ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

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sábado, 26 de abril de 2014

(Passo a Passo o Abismo se Abre) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (109)


Cérebros maiores igual a maior controle.
“Animals with larger brains may have more self-control than creatures with smaller noodles, a new study suggests.
Researchers tested dozens of different species to measure how well they could regulate their behavior, and found that animals with larger brains or more complex diets had greater self-control. The findings suggest that feeding ecology and brain size may have played roles in cognitive evolution, the researchers say.
"Self-control is important for any species on the planet," said study researcher Evan MacLean, an evolutionary anthropologist at Duke University in Durham, N.C.”
Mais uma investigação que prova aquilo que toda a gente já suspeitava, que os Super Dragões têm cérebros mais pequenos que os demais humanos. Nada que surpreenda os benfiquistas e a melhor prova foi o seu comportamento no dia em que o Benfica se tornou novamente campeão ao não permitir que os adeptos do Benfica festejassem na Avenida dos Aliados, ao agredir em grupo e cobardemente adeptos do Benfica quando se afastavam.

Humor Porquista

Um post num blogue azul sobre o Benfica e o benfiquismo que prova, mais uma vez e sem qualquer réstea de dúvida, que os adeptos do clube de Palermo sofrem de um atraso no seu desenvolvimento cognitivo pelo facto de possuirem cérebros mais pequenos do que os demais humanos:
“Ser do Benfica é seguir pelo caminho fácil, é pertencer à seita, é fazer parte do rebanho. Ser do Benfica é ser subserviente aos lobbies instalados na Capital do Império, é beijar o cu dos poderosos e prepotentes, é fazer vista grossa à podridão que grassa ao mais alto nível deste país. Ser do Benfica é manter viva uma filosofia que, durante décadas, destruiu o povo português, sonegou a sua liberdade de pensamento, manietou o seu direito ao livre arbítrio. (…)
Olha-se para a Justiça e lá estão os procuradores, os juízes e os advogados, sempre prontos para denunciar uns e esconder outros, proteger os filhos e atacar os enteados. Olha-se para a Comunciação Social e lá estão os serviçais, os lacaios, os avençados, distorcendo, falseando, corrompendo a verdade em função do que lhes convém ou não convém.
O benfiquismo é um cancro que corrói a nossa sociedade por dentro, destrói as suas entranhas, mina as suas bases. O benfiquismo é algo que tem de ser contido e controlado, em nome de uma sociedade mais séria, mais evoluída, mais justa.”
(Se trocarmos os termos “benfiquistas” por “porquistas” e voltarmos a ler ficamos a conhecer a realidade).

Hernâni Gonçalves, o bitaites

«Começamos por ganhar nos treinadores, que nos vendem a alma para o que for preciso. Depois, ganhamos com os clubes que os contratam, que também nos ficam a dever favores. Mas não é tudo. Para além de eventuais comissões que virão directamente para os nossos bolsos, os bons jogadores que aparecerem nesses clubes ficam garantidos para o nosso lado e aqueles que forem excedentários do nosso plantel podem ir asilar para esses clubes, o que nos desobriga logo de lhes pagar os ordenados. Isto é o ovo de Colombo.»

Hernâni Gonçalves foi um jogador muito discreto. O melhor que conseguia era de quando em quando, partir a perna ao melhor jogador da equipa contrária. Para compensar a falta de talento, tomava mais duas pastilhas que as aconselháveis e injectava-se por conta própria, ao ponto de um dia, o médico do clube o ter aconselhado a parar, pelo menos, durante 24 horas com aquilo, sob o risco de bater a bota.
Hernâni Gonçalves era tão ambicioso como tosco. É certo que acabou a carreira aos 30 anos e com a calvície a pronunciar-se, mas terminou-a em beleza: com uma boa conta bancária e um chorudo cheque por ter derrubado um adversário na área de rigor, proporcionando um penálti que salvou a equipa contrária de descida de divisão. O lance não causou qualquer tipo de suspeitas, pois o Hernâni Gonçalves era mesmo assim – às vezes acertava, outras não.


Mas a história de Hernâni Gonçalves pouca relevância teria na história da vida de Pinto da Costa, se o primeiro não acabasse por se tornar um grande amigo do segundo, depois de ser apresentado por António Oliveira. Rapidamente se gerou ali alguma cumplicidade, não faltando a adorná-la o habitual naipe de mulheres da vida, desde a classe de iniciadas até às seniores em fim de carreira. Para ajudar, o País vivia uma ascensão económica que tinha os dias mais ou menos contados, mas que iria ser boa enquanto durasse.
Com o Hernâni Gonçalves a controlar as miúdas e o António Oliveira a dar a táctica, PC tinha a vida nocturna que queria, mas, ao contrário de Reinaldo, continuava muito agarrado ao dinheiro, não o arriscando na roleta.

Esta última acabou por se revelar a desgraça de Reinaldo, que aí foi deixando largas centenas de contos, proporcionando também a um conhecido jornalista algumas jogadas de risco, em especial quando a equipa se deslocava à Madeira.
Sempre adiantado dois passos em relação aos restantes, António Oliveira foi-se afastando do grupo, mas nunca se desligou. Hernâni Gonçalves, entretanto, leu dois livros policiais e começou a falar como um doutor, deixando de ser adjunto do António – então um treinador de mediano sucesso – para se tornar técnico principal. O conhecimento que tinha da arte das pastilhas acabou por se aliar a um feeling muito especial e, rapidamente, enquanto ia esvaziando o stock de uma farmácia próxima de Paredes, conheceu o sucesso.


“O futebol é um espanto. Ainda ontem estava a queimar o couro nos pelados e hoje eis-me a fumar um charuto e a dar bitaites para os jornais!” – dizia Hernâni Gonçalves para a mulher, enquanto apreciava as miúdas que se passeavam no areal de Cancun, onde uma conhecida apresentadora de televisão fazia discretamente amor com dois jovens craques que nesse ano tinham surgido na ribalta.
- Chegou a hora de começar a apanhar peixe graúdo, pois estou farto de andar aos figos! – desabafou, longe de saber que nesse momento, PC tinha engendrado mais um plano diabólico.


O plano era simples e partia do seguinte pressuposto: no futebol, nem só os jogadores são a mercadoria; há que contar também com o treinador.

“E os treinadores, Reinaldo, é que marcam golos ou os permitem!” – referiu PC, merecendo o assentimento de Reinaldo.

“Vai ser canja” – continuou o presidente. “Fulano precisa de clube, e nós arranjamos esse clube, a quem damos a garantia de que, com aquele treinador, é que a equipa não desce; não sendo preciso dizer mais nada, eles ficam logo a saber que nós seremos os anjos-da-guarda”.

- “E o que é que nós vamos ganhar com isso, presidente?”

“Tudo. Começamos por ganhar nos treinadores, que nos vendem a alma para o que for preciso. Depois, ganhamos com os clubes que os contratam, que também nos ficam a dever favores. Mas não é tudo. Para além de eventuais comissões que virão directamente para os nossos bolsos, os bons jogadores que aparecerem nesses clubes ficam garantidos para o nosso lado e aqueles que forem excedentários do nosso plantel podem ir asilar para esses clubes, o que nos desobriga logo de lhes pagar os ordenados. Isto é o ovo de Colombo”

- “De quem?”

- “De Colombo, do tipo que descobriu a América. Não julgues que também ele não enganou os Espanhóis. No fundo, era de Génova. O Cristóvão…”

- “Quem? O da televisão?”

“Não, burro, o Cristóvão Colombo, e repara que até ele se enganou, pois pensava que estava a descobrir o caminho para Índia quando descobriu a América. Foi o que me disse a Nancy, a nova, aquela que trabalhava num videoclube…”

- “E que tal?”

- “Para o Colombo não correu mal…”

“Não presidente, que tal a Nancy?”

- “Ah, a Nancy!…boa, sabe aquelas coisas dos filmes…”

- “…o beijo pressionado?!”

- “Qual beijo pressionado, qual quê! Aquelas coisas mais complicadas. Mas não desconversemos. Quero que fique assente que a partir de hoje temos de formar um lobbie…”, disse o presidente.

- “Ó chefe, mas isso compra-se com dólares ou com pesetas!…”

- “Calado” – prosseguiu, já algo irritado, Pinto da Costa. “Vai ser assim: andam por aí uns rapazes com talento, alguns até foram nossos jogadores, mas os clubes são mais que muitos e as melhores oportunidades normalmente são dadas aos treinadores estrangeiros. Vamos acabar com isso. A nossa garantia vai abrir os olhos aos clubes, que passarão a perguntar-nos que treinador é que podem contratar. Nós é que o escolhemos, percebes? Mas o rapaz que for escolhido já sabe que nos deve não um, mas muitos favores, entendes? Para além de passarmos a controlar o que já sabes, ficamos também com a certeza de que eles farão tudo para derrotar os nossos adversários directos, enquanto que nos jogos com a nossa equipa!… percebeste agora?”

- “Mas, ó presidente, isso é genial!”

- “Claro…”


O plano foi posto em marcha logo nessa temporada, tendo como cabeça de fila o Hernâni Gonçalves, também conhecido por «Fixe». Os clubes da região caíram nas palminhas de PC, só um deles desceu por manifesto azar, e os adversários directos, por norma, tramaram-se nas deslocações aos terrenos das equipas controladas. Como se tal não bastasse, PC foi pedindo alguns adiantamentos ao longo da época aos presidentes mais abonados, que ficavam satisfeitos só pelo facto de surgirem ao lado de PC ante as câmaras dos repórteres fotográficos.
Um deles, o Manuel Lopes Rodrigues, até se deu ao luxo de reunir na sua quinta os mais ricos empresários da região, com estes, a troco de um galhardete autografado, a entregarem nas mãos de PC uma generosa quantia «para ajudar o clube mais representativo da região».


Na altura, alguns jornalistas ainda tentaram investigar uma história que podia ser o fio da meada ou o fim da picada. Era a história de um jogador belga (Cadorin) que, nos minutos finais de um jogo no estádio do clube grande (Antas), entrou em campo, ao que se supõe, apenas para, na sua área, provocar uma grande penalidadejogando a bola com a mão e dando assim a possibilidade à equipa da casa de vencer o jogo e não se atrapalhar na corrida para o título.
O jogador desapareceu de circulação e a última vez que foi visto foi a fazer compras em Roterdão, supondo-se que hoje vive desafogadamente numa quinta dos arredores de Liège, onde todos os anos, pelo Natal, recebe um peru com uma mensagem de PC.

E o Hernâni Gonçalves? De subida em subida, foi até onde pôde. Depois, claro, já não podia subir mais. PC tinha encontrado um livro num caixote cujo autor era um tal doutor Peter, defensor dos princípios de competência.

- “Reinaldo, isto é assim: tu só és competente até determinado nível; se o ultrapassares, passas a ser um incompetente, percebes”?
Reinaldo mais uma vez não percebeu bem, pois, como ele mesmo dizia, tinha uma cabeça que trabalhava a «carvão».

“O Hernâni Gonçalves é bom nestas coisas. Quanto muito, posso arranjar maneira de o pôr a treinar a selecção de sub-12, se é que isso o realiza. Mais é que não. Fica onde está e caladinho, e isto é se quer continuar a passar férias a Cancun”.
O Hernâni Gonçalves concordou, apenas com um pedido. No final da próxima época, preferia ir de férias para as Seychelles!
(Em “Golpe de Estádio”, Marinho Neves)

Agostinho Homem e o Apito Dourado
Agostinho Homem, Procurador Geral Adjunto da República, em declarações à BTV disse que Ana Salgado, irmã de Carolina Salgado, prestou declarações no DIAP do Porto em que inventa uma história com acusações que se provaram ser falsas, não se sabendo quem a terá instruido nesse sentido, acusando Maria José Morgado de estar conluiada com Carolina Salgado, que havia uma prosmiscuidade enorme com o intuito de condenar PC e o FCP no Apito Dourado. Como tiraram uma certidão das declarações, teve acesso ao processo Apito Dourado ficando a saber de muita coisa que se passara. Por exemplo, ficou provado que os árbitros eram visita regular da casa de PC, assim como a existência de jantares com árbitros.
Ficou encarregado de investigar pelo então PGR esse assunto pelo que teve de tomar conhecimento do dossier “Apito Dourado”. Ficou então a saber que Ana Salgado tinha uma casa em Famalicão paga por um testa de ferro do FCPorto, renda essa que não era declarada e que por isso podia ser objecto de crime de fraude fiscal pois não contava na declaração de renda.
 ESCÂNDALO! Pigs will Be Pigs
Os jogadores do Porto B recusaram-se a entrar em campo com as crianças das escolinhas do Farense, miúdos de 6-8 anos, indignando os responsáveis do clube algarvio e a assistência nas bancadas.
Aparentemente tudo estava tratado para que as duas equipas entrassem com os miúdos mas, na hora de subida das equipas ao relvado, os jogadores do porto recusaram a práctica habitual nos jogos do Farense no Estádio São Luis. O público presente percebu a situação e ficou indignado manifestando o seu descontentamento com assobios à equipa do porto.
Esta práctica não é novidade pois já o ano passado os jogadores da equipa principal do Porto recusaram entrar no Estádio da Luz de mãos dadas com os miúdos das escolinhas do Benfica.

MST Processado pelos Porcos
"Alvo de um processo cível por parte do FC Porto, que pede uma indemnização de 1 milhão de euros, o jornalista e escritor Miguel Sousa Tavares já reagiu: “É claramente uma tentativa de intimidação”, disse ele ao jornal “i”, esta manhã.

Na origem do processo movido pela SAD portista está uma crónica publicada por Miguel no jornal “A Bola” sobre o negócio da transferência do jogador Ghilas do Moreirense para os “dragões”.

Nesse texto, o comentador pôs em causa a verdade contabilística da operação, referindo que não acreditava que o Moreirense tivesse recebido 3,7 milhões de euros por metade do passe de Ghilas.

Os dirigentes da SAD azul e branca não gostaram e avançaram com o processo, deixando Miguel Sousa Tavares, por sinal famoso adepto portista, particularmente furioso.

"Sinto uma facada nas costas. Há 15 anos que escrevo n'A Bola, nunca levei um processo, e agora é o meu clube que me faz isto. Mas não confundo o clube com as pessoas da SAD", disse o jornalista ao “i”.

"Deve ser o maior processo de indemnização que alguma vez deu entrada no tribunal de Lisboa, um milhão de euros. É claramente uma tentativa de intimidação. Até porque vou ter de pagar as custas do processo, que são uns milhares de euros à cabeça”, acrescentou.

Miguel promete dar tudo por tudo em sua defesa: “Tudo o que eu tiver em casa, desde fisgas até bazucas, eu vou usar, como é óbvio. Acho que o FC Porto se vai arrepender, por vários motivos, de ter posto o processo. Mas a decisão é deles", concluiu.

Atentado contra Mário Figueiredo
Depois de Mário Figueiredo vir a público, na SIC Notícias, denunciar o cartel da Sport TV, a forma como domina os Clubes de Futebol da Primeira e Segunda Liga, coincidências ou talvez não, uma semana depois sofre um estranho acidente de viação que poderia ter um grave desfecho para Figueiredo.
Um acidente que aconteceu ontem pelas 21:40h na rotunda AEP, Porto, quando um automóvel a alta velocidade embateu no carro de Mário Figueiredo, provocando-lhe o despiste e a colisão em mais dois outros veículos.
Figueiredo teve que ser transportado para o Hospital Pedro Hispano, Matosinhos, devido à violência do acidente por precaução, depois de observado teve alta pela uma da manhã de hoje.
Mário Figueiredo viveu momentos de pânico na noite de 2.ª feira quando foi perseguido por um automóvel desde que abandonou a sede da Liga.
Quando circulava na movimentada Rotunda da AEP, entre Matosinhos e o Porto, o Mercedes conduzido pelo presidente foi violentamente abalroado na traseira por um BMW série 5 e despistou-se, tendo atingindo um Smart.
Quando saiu do automóvel que conduzia, Mário Figueiredo foi abordado pelo condutor da viatura que o abalroou e também por um grupo "de cinco ou seis homens bem constituídos", o que o fez temer pela sua integridade física. O grupo apareceu subitamente, logo após o acidente.
Mário Figueiredo entrou de imediato em contacto com a PSP e pouco depois esta compareceu no local, bem assim como uma equipa da Polícia Judiciária do Porto. Só nessa altura o presidente da Liga abandonou a sua viatura, que teve de ser rebocada. Figueiredo foi a seguir assistido no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, de onde saiu pela porta do cavalo e sob escolta cerca da uma hora depois.
Mário Figueiredo é acompanhado por policias ao hospital, depois, à saída das urgências é escoltada a casa por um forte aparato policial. 
Quando o Jornal da Manhã da RTP dá conta da noticia às 7h10m com a informação de que o acidente pode ter sido provocado intencionalmente e a partir daí não dizem mais uma palavra sobre, sequer a ocorrência do acidente, numa espécie de Omertà. 

Record sabe que desde que Mário Figueiredo se empenhou na guerra por colocação de publicidade atrás das balizas têm sido muitas as ameaças que tem recebido, de que deu conta às autoridades competentes, que a partir desse momento passaram a estar em linha direta consigo.

Para além disso, é importante notar que na última assembleia geral da Liga Mário Figueiredo foi alvo de uma ameaça de agressão física por parte de um presidente.
Mário Figueiredo apresentou queixa contra o condutor do carro que o abalroou e o caso vai ser investigado pela Polícia Judiciária.

Acidente de viação é, na linguagem dos mafiosos, um anacronismo para atentado.
Bruno Araújo, uma testemunha do acidente, confirmou à SIC Notícias que o carro em que seguia Mário Figueiredo foi mesmo abalroado intencionalmente.

“R. Com a minha viatura ia atrás deles e vi a viatura do sr. Mário Figueiredo ser abalroada para fora da rotunda. Aquela vinha na faixa do meio da rotunda a do sr. Mário Figuerio ia na faixa direita da rotunda onde foi abalroada para uma saida que não é saida que é proibido, foi abalroado para fora da rotunda onde o sr. Mário Figueiedo embateu em duas viaturas e ficou com algumas lesões e foi transportado…”
SIC. E como ficou o carro?
R. Ficou com a parte da frente um pouco danificada, com a jante do lado direito do passageiro também ficou danificada, as viaturas da frente onde embateu também ficaram danificadas.
SIC. Pelo que viu parece-lhe que foi um acidente provocado?
R. Sim, sim, sim, provocado mesmo. Não foi porque não tivesse visto a viatura. Foi mesmo abalroado. Ele sabia que havia uma viatura do lado direito, que estava mesmo ao lado dele se olhassse pela janela dava para ver quem ia do outro lado do carro.
SIC. O carro que abalroou a viatura de Mario Figueirodo, conseguiram detectar que carro era?
R. Sim, ficou parado mais à frente a 50 metros do embate e a pessoa ficou lá até se ria e tudo, mas pronto…

A viatura que abalroou Mário Figueiredo está registada em nome de uma oficina de automóveis que já não existe.


A viatura há 7 anos que não circulava. 


O seguro da viatura foi feito 2 semanas antes do "acidente"

.
O tomador do seguro é um "desempregado" de longa duração a quem nunca foi conhecida nenhuma actividade laboral.
 

Acresce que o valor comercial da viatura tem um valor residual.

Marinho Neves conta
«Um dia fui testemunha de um caso que opunha Pinto da Costa à SIC. No dia do julgamento fui seguido por um carro até ao tribunal e do tribunal até minha casa. De tarde, antes de ser ouvido em audiência, disse ao juiz o que se tinha passado e até dei a matricula do carro. No dia seguinte “O Jogo” e outros jornais ligados ao sistema, sem chequerem a situação disseram que o carro que me seguiu era de um vizinho meu e que tinha sido pura coincidência. Chequei a matricula do carro e o dono do mesmo era de Fanzeres, Gondomar e eu nunca morei lá. Apesar de ser jornalista nunca ninguém me deu a oportunidade de repor a verdade.»

Entrevista Mário Figueiredo
O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) acusou nesta terça-feira a Olivedesportos de manter reféns os clubes e de os coagir para terem "determinados comportamentos", considerando ser já "um caso de polícia".
"Há uma força que coage, faz ameaças. Os clubes estão a ser coagidos para terem determinados comportamentos. Isto está a tornar-se um caso de polícia", disse Mário Figueiredo em entrevista à SIC Notícias.

O presidente da Liga de clubes culpou a Olivedesportos pelo movimento das equipas para destituí-lo, garantindo que os clubes estão reféns de uma força instalada que manda no futebol português há 30 anos e que apenas o Benfica se conseguiu libertar desta.


"O pecado capital esteve logo na minha eleição. Ganhei eleições contra o sistema, com um programa que colidia com os interesses instalados no futebol português", sustentou, lembrando que, aquando da sua eleição, "os clubes demonstraram que estavam fartos da exploração dos direitos televisivos da Olivedesportos".


De acordo com Mário Figueiredo, que garantiu que vai cumprir até ao fim o mandato para o qual foi eleito, o seu programa eleitoral era "muito simples" e consistia em "dominar o abuso de posição dominante" da empresa que geria os direitos televisivos.


"Os 28 clubes que decidiram apresentar a queixa sofrem ameaças constantes, o que é um caso de polícia", reforçou, revelando que as equipas estão a sofrer agora as consequências da decisão de elegê-lo, uma eleição que foi, na sua opinião, a única verdadeiramente livre.


Para o responsável, o movimento dos clubes prende-se com a necessidade de colocar na LPFP alguém que controle os prejuízos que a Olivedesportos vai ter se a Autoridade da Concorrência decidir favoravelmente à Liga quanto à queixa relativa ao abuso de posição dominante da empresa gerida por Joaquim Oliveira.

"Os presidentes dos clubes mudaram, os presidentes da Federação mudaram, os presidentes da Liga mudaram, mas houve uma pessoa que se manteve durante 30 anos", realçou, assegurando que os presidentes que o antecederam "foram todos indicados pela Olivedesportos".


Mário Figueiredo disse ainda que não conseguiu concretizar o seu programa eleitoral, centrado em dois pontos centrais -- "o alargamento do próprio campeonato -- tirar dois clubes do crematório que é a II Liga - e centralizar na Liga a negociação dos direitos televisivos" -, porque "isso demora tempo".

"Faz dois anos e três meses que estou na Liga e as coisas não mudam de um dia para o outro", argumentou, lembrando que, pelas contas feitas pela sua direcção, os clubes andavam a perder 50 a 60 milhões de euros devido ao abuso de posição dominante da Olivedesportos s anos e três meses que estou na Liga e as coisas não mudam de um dia para o outro".


O presidente da LPFP garantiu que a entidade que preside tem as contas em dia, apesar da quebra de contrato de 2,5 milhões de euros com a Olivedesportos relativa à Taça da Liga e ao não cumprimento do patrocínio prometido pela Santa Casa da Misericórdia.

Segundo Mário Figueiredo, a Santa Casa ameaçou a LPFP de que só cumpriria o acordo verbal caso a Liga fizesse as pazes com a Federação Portuguesa de Futebol.

"Temos dinheiro até ao final da época. Todos os valores que deviam ter sido pagos até esta altura foram pagos, valores relativos à primeira e segunda fase da taça da Liga", concluiu, indicando que teve de renegociar os contratos existentes para poder distribuir verbas pelos clubes, com o intuito de "não deixar cair os clubes da II Liga".

Director de Informação da Liga reage a Campanha
João Tocha, diretor de comunicação da Liga e assessor de Mário Figueiredo, na sua página de FaceBook reagiu este sábado ao movimento de clubes que pretendeu organizar uma assembleia geral.

"Gosto cada vez mais do futebol total: os papas do futebol, a quem nos habituámos a ver, legitimamente, há décadas seguidas nas direcções dos clubes, acusam o presidente da Liga, eleito há dois anos e pouco, e a dois meses do final do mandado, de estar agarrado ao poder. Este, para acautelar a imagem pública, o bom nome da instituição e evitar distúrbios, encerra os serviços da Liga", referiu na sua página no Facebook.

"Não estava autorizada nenhuma assembleia geral pelos órgãos competentes, nem havia sido solicitado o auditório para uma reunião de clubes. Tal como o poder democrático reside no povo, jamais será permitido ao povo entrar pela Assembleia da República a dentro ou pelo Conselho de Ministros sem a autorização dos órgãos competentes. O poder não pode cair na rua, embora no futebol já ande muito pelas ruas da amargura", acrescentou.

"Alguns dirigentes não estão preocupados com as receitas dos direitos de transmissão televisiva que não recebem, nem estão preocupados com as receitas das apostas online que não recebem. Nem estão preocupados com os patrocínios que não podem ter das casas de apostas. Nem estão preocupados com uma Liga a quem os interesses empresariais e situacionistas decretaram a sentença de morte e a concentração em sede de poder mais controlado. Esta situação vai somar aos custos da credibilidade e da confiança a instabilidade que vai ser causada pela atitude daqueles que ao fim de um mês ou uma partida de futebol vão exigir a cabeça dos futuros presidentes da Liga."

Para João Tocha, há em tudo isto responsabilidades a dividir também pela FPF.

"O presidente Fernando Gomes, e a sua equipa, a quem de todo esta situação não é alheia, no início, no meio e no fim, já devia ter entrado em ação. Aqui não há culpados nem inocentes. Têm de haver responsáveis com a responsabilidade e o sentido do momento para agir e meter ordem na caserna, em todos os seus compartimentos. Eu já trabalhei com três presidentes da Liga e a todos eles vi serem feitas acusações e criticas insultuosas, por tudo e por nada. Neste mandato, como o poder instalado e os interesses foram seriamente abalados, e antes que as autoridades decidam o que está para decidir, temos assistido desde o início do mandato, ao estrangulamento financeiro e técnico da Liga", precisou.

"Temos uma FPF que nada em dinheiro e competências e que foi levada ao mundial por Cristiano Ronaldo e uma equipa de excelentes jogadores, o que afastou, por algum tempo, a instabilidade e a crítica sobre a acção da FPF.

Por fim, e para que tudo fique claro, participei nas eleições de Hermínio Loureiro e de Fernando Gomes para a Liga, participei nas eleições de Fernando Gomes e da sua equipa para a FPF, não participei na eleição de Mario Figueiredo para a Liga, pois estava do lado de António Laranjo, que perdeu as eleições e não fez campanha. Fui chamado para ajudar Mario Figueiredo numa fase complicada da Liga pelo então secretário geral da Liga, o excelente profissional, Tiago Craveiro. Recusei o primeiro convite e aceitei o segundo", afirmou ainda.

Para concluir:

"Estarei na Liga a servir este presidente e a instituição tal como servi os anteriores, com lealdade, com a frontalidade de dizer o que penso internamente, e com as possibilidades que tiver. Até ao fim do mandato.

Com o respeito institucional que sempre tive por todos os clubes e presidentes, deixo aos adeptos e opinião pública o juízo sobre a credibilidade, os actos e o currículo dos protagonistas."

JJ e o desespero de PC em contratá-lo

“Isso é tudo muito bonito, pena é ser mentira. JJ não chantageou ninguém. isto posso eu dizer-te, porque a fonte é a mais próxima dele que pode haver – o irmão.
JJ teve à frente, no dia a seguir ao título de 2010, um CHEQUE EM BRANCO para ir para o porto, onde sabia que teria muitas facilidades extra-futebol para vencer em Portugal e no estrangeiro. Podia ter assinado na hora.
O que fez? Avisou o Benfica, disse que queria ficar e pediu um salário ao nivel que lhe tinham oferecido - e isso é que qualquer outra pessoa faria. QUALQUER.
Ainda a epoca passada ia a meio e o porto voltou à carga. Vieira só assumiu publicamente que queria ficar com ele quase no fim da época, mas o Porto ja o tinha contactado muito antes e ele uma vez mais disse ao Vieira que a prioridade dele era o Benfica, mesmo sem ter garantias nessa altura que lhe iam renovar o contrato.”

(Resposta no blogue NGB a uma afirmação de alguém de nome Shadows, depois de mais uma acusação falsa em relação a JJ, acusando-o de ter chantageado o presidente do Benfica LFV para conseguir o que considera um aumento obsceno de ordenado. Um recorrente anti benfiquista, alguém que se afirma benfiquista mas nem sócio é. Desculpa-se acusando quem o ataca de ser carneiro e vieirista. Mas quem o conhece afirma que é um tipo pago para escrever barbaridades contra o Benfica).

quinta-feira, 20 de março de 2014

(Verdades que não conseguem apagar) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (108)


Valentim Valentão e Ladrão

Mais um caso mirabolante de como se transfere dinheiro do erário público para os bolsos dos privados, aqueles que, supostamente, defendem os interesses do estado... são os maiores larápios do estado.
Em resumo, compra-se uma quinta a uma senhora que pedia 1 milhão de euros, Valentim Loureiro junto com os seus comparsas, consegue ficar responsável pelo negócio. Então a empresa de Transportes do Porto, "decide" comprar e dar 4 milhões de euros!! - 1 milhão fica para pagar a quinta à senhora e o resto fica para quem tem poder politico e impunidade para abusar e roubar.

"As 162 páginas do acórdão do caso "Quinta do Ambrósio" mostram ao detalhe como o "clã Valentim" aproveitou a venda de um imóvel de Gondomar para montar um grande negócio cujo dinheiro público foi parar integralmente a offshores.

1. Ludovina Silva, com 80 anos, decide vender a "Quinta do Ambrósio". Uma das filhas consegue marcar uma reunião com Valentim Loureiro, em Junho de 2000, para lhe perguntar se a Câmara de Gondomar estaria interessada. O "major" diz que não, mas perante a aflição, encaminha-a para o seu vice-presidente, José Luís Oliveira, grande proprietário gondomarense e habitual negociador imobiliário.

2. É já em Outubro que o vice-presidente de Valentim, (comparsa de muitas aventuras, entre as quais as do Apito Dourado) acorda verbalmente com a filha da viúva a compra da Quinta por pouco mais de um 1 milhão de euros.

3. Aqui entra Laureano Gonçalves, advogado, ex-inspector das Finanças e especialista em "estruturas fiscais". É comparsa de Valentim nas questões desportivas (Boavista, Federação Portuguesa de Futebol) e passa a ser ele a face destas operações, além de sócio de José Luís Oliveira. Entretanto, pouco tempo depois, ambos convidam o filho de Valentim, Jorge Loureiro, para fazer parte do negócio.

4. STCP (empresa pública) andava à procura de um local para uma nova estação de recolhas de autocarros em Gondomar. A STCP aceita comprar a Quinta do Ambrósio. Por quanto? 4 milhões de euros. Quatro vezes mais do que havia sido combinado pagar à viúva poucos meses antes.
5. Laureano monta então uma estratégia, através de empresas offshore nas Bahamas e Ilhas Caimão, para camuflar os quase 3 milhões de lucros da futura venda à STCP com a maior discrição e menos impostos possíveis.

6. Oliveira Marques e Gonçalves Martins, na altura, respectivamente, presidente e administrador da empresa de transporte STCP, dão luz verde à compra da Quinta do Ambrósio apesar de não terem qualquer avaliação independente sobre o real valor do imóvel. Exigem também à Câmara de Gondomar que faça por desafectar a "reserva agrícola" que impendia sobre parte da quinta. A CCDRN e os organismos de Agricultura e Ambiente não param o progresso de Gondomar - as autorizações surgem ainda durante o ano de 2001. (Um parêntesis: nunca chegou a haver qualquer estação da STCP na Quinta do Ambrósio).

7. Laureano fica entretanto com "plenos poderes de procurador" da viúva. É já ele quem trata do contrato-promessa, em Março de 2001, em nome de Ludovina, à STCP (e depois concretiza a escritura final, em Dezembro de 2001).

8. Ludovina recebe um milhão de euros na conta do BCP (o combinado com o "vice" de Valentim), enquanto os restantes quase 3 milhões de lucro extra vão parar a uma conta no BPN que Laureano criou em nome da viúva. É este fiscalista quem os envia em nome de Ludovina para contas offshore a fim de se dividirem depois pelo filho de Valentim (Jorge), pelo "vice" de Valentim (José Luís Oliveira) e por ele próprio. Obviamente, cada um deles, com contas offshore (BPN-Caimão e Finibanco-Caimão)
Aliás Paulo Morais garante que o processo foi arquivado por uma causa muito válida - não conseguiram encontrar o dinheiro??!!! 

Conclusão: depois de centenas de milhares de euros gastos em investigação policial e tribunais, vai tudo preso? Não. Nada. Além disso, o negócio só foi descoberto por acaso durante o "Apito Dourado".... Outra dúvida: por que pagaram os administradores da STCP uma verba irreal por um terreno duvidoso? Quem os pressionou? Por fim: qual a decisão do tribunal quanto ao filho de Valentim, ao vice-presidente da Câmara, e ao amigo advogado? O tribunal condenou-os apenas por branqueamento de capitais em um ano e dez meses de prisão... com pena suspensa. (...)" In JN, por Daniel Deusdado.

Coincidências do Doping
Desde que Portugal começou a ir regularmente a Mundiais, que em ano de mundial o frutedo do porco passa por dificuldades. A excepção foi 2006, ano em que deram 1 único jogador à selecção portuguesa e foi escolhido já de reserva (Ricardo Costa). O outro jogador do frutedo que jogou nesse Mundial foi o lucho gonzalez. Tiveram apenas 2 jogadores nesse Mundial. De resto, sempre que mais jogadores deles foram ao Mundial, em 2002 ficaram em 3º lugar no campeonato, jogaram mal e não ganharam nada. Em 2010 ficaram outra vez em 3º lugar a 18 pontos de nós e praticaram um futebol miserável durante toda a época. Estamos em 2014 e é aquilo que se vê, afundados no 3º lugar e a praticar mau futebol. Porque será que quando há Mundiais o frutabol do porco vem abaixo? Simples.
Nos Mundiais há controlos anti-doping apertadíssimos, por isso não convém abusar da amarelinha, especialmente na segunda metade da época.

Para concluir, nas temporadas seguintes a esses anos de Mundial em que o frutabol do porco não rendeu e acabou em 3º, por falta de amarelinha, no ano seguinte, com amarelinha à mais, ganharam a Liga Europa, jogaram que se fartaram e houve jogadores medíocres que tiveram épocas como nunca se tinha visto nem se voltou a ver.
Quem não se lembra do que jogavam o delrei, maniche, bostinha, mccarthy e deco quando ganharam a Liga Europa em 2003? E quem não se lembra do rendimento suspeito do Hulk, Guarin, Alvaro Pereira, Moutinho e Falcao quando ganharam a Liga Europa em 2011? Com este cenário das duas uma: Ou os apitadeiros fazem o trabalho deles em vários campos e ajudam os porcos ou então para o ano contratam um treinador com pouco crédito (até pode ser o que lá está agora), que vira um "fenómeno" tipo libras-boas e ganham tudo, com um rendimento anormal de jogadores tipo cigano (outro tal que só rende ali), jackson, Carlos Eduardo e mais uns quantos reforços desconhecidos.

Bem visto. Aliás, desde 2002 os pocilgueiros de contumil não foram campeões em 2002, 2005, 2010 e muito provavelmente 2014. Como já disseste e bem 2002, 2010 e 2014 são anos de mundial, 2005 foi a época em que rebentou o apito dourado e o velho ridículo carnavalesco andou ocupado a destruir provas e a fugir como um rato ("só os ratos é que fogem") para Espanha. Além disso ficou impossibilitado de receber apitadeiros para "aconselhamento matrimonial" e sabia que tinha o telefone sob escuta. As operações ficaram debilitadas e acabaram em 2º atrás do Glorioso. Além disso em 2006, único ano de mundial em que foram campeões, mesmo só dando 2 jogadores ao mundial, foram à tangente. Só se decidiu na última jornada e chegaram a tremer antes de chegarem as ajudas do costume.

António Garrido
Quem é António Garrido? Garrido foi o primeiro árbitro português escolhido para apitar a fase final de um campeonato do mundo (Argentina 78). Esteve também no Europeu de 80 (Itália) e no Europeu de 82 (Espanha). A 1 de Abril de 1973, quando faltavam seis minutos para o final do FC Porto – SL Benfica com o resultado em 1-2, inventou uma grande penalidade após simulação do portista Flávio na área das águias. O jogo terminou empatado e o Benfica foi assim impedido de conquistar o campeonato 100% vitorioso (levava 23 vitórias em 23 jornadas num campeonato com 30).

Depois de terminar a carreira 1982 foi recrutado estrategicamente pelo FC Porto. Sim, o FC Porto deve ser o único clube do mundo que tem uma ex-árbitro na sua estrutura. Deve ser por uma questão de transparência. A questão que põem é a seguinte. O que fará António Garrido na “estrutura” do FC Porto? Ao longo dos anos fomos tendo acesso a alguma informação (pouca). Garrido é o verdadeiro homem sombra. Desde que terminou a carreira pouco se ouviu falar dele.

Foi uma das pessoas que jantou com o árbitro do Porto – VillarrealFoi uma das pessoas que estava presente quando Jacinto Paixão, o árbitro da fruta, foi coagido por elementos ligados ao FC Porto na mesma marisqueiraFoi apanhado nas escutas do Apito Dourado a falar com Valentim Loureiro e Pinto de SousaFoi identificado pela Polícia Judiciária, no âmbito do processo Apito Dourado, como o “contacto preferencial” do Porto para exercer pressão junto do órgão que nomeava os árbitros.

O FC Porto é dos clubes mais titulados do planeta desde que Pinto da Costa assumiu a presidência do clube em precisamente 1982, aproximadamente na mesma altura em que António Garrido foi recrutado pelo clube azul-e-branco. A maior parte das pessoas atribuem boa parte do mérito das conquistas recentes do clube ao seu presidente, homem que esteve suspenso durante 3 anos por corromper árbitros e que levou o clube a perder 6 pontos pelo mesmo motivo. Talvez os adeptos do FC Porto devessem estar gratos também a António Garrido, um ex-árbitro que entrou no FC Porto aproximadamente na mesma altura o presidente do Porto.

Pinto da Costa e António Garrido (ex-árbitro) conquistaram em quase 30 anos, 17 Campeonatos Nacionais, 11 Taças de Portugal, 16 Super Taças, 2 Ligas dos Campeões e 1 Taça Uefa.

O FC Porto, até a entrada do presidente condenado por corromper árbitros e do árbitro António Garrido, era um clube honrado mas tinha ganho apenas 7 Campeonatos Nacionais, 4 Taças de Portugal e 1 Super Taça."

Quaresma, um jogador Porco e a SportTV
“No último domingo, a SportTV roubou aos seus assinantes as ocorrências mais mirabolantes de Guimarães ao censurar a transmissão das imagens de Ricardo Quaresma “de cabeça quente,” em “descontrolo emocional” - cito as notícias dos jornais porque não se viu nada disto na TV – “gritando aos ouvidos do árbitro auxiliar”, “pontapeando as proteções laterais das câmaras de televisão”, - e eram as próprias câmaras da SportTv”-, “apontando o dedo a um adepto num gesto de espero por ti lá fora”, e “indo ao banco do Vitória pedir explicações”. Isto tudo feito DURANTE o tmepo regular dejogo. Nem o árbitro nemos auxiliares fizeram alguma coisa.
De acordo com o relato reste jornal “valeu a intervenção do médico portista a tirar o extremo do olho do furacão”. Valeu-lhe isso e a ausência de imagens televisivas. Na qualidade de assinante da SportTV uma pessoa sente- roubada. Roubada, não. Roubada é exagero, é hipérbole. Sente-se antes defraudada. Sumaríssimamente defraudada. (Leonor Pinhão in A Bola)
A mesma notíca relatada pelo “jornal amigo” Record, 3/3/2014.
“Após o lance do 1-2, para o V. Guimarães, o internacional português foi protestar com um dos árbitros assistentes, curiosamente o que se encontrava nas proximidades do banco vitoriano. Perante tal reação de Quaresma, os elementos da equipa da casa saltaram cercando, de imediato, o adversário para que este deixasse de exercer pressão.

Já mais tarde, num momento em que se hidratava junto ao seu banco de suplentes, não resistiu a responder às provocações e aos insultos dos adeptos vitorianos que se encontravam mais perto. Às infelizes manifestações que chegavam das bancadas, o extremo respondeu à altura e, apontando diretamente para um dos adeptos, fez o gesto de “espera por mim lá fora para a gente se entender”.
No fim do jogo, Ricardo Quaresma não escondeu a sua fúria e pontapeou as proteções laterais das câmaras de televisão que estavam a transmitir a partida, sempre de braço levantado e a protestar em todas as direcções.
(NR. Não houve sumaríssimo, os árbitros não viram, os fiscais não viram, os delegados ao jogo não viram, os jornalistas não viram e a SportTV não viu nem filmou. Enfim, foi um não acontecimento.)
Paulo Fonseca e família
Entretanto, o avançado congratulou-se pela passagem do FC Porto aos oitavos de final da Liga Europa. «Fiquei feliz por continuar, sempre demonstrou muito trabalho e passou por uma situação difícil e inclusive a própria família chegando a casa e encontrando os fihos a chorar, coisa que a maior parte das pessoas desconhece», adiantou. (28/2(2014)
Comentário de portista num blogue azul: “Há sempre umas bestas em todo o lado. Há muito tempo que não acreditava no PF, mas é inadmissível que ele e a família sejam incomodados por causa do futebol. Chegou ao ponto do filho ficar 1 semana sem ir à escola com medo e caso ficasse no FC Porto muito provavelmente tinha que ficar separado da família, porque a mulher ia embora! Estes bestas não compreendem que o PF não tomou o lugar de assalto? Tenho nojo destes supostos portistas.”
(NR. Isto tem vindo a acontecer há meses, desde que o Porto começou a jogar mal e a perder pontos. Em Novembro foi a primeira vez que PF colocou o lugar à disposição, pedido esse que não foi aceite. A exigência dos adeptos para que a direcção da SAD despedisse o treinador começou a aumentar de tom como se pode constatar pelas redes sociais. Os mafiosos do costume, sem quaisquer escrúpulos pelas vidas das pessoas e das crianças, como já é seu hábito e é sobejamente conhecido, dado que Pinto da Costa se recusava a despedir o treinador, tentam através da pressão sobre o filho do treinador obrigar este a pedir a demissão. Esta é a principal razão pela qual PF colocou o lugar à disposição por 3 vezes já que de cada vez que chegava a casa via o filho a chorar e a mulher naturalmente alarmada com a situação. Nem o lugar de treinador da melhor equipa do mundo vale a preocupção e os efeitos nocivos que uma situação destas cria nos miúdos e na família.
Naturalmente que este estado emocional afectou a liderança da equipa. 
Podemos imaginar o que o filho de PF passou numa escola da cidade do Porto, no meio de filhos de adeptos fanáticos do FCP que deviam ir com a lição bem estudada, alguns dele tão fanáticos como os pais, com a agravante conhecida de que PF é adepto do Benfica. Dizem que era ferrenho.


Numa cidade cega pelo clube e lavados ao cérebro, com adeptos criminosos que não olham a meios para atingir os seus fins, como é conhecido de todos, não é difícil perceber o drama. A notícia que saiu de que PF vai tirar z<<férias e dedicar-se à família nos tempos mais próximos não é de admirar, Vai tentar sarar as feridas profundas que devem estar a atormentar o miúdo e a própria relação.)

Teofilo Santiago, despedido e desterrado.

No posto anterior lembrámos o famoso caso “Aveiro Connection”, um caso de tráfico de droga e de tabaco envolvendo Pinto da Costa, Reinaldo Teles e D´Onofrio com a cumplicidade e a corrupção das entidades e autoridades do Porto e de Aveiro.
O inspector Teófilo Santiago da PJ era um dos encarregados do caso assim como foi do Apito Dourado. O prémio para a sua competência, profissionalismo, esforço e para o pisar de calos foi ter sido despedido da PJ onde trabalhou toda a vida, assim como do seu superior hierárquico, dr. Artur Oliveira, da PJ do Porto, despedidos pelo então Director Nacional da Judiciária, Adelino Salvado, colocado no posto apenas com esse fito: parar o Apito Dourado e despedir quem teve o atrevimento de o investigar. Até desterrados foram do pais como criminosos, imaginem aoque chegou o despautério da corrupção!

(Entrevista ao Notícias Magazine, 2/3/2014)
TS - No “Aveiro Connection” foi a primeira vez que não estávamos perante um simples caso de contrabando de tabaco, foi corrupção generalizada nas forças policiais. Mas as equipas que liderava não vacilaram porque a hierarquia tinha absoluta confiança em nós.
Em Aveiro pela primeira vez foram apreendidos prédios inteiros porque não respeitavma as regras da boa construção, um crime novo. Recebíamos notícias de factos mais ou menos delicados de várias partes do país, pessoas que queriam dar conhecimentos às equipas.

DN - Li algures, que o «Apito Dourado» foi o processo com o qual diz que perdeu a inocência.
TS - É verdade. Nunca me passou pela cabeça… Sempre transmiti às pessoas que estavam comigo para que não se preocupassem. Que era impensável que alguém nos pudesse querer fazer o que quer que seja, porque nem se atreveriam a tal. E olhe, as circunstâncias falam por si… O sermos despedidos se calhar foi o menos… O que se passou foi feio, foi das coisas mais feias… Nem consigo encontrar um adjectivo para qualificar o procedimento ou o processo que levou à nossa saída.

DN - Responsabilidade apenas da hierarquia de então?
TS - Também teve a ver. Mas, como foi dito, por vontade do poder político. Depois vem por aí abaixo.

DN - Foi o poder do futebol? Não tinha a noção desse poder?
TS - Tínhamos. Mas o problema ali não foi o futebol. Foram as implicações de pessoas que estariam ligadas aos vários poderes, nomeadamente ao político, em tudo aquilo. E a necessidade enorme que alguns responsáveis tinham em saber o que é que se passava na investigação (nr. para poderem organizar a defesa). Até aí, o poder político, pelo menos que eu me apercebesse, independentemente de pessoas mais ou menos próximas serem tocadas, nunca tinha ultrapassado aquela linha. Aqui não! Ultrapassou-se tudo. Disseram-me claramente, «até às tantas horas, tem que se saber quem são as pessoas e o grau de envolvimento». Eu ri-me.
(NR. Esta exigência tem a ver com a vontade de preteger os acusados, neste caso Pinto da Costa, o clube FCP e para poderem organizar a defesa. Como veio a ser feito)

DN - Conta-se que na lista das buscas colocou alguns nomes no fim para que ninguém se apercebesse. Isso é uma história ou foi verdade?
TS - Não foi assim. Nem tive um peso tão grande na investigação do «Apito Dourado» como tive noutras. Tinha as equipas de vigilância comigo e a partir da morte do Fehér há uma situação particular na investigação que dá o salto e aí é que, juntamente com os outros elementos da direcção, tivemos que tomar uma opção de estratégia a seguir. E a opção foi não comunicar à hierarquia o que se estava a passar. Se nós cumpríssemos com esse dever de lealdade que nos era exigido, então o director nacional da PJ (Adelino Salvado) teria também que ter o mesmo dever para com a ministra da Justiça e lá ia tudo, como sói dizer-se em linguagem policial, com os ciganos. Mas nunca me passou pela cabeça o que se seguiu… Quer dizer … pressentia-se qualquer coisa, mas aquilo?! A grande vítima foi o Dr. Artur Oliveira (NR. seu superior hierárquico).

DN - A história do pai e do irmão (do dr. Artur Oliveira) serem investigados em Coimbra por burla na Caixa Agrícola?
TS - Investigados?! Uma história que já estava mais do que encerrada, ressuscitou-se, fazem-se buscas com aparato e tudo mais para justificar o que iam fazer!!! Não se faz!
(Abriram um caso já encerrado sobre familiares do então director da PJ do Porto, dr. Artur Oliveira, que deu cobertura à investigação sobre o Apito Dourado e que levou à demissão deste. O seu sucessor no posto foi convidado para o cargo ainda antes do dr. Artur Oliveira se ter demitido).

DN - Ele (dr. Artur Oliveira), director, demitiu-se. Vocês, adjuntos, solidarizaram-se… Esperava ser reconduzido? Não acha que foi de alguma ingenuidade?
TS - Rejo-me por princípios. Perdi a inocência nesta coisa porque apesar de já ter muita experiência disto há limites. Adivinhava o que se estava a passar, ele não era o alvo. Por isso é mais lamentável ainda o que lhe foi feito. Houve pessoas, “n” pessoas, que me disseram «não ponha o lugar à disposição, não faça isso, obrigue-os a ser eles a tomar a atitude».Mas por uma questão de ficar bem comigo, uma questão de ética…

DN - Os alvos eram vocês os dois, você e o João Massano?
TS - Éramos. A partir daí…

DN - E a causa era o «Apito Dourado»?
TS - A causa não era o «Apito Dourado», eram os poderes entenderem que não podia haver uns cidadãos, embora com responsabilidades policiais, que não lhes respondessem àquilo que eles queriam saber.

DN  - Alguma vez se sentiu injuriado ou injustiçado? Quando foi nomeado oficial de ligação com Cabo Verde depois de ser demitido da direcção do Porto da PJ?
TS – Injustiçado sobretudo quando não posso responder. Até tenho o papel onde escrevi o que é que foi acordado. Qual demissão! Fui despedido, pura e simplesmente! Foi-me dito, na cara, que nunca mais chefiaria ninguém e que havia de passar o tempo a passear o cão em Espinho. Assim, num gabinete do Director Nacional (Adelino Salvado, director nacional da PJ). E não, não perdoo.
DN – Estamos a falar de Adelino Salvado.
TS – Disse-me que eu era um indivíduo poderoso, tinha todo o mundo por mim, mas que com ele nunca mais chefiava nem mais um homem.
E não foi encontrada outra solução que não fosse ir para Cabo Verde.
(NR. Foi desterrado para Cabo Verde)

“O Jogo”, o jornal dos falhados
Sou da cidade do Porto e trabalhei cerca de 29 anos no JN,  o jornal “o jogo” nasceu onde hoje é o edifício do Jornal de Noticias.
Para verem o ridículo em que se tornou este jornal “o jogo”, quando da sua passagem para instalações próprias na rua Gil Vicente no Porto (Marquês de Pombal) os amigos do sistemapromoveram contínuos, escriturários etc. em jornalistas, sendo o caso mais caricato a de um jornalista (fotógrafo) que hoje tem um peso enorme pros lados das antas, que num célebre jogo Salgueiros-Benfica foi destacado para fazer a reportagem e a determinada altura alguém o chamou á atenção que estava a tirar fotos com a máquina ao contrário!
Parece anedota mas foi realidade, assim como alguns dos responsáveis deste jornal, saíram da secção de publicidade do JN para altos cargos do mesmo e alguns familiares foram promovidos a jornalistas redatores, assim como alguns falhados do extinto “Noticias da Tarde”, portanto não se admirem deste jornalismo primário..