ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

E-Mail: pulpuscorruptus69@gmail.com

sexta-feira, 17 de abril de 2015

(Corruptices & Outras Golpadas) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (136)

Assédio ao JJ. Um Portista conta como foi
Na verdade por mais de uma vez houve um efectivo interesse por parte de Pinto da Costa em contratar Jorge Jesus para o FC Porto; mas todas elas falharam com muita pena e frustração por parte de Pinto da Costa, como me garantiram. 



Quem está por dentro destas coisas, sabe bem o apreço que o presidente tem há muito pelo treinador JJ e que este era a sua grande aposta para substituir Jesualdo Ferreira aquando da sua saída do Porto. Só que alguém se antecipou, uma das raras vezes que isso aconteceu, é verdade, mas aconteceu, dai a frustração. Ainda por cima quando essa falta de “timing” valeu a perca de uma liga para a equipa de JJ e permitiu o relançamento desportivo e até financeiro do ódio de estimação de Pinto da Costa.



Quando Villas-Boas informa o presidente que está de saída; mais uma vez a solução pretendida foi JJ… como me garantiram. Mais uma vez não foi possível a sua contratação, com muita pena por parte de Pinto da Costa. Depois voltou a ser pensado aquando da substituição de Vítor Pereira; mas já na época passada, essa solução foi equacionada… como me garantiram.
Sempre defendi pelas informações que possuía, que Vítor Pereira tinha sido uma escolha de recurso e concretizada à última hora por parte da direcção. Como muitos sabem o “desejado” era outro.



E quem me garantiu tudo o que acabo de escrever, também me garantiu que a escolha do novo treinador do Porto, não se deveu só às suas potencialidades amplamente demonstradas em Paços de Ferreira; mas acima de tudo, porque Pinto da Costa, está a projectar em Paulo Fonseca um novo JJ em potência, mas com a vantagem de ser mais novo, logo com mais espaço de progressão e evolução em relação ao treinador, que foi reconhecido publicamente por parte de Paulo de Fonseca, como a sua referencia de modelo de treino e jogo.

Assédio ao JJ. O CM conta como foi
"O FC Porto tentou, por todos os meios, afastar Jorge Jesus do Benfica.
Segundo soube o CM, os dragões terão chegado a oferecer uma verba na ordem dos 7 milhões de euros/ano ao técnico, numa altura e que as águias lideravam o campeonato com quatro pontos de vantagem sobre os rivais. Quando os encarnados perderam o título, os números baixaram para 5 milhões.

O treinador do Benfica, contudo, invocou razões éticas para dizer ao empresário Jorge Baidek, emissário do FC Porto, que só aceitaria conversar com os dragões no final da época. E no domingo, 26 de maio, afastou essa hipótese, comunicando ao FC Porto que já tinha um acordo com Luís Filipe Vieira.
Os portistas, no entanto, não desistiram de Jesus e enveredaram por outra estratégia, recorrendo a outros empresários. António Teixeira acenou a Jesus com uma proposta do Anzhi, de 8 milhões de euros, enquanto António Arado colocou na mesa cinco milhões limpos do Fenerbahçe.
De acordo com as fontes contactadas, Jesus explicou aos agentes que prefere ganhar 4 milhões de euros no seu país, do que ganhar o dobro em países cuja língua não domina.
Quem não gostou de saber os valores oferecidos pelo FC Porto ao treinador do Benfica foi Vítor Pereira, que sentiu desconsiderado pelo clube onde esteve nos últimos três anos (um como adjunto de Villas-Boas)". E bateu com a porta chateado com PC.

A Tentativa de desviar Gonçalo Guedes
O Benfica tinha de renovar o contrato com Gonçalo Guedes mal ele fizesse os 18 anos em 29 de Novembro de 2014, no entanto o tempo passava e as pessoas perguntavam-se a razão pela qual a renovação ainda não tinha sido feita, sabendo-se que haviam vários tubarões europeus interessados em levar o jogador para o estrangeiro.

As noticias, sabe-se agora, eram plantadas pelo seu empresário, já que era a única pessoa que estaria de posse de tais informações. Com as notícias que iam saindo havia uma clara tentativa de destabilização do jogador, dos próprios adeptos benfiquistas alarmados com a possibilidade da maior jóia da formação ir-se embora antes de jogar na equipa principal, virando-os contra a direção do clube. Houve muito blogue anti/taliban, como já é hábito, que aproveitou a contra informação e as mentiras para dizerem mal do treinador e do presidente.

Chegou a sair informação o ano passado de que o Arsenal estaria a pensar fazer uma oferta de 50M!!! Ninguém de boa saúde acredita que um clube poderia estar disposto a pagar tal quantia por um jogador de apenas 17 anos ainda sem provas dadas.
Daily Mail, um jornal sensacionalista inglês escreveu em 8/11/2014 o seguinte:

“Arsenal are in the race to sign the new Cristiano Ronaldo. His name: Goncalo Guedes.
But the Gunners will have to fight off interest from Paris Saint-Germain, Bayern Munich and possibly even Real Madrid … and take a £40million gamble on the teenager should they make a move for him next summer.
Guedes, 17, is in the process of signing a lucrative new deal at Benfica.
Although it is a five-year deal, part of Benfica’s rationale to get him to sign a long-term contract is to get a substantial fee for the winger who inevitably they will sell on, possibly as soon as next summer. A £40m release clause is set to be inserted into the player's contract.
The projected fee seems huge for a player yet to proven at the top level and it’s not in Wenger’s nature to take such a gamble.
But he recently admitted that his biggest regret was losing out on Ronaldo when he joined Manchester United from Sporting Lisbon in 2003.
While Wenger dithered over the £12m Sporting demanded for the then 18-year-old, United boss Sir Alex Ferguson acted decisively.
That memory may well see Wenger pursue Guedes, who some observers in Portugal say can be become as good as the Real Madrid megastar”

A maior estrela da formação do Benfica tinha um empresário Paulo Rodrigues que pelas informações agora vindas a público era quem estava a entravar a renovação do contrato e a tentar lançar o isco para o levar para o estrangeiro.

Gonçalo Guedes e muito bem decidiu quebrar o contrato que tinha com ele e colocou-lhe um processo crime em tribunal por difamação, injúrias, ameaças e tentativas de extorsão. O ex-empresário ameaçou logo que se lhe colocassem um processo iria denunciar à Autoridade Tributária e Aduaneira a não declaração por parte de GG de 200.000€.
Chantagem pura feita por alguém que não é honesto, que está de má fé, que mais não é do que um criminoso. A queixa-crime irá para a frente, assegurou o advogado de Gonçalo Guedes.  

O ex-empresário, despeitado e cheio de ódio por ter levado com os pés, colocou na sua conta do Facebook a foto de uma criança vestida com as cores do Porto e com a frase, “desde criança.. a foder lampiões”. Nada melhor do que ver as pessoas a mostrarem os seus verdadeiros sentimentos e intenções.

Também sabemos que já por várias vezes houve outras tentativas para levar alguns dos nossos jgoadores da nossa formação. O Sancidino é um deles (uma história já conhecida), Baldé é outro.  Mas há mais. Também sabemos qual é o clube que o tenta fazer seja através de empresários comprados, seja de empresários adeptos do clube corrupto.

Afinal a mesma coisa que já fizeram no Sporting onde conseguiram desviar algumas das melhores pérolas da formação para o Porto.
Há sempre empresários venais e corruptos que em troca de alguns cobres não se importam de levar alguns miúdos mais para o norte ou na pior das hipóteses para o estrangeiro.

Os gajos não tendo formação que se veja, roubam os ovos dos outros. Quando não conseguem levá-los para o clube deles tentam que saiam para o estrangeiro para que assim todo o trabalho de prospeção e de formação tenha sido feito em vão causando prejuizos não só em termos desportivos, como financeiros e causa de desmotivação para quem trabalh na formação.

Haver benfiquistas que em vez de denunciar e criticar estas golpadas preferem criticar os responsáveis da formação e a direcção do clube é das maiores vergonhas a que eu tenho assistido!

Gonçalo Guedes, depois de assinar o novo contrato, revelou que quem estava a parar o processo era o ex-empresário, adepto corrputo!

“Não gosto de polémicas, gosto de estar em paz. Neste momento não tenho empresário. Houve pessoas que tentaram interromper o processo de renovação, mas fui muito bem aconselhado pelo meu pai e pelo presidente.”

Lembrando a Venda Milionária do Quaresma
Há uns anos o Porto entendeu vender um seu activo (Quarema) ao Inter de Milão, activo esse que tinha uma “cláusula” de 40 M€, fazendo o negócio por cerca de 18M€, valor que decidiram inflacionar, “criativamente”, avaliando em 6M€ o passe de um garoto com nome de grande futebolista (Pelé) e aceitando a respectiva devolução como parte do pagamento. Isto é, venderam o Quaresma, o tal que tinha uma cláusula de 40M€, por 24M€.

Sinceramente, não sei se o Agente desse rapaz recebeu a comissão sobre esses 6M€ (a que teria, legalmente, direito incontestável), mas duvido muito que o Inter lhe tenha pago o que quer que fosse, ainda que seja assunto que não interessa.

Já quanto ao Clube formador do miúdo (Benfica), esse nós sabemos que exigiu e muito bem, que lhe fosse pago (ainda que tarde e a más horas) o que lhe era devido por uma transacção de 6M€. Como o Porto se andava a comportar como caloteiro, a SAD do Benfica chegou a anunciar que não lhes enviaria os bilhetes regulamentares a que teriam direito para um desafio na Catedral, a menos que, finalmente, cumprissem com essa obrigação legal.

Contabilisticamente, o FCP conseguiu, com essa “criatividade”, empolar em 6M€ os resultados desse exercício, tendo “pago” essa descarada manipulação de valores nos exercícios subsequentes em que teve de amortizar esse mesmo valor, em que teve de pagar as inerentes responsabilidades e, finalmente, suportar a imparidade restante quando cedeu o garoto (em troca de nada, claro) a uma qualquer sucursal.

Porto Canal. Mais Prejuizos (1º  Semestre 2014/15)
A Porto Media, a empresa da FC Porto SAD que explora e gere o Porto Canal, fechou o primeiro semestre da época 2014/15 com prejuízo de 522 mil euros, diz o relatório e contas da sociedade. O documento indica que entre julho e dezembro, a empresa teve receitas de 1,741 milhões de euros, enquanto os custos foram de 2,247 milhões. Os principais proveitos da Porto Media são a publicidade emitida no Porto Canal e as receitas de distribuição da estação junto dos operadores de cabo. Já na época de 2013/14, a Porto Media tinha registado um resultado negativo, que ascendeu aos 872 mil euros de prejuízo. De recordar que a Porto Media deverá exercer até ao final de abril a opção de compra que detém sobre o Porto Canal (ainda é detido pela empresa Avenida dos Aliados, que por sua vez é controlada pela MediaLuso). O negócio deverá custar aos dragões quatro milhões de euros. Além disso, e como o CM já noticiou, a empresa está a estudar a possibilidade de lançar um segundo canal de televisão, que seria inteiramente dedicado ao desporto. A intenção, apurou o CM, é manter o Porto Canal com teor generalista e criar um novo canal dedicado aos jogos de futebol da equipa B e da formação e com partidas das várias modalidades dos azuis-e-brancos. 

GOLPADAS Corruptas
Há há uns tempos ouvi um ex-homem de Ferreira Torres do Marco, amigo de PC, de Valentim, do padre de Braga e de outros terroristas (democratas de longa data) que tomaram de assalto o norte, acima do Douro, através do futebol; contava o cujo, em directo numa TV:


O Ferreira Torres era tão mafioso que pagou a uma seita de bandalhos para num determinado jogo irem equipados à maneira do adversário e provocarem desacatos por forma a que o árbitro interrompesse o jogo por falta de segurança. O que aconteceu. A consequência foi a equipa da casa ser penalizada e o Marco subir de divisão devido à penalização. Claro que o Ferreira Torres tinha amigos nas estruturas responsáveis do frutabola corrupto.

Por falar em Ferreira Torres, quando ele era presidente da Câmara do Marco quis colocar o nome de Jorge Nuno Pinto da Costa numa rua do Marco. A escolha estava entre PC ou Fernando Pessoa. A razão  que invocou para querer PC (o seu presidente corrupto) foi que ninguém na terrinha sabia quem era Fernando Pessoa. Corruptos e otários!

O FCP na Bolsa
Em Blogue Portista
O equivalente a um Janko (o que pagámos pelo passe dele) ou um «braço de Moutinho» é o valor teórico actual do total do universo FCP SAD a preços correntes de cotação na Bolsa de Valores: mais especificamente, pouco mais que 3 milhões de euros (15M de acções a 0.22 Euros cada). Uma verdadeira pechincha para um milionário qualquer.

Relembro que o valor nominal das acções (e aquele a que foram lançadas em Bolsa) é de 5 euros, tendo portanto havido uma queda de 96% (!!!) desde o seu lançamento - curiosamente, no mesmo período vimos o FCP ser campeão europeu e ganhar a Taça UEFA/Liga da Europa duas vezes, logo não foi certamente por falta de sucesso desportivo que se verificou esta queda.

Diz o R&C que "A evolução das acções da FCP SAD não apresenta um comportamento economicamente racional".

Permito-me discordar: penso que o comportamento é bastante racional, tendo em conta que
1) a SAD não distribui dividendos nem planeia fazê-lo,
2) cada vez menos é provável que isso possa acontecer no futuro (fruto da erosão gradual da situação económica da SAD),
3) a total irrelevância prática - em termos de influência de gestão - de deter uma posição minoritária na SAD,
4) o pequeno “free float” (20% do capital) e  
5) a fraquíssima liquidez das acções da SAD (num dia típico muda de mãos em Bolsa o equivalente a uns  200 euros no total!!!).
Sendo assim porque diabo haveria alguém de querer adquirir acções da SAD? O mais natural neste contexto é de facto que tendam a evoluir gradualmente para zero.

Aliás, quem assim parece pensar - e desde a primeira hora! - são 3 dos 5 administradores da SAD que não detêm uma única acção: Angelino Ferreira, Adelino Caldeira e Rui Sá. Confesso que me faz alguma impressãoque os próprios administradores da SAD não demonstrem o minímo apego ou confiança na empresa que gerem de forma a investir uma quantia simbólica que fosse! Em qualquer outra empresa cotada em Bolsa isso seria um pequeno escândalo. Os outros dois membros do CA que detêm acções são Reinaldo Teles (tem o equivalente a 2 mil euros) e Pinto da Costa (40 mil euros a preços correntes, ou 1,3% da SAD)

A Fascística Inauguração das Antas
28 de Maio de 1952 – Dia apoteótico na cidade e no clube. O Estádio das Antas, desenhado e construído pelos Arquitectos Oldemiro Carneiro e Aires de Sá e pelo Engenheiro Miguel Resende, inaugurado com pompa e circunstância. Fossem vivos Nicolau de Almeida e José Monteiro da Costa e a comoção revolveria a alma dos génios criadores das obras magníficas – os tais patrimónios afectivos. José Bacelar (Sócio n.º 1), Camilo Moniz (n.º 2) e Carlos Megre (n.º 3) hastearam as bandeiras nacional, da cidade e do clube que Simplício, num lampejo de inspiração, tão bem soube idear num emblema sublime.

Multidão nas bancadas (50.000), muita cor, muita emoção e a presença do "mais alto Magistrado da Nação".
Momento histórico na vida do FC Porto. Além do Presidente da República, reconhecem-se o Presidente do FC Porto, Dr. Urgel Horta, e o Ministro da Educação Nacional. O porta-bandeira é o antigo internacional olímpico Waldemar Mota que inclina o estandarte em saudação respeitosa. Ladeavam-no os ex-atletas portistas João Lopes Martins e Mota Freitas.

Condecoração – No momento mais solene da inauguração, o Presidente da República, general Craveiro Lopes, colocou na bandeira do clube a Medalha de Mérito Desportivo, que não tinha, até então, sido concedida a nenhum outro clube português.

O jogo inaugural – Na inauguração das Antas (assim como, mais tarde, na inauguração da Luz), jogaram FC Porto e Benfica, então unidos por relações de amizade profunda, quase parecendo irmãos siameses, depois de alguns anos de insultos, agressões, vilanias. Era assim o futebol! É assim?

As duas equipas e o trio de arbitragem – O Benfica, convidado para o jogo inaugural, ganhou surpreendentemente por 8-2. Até o Douro chorouPor escasso tempo. Muita água passaria por debaixo das pontes. E as Antas, estádio, estaria ali para as mais arrebatadoras vitórias do FC Porto.

No seu primeiro jogo nas Antas, o FC Porto alinhou com:
Barrigana (Graça), Virgílio, Alfredo Pais, Ângelo Carvalho, Pinto Vieira, Romão, Hernâni, António Araújo (Vital), Monteiro da Costa, José Maria e Carlos Vieira.
Arsénio apontou o primeiro golo no novo Estádio e o primeiro portista a fazer o gosto ao pé, nas Antas, foi Vital, o alcantarense que trocara o Atlético pelo FC Porto.

Houve um despacho ministerial do Estado Novo a expropriar os terrenos das Antas para que o Porto tomasse posse dos mesmos e os 3000 contos que o ministro das obras públicas da altura concedeu ao Porto, 40% do preço total, para que conseguisse construir o estádio das Antas pois o custo total da obra foi de 7500 contos. É obra!
Mas nada comparado com o que o Estado português e a C. M. do Porto deu para construir o Estádio do Dragão em 2004. No total foram mais de 300M€!

Como é que José Maria Pedroto utilizou a sua estadia na FPF em proveito próprio e do FCP? Por Alberto Minguéns
Pedroto foi jogador do FC Porto clube onde findou a carreira de futebolista iniciando a de treinador. Conflituoso desentendeu-se com o presidente portista Pinto de Magalhães, desenvolvendo a sua carreira em Setúbal (1969/70 a 1973/74) com um período (1973 - 1977 em que acumulou com a função de seleccionador nacional, nos últimos anos em conjunto com o cargo de treinador do Boavista FC (1974/75 a 1974/76) e FC Porto (1976/77 a 1979/80).
A sua estadia em Setúbal, mas principalmente na FPF permitiu-lhe a tarimba que mais tarde tanto utilizou enquanto treinador do departamento de futebol chefiado por Pinto da Costa.

Espírito mesquinho, arrivista e conflituoso, aproveitou os conhecimentos adquiridos enquanto seleccionador de Portugal, ao serviço da FPF, tais como contactos com árbitros, dirigentes de clubes, aproveitando as conversas e tertúlias de Setúbal e Lisboa para informar-se, mesmo de assuntos da vida privada e problemas pessoais, que depois utilizou, quase que fazendo "chantagem", ou pelo menos, utilizando "meias-palavras" dar a perceber que sabia de assuntos comprometedores que podia divulgar publicamente através de terceiros. Era temido por muita fauna futebolística portuguesa, fazendo os caboucos da escola (Futeluso) que o seu discípulo Pinto da Costa viria a usar e abusar... e usa e abusa!

Como Pedroto dizia em relação ao Benfica, com um plantel vasto e de grande qualidade, mas que perdeu para o FCP, ele para justificar a conquista do bicampeonato (1978-1979) afirmou: «em Portugal não é necessário ter os melhores futebolistas para se ser campeão».

O Porto é que manda no Calendário!
Por Alberto Minguéns

O polvo portista abocanha tudo contando com "Idiotas Úteis" nos outros clubes (para consentirem) e nos media (para esconderem). Os dois adiamentos de jogos a "meio-da-semana" em Fevereiro (Taça da Liga) e Março (Taça de Portugal) ilustram bem como o futebol português ("Futeluso") não tem comparação com qualquer outro país do Mundo!

O FC Porto é que manda
O FC Porto controla o calendário das competições prejudicando segundos (os adversários directos) e terceiros (todos os outros que estão a disputar a mesma competição).

Sporting CP: Primeiro a ser prejudicado
Sem "tugir nem mugir" o SCP aceitou uma aberração do tamanho do Polvo Portista. Aceitaram jogar num domingo para o campeonato nacional quando na quinta-feira anterior, para a Liga Europa, jogaram na Alemanha (19 de Fevereiro) para três dias depois "despachar" a jornada n.º 22 no domingo, em 22 de Fevereiro! O FC Porto jogou na Suíça, para a Liga dos Campeões, numa quarta-feira (18 de Fevereiro) e apenas na segunda-feira (23 de Fevereiro), cinco dias depois de Basileia! Inacreditável!

Fevereiro com esperteza
Para ter mais tempo para preparar (descansar) o jogo em Basileia (dia 18), o FC Porto acordou (de acordo não é de acordar que (d)espertos são eles!) com o CS Marítimo adiar as meias-finais da Taça da Liga de Fevereiro (dia 11) para Abril (dia 2). Assim, permitiu-lhes disputar a 21.ª jornada numa sexta-feira (dia 13). Em vez de 14 (sábado) ou 15 (domingo). O CS Marítimo em vez de obrigar o FC Porto a deslocar-se à Madeira (dia 11) já a pensar na recepção ao Guimarães (campeonato nacional, a 14 ou 15) e na ida a Basileia (dia 18) deixou-os a espreguiçar. Estou para ver o que vai ocorrer hoje, nas meias-finais da Taça da Liga, na Madeira, onde o FC Porto vai jogar, com o CS Marítimo,  o que já devia ter sido jogado em... 11 de Fevereiro!

Março da imundice
O que o SC Braga e Rio Ave FC permitiram em 3 ou 4 de Março roça a imbecilidade. Para que o FC Porto pudesse ir jogar numa sexta-feira, a Braga, para o campeonato nacional, frente ao SC Braga adiaram o seu encontro da 1.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal para 7 de Abril, quando nesta data já deviam estar a disputar a decisiva 2.º mão. O FC Porto tinha todo o interesse em jogar na sexta-feira pois na terça-feira seguinte disputava a, decisiva, 2.ª mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões! O SC Braga em vez de aproveitar esse facto decidiu prejudicar o seu calendário para que o FC Porto fosse beneficiado no dele! Como se previa, SC Braga e Rio Ave FC, têm um mês de Abril frenético. Entulharam o calendário de jogos deste mês para folgar o FC Porto em Março. Viva a inteligência  que, em Vila do Conde e, principalmente, Braga tem menos qualidade que a esperteza portista!

Abrilada. SC Braga e Rio Ave FC com horas extraordinárias
Para ajudar o calendário de Março do FC Porto os dois clubes satelizados pelos portistas vão jogar a 1.ª mão (SC Braga recebe o Rio Ave FC) da meia-final da Taça de Portugal no dia (7 de Abril) em que deviam disputar o jogo decisivo da 2.ª mão. O Rio Ave FC até escolheu bem a semana pois sabendo-se que os jogos da Taça de Portugal podem ter prolongamento de 30 minutos e desempate por pontapés da marca de grande penalidade nada que os incomode. Talvez que por ser a 1.º mão o regulamento não obrigue a prolongamento! A seguir a essas meias-finais, o Rio Ave FC recebe (sábado, 11 de Abril), em Vila do Conde, o FC Porto, em jornada para o campeonato nacional. Facílimo. Se forem derrotados (depois de vencerem o "Glorioso") já há desculpas!
O jogo da 2.ª mão (Rio Ave frente ao SC Braga), em 30 de Abril, está muito bem colocado. No fim-de-semana seguinte (31.ª jornada) o SC Braga vai jogar em Paços de Ferreira e o Rio Ave FC no recinto do CF "Os Belenenses"! Fantástico! Esperemos que não tenham "azares"!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

(A Controlar é que a Gente se Entende) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (135)

Controle da IMPRENSA PORTUGUESA
A parcialidade da imprensa desportiva portuguesa pode chocar as mentes mais impressionáveis, até porque é evidente, mas a verdade é que a parcialidade da imprensa nunca foi um problema. Pelo contrário. A parcialidade implica a existência de diferentes partes, e o facto de haver imprensa parcial é uma garantia de que as partes não estão silenciadas e têm voz na opinião pública.

No futebol português essas partes e as respectivas tribunas estão bem identificadas. Bola, Jogo e Record, com uma habilidade relativamente engenhosa, conseguem servir Benfica, Porto e Sporting de forma eficaz, sem alienar em excesso as outras quotas do mercado.
Desde que foi inventada que a imprensa é parcial. Aliás, a verdadeira imprensa foi inventada exactamente para ser parcial. A imprensa histórica, real, é a do panfleto, o resto é negócio.

O problema da imprensa não é quando é parcial – é quando se torna cúmplice na desonestidade.

Parcialidade acaba sempre por resultar em cumplicidade, mas o tipo de cumplicidade que se estabelece é fundamental. Quando a imprensa insiste em ser cúmplice mesmo quando, obviamente, está do lado errado da verdade, então aí a imprensa tem um problema real para resolver, e a sociedade onde essa imprensa existe também.

Uma imprensa deixa de ter valor público quando, num caso tão flagrante como o do Apito Dourado, não consegue forçar uma revolução. Não o conseguiu porque foi fraca, porque se deixou corromper durante demasiado tempo para, no momento da verdade, ter a força suficiente para se impor, não conseguindo criar uma opinião pública suficientemente forte para lidar com a dimensão do problema.

Os directores dos jornais darão muitas desculpas, apresentarão muitas justificativas para a imprensa ter perdido o seu estatuto de quarto poder (porque não tem, afinal, poder nenhum) nessa altura, falarão de condicionantes económicas, de literacia, do país da cunha, de mil e uma coisas, mas não dirão, provavelmente, o essencial:que o único problema real da imprensa desportiva portuguesa foi ter confundido parcialidade com promiscuidade, e de não se ter conseguido afastar suficientemente da porcaria para se conseguir limpar.

A imprensa desportiva portuguesa tornou-se obsoleta. A sua imagem está gasta e a insistência na exploração do tema da arbitragem, que é (como se vê pelas dúzias dos programas dos paineleiros nas televisões) o último catalisador de audiências à mão de semear, baixou-a ao nível da conversa de tasca, por um lado, e por outro tornou-se igualmente inócua. Afinal, uma imprensa que bate e rebate no tema da manipulação de resultados, defendendo, pelas palavras dos seus editores, a transparência e a vitalidade do futebol nacional, o que é que fez quando, finalmente, teve a oportunidade de agarrar com as duas mãos?

1 – Escondeu-se, primeiro. Fez de conta que não estava a acontecer nada, atirou o tema para as últimas páginas enquanto pôde (por desconfiança, por medo ou por pura incompetência) e, mesmo depois do processo estar em andamento, foi só quase por não conseguirem fugir mais que atiraram o tema para as primeiras páginas. O grosso do trabalho jornalístico e das revelações relativas ao Apito Dourado acabou por ser feito pela imprensa generalista (Correio da manhã, Público, Expresso e outros).

2 – Encolheu-se, depois, entregando a cobertura do caso a jornalistas fragilizados, quer por serem naturalmente frágeis, quer por residirem na cidade do Porto, onde estavam sujeitos a todas as pressões necessárias por parte dos clubes e das suas Forças Armadas, quer por integrarem o grupo de jornalistas demasiadamente parciais ou promíscuos em relação ao Futebol Clube do Porto, o grande alvo do Apito Dourado, sem margem para dúvidas.
Quando deveriam ter criado grupos especiais de trabalho para investigarem e aprofundarem as revelações do Apito Dourado, e insistido até fragilizarem de tal forma o sistema que ele teria de ceder, preferiram tratar do caso como uma mera crónica de tribunal, de leitura e transcrição selectiva de certas passagens das averiguações policiais, não fazendo o que à imprensa compete: usar o seu poder para ir além dos outros poderes.
Com o passar do tempo tornou-se óbvio que era muito mais importante para o Porto ganhar a guerra do que para a imprensa continuar a lutá-la. A imprensa capitulou. E o Porto, por mero exercício de resistência, ganhou.

3 – Comeu e calou, por fim.

Hoje, o Apito Dourado é um passado distante. O que os jornais não fizeram antes também não demonstram, agora, a mínima vontade de fazer. O presidente do clube que transformou radicalmente a índole do futebol português, transformando-o numa casa de alterne, continua em funções e é glorificado pela sua genialidade, apesar de ser evidentemente culpado de actos de corrupção e manipulação de resultados.
O jogo de futebol em Portugal, com potencial para ser um dos melhores do mundo, continua a ser poluído, diariamente, pelas insinuações e pelas acusações de corrupção, consumindo-se quando deveria estar a crescer.
Os miúdos que começam a ver o jogo crescem já com o veneno do vale tudo, do «os fins justificam os meios», do «eles não nos deixaram ganhar». A canalha colonizou o país desportivo. Em vez de ouvirem dizer que o futebol conseguiu erradicar as pessoas que falseavam resultados e que agora o jogo é limpo, e ganha o melhor mesmo com erros dos árbitros, aprendem que, com advogados habilidosos e a coberto da lei, os corruptos que davam dinheiro e prostitutas a árbitros safaram-se, e que o crime compensa, porque não só se safaram como continuam a ganhar, porventura usando os mesmos métodos: o que é que os impede?

A imprensa desportiva portuguesa, que sempre foi vista pela sua congénere generalista como a Cova da Moura da comunicação social nacional, esteve, afinal, precisamente à altura deste epíteto.

Controle da Polícia
O subdirector da Polícia Judiciária do Porto que supervisionava as investigações do processo Apito Dourado, Reis Martins, pagou caro por não ter travado o trabalho da brigada que tratava do caso durante as averiguações a Pinto da Costa.
O dirigente da PJ teve a vida privada e profissional devassada, a ponto de ficar sem condições para se manter no cargo, antecipando por isso a sua aposentação.


Ao longo de meio ano, entre a primeira e a segunda fases do caso Apito Dourado, pessoas próximas do presidente do FC do Porto acreditavam que Reis Martins teria a incumbência de abafar o processo da corrupção no futebol, quando o então director nacional da PJ, juiz Adelino Salvado, o incumbiu de coadjuvar naquele processo o novo director da PJ do Porto, Ataíde das Neves.
 


Reis Martins, contudo, deu todo o apoio à equipa que investigava o caso. Foi ele quem concordou com as buscas a casa de Pinto da Costa. As investigações incluíram duas buscas à Câmara de Gondomar  presidida por Valentim Loureiro.

O facto de Reis Martins ser vizinho do vice presidente portista Reinaldo Teles serviu para tentar ligá-lo a fugas de informação - confirmadas por Carolina Salgado - para avisar Pinto da Costa das buscas.
Mas  não foi ele que o fez.

Controle da PJ

ALGUÉM ENTROU EM PÂNICO COM O APITO DOURADO
Teófilo Santiago, 25 anos de carreira na PJ, conta a experiência de ser demitido após fazer parte da direcção que investigou e desencadeou o Apito Dourado.
“O que me parece é que alguem entrou em pânico ao não saber o que estava no processo. E essa necessidade tornou-se uma necessidade imensa. Nunca me tinha contecido que alguém quisesse saber o que estava no processo. Nunca por nunca tinha havido essa quebra de respeito pela integridade da investigação”.

Jornalista: “Foi esse o segredo do Apito Dourado?”
TS: “Foi tudo muito claro. Em junho de 2004, quando fomos demitidos, foi a primeira vez que de, de forma explícita, houve um ataque brutal à integridade da investigação. Feito de forma soez, feia e cobarde.”
(N.R. Foram demitidas mais duas pessoas envolvidas na investigação, sendo uma desterrada para África e a outra para França. PORQUÊ? Hallô srs jornalistas! Era interessante tentar saber quem foi a pessoa ou pessoas que foram responsáveis pelas extradiçoes e demissões destes profissionais! )
Jornalista. “As demissões foram determinadas por uma lógica política?”
TS: “Pretendeu-se dar um aviso, mas nem uma coisa nem outra foi conseguida”.

“FUI PERSEGUIDO” (Carlos Teixeira) 


Carlos Teixeira, procurador do Apito Dourado, chegou a ter protecção policial durante o período (Abril de 2004) em que foram detidos vários arguidos do processo Apito Dourado. 


Durante a fase de investigação do processo Apito Dourado foi alvo de algum tipo de perseguição? 


Carlos Teixeira: "Em 2004 fui perseguido duas vezes. Perseguições de automóvel. Foram ambas nas ruas de Gondomar, onde resido. Reportei essa situação à minha hierarquia (o actual procurador-geral distrital do Porto, Pinto Nogueira).


P. Teve protecção policial? 


CT - Sim, durante pouco mais de uma semana, em Abril de 2004 (altura em que foram detidos vários arguidos do processo Apito Dourado, caso de Valentim Loureiro). Depois considerei que não valia a pena. Não dei qualquer importância a essa situação.


P. As perseguições de que falou aconteceram antes ou depois de ter dispensado a protecção policial? 


CT - Algum tempo depois.


P. Reconheceu a pessoa que o perseguiu?


CT - Na segunda vez que fui perseguido, reconheci-a perfeitamente.


P. É arguido no processo Apito Dourado? 


CT - Não posso falar sobre isso. Digo, apenas, que reconheci o indivíduo, apesar de ele ter tentado esconder a cara com o braço quando parei o meu carro ao lado do dele. 


P. Chegou a falar com esse indivíduo? 


CT - Não. Encostei o carro ao lado do dele para ver se ele me enfrentava. E olhei para ele. O indivíduo tentou esconder a cara com o braço. Depois fui-me embora e ele veio atrás de mim.


P. Alguma vez sentiu que teve a integridade física em risco? 

-
CT - Não.


P. A sua família também chegou a ser importunada? 


CT - Que eu saiba, não.

P. Conhece outras pessoas - juízes, magistrados do Ministério Público ou inspectores da PJ - que intervieram no processo Apito Dourado que tenham sido perseguidas?


CT - Sei que aconteceram algumas coisas a outras pessoas, mas não vou dizer o que sucedeu nem quem são.


P. Chegou a ter medo? 


CT - Não. Nunca deixei de fazer o que tinha de ser feito.
 Controle dos Juizes
Falaste demais, a Máfia limpou-te o sebo...

Numa conferência de imprensa convocada para debater as incidências do processo na gestão autárquica de Gondomar, Ricardo Bexiga sublinhou que à transferência dos dois principais investigadores do caso para Cabo Verde e França se soma agora a substituição da juíza responsável pelo inquérito, Ana Cláudia Nogueira.

Carolina Salgado afirmou hoje na TVI que Pinto da Costa recebia em casa, entre outros, os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte para "preparar os jogos", e que se estes "se portassem bem", recebiam dinheiro e favores de "meninas" como recompensa.

A mulher que viveu com o líder portista durante 6 anos lançou hoje um livro autobiográfico em que trata a relação terminada com um dos homens mais influentes do futebol português, e fez afirmações graves às câmaras da privada. "Eram reuniões normais para preparar os jogos, como toda a gente sabe, incluindo os portistas: eles que me perdoem, mas enquanto clube continuar a ganhar... Os árbitros eram pagos para isso; se se portassem bem, depois ainda tinham umas meninas para os acompanhar, beber uns copos... Era a recompensa", avançou, sobre as afirmações contidas no livro a antiga companheira de Pinto da Costa.

No seu livro, Carolina Salgado esclarece que o presidente do FC Porto, "por ser muito cuidadoso, nunca falou com um árbitro ao telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam lá a casa confraternizar.

“O PS de Gondomar estranhou a substituição da juíza. Os socialistas disseram que "há claros indícios de que alguém quer matar o processo". O presidente do PS de Gondomar, Ricardo Bexiga, disse estranhar a substituição da juíza do caso "Apito Dourado", afirmando que Paulo Abreu Costa, o juiz que vai substituir Ana Cláudia Nogueira no processo, no âmbito do movimento anual dos juízes, é filho do assessor de Valentim Loureiro para a área jurídica na autarquia local e irmão do fiscal municipal de obras na mesma Câmara.
Numa conferência de imprensa convocada para debater as incidências do processo na gestão autárquica de Gondomar, Ricardo Bexiga sublinhou que à transferência dos dois principais investigadores do caso para Cabo Verde e França se soma agora a substituição da juíza responsável pelo inquérito, Ana Cláudia Nogueira. "O juiz que vai substituiu Ana Cláudia Nogueira [no âmbito do movimento anual dos juízes] é Paulo Abreu Costa, filho de João Araújo Costa, assessor para a área jurídica de Valentim Loureiro na Câmara de Gondomar, e irmão de Nélson Costa, fiscal municipal de obras na mesma autarquia", adiantou Ricardo Bexiga.


O líder do PS de Gondomar acrescentou que Paulo Abreu Costa é "um juiz muito jovem que estava colocado no Tribunal de Menores de Braga e que tinha indicado o Tribunal de Gondomar em 61º lugar na sua lista de preferências em caso de transferência”.
Há claros indícios de que alguém quer matar o processo, com movimentações que põem em causa a independência da justiça", disse Ricardo Bexiga. "Esta situação põe em causa a independência da magistratura", afirmou Ricardo Bexiga, acrescentando que compete agora ao Conselho Superior da Magistratura "explicar as razões deste movimento".
Ricardo Bexiga considerou também "lamentável" que Valentim Loureiro insista em permanecer à frente da Câmara Municipal de Gondomar nas actuais condições. Valentim Loureiro é suspeito, no âmbito do processo "Apito Dourado", de 18 alegados crimes de corrupção activa, quatro de tráfico de influência e um crime de corrupção passiva. No âmbito do mesmo processo, que envolve um total de 16 pessoas em alegados crimes ao nível do futebol, encontra-se preso preventivamente, desde há dois meses, o vice-presidente da autarquia e presidente do Gondomar Sport Clube, José Luís Oliveira, enquanto um outro vereador se encontra sob medidas de coacção e impedido de contactar o presidente. O PS de Gondomar reiterou a sua posição de que Valentim Loureiro "deveria pôr os interesses dos gondomarenses à frente dos seus e suspender o seu mandato até ao cabal esclarecimento de toda a situação". Ricardo Bexiga considerou ainda que a autarquia se encontra paralisada na sequência do processo "Apito Dourado", com apenas três vereadores a gerir todos os pelouros da Câmara".
Os elementos do MP do Porto deviam era ter vergonha por ter sido necessário esperar mais de um ano até que todo o processo fosse levantado pela equipa da procuradora e se verificasse que não tinham sido feitas quaisquer diligências no sentido de deram caça aos agressores.
Mais  recentemente, logo após Ricardo Bexiga ter sido agredido brutalmente, o advogado portuense apresentou queixa na PJ. Um ano e meio depois, quando a equipa de Maria José Morgado pegou na situação para a investigar deparou-se com um processo sem uma única diligência. Incrível!! A única coisa que contava do processo era a queixa apresentada por Ricardo Bexiga.
No dia 14 de Dezembro último o CM deu à estampa po relatório que a PSP fez sobre as investigações das últimas mortes, mencionando nomes e factos e a forma como tudo foi conduzido. O que fez a PJ do Porto? NADA!!

Controle dos Processos no Porto
Jorge Fernando Teixeira, técnico de Justiça adjunto, de 45 anos, começou a ser julgado na segunda-feira, na 2.ª Vara Criminal do Porto, por 20 crimes de denegação de Justiça e 17 crimes de falsidade informática.
Os crimes de que é acusado, segundo o Ministério Público, começaram em 2004 e só terminaram em Junho de 2010.

Nessa altura o arguido trabalhava no Departamento Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto, no edifício da Rua da Constituição.
Na segunda-feira, no tribunal, manifestou o seu "profundo arrependimento" mas não deu grandes explicações sobre os motivos para tanto "desleixo", que acabou por provocar a prescrição de dezenas de processos.
Havia diligências processuais a cumprir para o andamento normal dos processos que Jorge Teixeira tinha a seu cargo mas, em muitos deles, nada fazia. E quando reparava que estavam ultrapassados os prazos, "mentia" ao sistema, ou seja, introduzia no computador dados falsos, com o objetivo confessado de "iludir" os seus superiores
(Fonte Jornal de Notícias)

Controle dos Jornalistas
E queres que te diga mais, meu caro? Este rapaz, que é de Oliveira do Hospital, é benfiquista desde pequenino. O Luís Baila cresceu a torcer pelo Benfica até entrar para o jornalismo. Aí passou a ser mais um dos avençados. 


Há uns anos atrás voltou à sua terra e um amigo que temos em comum confrontou-o com a forma como ele se transformou. A resposta dele foi clara. “Ou isso ou não trabalho”.
(Testemunho do Vermelhovsky)

Controle do SEF
As suspeitas, que envolvem os departamentos de futebol e andebol do FC Porto, levaram a buscas nas instalações daquelas modalidades, o que confirmou os indícios de crimes de corrupção e auxílio à imigração ilegal. Os indícios surgiram durante o processo principal, em que são suspeitos – pelos crimes de associação criminosa para tráfico de influência, burla, extorsão e falsificação de documentos – a advogada de Barcelos Elisabete Chaves, fundadora do movimento pela ‘Nova Democracia’.
TRÊS MIL EUROS CADA
A rede desmantelada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) obrava três mil euros a cada imigrante ilegal, para forjar os documentos, legalizar as suas situações e jogar em equipas, ou praticar prostituição, como sucedia com as brasileiras. A rede dedicava-se a legalizar imigrantes endinheirados.

SACOS COM DINHEIRO
O SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) apreendeu sacos cheios de notas na residência de uma familiar de Elisabete Chaves. A advogada tinha 125 mil euros a render numa conta bancária já bloqueada pelo TIC do Porto. A jovem advogada deslocava-se num Porsche e tinha clientes quase só imigrantes. Utilizava um escritório que o namorado, advogado e assistente universitário tem no Porto.

FALSOS CASAMENTOS
Os falsos casamentos com que a rede de imigrantes legalizava a permanência em Portugal dos futebolistas e dos andebolistas, todos do FC Porto, deverão ser anulados, por iniciativa do Ministério Público.
Controle da Liga. Aguiar, no calor das leis
Na era de um Aguiar como Director Executivo da Liga de Clubes - posição que rendeu, pelas leis que deixou muito convenientemente aprovadas, ao clube do próprio uma crucial absolvição (em termos claros: a não descida de divisão) anos mais tarde, no famoso "Apito Dourado" - as coisas faziam-se, de facto, "por outro lado". Desconheço a que outro lado se referia Luís Filipe Vieira numa das escutas que vieram a público,mas conheço bem o outro lado de Aguiar e de toda a estrutura que o sustentava e que ele próprio servia.
A estratégia para o sucesso não passava apenas pelo aliciamento de árbitros - essa era a face mais óbvia, feita, arrisco dizer, à descarada, tais eram as sórdidas situações passadas em certos estabelecimentos em que a noite era de facto muito quente. Mas havia outros agentes e outras fórmulas: não bastando os chequesentregues nas mãos dos árbitros em plenas mesas de "privados" com as meninas presentes (algumas das quais dando-me disso conta anos mais tarde), era também importante levar as meninas a outros universos, mais elitistas e para gente de maior quilate no futebol luso.
Falamos, para que não restem dúvidas, de aliciamento a directores, presidentes e inclusivamente treinadores de equipas adversárias. Tudo com o aval do púdico, civilizado e muito indignado em programas de televisão, o Sr. Aguiar, esse mesmo que patrocinou as leis que permitiram ao seu clube manter-se na prova máxima do futebol nacional, mesmo que as provas, e se eram conclusivas!, o fizessem advinhar.
O Sr. Aguiar gozava de um estatuto tal, de um respeito, de uma admiração por parte do dirigismo em Portugal que qualquer conversa, qualquer menina, qualquer insinuação mais ou menos velada, eram tidos como normais e próprios de um futebol em que as coisas eram assim porque eram e não valia a pena discutir princípios. Esse próprio Sr. Aguiar anos mais tarde veio dizer, do alto da sua dignidade, que não gostaria de ver ninguém atirar pedras porque no futebol devia haver pouca gente que o possa fazer porque há muitos telhados de vidro - extraordinárias declarações, assumindo nós que o Sr. Aguiar assumia a generalização como forma de se absolver das suas próprias pedras.
O que o Sr. Aguiar não disse - e não dirá seguramente no futuro - é que ele foi um dos mais importantes tentáculos do polvo, controlando dirigentes, impondo leis na Liga, avançando na diáspora portuguesa pela UEFA, sempre de falinhas mansas e discurso recheado de hipocrisia, passando entre os fios de chuva, tanto que hoje, e há vários anos, vemo-lo sentado em televisões nacionais, debitando alarvidades com um ar de quem não faz mal um rato.
Encontravam-se em hotéis estes rapazolas. O Sr. Aguiar, mais na sombra, o Sr. José Gomes - que hoje, muito de forma curiosa, é, imaginem as voltas que a vida dá, prospector de futebol no Benfica! - para quem o FCP é uma "religião" e os vários dirigentes dos clubes da primeira divisão da altura. Eram jantares e encontros de circunstância, dizia a versão oficial, era apenas camaradagem e relaxamento. O que as versões oficiais nunca explicaram foi a aparição constante de meninas vindas dos estabelecimentos do Sr. Reinaldo Teles para os quartos de dirigentes, treinadores e presidentes de vários clubes que nos dias posteriores iriam jogar contra o clube dos Srs. Aguiar, Gomes e Reinaldo Teles. Mas certamente faria tudo parte de um maior relaxamento. Uma verdadeira comissão de boas-vindas.
É apreciavelmente didáctico rever jogos antigos, especialmente dessa década de 90, era do famoso penta do Engenheiro (Fernando Santos). Observar as equipas adversárias, especialmente no Estádio dos Srs. Aguiar, Gomes e Reinaldo Teles, a forma quase pueril com que jogavam, verdadeiras passadeiras vermelhas para os jogadores do clube desses senhores, é um exercício de memória que devemos agradecer à RTP. É verdadeiro serviço público. Depois, quando apesar de meninas, copos, prémios e jantaradas, a coisa não resultava e os jogadores visitantes mostravam brio profissional, lá aparecia então o resultado dos cheques às classes mais baixas em "privados" e os homens de negro resolviam os pentas. O Engenheiro, benfiquista dos sete costados, agradece.
Controle em Paços de Ferreira
Triste, é saber que há Jogadores do Paços de Ferreira, BEM COMO SEUS FAMILIARES, AMEAÇADOS DURANTE OS ÚLTIMOS DIAS, por DELINQUENTES, FANÁTICOS OU ATÉ CRIMINOSOS, que fazem o trabalho sujo de um certo clube (FCP). Penso que alguém deveria denunciar esta situação.
(in A Bola 16-05-2013 - 15:49)

Caros colegas, as noticias das ameaças aos jogadores do Paços são todas verdade. Hoje em conversa com um familiar de um jogador, ele contou que o próprio avisou que não quer nenhum familiar no jogo. E que eles estão a contar com invasão de campo, em qualquer das circunstâncias... E como é lógico estão todos acagassados... Os SD têm estado lá todos os dias, e nem deixaram os próprios adeptos do clube comprar bilhetes. Ficaram com todos, por isso já podem imaginar o clima que estão a criar...

Sou de Paços de Ferreira, a única coisa que sei que é verdade, foi que os SD esmurraram alguns pacenses e lhes roubaram os bilhetes. Foi preciso chamar o corpo de intervenção para acalmar, mas nem assim esses animais pararam de insultar e roubar. Agora estão a vender esses bilhetes a mais de 100€.

Jogadores e população de Paços controlados! 


O "braço-armado" portista (SD) sabe onde trabalham esposas e familiares, sabem os nomes e onde estudam os filhos.
Devido a esta situação, pelo menos dois jogadores normalmente titulares pediram a Paulo Fonseca dispensa do jogo. Foi recusado pelo treinador. Mau estar instalado no clube.

Jogadores do Paços amedrontados, desconcentrados só querem que o jogo passe depressa, que o porto seja campeão e que possam voltar à vida normal com a sua familia.



Adeptos Pacenses agredidos e roubados.Para conseguir o máximo dos bilhetes possíveis, elementos das claques portistas têm estado a semana todo em Paços. Agrediram adeptos adversários e roubaram os poucos que já tinham conseguido bilhete. Vários relatos inclusive de idosos mal tratados. Poucos adeptos Pacenses estarão presentes no jogo de Domingo. O medo e o terror dominam a cidade. Um clube pacato, sem grande força popular e mediática "come e cala".
Vários novos sócios do Paços nos últimos dias. Todos da zona do porto. Consta-se que todas estas inscrições foram suportadas pelo fcp e todos estes novos sócios são membros dos grupos de apoio organizado do clube. Algo que seria muito fácil de investigar por quem de direito… Objectivo "silenciar e controlar" as reduzidas áreas de sócios Pacenses.



Josué, jogador preponderante na equipa do Paços e membro dos "Superdragões" desde há muitos anos, garantiu no seu circulo de "amigos" que estava tudo controlado. Tem sido constantes os encontros entre neste atleta e alguns dos mais conhecidos membros da claque portista. Segundo palavras do mesmo "não há razão para preocupações, o porto será campeão ou… Campeão".
Josué tem também aconselhado colegas a não se armarem a heróis porque "aquela malta não brinca". Este talentoso médio tem servido como uma espécie de infiltrado daquele grupo de marginais no balneário Pacense. Domina os mais fracos, demove os indecisos e denuncia os íntegros. Estes últimos os principais alvos do terror psicológico em relação às familias.



Ameaças de que o jogo nunca chegará ao fim se algo estiver a correr mal e de que o Paços dentro de anos disputará as divisões amadoras…


Ameaças aos habitantes locais de uma enorme invasão portista à cidade! É melhor para todos, para a terra e os seus habitantes que nada "falhe".
Ideia generalizada e desejo de toda a cidade, cidadãos, adeptos do clube, jogadores e dirigentes que toda esta gente ganhe, fique feliz e se vá embora. De vez.




Em Paços de Ferreira e em muitos lugares da cidade do Porto sabe-se tudo isto e muito mais. Poucos aceitam dar a cara e falar com medo de represálias e os outros gabam-se, gozam e… Já festejam! Tudo às claras, tudo sob um silêncio comprometedor de milhares de jornalistas, centenas de rádios, tv's e jornais.

Controle do Paços. Testemunho (2012/13)
“Isso não é nada, eu sabia desde dezembro que o Paços de Ferreira estava com lugar garantido nas competições europeias e o campeonato só acaba em maio!!!!!! Foi no ano em que o Paços foi pela 1ª vez na história das competições, então como é possivel garantir que uma equipa vá as competiçoes europeias???? Para isso muito vale as visitas "discretas" do Pinto da Costa aqui a Paços de Ferreira para falar com o presidente do Paços e com o presidente da câmara. E esta hein?”

Controle do Estoril. Testemunho (2012/13)
O Benfica-Estoril
Pois é!
A mala até nem foi muito carregada.
O orçamento foi baixo. Sómente 14 x €25.000. O que perfaz a módica quantia de €310.000 euros.

Nem foi preciso muita alpista para pôr catorze canários a cantar na Luz!
PS. De fonte seguríssima!

Controle do Setúbal. Testemunho (2012/13)
(Ficou famoso quando se viu Pedro Proença, que achava que o terreno de jogo estava impracticável para jogar, testando-o atirando a bola para onde estavam as poças de água).

“Existe um jogador do Setúbal que é da província. O seu pai contou que eles na semana anterior ao jogo com o Porto treinaram em Vendas Novas e eles já sabiam que não iria haver jogo. Até aqui tudo bem.

O estranho é que o Setubal tinha 5 meses de salários em atraso. E depois, perguntam vocês? Pois, dois dias depois do adiamento do jogo os jogadores do Setúbal receberam 2 meses dos 5 em atraso sem qualquer aviso prévio.

O Rui Santos no Tempo Extra bem dizia que o atraso só por si já era um caso de polícia.”