ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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sábado, 15 de novembro de 2014

(Porrada Neles) - A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (120)

Ainda o Túnel da Luz
O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu manter as penas aplicadas em 1ª instância a Sapunaru (300 dias de multa) Hulk (180), Cristian Rodríguez (180), Fucile (180) e reduzir a sanção a Helton, de 240 para 200 dias, no caso do túnel da Luz.

Em causa, as agressões dos jogadores do FC Porto aos assistentes de recinto desportivo Sandro Correia e Ricardo Silva, após o jogo com o Benfica (1-0), em dezembro de 2009. Cada jogador vai ter de pagar 25 euros por cada dia de multa, e, se não o fizer, arrisca pena de prisão efetiva, tal como está escrito no acórdão da Relação de Lisboa, de 5 de novembro, a que o CM teve acesso.

Além das multas, Hulk, Helton e Sapunaru vão ter de desembolsar, respetivamente, 5 mil euros, 6,5 mil euros e 8,5 mil euros a Sandro Correia, mais juros, a título de indemnização. Já Rodríguez, Fucile e Sapunaru terão de pagar, cada um, 3,5 mil euros (mais juros) a Ricardo Silva. Os desembargadores (José Adriano e José Vieira Lamim) que apreciaram o recurso dos futebolistas (Helton é o único que permanece no plantel portista)consideraram como provado que Sandro Correia levou um soco na testa e pontapés no tronco (Sapunaru), um pontapé no abdómen (Hulk) e um pontapé na virilha (Helton). E que Ricardo Silva apanhou murros nas costas e no pescoço e pontapés nas pernas de Rodríguez e Fucile e murros e pontapés de Sapunaru. Sandro Correia teve de ser suturado com sete pontos na face devido a um soco de Sapunaru.
Helton - O tribunal da Relação de Lisboa destacou o facto de as agressões de Helton terem acontecido numa altura em que a "situação estava em vias de se acalmar".

Provocações - No acórdão, está escrito que não ficou provada "uma provocação injusta ou ofensa imerecida" por parte dos assistentes de recinto desportivo Sandro Correia e Ricardo Silva aos jogadores do FC PORTO no caso do túnel da Luz.

OS PORCOS SELVAGENS DE CONTUMIL
De acordo com o referido site, os adeptos dos dragões terão começado por causar distúrbios por volta das sete da manhã, quando "roubaram produtos na loja e ameaçaram o empregado quando este tentou impedir", relata o jornal.

"Infelizmente já são velhos conhecidos nossos. Quando passam por aqui tentámos sempre impedir a sua entrada, mas desta vez apanharam-nos de surpresa. Roubaram e ao sair o alarme apitou. O empregado chamou-os à atenção e então empurraram-no e ameaçaram-no. Não foi algo mais grave porque não quiseram", adiantou um empregado ao "La Gaceta de Salamanca".

Dali, o referido grupo terá causado distúrbios no Restaurante Europa, de onde terão roubado várias garrafas do interior de uma arca frigorífica. No entanto, esse mesmo estabelecimento decidiu não apresentar queixa, por entender que o prejuízo não justificava tal ação.

Na mesma zona, um outro grupo terá atirado objetos de cristal aos vidros de uma loja, quando lhes foi vedada a entrada no estabelecimento. Antes, elementos num outro autocarro terão também roubado, de acordo com o jornal. "Parou um autocarro e sairam dois ou três. Logo a seguir entraram todos de seguida e puseram no bolso tudo o que encontravam... e foram embora. Os do primeiro autocarro roubaram tudo o que quiseram, mas quando veio o segundo já estávamos avisados e fechámos as portas. Aí, começaram a atirar coisas à porta...", relatou um dos empregados.


O diário "La Gaceta de Salamanca" adianta esta quinta-feira na edição online que um grupo de adeptos do FC Porto terá vandalizado várias estações de serviço no caminho de regresso ao Porto, depois da visita ao reduto do Athletic Bilbao.

De camino a Bilbao protagonizaron varios hurtos y enfrentamientos con los empleados de estaciones de servicio y restaurantes: "Son como Atila”.

Estación de servicio La Pedresina II.

Los aficionados del Oporto que este miércoles se desplazaron a Bilbao para presenciar el partido de su equipo contra el Athletic, sembraron el pánico a su paso por Salamanca y protagonizaron una cadena de incidentes en algunas de las estaciones de servicio y restaurantes más cercanas a la frontera de Fuentes de Oñoro.
En torno a las 7:00 de la mañana comenzaron su ‘tour’ de altercados en la estación de La Pedresina II, donde robaron algunos productos de la tienda y amedrentaron al encargado cuando les intentó echar el alto. “Por desgracia ya son viejos conocidos nuestros. Entran como Atila y por eso siempre que pasan cerramos el local y no les dejamos entrar para evitar problemas, pero nos han pillado por sorpresa y se nos han metido. Habían hurtado y al salir ha pitado el detector. El empleado les ha llamado la atención y entonces le han rodeado, le han empujado... No ha sido más grave porque no han querido”, comenta uno de los empleados.
Tras dejar huella en Fuentes de Oñoro han recorrido su camino hacia Sancti Spiritus y allí han hecho una primera parada en el Restaurante Europa, donde han entrado hasta un comedor y han robado botellas del interior de una nevera. “Llamamos a la Guardia Civil, pero no hemos querido denunciar porque por unos euros no nos merecen la pena esos jaleos, pero ya están avisados para que estén atentos esta noche (por ayer) para cuando regresen”, relataban en el restaurante. Dentro de Sancti Spiritus protagonizaron otro incidente en la estación de servicio del polígono industrial, donde aficionados de un primer bus también han robado, mientras que los siguientes lanzaron objetos al cristal cuando se les prohibió la entrada. “Paró un bus y bajaron dos o tres, pero luego entraron todos de golpe y se metían para los bolsillos bollos, patatas... y se marcharon. El primer bus robó lo que quiso, pero cuando vino el siguiente ya estábamos al tanto y les cerramos la puerta, así que se cabrearon y empezaron a poner pegatinas y lanzar algo”. Al parecer, lanzaron una de las botellas que habían robado en el restaurante anterior. Los responsables de seguridad de la frontera esperaban que los autobuses entrarían por Zamora, pero a última hora cambiaron de opinión y lo hicieron por Salamanca, generando estos altercados.

Grunhos, Broncos e Batoteiros
Reacções ao empate com o Estoril em blogues andrades

1º adepto: O palhaço do tozé, para além de sacar um penalty, fingiu lesões para queimar tempo e quando foi a sair do campo a andar à gpqp, no fim do jogo vem dizer que é Portista, tem mas é vergonha e não me apareças à frente nos próximos tempos que és capaz de levar umas estaladas valentes, palhaço e não me falem profissionalismo porque um bom profissional não finge lesões nem queima tempo nunca...

2º adepto: Comecemos pelo mais odioso e que a SAD não se esqueça que esse jogador nunca mais volte a representar as nossas cores, Tozé. Simulou agressão de Indi, ficou estendido no chão até se jogar a bola fora. Simulou agressão de Quaresma e posteriormente provocou-o verbalmente, tentando sacar-lhe um amarelo. No penalti adivinhou a infantilidade de Fabiano, seu colega (com amigos destes!!!) e arrasta o pé de encontro ao corpo deste. É penalti, mas muita manha, má fé e desonestidade da parte deste verme que recebe o ordenado do F. C. Porto. Se este crápula voltar a vestir a camisola do meu clube, que fiquem lá com o meu cativo e o ofereçam a um familiar desta merda de jogador

3º adepto: Os factos são estes: o Benfica é um cancro nacional e quanto mais o país cai económicamente, mais se notam os tentáculos de toda essa gente que vive à custa dessa máquina nacional de compadrios e corrupção politica e económica da pior espécie. O Porto assiste a isto, sem discussão sobre regionalização nem qualquer intimidação aos corruptos de Lisboa.
É preferivel assobiar e dizer mal do Lopetegui.

4º adepto: Há algo que me atravessa a garganta como se fosse uma espinha... Tozé, esse teu profissionalismo será o mesmo quando defrontares os avermelhados, ou foi uma exibição revanchista contra o clube que te deu o nome?
É que na jogada do penalti já vi milhares de jogadores que em vez de meterem o pé e mergulharem a sacar o penalti, saltam por cima do guarda-redes e deixam o lance morrer...
A marcação do penalti é de uma ingratidão total!!!! Por mim até já podes assinar pelos vermelhos, não me dizes nada, absolutamente nada!!!!
Também não estou a pedir que passasses ao lado do jogo por amor (como tu dizes) ao FC PORTO, mas o lance e a marcação do penalti... francamente!!!
E já que tens o curso de veterinária, olha; vai dar banho ao cão!!!!
Triste complexo de provincianismo sofrem certos nortenhos!!!

5º adepto: Como alguém diz como é possível o soares dias passear-se pelo Porto sem que ninguém lhe acerte o passo?? a esse e a muitos mais mas até nisso já não somos o que eramos, até as claques são manipuladas pela sad e se não se portam bem acambam-se os bilhetes portanto tudo é controlado pela sad que não quer falar nem deixa ninguém fazer o que quer que seja, esta é a realidade e enquanto não começarem a levar para assar não nos vão respeitar, eles não têm vergonha mas têm medo portanto meus amigos está nas nossas mãos já que o clube/sad nada faz quando virem esses cornos há pelo menos que os insultar forte e feio para que eles sintam ao menos vergonha.

6º adepto: Quanto ao Tozé (filho de um ferveroso benfiquista) e quem sai aos seus...para alem de cavar a grande penalidade, levanta os braços de imediato e se se lembrarem quando foi substituído saiu de bagar de bagarinho, que foi preciso os jogadores do FCP o empurrarem. Fica a analise para vocês fazerem, de quem é este gabirú.

7º adepto: Tozé foi um ressabiado que cuspiu no prato onde come a sopa. não está em causa o profissionalismo, está em causa a falta de respeito por um clube que investiu naquilo que ele é hoje, profissional da bola.
O resto é conversa da treta, de roxos.

8º adeptoOntem fui ver o jogo ao estádio e não quis acreditar que aquele tozé não falhou o penálti. Era quase obrigação, visto que se não fosse o porto, ele não era nada, foi o porto que lhe deu tudo, e se ele realmente fosse um portista verdadeiro, falhava o penálti de propósito.
Um verdadeiro portista e SÓ um verdadeiro portista, falharia de propósito o penálti, não seria de forma nenhuma péssimo, além de que ninguém para além de ele próprio iria saber que o penálti tinha sido falhado de propósito.

Tó Zé “apertado”
No final da partida Estoril-Porto, o médio ToZé, que ainda é em parte jogador do Porto e que marcou o golo que deu o 2º golo do Estoril, foi “apertado” por elementos ligados ao Porto no túnel de acesso aos balneários no final do jogo tendo sido acusado por eles de falta de profissionalismo. (WTF!!??)
De acordo com o Record, essa foi uma situação que deixou o jogador do Estoril quase em lágrimas mas que não o impediu de defender-se alegando apenas que cumpriu o seu trabalho.
Na base do ataque ao Jogador esteve sem dúvida a grande penalidade que o médio ganhou e transformou em golo, deixando o Estoril na frente do marcado (2-1) e os dragões à beira de um ataque de nervos.

Segundo escreve o Record,o médico Nelson Puga e o treinador Adjunto Rui Barros foram dos mais activos. Ambos fizerma acusações ao médio, questionando o seu profissionalismo e só por pouco não deixando ojovem jogador estorilista em lágrimas. Nelson Puga era o mais exaltado.

Devaneios sobre o “Túnel de Madalena”
O túnel da “Madalena”, cujo início da construção data de meados da década
de 80 do século passado, é uma cópia fiel, mas muito mais refinada, de um,
bem mais antigo, o das Antas - esse túnel tenebroso onde se simulava a
sodomização dos árbitros e que foi um altar demedo, boçalidade, coação e
violência.
Um túnel apetrechado com um sistema de fios condutores “com tecnologia de
ponta”, onde todas as chamadas telefónicas partiam ou chegavam à cabine
controleira de Giorgio. Augusto Duarte e António Araújo, suspeitos
aventureiros da noite, atravessaram-no, seguindo sempre, sempre em frente,
e numa escuridão total, sem um único clarão, trouxeram do seu interior o
envelope mágico, uma simples folha de papel que à luz do dia se transformou
em cinco notas de quinhentos euros.
Jacinto Paixão, José Chilrito e Manuel Quadrado provaram no luscofusco
Desse túnel, os sabores de sexo oferecido, numa volúpia louca e corrupta de triste desfecho.
Martins dos Santos, ao palmilhá-lo com subserviência durante anos, teve a
sensação premonitória de que iria apitar o jogo inaugural no novo antro de
Giorgio e foi-lhe feita uma revelação extraordinária – seu filho Daniel iria
receber, um relógio de ouro. Enxovalhou-se.

Carlos Calheiros, em classe turística, passou pelo túnel, pela Cosmos e pelo Brasil em velocidade supersónica, disfarçado de José Amorim. Primeiro sem fatura/recibo, paga pelo grémio dos seus amores, depois desacreditado, exigindo-a!

José Guímaro descobriu ali a sua mina de ouro e os seus famosos
quinhentinhos.
Ninguém o “segurou”. Pagou o seu atrevimento com uma estadia na cadeia.
Os falsários safaram-se!

Francisco Silva encontrou no túnel a grande desgraça da sua vida.
Por lá passaram, José Silvano, Soares Dias, Rosa Santos, Isidoro
Rodrigues, Donato Ramos, António Garrido e muitos, muitos mais, com
muitos bons resultados! Na sua antecâmara, ainda toca uma “orquestra” bem
afinada de observadores de árbitros, recrutados no tempo em que os títulos
eram comprados em supermercados de fruta, segundo Ferguson.
Um túnel que foi percorrido por José Pratas, aterrorizado, a galope e em
marcha-atrás, acossado por uma matilha furibunda de cães selvagens.
Hannah Danielle, Cláudia Cristiano e Celina Fonseca, à época, três
prostitutas brasileiras, hoje em parte incerta, algures no Brasil, aí sentiram,
no meio de alcovas, entre e contra as paredes e no próprio chão, o
convidativo odor do dinheiro fresco do poder corrupto em troca dos seus
quentes e íntimos favores.
Carolina Salgado ali teve de chupar, engolir e aguentar as diatribes e a
Malina fétida das bufas e peidos de seu amante e senhor, enquanto a grana …fluiu pelas gavetas da mobília. Bobby & Tareco também lá marcaram o seu território. O papagaio cavou!
Filomena Morais também passou pelo túnel da “Madalena”. Duas vezes.
Perdeu-se. Nunca chegou a dar com a saída.
A última que lá entrou, com a alcunha de “A Neta”, teve direito a um
apartamento de quatrocentos mil euros e a uma princepêsca “pensão de
sobrevivência” retirada dos parcos proventos de um velho careca!
Muitas mais entraram. Nunca ninguém soube como saíram.

Lourenço Pinto, Gil Moreira dos Santos, “O Macaco” e os “gangs
ribeirinhos” deram-lhe uma dimensão jurássica, transformando-o num
sinistro buraco negro à escala planetária, bem acolitados por Pôncio
Monteiro, Sardoeira Pinto e Gonçalves Pereira, que aí tiveram uma visão
apocalíptica dos seus esqueletos fossilizados.
Um túnel com dois sentidos que liga os Mortáguas e afins à UEFA e vice-
versa, via Palermo.
Um túnel projetado até ao Vaticano, que ludibriou o Papa e os seus
conselheiros.
Carlos Pereira Santos, conhecido nos meios jornalísticos como a
“Arrastadeira de Leça” num assomo telepático, despiu a sua sub-reptícia
capa de editor-chefe e como filho-do dragão, passou por lá, cantando
loas ao “professor” Jesualdo, escarnecendo de Eusébio e do Benfica, e
publicitando detergentes e champôs do tempo da “Maria Cachucha”.
Sousa Tavares tem no túnel o seu vomitório preferido.
Manuel Serrão, numa das galerias adjacentes ao túnel, em alarvidades
teatrais encarna um pró-símio do Cenozoico.
Rui Moreira e Guilherme Aguiar transportam painéis negros e opacos
para a galeria principal, limpando e branqueando de lá, o lixo que os
outros produzem.
Dizem que em dias gloriosos e radiosos, aparecem nos fundos daquela
Autêntica catacumba submundana, figuras fantasmagóricas – Abel “O
Guarda” e “sus muchachos”. Ouvem-se rajadas de metralhadora…
Um túnel onde o contrabando de marfim, bolas de golfe e cápsulas
Amarelas “polvorentas” fica impune. Um túnel de contornos medonhos, com ogres afonsinos de feições bexiguentas.
Um lugar do outro mundo, onde se ouve a voz cavernosa do Cartola,
segundo um Giorgio em versão mediúnica.
Um túnel onde é intenso o “calor da noite” e onde vigílias provincianas se
assemelham a conspirações de marginais e criminosos.
Um túnel abafado, onde os ecos transportam as declamações labregas de
Giorgio.
Um túnel lúgubre, onde ainda há árbitros “agrilhoados” a gritar pelos pais e
pelas mães.
O túnel tortuoso, onde Olímpio Bento tentou queimar profissionalmente
prof. José António Silva, por este ser Benfiquista.
Este é o túnel da “Madalena”. O túnel onde o clube condenado por corrupção fabricou campeonatos anos e anos a fio.
Um túnel transformado em relvados, em ringues, em piscinas e em
pistas de atletismo viciadas.
O túnel do sussexo de Giorgio e seu grémio, o túnel das cuspidelas e das
bofetadas, dos tribunais e das peixeiradas, onde se atropelam repórteres,
jornalistas e pseudojornalistas.
O túnel dos capangas e dos vândalos.
O túnel das amantes, das prostitutas e das alternadeiras.
O túnel da corrupção!
O túnel onde se esconde o precioso tesouro do “Apito Dourado”!
O túnel onde o vulgar cumprimento é - "Tás bom? Ó filho da puta!”
F.T. (Benfiquista do Cidade do Porto, habituado a ouvir muitas
barbaridades).




Fraude Fiscal. Investigada 10 anos depois.
Terá existido fraude nas transferências de Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira para o Chelsea, bem como, na compra de Giourkas Seitaridis.
Ministério Público através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, está a investigar movimentos do FC Porto de capitais em 2004, com ramificações que chegam aos bancos Suíços.
Em causa estão as elevadíssimas supostas comissões pagas, pelo FC Porto, a empresas que se desconhece a sua actividade.

Uma transferência de 4,7 milhões de euros para duas contas na Suíça, outra de 3,1 milhões para uma empresa Irlandesa, correspondente às vendas ao Chelsea e ainda, uma transferência de 1,5 milhões que foram depositados numa conta de uma empresa, sediada no offshore de Gibraltar, correspondente à compra de Seitaridis ao Panathinaikos, são estes movimentos que estão em causa.

O inquérito deverá estar concluído dentro de pouco tempo para que, seja evitado o risco de os crimes prescreverem (vamos ver!).
O processo está a ser dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa e segundo fonte do MP ao Expresso, ainda não tem arguidos constituídos.

A Procuradoria-Geral da República enviou cartas rogatórias às autoridades helvéticas, para obter informação sobre os movimentos bancários efectuados nas referidas duas contas, sendo estas tituladas por seis empresas. Os montantes muito elevados verificados das supostas comissões, neste processo de transferência foram o primeiro alarme a lançar suspeitas.
A comissão na compra de Seitaridis ao Clube Grego chegou mesmo a atingir metade do valor da transferência.

Esta investigação, lembre-se, vem desde que Carolina Salgado testemunhou que, Pinto da Costa beneficiava directamente nas transferências de jogadores, na sequência do processo Apito Dourado.

Complexos de inferioridade na Coreia do Norte
“Não podia levar uma camisola vermelha para o centro de treino”, recorda Diego a rivalidade entre o Porto e Benfica.

“Pedi à namorada para não vestir vermelho no Dragão”, afirmou Janko, ex-jogador portista.

“Foi a primeira coisa que me falaram quando cheguei. Bem, deram-me as boas vindas antes, mas depois começaram a falar no Benfica. Era Benfica, Benfica, Benfica”. Palavras de Jackson quando aterrou no Porto.

“Aconselharam-me a cumprimentar Witsel (companheiro da seleção belga) longe das câmaras”, disse Defour, que recebeu instruções dos dirigentes para não se expôr às câmaras de TV se quisesse falar com o benfiquista Witsel.

Esta gente é capaz de tudo e eu digo isto eu vivo numa freguesia de Guimarães por isso conheço muitos adeptos do porto e sei a mentalidades deles, eles são capaz de vender a própria mãe.
Vou contar uma das muitas coisas que me aconteceu e a menos grave
um senhor que foi meu senhorio, em que sempre que passava por mim, dizia bom dia falava comigo e um dia que soube que eu era do Benfica nunca mais me passou bola. Para mim não faz falta nenhuma mas a mentalidade dos andrades é esta…”

Consta que na torre das antas, as empregadas estão proibidas de usarem as unhas pintadas de encarnado!!!!!


O actor e grande benfiquista António Melo conta que num torneio de futebol de crianças no norte, (onde foi acompanhar o seu filho) com o Benfica, FCP e vários outros clubes, encontrou lá um amigo. O filho dele jogava no FCP.

E foi ele que lhe contou que, por imposição dos dirigentes do porto, os miúdos do FCP não podiam conviver com ninguém de outros clubes. Às tantas ele até lhe disse que estava com receio de ser visto a falar com o António Melo, por ser benfiquista.


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

(Braga Vendida a Corruptos) - A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (119)


BRAGA, Vendida a Corruptos

O Estádio custou Milhões. O Buraco também.
Cinco vezes mais do que o inicialmente previsto. O projecto inicial avaliava a despesa em 33M€ mas os custos derraparam a ponto de agora a auditoria à anterior gestão da CMB cifrar os gastos em 158M€.
Além disso, o município pode ainda ter de pagar mais de 2,6M€ que estão a ser reclamados judicialmente pela empresa de Souto de Moura, o arquitecto responsável pelo estádio construido sobre uma pedreira da cidade.

Mas esta nem terá sido a única decisão considerada ruinosa que o ex-presidente Mesquita Machado tomou relacionada com o futebol. De acorco dom a auditoria em 2012 o ex-autarca terá perdoado 50% dos custos de electricidade do SCB. Terá ainda decidido que a partir dessa data “a repartição dos custos seria nessa proporção entre as duas entidades”. O valor foi debitado pela EDP ao município, embora a auditoria conclua que os gastos com electricidade são da responsabiliadede do clube e não da autarquia. A actuação do ex-presidente – actual presidente do Conselho Geral do SBG – é ainda agravada pelo facto de ter tomado aquela decisão sem consultas a Asembleia municipal.
O departamento jurídico do município de Braga lamenta não ter “disposição legal” que permita recorrer do perdão de dívida pelo facto de tal decisão ter sido tomada.
Nos últimos anos não faltaram queixas anónimas sobre favorecimentos ao clube. A câmara terá doado ao SCB e ao Académico Basquet Club, 221 lugares de parque de estacionamento no Campo da Vinha. Esses lugares terão sido dados pela Bragaparques como contrapartida do negócio e contrapartida à autarquia no negócio de construção. Esses lugares, avaliados em 70 mil euros terão sido de novo vendidos pelos clubes à Bragaparques.

O Buraco da Dívida

O município de Brag tem uma dívida de 10M€/ano. “Não só por via do endividamento que contraiu para a construção do estádio, mas mais recentemnete por via das parcerias público-privadas”, disse em entrevista ao Público o novo presidente da câmara de Braga, Ricardo Rio. Por mês para as PP são 500 mil euros. “Depois há ainda processos em tribunal que podem fazer aumentar os custos da dívida, “com o arquitecto do estádio municipal (Souto Moura) e com o consórcio que o construiu, que invoca despesa adicional na ordem dos 7M€. Na construção do tunel da Avenida da Liberdade também há um processo pendente por trabalho a mais na ordem de 1M.€”, acrescentou.

Já no livro “Má despesa Pública nas Autarquias”, à venda em todo o país, relatamos vários prpoblemas de má gestão em Braga: os 8M€ que a Câmara gastou na construção de uma Piscina Olímpica, que não vai abrir; o estádio custou 121M€ e que foi cedido ao SCB opr 30 anos e uma renda annual de 6 mileuros (500€/mês, o mesmo que o FCP paga pelo centro de treinos construido pela Câmara de Gaia); o contrato com a AXA que assume o “naming” do estádio mas cuja receita vai para o clube e não para a autarquia e a incrível PPP para a construção de relvados sintéticos que tinha dívidas de 43,5M€ em 2011.

Câmara perdoa Milhões
Mesquita Machada perdoou uma dívida de meio milhão de euros ao SCB. Em causa estava o pagamento de factiuras de electricidade do estádio. Embora os gastos fossem debitados automaticamente pela EDP das contas da autarquia, eram da responsabilidade do clube. Em 2012, António Salvador, presidente do SC. Braga não pagou o que devia à Câmara e MM - que fazia parte da AG do clube – aceitou receber apenas metade do valor.
O perdão da dívida foi revelado pela auditoria pedida pelo actual presidente da câmara, Ricardo Rio, que deixou um passivo de 253 Milhões de euros. O caso está nas mãos da PJ e da PGR. Mesquita pode responder por gestão danosa.

O perdão dos custos de electricidade é mencionado na auditoria como um dos casos flagrantes em que o autarca de Braga contornou a lei. Além de perdoar o clube, MM prometeu ainda a Salvador que a partir de então os custos da electricidade do estácdio sriam divididos entre a autarquia e o clube. A Câmara não tinha qualuqer obrigação para com os custos do estádio.
“Esta situação deve ser reanalisada pelos Departmento jurídico tendo em consideração a inexistência de disposição legal por parte das autarquias que permita o perdão da dívida e pelo facto da decisão ter sido tomada pelo presidente sem ter sido posta à apreciação da Aasembleia Municipal”, lê-se na auditoria.
MM abandonou em outubro do ano passado o poder.

Amigo ajuda amigo
António Salvador, presidente do SCB e dono da empresa ESSE – que ganhou a concessão do estacionamento pago em Braga – chamou a tribunal para testemunhar a seu favor, precisamente o ex-presidente da autarquia Mesquita Machado. O alvo da acção é o actual executivo, liderado por Ricardo Rio, a quem Salvador reclama uma indemnização de 61 Milhões de euros.

Em causa está a decisão de Rio que tentou pôr um ponto final no parqueamento, já estava a ser cobrado dinheiro em 27 ruas. Travou ainda o alargamento do estacionamento para outras ruas.
O empresário decidiu chamar a tribunal Mesquita Machado com quem celebrou o contrato. O objectivo é que o antigo autarca explique quais eram os termos exactos do negócio. Que prove, por exemplo, que Salvador tinha a garantia de que iria fazer o alargamento do parqueamento e que caso isso não aconteça que a ESSE terá prejuizo muito elevado.
Além de MM, serão chamados também a testemunhas de dois vereadores à data dos factos que tiveram uma intervenção directa no negócio.
António Salvador apresenta duas hipóteses: ou a câmara cumpre o contrato ou tem de lhe entregar o dinheiro respeitante ao lucro que a empresa iria obter no futuro.
O estacionamento das 27 ruas voltou em fevereiro a ser pago, depois de sucessivas acções interpostas em tribunal. A questão está longe de estar resolvida.
“A modificação unilateral do contrato concretizada pelos atos administrativo§s suspenso não serviu um interesse público, nem foram invocadas deliberações camarárias”, diz António Salvador na acção que está a correr em tribunal. Ricardo Rio já adiantou que não recua e que o contrato com a ESSE é lesivo para os munícipes. Alegou que a câmara tem o direito de revogar o alargamento do estacionamento.
A acção na qual a ESSE pede 61M€ à câmara começou a ser discutida em setembro no Tribunal Arbitral e Fiscal de Braga. As audiências foram reagendadas apenas para o início de 2015.

A chico espertice do IVA
O Supremo Tribunal Administrativo (STA) forçou a Câmara Municipal de Braga (CMB) a fazer liquidações adicionais de IVA e a pagar juros compensatórios no valor total de 844 mil euros. Em causa estão várias despesas de manutenção do Estádio Municpal de Braga cedido ao clube da cidade, que a autarquia utilizou para baixar a factura fiscal.
No acórdão que o SOL teve acesso, os juizes do STA consideram que havendo um contrato público entre a autarquia e o clube, a Câmara não tem o direito de deduzir o IVA dessas operações. Segundo fonte judicial, a decisão já transitou em julgado o que obriga ao pagamento da dívida, sob pena de ser iniciado um processo de penhora.
A decisão do STA foi tomada no final do ano passado, mas o caso remonta  a 2009 quando as Finanças fizeram uma acção inspectiva à autarquia e detectaram as deduções incorrectas do IVA, nos exercícios de 2005, 2006 e parte de 2007 e 2008.

O município de Braga construiu o estádio para o Euro 2004, com recursos a vários financiamentos públicos mas a utilização e a gestão da infra-estrututura foi depois cedida ao Sporting Clube de Braga através de um contrato programa com a duração de 30 anos e uma renda anual de 6000 euros (500€/mês). 
(Coincidência, igual à do Porto com a Câmara de Gaia)

A Câmara continua a prestar serviços de manutenção e gestão técnica ao estádio e deduzia o IVA das despesas que incorria com estes serviçoes.
Mas o entendimento das Finanças foi diferente. A equipa de inspecção tributária considerou em 2009 que as despesas de manutenção e reparação – uma vez que não eram facturadas ao clube – deviam ser consideradas como operações gratuitas e, portanto, sem direto à dedução de IVA.

Foram então solicitadas à autarquia liquidações adicionais deste impostos em várias depesas de manutenção: tratamento do relvado das máquinas de tratamento da relva, ligações ADSL, equipamentos informáticos, de vigilância e de monitorização da cobertura entre outras.
A Câmara recorreu da factura que lhe foi apresentada pelas Finanças no valor de 844.000€ alegando um “erro de qualificação dos factos tributários”pelas autoridades fiscais.

A principal alegação, feita junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga era a de que os serviços prestados ao clube consistiam em “actos de comércio” próprios de direito privado, pelo que a Câmara seria considerado sujeito passivo de IVA, com direito à dedução deste imposto.
O primeiro recurso da autarquia foi indeferido pelo tribunal e a edilidade recorreu para o STA que manteve a decisão anterior. Os juizes consideraram que o acordo celebrado entre a câmara e o clube era um contrato administrativo que se rege pelas normas de direito público tendo sido celebrado pelo município na qualidade de membro da administração pública “e não no exercício de direito privado”.
Assim, a câmara “não é um sujeito passvio de imposto” pelo que não tem direito a deduzir o IVA nas despesas de manutenção.
O Sol questionou a CMB sobre o processo, tenando averiguar se as liquidações adicionais já haviam sido feitas, mas não obteve resposta.
 Luis Filipe Meneses, um Autarca Corrupto
Já Luís Filipe Menezes estava na corrida à Câmara do Porto quando em junho do ano passado fez mais um contrato com a SUMA. Por 3,5 milhões de euros, a empresa comprometeu-se a durante dez anos fazer a limpeza de areia e dos passadiços em toda a zona da costa. O contrato foi celebrado após um concurso público, mas não deixa de causar estranheza pelo facto de a SUMA pertencer à Mota-Engil, empresa na qual Menezes é desde o início deste ano consultor.

Mas as ligações de Menezes à SUMA não terminam aqui. No final de 2012, o ex- -autarca de Gaia decidiu renegociar a concessão dos lixos com a SUMA. Menezes decidiu estender o contrato até 2026 e alterou os termos do negócio, o que fez com que a Câmara tenha de pagar muito mais do que estava estipulado. O negócio – considerado pela oposição altamente lesivo – representa uma dívida de 150 milhões para Gaia, que tem já um passivo de 318 milhões de euros. A Câmara está atualmente a pagar mais 40% por cada tonelada de lixo do que anteriormente e sem que existia qualquer razão para tal, o que representa também um agravamento nas faturas que chegam a todos os cidadãos de Vila Nova de Gaia.

A autarquia estará neste momento a tentar arranjar uma solução jurídica que pode passar pela renegociação do contrato. Mas é aqui que o problema se coloca. Até porque a questão do negócio poder ser reanalisado ou mesmo anulado não é pacífica.

"No meu entender, não existem dúvidas. Quando se prova que um negócio é lesivo para uma Câmara, logo prejudicial para o Estado, deve ser anulado", disse ao CM Paulo Morais, vice-presidente da Associação da Transparência e Integridade.

A renegociação do contrato poderia salvar a Câmara de uma situação de ruína, cada vez mais evidente.

Líder do PSD/Porto reviu contas da Câmara de Gaia
Virgílio Macedo foi contratado pela Câmara de Gaia, por ajuste direto, em maio do ano passado, para elaborar uma auditoria externa de revisão das contas do município. O contrato, de 57 600 euros, é válido por três anos. A independência da sociedade escolhida foi no entanto colocada em causa, uma vez que Virgílio Macedo era já à data líder da distrital do PSD/Porto – cargo para o qual seria reeleito dois meses depois.

Já em 2010 fora celebrado contrato entre a Câmara de Gaia e a sociedade de revisores oficiais de contas de Virgílio Macedo, válida igualmente por três anos, no valor de 59 400 euros. O social-democrata prestaria também serviços de auditoria externa ao município de Valongo – outra das autarquias em graves dificuldades financeiras.

Macedo chegou à estrutura distrital laranja em 2011, apoiado pelo antecessor, Marco António Costa – que foi o número dois de Luís Filipe Menezes na Câmara de Gaia. Na sequência da derrota do PSD no Porto, nas eleições autárquicas do ano passado – o pior resultado do PSD no Porto desde 1976 –, o líder distrital manteve o lugar, mas Ricardo Almeida demitiu-se da concelhia portuense. Fora, durante anos, presidente da empresa municipal Gaianima, da qual se demitiu no dia em que ia ser exonerado. Partilhou a gestão com João Vieira Pinto, ex-jogador de futebol, e Angelino Ferreira, ex-dirigente do FC Porto. A Gaianima tem hoje uma dívida de quase 14 milhões de euros.

A sociedade de revisores oficiais de contas de Virgílio Macedo é ainda hoje o fiscal único da empresa municipal Águas de Gaia, que, juntamente com o Parque Biológico, tem uma dívida de 92 milhões de euros.

A dívida de todo o universo municipal ultrapassa os 318 milhões de euros. Deste valor, mais de metade (198 milhões) são da Câmara. Juntam-se depois as dívidas das empresas municipais, incluindo 13 milhões da Gaiurb e 600 mil euros da Gaiapolis. O limite de dívida permitido por lei é de 154 milhões de euros.

(Para mais informação sobre Luis Filipe Menese e a Câmara de Gaia ver o post nº 3 do Pulpus em Julho de 2011).

El Athletic Club sobre lo acaecido en Oporto

(Tradução)
«Perante a situação vivida por inúmeros adeptos do Athletic Club no Porto, no decorrer do jogo da terceira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões FC Porto x Athletic, a nossa entidade deseja comunicar publicamente o seguinte:

1 - O Athletic Club tinha no estádio do Dragão o director de segurança e quatro assistentes (Stewards), além da colaboração da Ertzaintza (polícia do País Basco) que deslocou uma equipa de quatro pessoas, estando todos eles e de forma ininterrupta em contacto directo com os nossos adeptos.

2 - O Athletic Club foi prontamente informado do trato que estavam a receber os seus seguidores e denunciou, durante e depois do jogo, ao responsável de segurança do FC Porto e ao delegado da UEFA, a actuação das forças de segurança portuguesas e a situação de excesso de lotação em algumas zonas do estádio. A polícia de Porto não atendeu às solicitações efectuadas por parte do Athletic Club para tentar solucionar o problema que estava a decorrer.

3 - O Athletic compilou, e continua a fazê-lo no momento em que esta nota é redigida, relatórios e provas que constatam o caos organizativo e o inaceitável comportamento das forças de segurança portuguesas com os adeptos do nosso clube, para que a UEFA possa analisar e ajuizar o ocorrido, em conjunto com o relatório do seu próprio delegado.

4 - O Athletic Club deseja reiterar que, apesar de ter realizado a tempo e horas, ou seja durante o decorrer dos acontecimentos e uma vez finalizado o jogo, reclamações e recomendações a todas as partes envolvidas, não tem qualquer poder para impor os seus critérios num evento cuja organização é alheio.

5 - O Athletic Club, obviamente, não pode garantir a origem e a qualidade dos ingressos que não foram enviados pelo FC Porto ao nosso clube e expedidos nas bilheteiras do San Mamés

6 - Finalmente, o Athletic Club, para defender os interesses dos seus sócios e adeptos, deseja manifestar que não vai ceder no esforço de clarificar e exigir responsabilidades pelo que aconteceu e, paralelamente, agradece o comportamento dos adeptos do FC Porto, alheios a todo o despropósito organizativo que sofreu.»

 A Oeste de Pecos
Contra a «Justiça a Oeste de Pecos», não me restou alternativa senão saltar fronteiras e recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Porque aí a influência destes régulos de pacotilha que intimidam juízes e desembargadores não se faz sentir. Os anos passaram. O TEDH decidiu de forma inequívoca: «Os factos não constituem crime». E absolveu, quer do crime a que fui condenado, quer do pedido de indemnização civil levado a cabo pelo queixoso. Com base nesta decisão, coube recurso para o Supremo Tribunal de Justiça, agora lavrada:
«A única decisão que pode ser proferida, em consonância com o acórdão do TEDH, é aquela que, perante a factualidade dada como provada, considera não haver crime, uma vez que o TEDH considerou que tal factualidade não justificava a sua integração no tipo de crime em causa (difamação), motivo pelo que a considerou ilícita e condenou o Estado Português por violação do art. 10.º, n.º 1, da Convenção Europeia».
E assim, o que não se podia escrever, agora pode. Por muito que custe ao presidente do FC Porto - para mim sempre o campeão nacional dos arguidos do Futebol português até que outro lhe retire o título - ao afervorado juiz do Tribunal de Gaia e aos deferentes desembargadores do Tribunal da Relação do Porto.
Porque o Mundo, como dizia o Torga, não se resume às bordas de um prato de sopa, e a liberdade de expressão se levanta mesmo a «Oeste de Pecos»."
(Afonso de Melo, in O Benfica)


A Olivedesportos
"A Olivedesportos, detida por Joaquim Oliveira e dona de 50% da Sport TV, manifestou à Autoridade da Concorrência (AdC) abertura para alterar alguns dos mecanismos contratuais que tem actualmente em vigor com os clubes portugueses para a exploração dos direitos de emissão dos seus jogos.

A iniciativa surgiu no âmbito de um processo aberto pela AdC após a queixa apresentada pela Liga de Clubes, em Outubro de 2012, contra a alegada situação de monopólio e abuso de posição dominante da Olivedesportos: a Liga quer que a AdC declare os actuais contratos nulos, o que esvaziaria a Sport TV da parte mais importante dos seus conteúdos; mas a Olivedesportos decidiu antecipar-se na defesa da legalidade da sua operação.

O prazo para a conclusão do inquérito suscitado pela queixa da Liga terminava na segunda-feira. Mas nesse dia a AdC notificou a Olivedesportos sobre o início de "um período de análise da proposta de compromissos entretanto apresentada" pela dona da Sport TV, para "aferir da adequação dos mesmos às suas preocupações jusconcorrenciais", resumiu ao Expresso fonte do regulador, sem especificar as propostas da Olivedesportos. O novo prazo para a conclusão do inquérito passou para 15 de Janeiro de 2015."

O Norte Vendido
José Trindade, presidente da secção de hóquei em patins do Benfica, diz que as condições de seguranças em Barcelos foram inexistentes e que a integridade física dos elementos da comitiva encarnada esteve em causa no jogo com o Óquei.

«O que aconteceu no Pavilhão de Barcelos foi muito grave. Quando o Benfica estava a ganhar, por 4-3, começaram as agressões por parte dos adeptos do Barcelos à nossa equipa e ao nosso banco, nomeadamente ao João Rodrigues e ao nosso treinador. Quando o Barcelos empatou, a partida teve mesmo de ser interrompida pela equipa de arbitragem e o jogo esteve parado cerca de 12 minutos até se conseguir estabelecer um perímetro de segurança para a equipa do Benfica. Passado esse tempo, era praticamente impossível estar no pavilhão e dentro da pista, não havia condições de segurança, mas mesmo assim a equipa continuou com o objetivo de terminar o jogo», disse em declarações ao site do clube.

«Esta temporada, as alterações regulamentares permitem que os clubes solicitem empresas de segurança em vez da habitual presença da Polícia. Isso levou a que hoje não existissem condições de segurança no pavilhão. Vamos promover uma reunião interna e, em conjunto, encontrar mecanismos para colocar esta questão publicamente», concluiu.
01:05 - 26-10-2014
 O FCP está doente. Andrade em blogue azul. Junho 2014
O problema Sr. DVP é que ou deixamos de olhar para o passado ou então vamos voltar a ser aquilo que fomos. Sei perfeitamente da sua admiração pelo JNPC, foi sem dúvida o grande presidente do nosso clube, mas será que ainda o é? É este presidente que você e tantos admiram e apoiam cegamente? Foi este presidente que nos deu troféus atraz de troféus? A minha resposta é NÃO. Este não é o presidente que eu me lembro. Este presidente está moribundo ou então está metido numa armadilha da qual não consegue sair.
O FCPORTO está doente caros sócios, está ligado as máquinas e muito provavelmente jamais vai recuperar. Aquela história de que este foi um ano anormal, esqueçam pois isto vai ser o nosso normal nós próximos anos. Vamos viver de memórias passadas, não por ser ciclamente mas sim por incompetência do atual presidente, porque mais uma vez o presidente não soube viver com o sucesso e mais do que isso espanjou dinheiro que vai fazer falta. E
é altura de dizer basta, é altura de agir, os próximos dois meses serão decisivos para o clube, mas com este presidente prevejo que é o abismo que nos espera. Estou triste não por perder, mas por ver tanta incompetência tanto interesse tanta gente a servir se do clube e não o contrário. As vezes questiono o porquê de gostar de algo que não me dá de comer, que inclusive me faz perder muito dinheiro. Não sei a resposta apenas sei que ando triste muito triste e o pior é não ter esperança que isto se inverta. Sou o sócio 28061 Bruno Miguel Guedes, com a certeza de que os próximos anos serão tristes.

Rui Alves, um dos Apitos Dourados
Depois de ter sido apanhado nas Escutas do Apito Dourado a comprar árbitros via empresário António Araújo (ver as escutas que envolvem Rui Alves divulgadas no Youtube), Rui Alves surge agora associado a um processo de corrupção fiscal relacionada com futebol Nacional. Ler notícia do Público:

A Lenby - criada pelo presidente do Nacional, Rui Alves, e pelos vice-presidentes João Machado, Gris Teixeira e Sérgio Rebelo - é "uma das sociedades cuja conta bancária foi utilizada para a prossecução do plano criminoso engendrado" pelos dirigentes do clube madeirense acusados de fraude fiscal qualificada, fraude contra a Segurança Social e branqueamento, revela a acusação do Ministério Público.

O modus operandi adoptado pelos dirigentes do Nacional da Madeira teve "intentos criminosos", concluiu a unidade especial de investigação da Procuradoria-Geral da República, coordenadora do processo Apito Dourado. E, segundo a acusação do Ministério Público, tinha em vista "alcançar o resultado ilícito pretendido: o de evitar que parte dos rendimentos auferidos por jogadores e técnicos do clube fosse declarada à administração tributária, obviando a que esta liquidasse e arrecadasse as quantias que fossem, por força de tais rendimentos acrescidos, devidas a título de IRS e de contribuições para a Segurança Social".

Conforme resulta das declarações prestadas por funcionários, jogadores e técnicos nos autos, o "estratagema" era "conhecido e dominado" pelo presidente e sete vice-presidentes, incluindo Machado, todos constituídos arguidos.

Segundo o Ministério Público, o procedimento adoptado teve a finalidade de, por um lado, "evitar a cobrança do imposto sobre os rendimentos pagos aos jogadores e técnicos" e, por outro lado, através das movimentações feitas pela referida empresa Lenby e pela filial da Consulting and Management Services registada na Zona Franca da Madeira, "dissimular a sua verdadeira origem e natureza, a fim de evitar a consequente perseguição penal".

Estratagema de 2002

O estratagema montado no ano de 2002, altura em que João Machado era director regional do Orçamento e vice-presidente do Nacional da Madeira com o pelouro financeiro, implicou que o clube constituísse a sociedade off-shore que adquiria os direitos de utilização do nome e imagem dos jogadores em questão que, posteriormente, os venderia a S & T - Services & Trading Limited, que, por sua vez, os venderia ao CDN.

Em contrapartida, o clube pagaria a esta sociedade sediada no Reino Unido o montante global dos rendimentos respeitantes aos referidos contratos de utilização do nome e da imagem dos jogadores que, por sua vez, pagava à sociedade off-shore, encarregando-se esta última de pagar a cada um dos jogadores a quantia respeitante ao seu contrato. A S&T é, como lembra o MP, uma empresa “fronting”, ou seja, uma sociedade constituída no Reino Unido com o objectivo de diminuir a receita fiscal de outros países.

Na regularização tributária apresentada em 2004, com base no designado Plano Mateus, o Nacional surge como último titular/beneficiário da sociedade Lendy, apresentando como valores patrimoniais um depósito de 1,67 milhões de euros na conta da sucursal Financeira Exterior do Banif e acções de capital social da sociedade no valor de 1,8 milhões, num total de 3,5 milhões. Este montante, como frisa a acusação do MP, corresponde "exactamente ao valor das facturas da S&T contabilizadas" de 2002 a 2004, ou seja, "as quantias que foram entregues a cada um dos jogadores, através do descrito esquema financeiro, para pagar salários, de forma que as mesmas fossem ocultadas da administração tributária".

As escutas
A lei portuguesa só permite o uso das escutas quando estão em causa determinados tipos de crimes. Só nesses crimes é que é permito utilizar o resultado das escutas como meio de prova. Em todos os demais crimes e outras infracções as escutas não são meio de prova válida.

Porque se entende que a menor gravidade destas infracções ou a possibilidade de serem provados por outros meios de prova menos intrusivos não justificam a violação da reserva da vida privada dos cidadãos. As pessoas podem discordar mas é assim que está legislado.
Ora, o Tribunal anulou a decisão da FPF porque os crimes ou as infracções imputadas a Pinto da Costa e outros arguidos não se incluíam no elenco dos que admitiam prova por meio de escutas. E, portanto, o recurso a este meio de prova não era legalmente válido. Mas em parte alguma da decisão consta que Pinto da Costa e/ou os outros arguidos não cometeram as infracções de que estavam acusados.
O que os órgão jurisdicionais da FPF deveriam ter feito, perante a impossibilidade de usar as escutas como prova, era ir à procura de outros meios de prova, designadamente testemunhais e documentais, que pudessem corroborar o que constava das escutas. E essa averiguação é que não foi feita.