ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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domingo, 7 de setembro de 2014

( A História Não Dorme) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (113)



Joaquim Oliveira perde mais de 50 milhões de euros Autoridade da Concorrência proíbe operação da PPTV, que gere direitos de transmissão de futebol, com a Sport TV e a Sportinveste Multimédia.

Chumbo da Autoridade da Concorrência (AdC) tira mais de 50 milhões de euros a Joaquim Oliveira, presidente da Controlinveste.
A Operação Triângulo (como era conhecida), que levaria a NOS e a PT a dividir 50% da propriedade da nova Sport TV, foi considerada pela AdC como "suscetível de criar entraves significativos à concorrência".
Com o negócio, Joaquim Oliveira iria encaixar entre 50 e 75 milhões de euros, de acordo com informações divulgadas em 2012, aquando do início do processo. Já a NOS, segundo a CMVM na mesma data, iria receber 46 milhões de euros. A PT investiria cerca de 21 milhões. Na operação, Oliveira entrava com 100% da PPTV (empresa que gere direitos de transmissão de futebol), 50% da Sport TV e 50% da Sportinveste Multimédia (SM). A PT entregava os 50% da SM, e a NOS os seus 50% da Sport TV.
Na nova empresa, Joaquim Oliveira controlaria 50%, e as duas operadoras 25% cada uma. A Controlinveste, a PT e a NOS confirmaram em comunicado o chumbo da AdC e estão agora a analisar as suas consequências. Ao que o Correio da Manhã apurou, as empresas poderão reformular a operação ou recorrer ao Tribunal da Concorrência. A AdC considera que a operação poderia "afetar a capacidade de canais concorrentes da Sport TV, efetivos ou potenciais, para entrar no mercado ou nele representar uma pressão concorrencial significativa, em detrimento da concorrência e dos consumidores finais". A AdC falou ainda na fragilidade "potencial de captação de clientes ou viabilidade económica de concorrentes da Sport TV". Para esta entidade, a operação poderia levar ao encerramento dos concorrentes, ou seja, de canais de acesso condicionado com conteúdos desportivos ‘premium'.

 Contas da Olivedesportos ameaçam futebol português

A guerra entre Mário Figueiredo e Joaquim Oliveira está ao rubro e conheceu agora mais um capítulo. O presidente da Liga fez uma exposição ao Governo onde alertou para "problemas financeiros" das empresas de Joaquim Oliveira que poderão colocar sérias dificuldades nas contas de vários clubes e até a realização da maior competição de futebol em Portugal. Em causa estão os direitos televisivos, um negócio que gera receitas anuais brutas de cerca de 200 milhões de euros 
O presidente da Liga Profissional de Futebol, Mário Figueiredo, está preocupado com o futuro do financiamento de muitos dos clubes de futebol profissional e com a normal realização do campeonato desta e das próximas épocas. Em causa está a principal fonte de receita dos clubes: as verbas dos direitos televisivos.
Um tema que já foi entregue ao Governo durante uma reunião que o secretário de Estado do Desporto, Emídio Guerreiro, agendou com as principais entidades nacionais ligadas à modalidade: o Instituto Português do Desporto e Juventude, a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga de Clubes.
A reunião tinha sido marcada para esclarecer os problemas inerentes à realização das competições ao longo deste ano. Mário Figueiredo aproveitou a ocasião para expor ao governante os alegados problemas financeiros da Controlinveste, o grupo de Joaquim Oliveira que domina os direitos televisivos dos clubes, que engloba a Olivedesportos e a Sportv.
Segundo o líder da Liga, a situação poderá pôr em risco as finanças de muitos clubes, o que colocaria em sério risco o normal funcionamento da principal prova de futebol do País, a Liga Sagres, bem como a continuidade de muitos dos clubes que integram o futebol profissional. (Em Visão)

 OS SD
Nos últimos anos, o papel dos Super Dragões foi ganhando um peso desmedido no FC Porto. Serviram de escolta a Pinto da Costa no Tribunal de Gondomar, ameaçaram treinadores e jogadores, invadiram treinos, serviram para quase tudo. Agora, depois dos incidentes com Adriaanse, que a SAD lhes imputa, tornaram-se indesejáveis e ameaçadores no Dragão.
A 3 de Dezembro de 2004, Pinto da Costa entrava no Tribunal de Gondomar, para ser ouvido no âmbito do processo Apito Dourado, escoltado pelos Super Dragões (SD). Naquele dia, a claque serviu de guarda pretoriana ao histórico líder. 13 meses depois, a criatura virou-se contra o criador e os SD passaram de instrumento de apoio a foco de ameaça para a administração da SAD, que requisitou até para o treino desta tarde a presença de uma brigada policial, para se proteger da claque (ver caixa).
O esfriamento das relações entre Super Dragões e a SAD começou a ganhar contornos de confronto já esta época, a partir do momento em que a claque decidiu contestar a saída do capitão Jorge Costa: "Perdoa-lhes Jorge, eles não SAD em o que fazem", exibiram num pano, no jogo com o Penafiel.
De então para cá, as relações hostilizaram-se. A SAD boicotou a autobiografia do líder da claque, Fernando Madureira, fazendo "grande pressão para que o livro não saísse porque achavam que algumas das revelações do livro não eram boas para a imagem do clube", contou ao DN fonte próxima de Madureira - "Macaco" para a claque. O conflito agudizou-se em actos e palavras. O FC Porto negou-se a comercializar a autobiografia de Madureira nas Lojas Azuis; a claque faltou ao jogo com o Dínamo de Moscovo, em "protesto contra a política comissionista da SAD". Os Super Dragões contestam sobretudo o papel de alguns elementos da SAD, principalmente Adelino Caldeira - um ódio antigo - e Antero Henrique, o actual director do futebol, a quem os SD acusam de ter "subido na costas" de Reinaldo Teles, "o tio da claque".
A ruptura total, essa, aconteceu no domingo passado, após os ataques de alguns adeptos ao carro do treinador holandês Co Adriaanse, com o FC Porto a induzir responsabilidades a elementos dos Super Dragões e a retirar-lhes o apoio.
Para trás fica uma intimidade quase promíscua, como denunciava Costinha, em entrevista à revista Sábado em Novembro do ano passado. "De dia ameaçavam os jogadores, à noite jantavam com dirigentes do FC Porto", referia o médio agora no Dínamo de Moscovo. O jogador reportava-se à época passada, em que os Super Dragões invadiram um treino de Victor Fernandez antes do jogo em Guimarães, terão agredido jogadores após o empate com o Nacional, na Madeira (Derlei passou a andar com seguranças até ir para a Rússia), serviram de guarda-costas a Carolina Salgado nas bancadas do Estádio da Luz e escoltaram Pinto da Costa ao Tribunal de Gondomar. "Macaco" tornou-se até visita de casa de Pinto da Costa, onde esteve no último Natal. "A minha mulher é muito amiga da Carolina (Salgado)", lembra o líder da claque no seu livro.
Uma intimidade que começou a escrever-se numa discussão entre os dois, em plena crise da época 2000-2001. O FC Porto fora goleado no Restelo (4-1) e os SD foram de madrugada pintar as paredes do Estádio das Antas com frases contra a SAD, "para abanar a estrutura", justifica Madureira. Supreendidos por Pinto da Costa, deu-se um confronto verbal. "Há alguém do nosso grupo que manda uma boca e o presidente sai do carro. Vira-se para mim e pergunta se fui eu. Não, não fui eu. Porquê, qual é o problema?, respondi". A claque ganhou ali o direito ao apoio institucional do clube, pela primeira vez desde a fundação. 
(Fonte JN)

 Um Portista Censurado
Peço desculpa se usar este blog para criticar o JNPC, em outros blogues fui silenciado pelas minhas opiniões negativas quanto ao JNPC, não me escondo atrás de anónimo, sou sócio há 19 anos e sexta estarei no Dragão para a despedida do Deco mas também para rever Baía e o Bicho.
Não entendo (mais um) este negócio. Este jogador (Brahimi) foi comprado pelo FCPORTO ontem e hoje é vendido e perdemos dinheiro o que de facto é excelente.
Não vou comentar a situação económica do FCPORTO, não sou economista mas também não sou estúpido, percebo que muito dinheiro tem histórias difíceis de perceber, mas isso não é para agora.
Sinceramente, acredito que existam muitos como eu, isto já começa a passar dos limites.
Já começa a ser demais estes negócios. Estou a espera é de ver por quanto é que vamos recomprar (se é que vamos) o passe no futuro.
Sou pessimista por natureza, detesto ter de dar o braço a torcer, detesto enganar-me quer na vida pessoal quer profissional, só existe um ponto onde espero estar redondamente enganado e é na época do FCPORTO. Estes negócios (empréstimos) podem eventualmente dar o campeonato, não sei é o preço desse campeonato.
Mas também isso não importa, como a claque está comprada e não vai mandar vir quando as coisas correrem mal (pudera agora ainda têm mais bilhetes para a candonga) aliás penso que servirão de guarda pretoriana a quem se atrever a criticar o JNPC.

Assim vai o nosso clube, negócios ruinosos, sem explicação e a maioria dos sócios contente.
Nestas alturas sinto-me feliz, pois nunca carreguei o andor JNPC, carreguei sim o andor do símbolo mais lindo do Mundo. Nunca defendi de olhos fechados este presidente, que já muitos nos deu mas que nestes últimos anos deve ter-se esquecido do seu professor o Mestre José Maria Pedroto.
 Um Andrade desencantado com Flopetegui
Quando até estes já vêem o óbvio, mais ridículo se torna certos rebanhos seguidistas amestrados que têm uma coluna vertebral mais flexível que contorcionistas do circo. E quando se vêem estes resumos das duas primeiras jornadas da equipa do ano passado, que com uma ou outra boa exibição ia quase sempre insegura,pese os resultados positivos que disfarçavam como agora, mas se fizermos um termo de comparação exibicional, até foram superiores em tudo às realizadas até agora, com um plantel em qualidade e opções 200% menores do que este ano, fica-se perplexo que os exigentes dos outros anos, este ano passaram-se. Bastou mudar a nacionalidade. O provincianismo bacoco está muito enraizado naquelas gentes. A cultura de exigência passou-se para uma cultura de cócoras. O Presidente deu o ponto de partida, ao permitir que o "treinador experiente" mandasse mais que qualquer outro. Os rebanhos só o seguem. Exigir, mais, muito mais é um crime. Não tem equipa nem plantel. Sim, comparar o que se deve exigir desta com a dos anos anteriores é de uma inteligência brutal. Mas diga-se que em termos de exigência até coloco num patamar baixíssimo, pois as exibições têm sido pouco mais que ridículas, salvo aqueles que vivem numa realidade virtual. Mas esses um dia acordam para ela, se o caminho for este, como no ano passado. A esperança é que ainda há muito tempo para corrigir, e com o plantel que tem à disposição, isto vá lá por inércia. Caso contrário, os rebanhos de agora, que só vêem rosinhas e passarinhos no futebol portista, farão a mesma figurinha dos outros anos. Assobiar, ameaçar, apedrejar e bater palmas ao adversário, para que o treinador se vá embora. Isto já disse o José muitas vezes. Eu subscrevo. Só que eu quero que o treinador cumpra contrato, que leve a equipa para outro patamar, exijo-lhe muito mais do que tem feito. Para já está a fazer um trabalho banal de terceira categoria. Futebol enfadonho, sem um mínimo de rasgo, e com um número de oportunidades de golos ridículo, de 3ª divisão para uma equipa com este plantel. Dizer o contrário dá-me uma grande vontade de rir. Aliás, é o que mais tenho feito ao ler certas avaliações. Haja boa disposição ao menos.

O Moreirense
E o pior, é que nem isso é totalmente verdade, nem o Moreirense se remeteu lá atrás, nem sequer apresentou o pior autocarro que já vimos no Dragão. Defendeu no campo todo, à saída da nossa área, especialmente na 1ª parte enquanto teve forças.
E mais patético é quando o FC Porto vem de uma eliminatória em que se apresentou com todas as cautelas do mundo, de tracção atrás, com todos os médios do mundo, em jogos sem balizas, com uma raridade de oportunidades de golo, ressalvando a eficácia e o talento individual dos jogadores à disposição, e isto perante um Lille medíocre, não era nenhum Barcelona, Real ou Bayern.
Neste caso, dizem, o treinador foi inteligentíssimo. Adequou ao adversário e à eliminatória. Então, porque não pode um treinador de um Moreirense, que vai lutar para não descer, vai tentar sobreviver jornada após jornada, sabendo que perde 99% dos jogos contra adversários desta grandeza se tiver uma atitude arrojada (e já por isso os adeptos das equipas mais fortes não gostam, pois de certeza absoluta que a preocupação deles não é o espectáculo, pois já deram mais provas de que não é essa a sua comichão, dado a clubite fanática que por cá impera) ter essa atitude?
Mas não, a culpa da nossa incapacidade é dos adversários. Sim, a esses a quem não deram carta branca para contratar 20 jogadores de topo e das suas simpatias. Mas coitado, este está a fazer um extraordinário trabalho, dizem eles. O que estraga tudo são os Moreirenses, mas só quando são eles a defender, quando são os nossos pastelões é classe. E chegamos ao ponto, que quando o óbvio nesta história toda seria ver a equipa com 2 meses de trabalho diário, com um plantel desta riqueza a carburar já com um mínimo de qualidade exibicional, a criar pelos menos oportunidades de golo, vemos a equipa a fazer ainda pior que a do ano passado por esta altura!!! Inacreditável.
E as pessoas acham que se equipa vier a jogar decentemente se deve ao extraordinário trabalho do treinador e não o que ela já devia produzir com a qualidade de plantel que tem ao seu dispor. Com a equipa do ano passado e com os erros graves infantis que cometeram, dessa eu queria ver como já estaríamos agora nas mãos do "cagãzozito" ou quando lhe dá a loucura, o tipo que carrega em todos os botões no Ferrari pois não sabe o que fazer. Mas pronto, a culpa é dos adversários defensivos. E quando as avaliações da qualidade exibicional estão a este nível, só nos resta abandonar o campo, dizimados pela estupidez.

As Inscrições para a Champions
Campaña, Otávio (2M por 30%), Reyes, Opare e José Angel, e já não entro com Hélton nestas contas por razões óbvias, 6 que não estão inscritos para a Champions, certamente irão ter muitos poucos minutos nos próximos 3 meses - inclusivé no campeonato -  por muito fenomenais que sejam nos treinos (e jogos utilizados). Isto porque Lopetegui irá certamente preferir dar ritmo e rotina aos jogadores que pode utilizar na LC.

Custa-me um onze e um plantel sem portugueses. Mas custa-me muito mais um onze e um plantel sem qualidade. Podiam ser todos da guiné equatorial...(até falavam a mesma lingua do treinador...) Mais uma vez volto à questão do plantel construído nos moldes Lopetegui. Não só muda tudo, como parece que cria concepções e exigências tão específicas de jogadores, que acabamos por ter de lhe dar jogadores que ele conhece ou que já trabalharam com ele. Isto passando ao lado de todo o trabalho dos últimos anos da nossa tão elogiada equipa de scouting e até da formação. Depois embirro a sério com a ideia de que estes jogadores só vieram porque queriam trabalhar com ele. O meu FCPorto não chega para trazer o Messi actual, mas não precisa de Lopetegui para convencer os jogadores que vieram...

O Porto 2014/15 em versão “outsourcing”

“Há uns tempos eu disse que o Porto subcontratou o seu futebol profissional nesta época. Facto que é comprovável pelos negócios que esse clube tem feito, pela proveniência da maioria dos jogadores e, claro, pelo treinador, que foi imposto por quem tem facilitado estas colocações de jogadores no Porto, para estes se valorizarem. E a prova disto é a forma como um treinador sem currículo se comporta, pois sabe que tem as costas quentes. 
Esta nova realidade no Porto, uma espécie de Braga em versão grande, ou "Valência" português (foi o fundo que todos conhecemos que colocou Nuno Espírito Santo em Espanha, um treinador que também não passa pela cabeça de ninguém que pudesse passar de um Rio Ave para um dos maiores clubes espanhóis, sem que houvesse interesses extra-desportivos por detrás disso), é de facto um corte radical com a tradição dos fruteiros, que indicia duas coisas: não há ali nenhuma saúde financeira, pelo contrário, é a fragilidade financeira que os leva a terem de se fazer úteis a terceiros; o protagonismo de Lopetegui só comprova o vazio de liderança que existe actualmente no Porto. Um protagonismo que implica a secundarização, e até a marginalização dos jogadores que já estavam no plantel, porque urge valorizar as novas contratações de espanhóis.
Para se saber quem manda no Porto, é só seguir o dinheiro. Mas é claro que
enquanto a equipa for ganhando, os fruteiros não se chateiam nada. Só
aqueles que forem um pouquinho mais lúcidos acharão que a "esmola" é
grande.

Parece-me que este comentário assenta que nem uma luva ao que é o Porto 2014/15 e levanta uma série de questões muito interessantes.

O fracasso desportivo da época passada teve consequências que se estenderam a outras dimensões da vida do clube: a financeira, fruto de uma política de aquisições desastrosa em que dezenas de milhões foram gastos em jogadores sobre-valorizados (e que poderá ter estado na origem do pedido de demissão de Angelino Ferreira); e a política, pois ajudou a alimentar uma luta pela sucessão que pôs à vista de toda a gente debilidades na liderança de Pinto da Costa que seriam impossíveis de imaginar uns anos antes. Estas questões financeiras e políticas ajudam de facto a explicar esta abertura do clube à "intervenção externa" que estamos a assistir desde maio.

Admito que haja quem possa discordar do diagnóstico, mas creio que há uma coisa que é indesmentível: pela primeira vez na sua longa presidência, Pinto da Costa sentiu não ter condições de inverter uma situação desfavorável sem recorrer de forma tão óbvia a ajudas exteriores à sua "super-estrutura".

Duvido que alguém imaginasse - e muito provavelmente a própria estrutura portista - que as mudanças fossem tão profundas. Já com Lopetegui a bordo, o Porto começou por abordar o mercado na linha tradicional de contratações que caracteriza o clube: Opare, Ricardo, Sami e Evandro foram os jogadores que entraram em maio, a custo 0 ou por valores reduzidos.
A partir de junho, tudo se alterou e passámos a assistir a um avalanche de jogadores provenientes de Espanha e altamente subsidiados por terceiros (em que Martins Indi foi a exceção) - todos enquadrados na ideia que o treinador tem para o futebol do clube (onde estão os trincos?), enenhum tendo em vista a típica rentabilização financeira a médio prazo que tem sustentado as contas do Porto ao longo da última década.

São vários os sinais que indicam que "alguém" aproveitou para tomar de assalto o Porto e, como é evidente, quem investiu nesta equipa de futebol não será afastado facilmente ao fim de um ano de sucesso desportivo. Esqueçam os €35M gastos pelo clube: os 12 jogadores que apareceram desde junho - entre os valores cobertos pelo Porto, pelos fundos, comissões, salários e outros favores que foram cobrados para os trazer para Portugal - valem em conjunto muito mais do que isso.

É natural que se pergunte se não estaremos perante mais um caso de colonização de um clube por parte de entidades externas. O modus operandi é conhecido. Primeiro de forma mais discreta com o Rio Ave e Braga (repositórios de jogadores a aguardarem melhores colocações - é ver a dança de jogadores que tem havido nas últimas semanas), e depois mais ou menos à descarada com o Mónaco e o Valência (destinos apetecíveis enquanto os seus responsáveis estiverem dispostos a investir milhões). No caso destes últimos dois clubes, que também tinham os seus presidentes e respetivas "estruturas", viram aos poucos os cargos de influência a ser ocupados por figuras da confiança do verdadeiro homem do leme (Luís Campos e Leonardo Jardim no Mónaco, Carlos Carneiro e Nuno Espírito Santo no Valência), e os presidentes foram-se transformando progressivamente em figuras mais ou menos decorativas, em que a única coisa que podem controlar é a quantidade de cheques que passam para ajudar a manter o dinheiro a circular. 

Estamos todos a ver o que se está a passar com o Mónaco: no final da época passada, o proprietário quis reduzir o ritmo de investimento na equipa de futebol (e não desinvestir, ao contrário do que se pensa) depois de se aperceber que o mercado monegasco nunca poderia competir com o parisiense, e rapidamente a solidariedade do homem do leme se esfumou - apressando-se a retirar do clube os jogadores de maior valia sem que se esforçasse minimamente em substitui-los por alternativas minimamente comparáveis. Bernardo Silva e Matheus Pereira darão bons substitutos de James e Falcao? Vamos ver onde vai acabar o Mónaco este ano.

Será o Porto um Braga on steroids ou uma espécie de Valência B? Pelo que se tem visto, apostaria na primeira hipótese.
Não sei se alguém na estrutura portista pensa que poderá retomar as rédeas do clube sem ter que levar com represálias imediatas, mas cá para mim são capazes de vir a ter uma surpresa desagradável.

PC à caça do JJ
JJ foi convidado por Pinto da Costa para substituir Jesualdo Ferreira no FCP, um ano antes de este acabar contrato; mas tinha que esperar pelo fim deste. JJ aceitou, com uma condicionante, se aparecesse um clube mais de acordo com as suas naturais ambições, ele recusava. Assim e quase no fim dessa época aparece o Benfica e ele nem pensou duas vezes. 


Aquando da saída de Villas Boas do FCP, foi novamente convidado por Pinto da Costa, desta vez acenando com um contrato das arábias... ele recusou e avisou LFV do sucedido. Foi compensado por isso.

Na época passada foi novamente abordado pelo seu amigo Pinto da Costa, para substituir Vitor Pereira; Pinto da Costa queria ver o FCP a jogar á Benfica. JJ depois de tudo o que passou, mas tendo em atenção tudo o que o outro seu grande amigo LFV, sempre fez por ele... recusou novamente; e como ele afirmou aos seus amigos mais próximos; como é que poderia atraiçoar um amigo e passar de cavalo para burro... como orgulhoso que é, ainda afirmou.... quero ganhar pelo o meu mérito e não pelos favores dos árbitros.

Mais uma vez desculpa lá ó Jorge... mas há gentinha que não sabe da massa que és feito.
PC ofereceu 5M a JJ
“Jorge Jesus terá recusado uma proposta de cinco milhões de euros por temporada de Pinto da Costa nas últimas horas, preferindo a renovação com o Benfica para as duas próximas épocas, apurou o Correio da Manhã”.
PC quer JJ fora do Benfica
“O FCP tentou utilizar o empresário Jorge Mendes para afastar JJ do Benfica, apurou CM. PC reuniu-se com o agente e abriu-lhe as portas do clube para colocar o técnico que conduzisse os dragões de novo aos títulos. Mendes indicou Lopetegui, mas também na esperança de convencer o empresário a colocar Jesus num clube estrangeiro. Jorge Mendes, que mantém boas relações com LFV, acabou por não conduzir o processo da eventual saída. Delegou em Luis Campos (antigo técnico com quem trabalha) um possível negócio entre Jesus e o Mónaco. JJ recusou a saída para o emblema do principado, não pelo aspecto desportivo, mas sim pela pouca paixão que existe pleo clube.
Foi com a recusa de JJ que avançou a opção Leonardo Jardim, por indicação de Luis Campos, que conduziu juntamente com os empresários e amigos Paulo Nélson Almeida e Paulo Tavares, o processo de saída do Sporting para o Mónaco. Mendes, apurou o CM, nada teve a ver com esta operação.
O FCP que no passado tentou contratar Jesus, quer assim afastar o treinador de Portugal por considerar que a sua presença nos rivais de Lisboa vai atrasar o regresso aos títulos. (In CM, 24/5/2014)

 O Pinto da Costa Regionalista
Os presidentes da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, e do FC Porto, Pinto da Costa, uniram esta quarta-feira as vozes em defesa do Norte contra o centralismo de Lisboa, à margem da assinatura de um protocolo desportivo de colaboração.

O autarca de Vila Nova de Gaia, dirigindo-se a Pinto da Costa, realçou a importância para a região Norte da existência de "símbolos e ídolos que não se deixem vencer" e disse que, nos últimos anos, "a região se tem vindo a depauperar".

"Quando o Norte está mal, o país está pior", defendeu Eduardo Vítor Rodrigues, apontando o dedo, com uma série de exemplos, como obras que ficaram por fazer, projetos congelados, privatizações e a derrama paga em Lisboa por empresas que estão no concelho, em que o Norte perde para o centralismo da capital.

Pinto da Costa associou-se a Eduardo Vítor Rodrigues nas "verdades indesmentíveis" que proferiu e apontou que, desde o tempo do ex-presidente da Câmara Municipal do Porto, Fernando Gomes, atual administrador da SAD do FC Porto, "nunca mais se ouviu uma voz a defender o Norte".

O dirigente recordou o "enterro da regionalização" e questionou: "Era este o objetivo pretendido, estarmos a ser comandados por uma alemã (a chanceler Angela Merkel)?". "Portugal é Lisboa e o resto é paisagem", referiu Pinto da Costa, acrescentando que os atuais governantes "deviam ter vergonha, fazer as malas e deixar o país".

O FC Porto e a Câmara Municipal de Gaia celebraram uma parceria de cooperação ao nível da formação para o desenvolvimento integrado do andebol nas escolas e nos clubes do concelho.

Em relação ao projeto, Pinto da Costa referiu que quer que o andebol seja um modo para aproximar o FC Porto das crianças e dos jovens e ajudar a Camara Municipal de Vila Nova de Gaia a ter aquilo que por direito merece."
Mais um triste pacóvio, este presidente de Cãmara, que acabará por ser escorraçado pelo povo. Um tontinho que não está a fazer nada do que prometeu em termos de desporto e o que ontem fez não foi mais do que dar seguimento áquilo que o seu antecessor fez (repararam no vereador do desporto? nada mais nada menos do que o Guilherme Aguiar), ou seja, garantir que o Andebol do FCPorto utilize equipamentos desportivos de V N Gaia à borla!
E garantir que no contrato existente entre a Câmara de Gaia e FCP não surjam quaisquer engulhos que possam comprometer a marosca.
Reacção de um Portista com P grande
O meu apelido é Borrego, sou Português, Portuense e Portista e nunca me revi neste provincianismo bacoco de Pinto da Costa; eu e a grande maioria das gentes do Porto, como prova bem as constantes reeleições de Rui Rio com maioria absoluta e a grandíssima derrota do Médico Bi-Polar nestas últimas eleições e apoiado publicamente por Pinto da Costa. Este é uma das coisa que não aceito do presidente do meu clube; fazer do FC Porto a sua arma política; pois o clube não é uma força política, somente desportiva.

Carlos Borrego
 Declarações de um andrade alucinado
“Porque não, agora que o nosso Porto até tem vários espanhóis (mais até que no 11 do Real Madrid por exemplo), o nosso clube passa a competir antes em Espanha do que neste nojo de país? Boicoitando esta liga, a mesma ia por água abaixo porque todos sabemos que o único clube que trás empresas para investir na Liga e trás visiblidade ao nosso futebol é o nosso Porto. E assim sempre jogavamos de forma limpa e clara contra equipas do nosso nível como Atleti, Barça ou Real.”

O Candidato do FCP à Liga
Obras-fantasma de Paulo Teixeira (PSD) investigadas pela PJ.

Durante a gestão de Paulo Teixeira (PSD) foram adjudicados à empresa Caridades - Acácio da Caridade Ferreira e Irmão, SA, dois processos de obra, cujo valor ascende a 250 mil euros. As obras estão relacionadas com arranjos de caminhos em várias freguesias e foram dadas como concluídas, tendo sido emitidos autos de medição e faturas.
Porém, o atual presidente, Gonçalo Rocha, mandou fazer uma auditoria que concluiu por várias irregularidades administrativas e por procedimentos suscetíveis de configurar crime. Fiscais camarários assinaram autos de confirmação de empreitadas, que nunca foram realizadas, garante o auditor. Por recomendação do próprio auditor, as faturas não foram pagas ao empreiteiro e o relatório foi entregue à PJ."
Como toda a gente sabe como funciona a PJ do Porto que por cincidência tem nos seus quadros um irmão de um senhor que é dono de casas duvidosas e afins(Reinaldo Teles), mais uma vez a justiça finge que não vê...
 Carlos Alberto acusa positivo num controlo antidoping
por João Crisóstomo, publicado a 16-04-2013

O médio do Vasco, que foi campeão europeu no FC Porto na era Mourinho, foi controlado no passado dia 2 de março, depois da vitória frente ao Fluminense, na meia-final da Taça Guanabara, tendo conhecido esta terça-feira o resultado.
O futebolista brasileiro, de 28 anos, ficou ao corrente da situação através do diretor executivo do clube, René Simões antes de mais um treino.
Segundo o ''Globoesporte'', a substância encontrada é usada no tratamento do cancro na mama.
O clube brasileiro veio, entretanto, a publico defender o jogador, que já pediu uma contra-análise, explicando que as substâncias que levaram ao controlo positivo, Hidroclorotiazida e Carboxi-Tamoxifeno, não podem ser imputadas a Carlos Alberto.
De acordo com o comunicado do clube, as substância encontradas podem ser resultado de''contaminação cruzada na confecção dos suplementos medicamentosos (medicação ortomolecular) os quais o atleta já faz uso há mais de um ano, com autorização do clube''.

Carlos Alberto (ex-FC Porto), suspenso por um ano por doping
por Manuel Resendes c/Lusa, publicado a 29-08-2013 

O médio brasileiro Carlos Alberto, ex-campeão europeu pelo FC Porto, foi hoje suspenso por um ano pelo Tribunal Superior de Justiça Desportiva do Brasil por uso de substâncias proibidas.
A sanção foi revelada à imprensa pelo advogado do jogador, Guilherme Rezende, que vai agora conversar com o seu cliente sobre a possibilidade de apresentar um recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), sediado na Suíça.
“Quero analisar o caso com o jogador e a família porque entendo que devemos ponderar a hipótese de recorrer à última instância”, afirmou o advogado de Carlos Alberto.
A análise positiva foi detetada em março passado, após o jogo a partida entre o Vasco da Gama e o Fluminense para o campeonato carioca, acusando substâncias como a hidroclorotiazida e a carboxitamoxifeno, ambas proibidas pela Agência Mundial de Antidopagem, por encobrirem a presença de anabolizantes.
Carlos Alberto está sem clube, visto que o Vasco da Gama não lhe renovou contrato depois da análise positiva, e enfrenta um castigo de dez meses de suspensão, tempo ao qual já foram descontados os trinta dias em que esteve parado como prevenção e os quarenta e cinco dias que o laboratório demorou para confirmar os resultados.
Protagonista de várias polémicas fora dos relvados, Carlos Alberto já tinha chegado a acordo para reforçar o Fluminense esta temporada, acordo esse cuja validade que estava dependente da sua absolvição pelo Tribunal.

domingo, 20 de julho de 2014

(Siga a Rusga) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (112)



Rolando com ordenados e prémios em Atraso

Rolando vai avançar para a rescisão do contrato com o FC Porto, invocando salários e prémios em atraso. O CM sabe que o central está decidido a forçar a saída, apesar das ameaças que tem recebido de muita gente ligada ao clube.

Segundo apurou o CM, Pinto da Costa terá dito que antes de quarta-feira, dia em que Rolando comunicou diretamente a Lopetegui que não queria ficar, o passe do jogador custava 10 milhões de euros, mas agora só sairá por 30 milhões, valor da rescisão.
A tensão à volta do internacional português é tanta que deu origem a cenas de pancadaria entre empresários num hotel do Porto. O agente FIFA Paulo Teixeira, representante do mandatário da Roma, Pepino Pirri, que veio à Cidade Invicta fechar o negócio, apresentou queixa-crime contra Alexandre Pinto da Costa, por provocação e ameaças, e o seu sócio, Pedro Pinho, por agressão e insultos racistas (Paulo Teixeira é mulato).

Ao CM, Paulo Teixeira atribuiu palavras ao filho do presidente portista tais como: "Antero Henrique (administrador da SAD) é um ladrão" e "digam ao Mohammed Afazal (empresário da confiança de Antero Henrique) que arranje 10 milhões e vá ter com o meu pai."

Sobre Pinho, Paulo Teixeira acusa-o de o ter agredido a pontapé. O sócio de Alexandre Pinto da Costa também apresentou queixa contra Teixeira, contrariando a versão deste último.
Pinho refere que ele e o filho do líder portista se deslocaram à unidade hoteleira para tentar falar com o empresário de Rolando, João José Cardozo da Silva, amigo de longa data, e tentar perceber a atitude do central. Segundo esta versão, Teixeira terá começado a gritar com Alexandre, instando-o a pressionar o presidente para deixar sair Rolando. Pinho interpôs-se entre os dois e terá levado uma palmada do representante da Roma.

Está instalada a polémica entre Rolando e o FC Porto. O central quer sair do Dragão e já terá dito aos dirigentes que não quer ir com a equipa (viaja hoje) para o estágio de pré-temporada, que se realiza na Holanda. O CM sabe que o internacional português considera que o ciclo no FC Porto chegou ao fim, apesar de Pinto da Costa ter garantido que iria integrar o plantel na época 2014/15.O central não esquece a forma como foi tratado por alguns dirigentes nas duas últimas épocas, com os empréstimos aos italianos do Nápoles e Inter de Milão. O emblema ‘nerazzurri' é precisamente um dos clubes (o outro são os turcos do Besiktas) que já terão apresentado uma proposta de cinco milhões. Contudo, o FC Porto, em novo braço de ferro com o jogador, exigiu dez milhões para deixar sair o jogador, de 28 anos, que tem contrato até ao final da época. Rolando quer sair para poder ter um contrato substancialmente superior ao que tem em Portugal.

Caso permaneça no FC Porto, corre o risco de não jogar até ao final da época, mas pode começar a negociar com uma nova equipa em janeiro, já que fica livre para decidir o futuro. Até ao fecho desta edição, os dirigentes portistas, apurou o CM, ainda tentavam convencer o jogador a seguir para estágio.

Paulo Teixeira, parceiro do empresário Cardoso da Silva, contou no Facebook, o que se passou no passado dia 11 num hotel do Porto. Teixeira estava acompanhado por Peppino Tirri, enviado da Roma, e por Cardoso da Silva. Este último contactou Pinto da Costa por telefone para lhe dar conta de uma proposta da Roma de 4 milhões. O presidente do FC Porto fez saber que não chegava – e pediu 10.

Alex P. da Costa apareceu pouco depois no hotel, acompanhado por Pedro Pinho. E a confusão instalou-se, com empurrões pelo meio. “A conversa prosseguiu por quase duas horas, versando sobre Antero Henrique e seus supostos negócios paralelos com o seu agente de confiança, Mohamed”, contou Teixeira. Já no exterior, Pinho, “fiel escudeiro” de Alex, ainda chamou “preto” a Paulo Teixeira.

Pela boca do Paulo Teixeira
Conta Paulo Teixeira, amigo de Rolando:

"Muita gente perguntando o que ocorreu na sexta-feira 11 no saguão do hotel Tiara Park Atlantic, na cidade do Porto, após a notícia veiculada pelo jornal Correio da Manhã. Vou contar a minha versão dos fatos”.
Seguinte:

Peppino Tirri, mandatado pela AS Roma, João José (o Jota), representante de Rolando e eu, uomo-mercato desta operação, traçávamos uma deliciosa feijoada no restaurante Alto Astral, contíguo ao hotel.
Na impossibilidade de encontrar o diretor-geral do FC Porto, Antero Henrique, para lhe apresentar a proposta do clube italiano, sugeri ao Jota:

- Já que o presidente Pinto da Costa te disse que ele tomou o comando desta operação e não queria Anteros nela, liga então pra ele”.

Jota saiu do restaurante e ligou pro homem.


Voltou lívido.

- Liguei e disse ao presidente que estávamos a almoçar aqui ao lado, que tinha um clube e precisava falar com ele. Ele perguntou qual era o valor da proposta, falei 4 milhões. Ele respondeu que o Rolando só saía por 10.


Fomos para o hotel, Jota e eu sentamos no saguão. Pouco depois, Alexandre Pinto da Costa e seu fiel escudeiro (e sócio) Pedro Pinho, entram e dirigem-se à nossa mesa. Fiquei surpreso. Quem os tinha chamado? A cidade do Porto tem 371 hóteis repertoriados, como souberam que estávamos neste?


Primeira cobrança do fiel escudeiro, dirigida a Jota:

- “Porque é que o mandato do Besiktas veio em nome do Paulo Teixeira? (efetivamente, no início de junho o clube turco autorizou-me a fechar o Rolando e esse mandato eu havia-o transmitido ao Alexandre).


Explicação dada, dirigi-me ao Alexandre:

- “O Peppino tá descendo do quarto”.


Segunda cobrança (Alexandre), desta vez dirigida ao Peppino:

- Então tu vens a Portugal e não me dizes nada?????

Resposta do italiano:

- “E tu, quando vais a Milão, ligas pra mim? Não vou com a tua cara, és muito arrogante.”


A conversa prosseguiu por quase duas horas, versando sobre Antero Henrique e seus supostos negócios paralelos, seu agente de confiança Mohamed Afzal e - muito - sobre o atacante colombiano Jackson Martinez.


Sobre o Rolando, disse o Alexandre:
“O jogador faltou ao respeito ao meu pai. Foi-lhe dito que ia ser o capitão, que o clube contava com ele. O Porto queria renovar-lhe o contrato por mais quatro anos, imaginem a comissão”.


Resposta do Jota:

- “Rolando não faltou ao respeito a ninguém. Teu pai foi educadamente informado que ele não queria ficar mais, que o ciclo dele no clube estava encerrado. Pelos vistos, ninguém o quis ouvir...”


Pra fazer a história curta, já em tempo de despedidas.

Alexandre:

- “Então digam lá ao Afzal que traga 10 milhões e depois vá resolver com o meu pai.”

Afastou-se e voltou, repetindo a mesma coisa. Afastou-se de novo e retornou, dedo em riste, dizendo a mesma coisa.

O sangue subiu, meu fio cruzou, entrei em curto.
E falei:

- “Olha aqui, Alexandre, tu és um mentiroso do caralho. Em janeiro pediste-me que te trouxesse o agente do Jackson, que tinhas um clube na Inglaterra pra ele. Eu trouxe. Tu tinhas porra nenhuma”.


Entrou na dança o fiel escudeiro, empurra pra lá, empurra pra cá. Briga é assim mesmo, se dá e se leva. Solicitei as imagens do circuito interno de segurança, tira-teima.


Mas o pior foi na rua, pra onde os arruaceiros foram levados pela segurança do hotel. Enquanto o fiel escudeiro me chamava de “preto” o predador intelectual urlava:

- “Na minha cidade???? Eu mando aqui quatro tipos pra acabar com ele”.

Consta lá na queixa-crime.

Entretanto, tocou o celular e o Alexandre gritava:

- “Pai, não sabes com quem o Jota se meteu. Com uns V-A-G-A-B-U-N-D-O-S!"
(Ficámos a saber que o Porto é a “cidade deles”, como se isso fosse novidade, e que todas estas negociatas têm o pai PC e agora ofliho por detrás?
Fucile sem papas na língua!
08-07-2014
Jorge Fucile concluiu, no passado dia 30 de junho, uma ligação de oito temporadas com o FCPorto. Entretanto, já assinou pelos uruguaios do Nacional Montevideo e, ontem, no seu primeiro treino ao serviço do novo clube, o lateral, de 29 anos, mostrou que continua com o FC Porto bem vincado no seu pensamento.

Num tom extremamente crítico, em declarações prestadas à rádio "Sport 890", Fucile explicou a sua saída do Dragão e, ao fazê-lo, até evocou o tempo da escravatura, tendo os dirigentes azuis e brancos como alvos das suas palavras. Tudo começou assim: “Já não vivemos no tempo da escravatura, mas era isso que se passava no clube. O FC Porto é uma monarquia absoluta, em que todos fazem o que eles querem, e eu revoltei-me contra eles.”

E Fucile prosseguiu no mesmo registo: “Queriam que renovasse o meu contrato por mais um ano, mas disse-lhes que não. Queriam decidir a minha vida, para onde tinha de ir, onde deveria jogar, mas disse-lhes que quem decidia o meu futuro era eu. Depois disso, disseram-me que se não renovasse, não me emprestavam e iam afastar-me do plantel. Senti-me injustiçado. Nenhum clube do Mundo faz isto a um jogador, mas foi o que aconteceu. Até arrisquei a minha presença no Mundial.”

A mulher de James
O fanatismo dos adeptos em Portugal é muito perigoso. James não sai muito e nunca vai a Lisboa. Tomamos algumas precauções.»

Do mesmo modo que o belga Defour foi “aconselhado” pela estrutura do clube a não se aproximar nem a não cumprimentar o seu conterrâneo Witsel, pelo menos em público.

Atsu´s Wife

Casada há um ano com Christian Atsu, a alemã Marie-Claire Rupio, de 19 anos, manifestou ao ‘site’ ganês ‘ghanasoccernet’, toda a revolta pela maneira como os dirigentes do FC Porto estão a lidar com o atleta após este ter manifestado vontade em sair. "No FC Porto é só mafiosos. Como é que eles podem estar a fazer-lhe isto?", questionou a jovem "Mas ele vai conseguir o que quer", observou.


Marie-Claire diz também que o jogador está a ser alvo de perseguição, isto depois de ter anunciado na rede social facebook, há mais de uma semana, a vontade de abandonar o emblema portista, para assim poder "concretizar sonhos".

A Fuga Para a Frente
"... o PdC ofereceu controlo do Porto ao Jorge Mendes a troco de um empréstimo de 30M para pagar dívidas correntes e salários correntes e em atraso... e de total carta branca para ser o dono dos negócios todos desta época, entradas e saídas. Como outra contrapartida, o PdC terá pedido o enfraquecimento dos rivais lisboetas. No Sporting, trocar o treinador foi a primeira (o Monaco nunca na vida iria para o Jardim), não permitir encaixes importantes, que são todos jogadores dele, a segunda (Patrício, William, etc). No Benfica é aproveitar o cenário para criar o caos, cobrando ao cêntimo tudo o que o Benfica lhe devia em comissões e intermediações (foram muitos e muitos negócios com Real, Atletico, Chelsea e Zenit, principalmente, tudo via Mendes), que resultaram em muitas saídas importantes e que mais poderão acontecer.
Em anexo, um fortalecimento enorme do Braga para tentar deixar um (ou os dois) de fora da Champions, na época seguinte." - A tão criticada "internet" já falava deste cenário há vários meses. Encaixa no que se está a verificar, actualmente, nos quatro clubes. Não antever este "ataque" é ou não perceber nada do assunto ou não querer saber..

Portistas Arrepiados com as Contas Andruptas
O meu apelido é Carlos Borrego e sou Portista.


Infelizmente esta situação de descalabro económico-financeira da FC Porto SAD era previsível há muito por quem percebe e entende o que é gerir uma empresa e/ou um grupo económico de forma sustentável. Em especial para quem acompanhou e sabe como e de que forma Pinto da Costa geriu no passado e no presente os destinos do FCP clube e SAD. Um presidente que nunca olhou a meios para atingir os seus fins e que utilizou como nenhum outro a venda das vitórias para a todos cegar e assim ir realizando as suas ambições pessoais e também presidenciais; mesmo que estás ambições fossem á custa de um futuro sustentável do clube que eu tanto amo. 

Carlos Borrego

Carissimo Carlos Borrego, infelizmente tenho que concordar consigo e olhe que me custa tanto a si como a mim ver chegar o nosso querido clube chegar a este estado calamitoso; infelizmente há uns anos quando estavamos bem por cima em termos desportivos e económicos em relação ao Benfica; em vez de nos estruturarmos e investir com tino e ponderação no reforço da equipa, do clube e da SAD, não andavamos a querer bater a torto e a direito num Benfica que estava na rua da armagura e falido após as gestões calamitosas de Damásio e Vale e Azevedo; era comprar por comprar, inclusive ir buscar jogadores de fraquissimo calibre ao Benfica, como P.Henriques, Pandurus e outros que tais, já para não falar do inválido Sokota, pagando salarios elevadissimos que só serviam para inflacionar os salarios daqueles que há muito davam a vida pelo FC Porto.
Foi quase uma decada a ter planteis que valiam mais que três ou quatro vezes os do Benfica e Sporting juntos; e para quê, para ganhar no fundo as provas internas e nada mais, excepto uma LC e uma TU com Mourinho, que só acabou por compensar pelas vendas entretanto feitas. Nessa altura Pinto da Costa poderia ter feito o que o Benfica está a fazer há mais de 10 anos, estruturar o presente e o futuro, mas com muito menos esforço economico, na altura eles estavam a anos luz de distância; hoje é o que se vê, eles a crescer e nós a desaparecer; eles a começarem a ver um FUTURO brilhante e nós um PASSADO.
O mais grave é que hoje não reconheço capacidade ao nosso outrora imparável presidente para liderar uma revolução que nos transporte para o futuro; até porque para isso temos que hipotecar durante pelo menos uma decada as ambicionadas conquistas desportivas, e isso Pinto da Costa não quererá pois só através delas é que se consegiu prepetuar no poder, mesmo depois do infeliz caso do "Apito Dourado", que nunca desmentiu o que é de conhecimento publico, inclusive confirmou, mas que simplesmente defendeu que as ditas provas não eram admissiveis em tribunal. E isto com a maioria de nós aplaudir tão sabia mente. 


Tenho pena que só consigamos dizer aqui o que pensamos, pois já o tentei em blogues afectos ao nosso clube e ou sou censurado ou então crucificado.


Mario Leal ( Cedofeita)

Quando no final de Fevereiro foram comunicados à CMVM os resultados do 1º semestre de 2013/2014, era óbvio que o FCP teria de conseguir vender dois dos seus principais jogadores até ao final de Junho para tapar o prejuízo relativo à época passada, porque nem a "milagrosa" venda do Iturbe (caída do céu aos trambolhões) era suficiente para colocar as contas a positivo.
Como isso não aconteceu fiquei com curiosidade de saber o tamanho do "buraco" até ler hoje a vossa notícia, que me parece que peca por defeito, porque segundo "ruídos" que me chegaram aos ouvidos vindos de gente atenta e informada do Norte, as receitas de bilhética do último semestre foram um caos (apesar dos jogos da LE em casa), que devem "empurrar" o resultado negativo para próximo ou mesmo ultrapassar os 40 M € (a menos que haja antecipação de receitas com o novo contrato dos equipamentos). 

As aventuras com os Danilos e os Alex Sandros e outras aquisições antes desses, estão a sair "caras", ao contrário do que a "boa" imprensa da casa pretendeu fazer passar nos últimos anos ostentando, continuadamente, com as vendas miríficas do seu idolatrado "Supremo Líder".



A Máfia dos bilhetes (Testemunhos de Andrades)

"A vergonhosa máfia que reina e gere a superior sul [...]" e não só... Vivo em Lisboa e vou quase sempre assistir aos jogos quando o FC Porto se desloca à Luz, Alvalade, Belém, Estoril e Setúbal e é verdadeiramente escandaloso o que me acontece quase sempre nos estádios do Bonfim e Amoreira: os bilhetes para o sector visitante estão esgotados e andam os mesmos de sempre com enormes maços de bilhetes na mão a vende-los com um acréscimo de 50 a 100% (na Amoreira já me chegaram a vender bilhetes EXCLUSIVOS PARA SÓCIOS DO ESTORIL!!!!). Fico revoltado e envergonhado por ver adeptos do meu Porto a roubarem os seus (supostos) companheiros (onde me incluo). Já cheguei a pagar mais e ir para o meio dos adeptos da casa só para não dar dinheiro a esta gente... revolta-me mesmo...

Agora entre 60 a 70% dos que lá estão é tudo mafioso, querem ganhar uns "trocos" com a claque, fumar umas ganzas e arranjar confusão, não esquecendo claro, putos sem mentalidade que só importa o facto de andar de casaco dos Super, apoiar não é preciso. Enfim…
Pior que isto é quem pactua com esta merda no nosso clube, não há respeito pelos adeptos, pelos sócios, vergonhoso.

Tenho aqui lido diversas alusões aos super dragões, quando NO LIMITE estes fazem um aproveitamento das situações.
O problema está em quem cria estas condições e toma estas decisões!
A culpa está nos responsáveis do clube que com estas atitudes criam fontes de rendimento paralelo....se não o fizessem, nada disto acontecia.
Portanto o problema está em quem manda e não em quem se aproveita disso!

Mario Jardel e a Cocaina
Mário Jardel abriu o jogo e falou sobre os tempos de futebolista, especialmente numa altura em que envergava a camisola do FC Porto e ao mesmo tempo... consumia cocaína. O futebolista brasileiro, com um grande passado em Portugal, assumiu que a primeira vez que se rendeu à droga "foi em Fortaleza em 1998", num churrasco, numa altura em que alinhava pelo FC Porto. "Super Mário" diz que a prática era conhecida pelo clube e conta como se escapava aos controlos antidoping.
"Só consumia nas férias. O médico e o fisioterapeuta da equipa sabiam porque eu contava-lhes. Fazia exames todos os dias antes do treino e fiquei fechado um mês dentro da concentração para me recuperar", referiu, em entrevista ao "Lancenet", esta quarta-feira, explicando o porquê de se ter entregue à cocaína.
"Más amizades, fim de um relacionamento, depressão... Fiquei deprimido porque não tinha ninguém a apoiar-me no momento em que precisava".

Mário Jardel assumiu que deu um novo rumo à vida "há dois ou três anos".

"Após aquela entrevista (para a TV Globo, em 2008) sobre o problema, tive uma recaída no ano seguinte e, por isso, resolvi tratar-me. É a primeira vez que falo nisso. Estava parado, aconteceu por fraqueza."

As offshores da Suiça
A transferência, há dez anos, de 4,7 milhões de euros para duas contas em Zurique, Suíça, está a ser investigada pela PJ num último inquérito ainda do tempo do Apito Dourado. Em causa está a suspeita de crimes de fraude fiscal e abuso de confiança relativos à transferência de Paulo Ferreira e Ricardo Carvalho em 2004 do FC Porto para o Chelsea, confirmou ao PÚBLICO fonte do Ministério Público. A investigação, que está a ser liderada pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ, visa ainda a venda de Giourkas Seitadiris ao FC Porto pelo clube grego Panathinaikos em 2004, segundo o jornal Expresso online, que teve acesso a documentação das autoridades helvéticas. O inquérito deverá estar concluído dentro de pouco tempo para que seja evitado o risco de os crimes prescreverem. O crime de abuso de confiança prescreve, de acordo com o Código Penal, dez anos após a sua prática.
O processo está a ser dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa. Segundo fonte do MP não tem ainda arguidos constituídos e é de uma complexidade extrema. A Procuradoria-Geral a República enviou cartas rogatórias às autoridades helvéticas no sentido de conseguir informação sobre as movimentações das contas bancárias usadas e que serão tituladas por seis empresas.
Os montantes alegadamente altos das comissões verificadas neste processo de transferência foram o primeiro alarme a lançar suspeitas. A comissão chegou a atingir metade do valor da transferência de Seitadiris.
Uma das contas pertence a uma empresa irlandesa que terá recebido 3,1 milhões de euros do FC Porto, depois dos contratos de transferência de Paulo Ferreira e Ricardo Carvalho. Os jogadores foram vendidos por 50 milhões ao Chelsea. Uma outra conta é de uma empresa com offshore em Gibraltar. Nela foram alegadamente depositados 1,5 milhões, sete dias após os “azuis e brancos” terem comprado por três milhões os direitos desportivos de Seitadiris ao Panatinaikos. O PÚBLICO contactou fonte oficial do FC Porto que, contudo, disse desconhecer o caso e preferiu então não reagir.