de Ano Novo dos Superdragões
(No Blogue “Bimbolagartada”)

“A principal claque de apoio ao FC Porto emitiu um comunicado a apelar à contenção de todos os adeptos, salientando que «os níveis de contestação atuais estão a ter um efeito negativo em todo o grupo de trabalho».

Eis o comunicado:
«Quando num clube com mais de 120 anos de história, com páginas douradas de conquistas através da corrupção, com glórias europeias através de subornos, a fazer de corar de vergonha os seus adversários, que sempre conquistaram honestamente troféus além fronteira, com um domínio interno jamais visto em Portugal, graças ao bem estruturado exército de drogados, chulos, pistoleiros assaltantes, etc. que compõem os Super Dragões, neste momento as vitórias são menos frequentes do que o habitual, porque a justiça aperta o cerco e actua diferentemente ao tempo do Apito Dourado, é normal que a frustração e a contestação suba de tom.

Quem como nós percorre todo o país e a Europa a apoiar o mágico Porto, assaltando bombas de gasolina, supermercados, aeroportos, deixando a família e amigos em segundo plano, faz "meias" refeições porque os restaurantes fecham à nossa passagem e dorme poucas horas porque não somos recebidos nos hotéis onde sempre deixamos calotes e roubamos as roupas de cama, toalhas e todo o resto que esteja à mão de semear, tudo para nunca faltar apoio à nossa equipa, sente ainda mais essa frustração, desencanto e tristeza.

As manifestações espontâneas de desagrado que têm ocorrido recentemente, são portanto naturais neste contexto, porque o clube está falido, deixou de subsidiar as nossas acções de apoio, tudo isto motivado pelas aberturas de contas na Suiça, nas Bahamas e outros paraísos, onde vão parar os depósitos dos nossos directores, esquecendo-se de quem tanto lhes tem guardado as costas,temos que estar preparados para lidar com a crise que nos afecta mas nunca deixando de apoiar. Aqui vence-se desde 1893, (a gente sabe que é mentira) pelo que a exigência é uma constante, e não queremos que a mesma jamais desapareça do nosso quotidiano diário, nem que tenhamos de esmurrar os focinhos do velho caduco e do nosso capatáz Henrique.

Os Super Dragões estão e estarão sempre na primeira linha dessa exigência! Queremos sempre mais e melhor para melhorar as nossas acções terroristas. Queremos um clube mais vitorioso, mais dominador, sempre e para sempre superior aos nossos rivais, quando temos a arbitragem, o CJ e o CD, do nosso lado.

A época em curso tem trazido alguns resultados frustrantes para todos os portistas...e como temos sofrido com isso! Já não temos a liberdade de antigamente quando até os jogadores temiam uma boa surra ou uns tirinhos nos joelhos.

Temos menos vontade de agir, menos vontade de trabalhar, menos alegria de sair à rua todos os dias para caçar e malhar em todo aquele que não disser: BIBA O PUORTO, CARAGO!

Nunca esperem de nós que ignoremos um resultado menos positivo ou uma competição perdida, independentemente da importância da mesma, porque todos comem pela medida grossa.

Queremos sempre ganhar, mesmo roubado à má fila, quer se trate de um amigável ou de uma final europeia.

Mas se a nossa maior preocupação é ver o Puorto a vencer, está na hora de todos e de cada um engolir o seu orgulho próprio, as suas convicções sobre este ou aquele, as suas preferências ou gostos pessoais. O Futebol Clube do Porto tem que ser sempre maior que tudo isso, tem que ser superior a todo o resto, voltando aos tempos do Apito Dourado.

Apoiar todos aqueles que envergam as nossas cores, independentemente da função que exercem, é a nossa maior responsabilidade. Não o fazer é ir contra as nossas convicções, contra aquilo que o coração nos dita, mas o tempo tem que voltar atrás. Que saudades dos tempos do Guarda Abel.

Com esta postura não queremos "tapar o sol com a peneira" ou "meter a cabeça na areia". Estamos atentos, estamos exigentes, estamos sedentos de vitórias, a qualquer custo, de qualquer maneira, com ou sem APAFS, conforme tivemos oportunidade de expressar presencialmente a quem nos lidera na passada madrugada de sábado.

No entanto, os níveis de contestação actuais estão a ter um efeito negativo em todo o grupo de trabalho, e vamos continuar com isso é essa a nossa vontade. Estamos aqui para ajudar, para apoiar, para empurrar a equipa para a frente, rumo às vitórias que todos ansiamos, mas carago, temos de voltar a ter as mordomias anteriores tais como, instalações mais adequadas para planear as acções de intimidação, bilhetes para os jogos em casa e fora de casa, autocarros, gasolina e combóios pagos como antes.

A época vai a meio e tudo está em aberto. Não queremos saber onde vão buscar as verbas para o nosso apoio, depositem menos na Suiça, comprem menos carros de luxo, casas para as amantes, etc.

Avizinham-se jogos fundamentais, onde toda a concentração é pouca, onde toda a ambição é pouca, onde todo o apoio é necessário. E estamos a contar com isso, dê por onde der.

Queremos juntos festejar títulos e glórias, não queremos em grupo dividir mágoas ou insucessos e ter advogados decentes que nos tirem da cadeia sempre que tivermos o azar de ir presos. Antes era assim e porque não é agora?

Apelamos por isso a todos os Super Dragões e Portistas em geral que nem por um só minuto deixem de apoiar a equipa mas não esquecendo a pressão necessária para que os nossos dirigentes abram os cordões à bolsa para reporem as nossas regalias de outrora. Fazer o contrário será fazer precisamente o que os nossos adversários querem, ou seja, ganharem decentemente dentro do campo e manifestarem-se à vontade nas nossas barbas sem que possamos molhar a sopa. Não podemos falhar na nossa função, quando o que desejamos é a união entre todos para acabar com as derrotas.

Não pedimos a ninguém para aplaudir quando não querem ou elogiar quem não gostam. Mas pedimos que quando forem assobiar se contenham. Pedimos que nesta fase, sempre que vos apeteça contestar, reflictam sobre o melhor para o clube. Pedimos que percebam que temos de voltar a ser temíveis e com isso contribuir para as tão desejadas vitórias.

A nossa história diz-nos que apenas juntos e muito unidos somos mais fortes, mas isso só acontece quando temos as costas quentes, que é o que está a faltar.
A situação corrente mostra-nos que as coisas não correm bem e têm de mudar ou mudamos os manda-chuva.

Só com todos a remar para o mesmo lado poderemos alcançar os nossos objectivos, poderemos estar em Maio na sala de visitas da nossa tão amada cidade a festejar mais um título à nossa maneira.

Juntos somos temidos e indesejados...divididos somos um alvo fácil!
O futuro é já 4.ª feira frente ao Rio Ave, seguido de viagens ao Bessa e a Guimarães.
Só aceitamos vitórias, nem que seja a tiro.
Que todos sem excepção ajudem nessas vitórias, forçadas ou não.
SOFREMOS POR TE AMAR...CONOSCO NUNCA ESTARÁS SÓ! MAS PARA ISSO TEMOS DE VOLTAR AOS TEMPOS DO APITO.””

Ganda LOL 2!!
Primeiro criou a saga dos conselhos matrimoniais, agora isto:

«Um assalto à casa da irmã de Pinto da Costa, a 17 de novembro de 2014, na freguesia de Cedofeita, no Porto, obrigava a uma intervenção mais musculada. Pinto da Costa queria que a família fosse à casa, mas temia que os assaltantes ainda ali estivessem.»

«Pediu a Antero Henrique, vice do FC Porto, para falar com Eduardo Silva, dono da SPDE. O objetivo era arranjar alguém que os acompanhasse. Antes que a polícia fosse acionada, era preciso avançar com uma investigação privada.»

«A 7 de maio do ano passado, o presidente do FC Porto pediu novamente ajuda a Eduardo Silva e a outros três seguranças. Um ladrão tinha assaltado a casa de um outro familiar, também em Cedofeita. Pediu proteção pessoal»

Algumas perguntas assaltarão a mente dos mais inocentes fãs de cinema. 
Primeiro, quem é que assalta uma casa e em vez de fugir, fica à espera que os proprietários voltem? Seria porque queriam congratulá-los com o recheio que lá encontraram?
"Dona Arminda, as jóias que a senhoura esconde no méio das caixas de sapuatos são um mimo de balor! Oiça lá!", ou, "Minha senhuora, estibémos até agoura á sua espeira para abrir eista garrafa de champánhue porque, sabe, num é todos os dias que eintramos numa casa para a limpar e encountramos uma colecçôum compleita de discos de binil do Cantinflas!"

Depois, qual era o problema de "acionar a polícia"? Seria porque havia alguma coisa a esconder dos próprios agentes policiais? Cópias de faxes do tempo do tráfico de marfim no porto de Aveiro? Facturas caducadas da agência Cosmos com o nome de solteiro de árbitros? Mais discos de vinil, mas desta vez do Roberto Carlos?

Obviamente, os assaltantes contentes com o lucro, decidiram repetir a proeza. E assaltaram a casa de um outro familiar de PdC. Talvez desta vez tenham encontrado uma cassette com as imagens de circuito fechado do suicídio de Mesquista Alves quando este decidiu dar um tiro na nuca e depois correr para a casa de banho para compôr a gravata ao espelho. Ou discos do Toto Cutugno...

O que é certo é que estes assaltantes não poderiam ter escolhido pior modo para cimentar a carreira criminosa: assaltar, por duas vezes, casa de familiares do embaixador da Camorra napolitana em Portugal. É o que se chama brincar com o Sistema.

Não sei se desta vez o senhor que inventa estes álibis para o Padrinho ganhará um Óscar, até porque o guião tem ainda mais buracos que o anterior, ainda que seja de louvar a creatividade. Mas a Justiça portuguesa é reconhecida por ser uma bela telenovela...
(No blogue “Cabelo do Aimar”)

PC e Antero Henriques arguidos no processo 
O Ministério Público acusou mais de 50 pessoas, incluindo os dois dirigentes dos azuis e brancos.

De acordo com a mesma publicação, Pinto da Costa terá de responder pelo crime de recurso a atividade ilegal de segurança privada por, alegadamente, ter recorrido aos serviços do empresário Eduardo Silva, dono da firma S.P.D.E., que está no centro do processo da operação.

Os restantes acusados são suspeitos de crimes como extorsão, ofensas à integridade física, associação criminosa e detenção ilegal de arma.

"Em causa estão denúncias anónimas e o comportamento de Eduardo Silva, dono da SPDE, empresa que detinha o monopólio da segurança privada no Porto
O presidente do FC Porto Jorge Nuno Pinto da Costa terá, segundo o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), contratado, por diversas vezes, serviços de segurança privada ilegal.
Ontem, fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ao DN que este departamento deduziu várias acusações no âmbito da operação Fénix - que conta com mais de 60 arguidos suspeitos de vários crimes, sendo o mais grave de associação criminosa - não confirmando, porém, que um dos acusados será o líder dos portistas.
Mas o DN sabe que Pinto da Costa é um desses arguidos e que poderá ir a julgamento, apesar de até ontem ao final da noite não ter sido notificado para o efeito. O presidente do clube terá de responder pelo crime mais leve na lista que envolve as suspeitas desta investigação: recurso a atividade ilegal de segurança privada. O dirigente terá recorrido aos serviços do empresário Eduardo Silva, conhecido por Edu. O crime pode ser punido com pena de prisão de um a cinco anos ou uma mera pena de multa.
Na lista de acusados (cerca de 50) estará Antero Henriques, vice-presidente do FCP e diretor-geral da sociedade anónima desportiva do clube para o futebol. De acordo com as informações recolhidas, Antero Henriques e Eduardo Silva são precisamente os arguidos a quem são atribuído os crimes mais graves.

Mas quem é afinal Edu?
Personagem central desta investigação criminal - iniciada pela PSP do Porto há um ano e meio -, Edu, o homem também conhecido por Maestro é dono da SPDE, empresa que detém praticamente o monopólio da segurança privada na noite do Porto, foi preso preventivamente em julho deste ano, na altura com outros 15 arguidos. Nem Pinto da Costa nem Antero Henriques chegaram a estar presos preventivamente.
Segundo o Ministério Público, Eduardo Santos Silva é suspeito de liderar um grupo violento que nos últimos anos se impôs na Invicta e em outras cidades do país alegadamente através de um esquema de segurança ilegal, ameaças e extorsões que semearam um clima de terror e medo entre a grande parte dos empresários da noite. Nas várias escutas que a PSP terá feito às comunicações telefónicas de Edu Silva - presentes no processo que corre no DCIAP - o dono da empresa de segurança terá sido ouvido a gabar-se da capacidade de mobilização dos seus homens.
Dias antes de uma deslocação do FC Porto a Lisboa, para um jogo com o Sporting, Eduardo Santos Silva terá deixado a garantia: "Se for necessário ponho 200 homens em Lisboa." Em causa estaria a segurança do presidente do clube, mas também dos jogadores da equipa de futebol.
Os procuradores João Centeno e Filomena Rosado, responsáveis pelo processo, terão assim conseguido provar que Pinto da Costa, quando contratou a SPDE, sabia que a empresa e Edu Silva não tinham qualquer autorização legal para exercer essa atividade. Pinto da Costa está desde julho sujeito a termo de identidade e residência. O processo investiga os crimes de extorsão agravada, coação, detenção de arma proibida, ofensas à integridade física qualificadas, associação criminosa, exercício ilícito de atividade de segurança privada e favorecimento pessoal.
Em setembro de 2014, o presidente do FC Porto foi absolvido da prática de corrupção na forma tentada, num jogo que deu origem a um dos processos judiciais mais mediáticos: o Apito Dourado. Em causa estão as escutas que estavam na base da acusação do Ministério Público que acabaram por ser consideradas ilegais. Também o árbitro Jacinto Paixão foi absolvido pelo tribunal por factos alegadamente praticados no desafio do Porto com o Estrela da Amadora em 2004." - DN.

Juiz do Porto sabota investigação “Vitor do Ouro”.
O maior traficante de droga do Porto foi apanhado pela Polícia Judiciária na posse de um papel que se julga ser a contabilidade dos produtos estupefacientes comercializados, com indicação de uma lista de clientes e referências a quantias em dinheiro, na ordem das centenas de milhares de euros.

Este documento revelou-se decisivo para a aplicação da medida de coação de prisão preventiva.

"Vítor do Ouro", como é conhecido Vítor Cardoso, de 45 anos, nunca foi detetado pelos inspetores da PJ na posse de droga ou objetos conotados com tráfico. Foi, no entanto, apanhado em contactos com um indivíduo conhecido como seu empregado, Fernando M., que, na tarde da véspera de Natal, recolheu em Vila Nova de Gaia dois quilos de heroína transportados desde Espanha, por um espanhol e um albanês.
Posteriormente, Fernando deslocou-se até à residência de uma mulher, Liliana, na Praceta João Villaret, Vilar do Andorinho, Vila Nova de Gaia, onde se situava o esconderijo da droga. Ali, a PJ apreendeu, além dos dois quilos, mais 20 quilos de heroína, cerca de cinco quilos de cocaína e aproximadamente 22 quilos de produto de "corte", destinado a aumentar e rentabilizar as doses daquelas drogas duras.

A Guardia Civil espanhola estima em cerca de dois milhões de euros o volume dos negócios com drogas efetuado no último ano pela rede em que foi foi detido Vítor Cardoso, conhecido por "Vítor do Ouro", juntamente com mais oito pessoas, numa operação conjunta com a Polícia Judiciária (PJ) do Porto.

 Ao todo, terão sido movimentados 100 quilos de heroína. A rede está ainda indiciada por tráfico de armas.
Segundo as autoridades espanholas, tudo terá começado no ano passado, quando informações da PJ permitiram a apreensão de duas espingardas metralhadoras, no momento em que era efetuada a sua venda. No mesmo contexto, foi detetado um circuito de introdução de cocaína em Espanha que passava por Portugal. O destino era um dos cabecilhas da organização no país vizinho que se viria a apurar ser fornecedor de "Vítor do Ouro", o presumível traficante preso pela PJ do Porto na véspera de Natal.
A cooperação policial entre os dois países permitiu, depois, conhecer melhor a rede de Vítor em Portugal, na qual avultam "empregados" que permitiam que o patrão nunca tocasse em droga.

O Ministério Público e a Polícia Judiciária do Porto tinham previsto efetuar mais cerca de 20 buscas no âmbito da investigação à rede de tráfico de droga que envolve "Vítor do Ouro", mas estas diligências ficaram inviabilizadas após os interrogatórios da semana passada.

O Tribunal de Instrução Criminal de Turno permitiu o acesso dos quatro arguidos ao processo, incluindo abundante informação sobre os próximos alvos. Desta forma, as autoridades consideraram que o sucesso de uma segunda fase da operação ficou irremediavelmente comprometido. Não foi possível apurar por que razão não foram impostas pelo tribunal limitações que preservassem os segredos da investigação, que decorria pelo menos desde meados de 2014, em Portugal e Espanha.
(Mais um juiz do Porto comprado, agora por traficantes de droga).