ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

E-Mail: pulpuscorruptus69@gmail.com

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

(Depois de merecidas férias, a RETOMA) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (106)


Pedimos desculpa pela interrupção.

A Corrupção não abranda e as manigâncias, as golpadas, as ameaças e as chantagens também não. Até quando as autoridades irão permitir isto?
A Renovação do Fernando
Isto é oficial e não me posso identificar por medo de represálias.

“As Paredes têm ouvidos”

Dei-lhe este nome (“As Paredes têm Ouvidos”) porque como todos sabem, é verdade. Podemos estar na nossa vidinha a conversar normalmente e alguem pode estar a ouvir, no trabalho, em casa, no café, etc. As nossas opiniões, informações podem chegar aos ouvidos de mais pessoas do que pensamos/queremos.
Ora no meu trabalho (por razões que devem compreender não vou revelar) convivo de perto com pessoas da alta roda do futebol nacional, principalmente do norte (pois resido/trabalho no Porto), uns mais conhecidos outros menos.
Como em todos os locais de trabalho onde se cruzem dois ou mais machos, o futebol é tema de conversa e aqui não é exepção...só que, ao invês do mais comum dos mortais que baseia as conversas no que lê nos jornais e vê na TV, estes machos têm acesso a informações privilegiadas e por veses são eles mesmo a noticia.
Perante isto tenho a liberdade de me rir com algumas noticias dos jornais quando estou na posse da realidade.

Perante isto...querem saber o que se fala por aqui relativamente ao Fernando? Sim esse do FCP? O Sr. 4 milhões?

Ora o que aconteceu.....

O Fernando andava publicamente insatisfeito por não ter direito a uma BIG tranferência com a sua valente comissão....tal como outros tiveram (Hulk, James, Moutinho...) e fez ver já desde o ano passado aos dirigentes a sua vontade em sair.
Só que os milhões que ofereciam não eram bem os que o Pintinho queria e a necessidade de manter o “polvo” que sustenta aquele meio campo lá foram adiando a decisão de libertar o Fernando.

A coisa, para desespero do Paulo Fonseca, estava todinha acertada neste mercado de Inverno...ia para o Man City. Só que o empresário do Fernando (António Araújo) numa tentativa de ficar com um bolo maior, conseguiu acertar por baixo da mesa que a transferência fosse apenas no final da época... e a custo zero... para o Porto claro.

Convencer o Fernando não foi dificil:
- Informações chegaram de que nem o Scolari nem o Paulo Bento o iam chamar para o Mundial (portanto não fazia diferença ir já de férias)
- Um valente prémio de assinatura tb ajudou :)

Quem não gostou da manobra foi o Pintinho, quase lhe dava um fanico. Ele que achava estar a fazer uma obra de caridade em o deixar sair.

Então como se deu o volte face da renovação?

Foi feita uma reunião com o agente (António Araújo), o Fernando, o Pintinho e uns administradores lá do sitio e claro.... assim como representantes do braço armado do FCP... Os super dragões.

A reunião ao contrário do que possam pensar não foi uma negociação...foi mais um ULTIMATO:

Se Fernando não renovasse acontecia o seguinte:

- Não jogava mais até ao final da época
- Podia não conseguir assinar pelo Man City conforme acordado pois iria sofrer uma lesão grave. (julgo que iria sofrer uma entrada de carrinho de um macaco ou coisa parecida).
- Ao empresário também foram feitas ameaças à sua integridade fisica bem como à sua familia.
- Represálias para os restantes jogadores agenciados por ele (esta parece que não é revogável).

Mas afinal negociaram qualquer coisa. O Fernando perante isto exigiu uma melhoria de contrato e um prémio de assinatura jeitoso (os tais 4 milhoes) ---- mandaram-no passear... os termos são os mesmos e o prémio de assinatura é simbólico apenas para manter as aparências.

O ponto em que o Fernando fincou o pé...foi querer ir ao mundial.
O Pinto da Costa parece que estava num dos bons dias e acedeu.
Telefonema para Fernando Gomes, que por sua vez deve ter falado com Paulo Bento.

Minutos depois, na sala, em alta voz, Paulo Bento descansou o Fernando, garantindo-lhe um lugar nos eleitos.
Terminou a reunião com a assinatura da renovação do Fernando.

O Desaparecido Ismailov e os SuperDragões
Aquilo que alguém que eu conheço, e que afirma estar dentro deste assunto diz que o Izmaylov está em Portugal, na zona de Lisboa, porque terão havido ameaças muito sérias dos super-dragões (os mesmos que espancaram o Adriano, quando ameaçou contar o que sabia), porque o Izmaylov, tal como se especulou na altura que chegou a Portugal, terá conhecimentos dentro das "mafias" e embora não esteja envolvido directamente, sabe de algumas manobras. O que me contaram e garantiram ser de fonte segura, é que prometeram ao Izmaylov ter um papel mais preponderante na equipa nesta época, o que não aconteceu. Chegado a fins de Setembro e pouco utilizado até então, o Izmaylov durante uma sessão de treino, ao ver que continuava com um papel secundário na equipa e foi enganado, perdeu a cabeça e tentou chantagear os corruptos com aquilo que sabia. O resultado foi o que se viu. Desapareceu, o Porto não lhe está a pagar o salário e mandam rumores cá para fora que é um problema psiquiátrico e tentou o suicídio, para caso um dia apareça morto como o dirigente da Porto Comercial, ninguém suspeitar de outra coisa que não mais um "suicídio". Disseram-me que este assunto é muito complexo e por isso é que ninguém lhe pega na imprensa.
Disseram-me que nestas negociatas mafiosas corruptas eles espancam e ameaçam, mas matar só mesmo em casos extremos e este caso da Porto Comercial, que o Izmaylov tem conhecimento do que envolve, é um desses casos. Não consegui saber o que envolve, nem sei até que ponto esta pessoa que me contou sabe. Só me disse que era demasiado complexo para pessoas como nós.

Fez-se História!

ONTEM, DIA 02/02/2014 FOI UM DIA HISTÓRICO PARA LIGA ZON SAGRES!!!

No Marítimo 1 - F.C. Porto 0, com o penalti convertido pelo Derley aos 13 minutos, o F.C. Porto deixou de ser o único clube europeu que nos últimos 6 campeonatos não perdeu nenhum ponto diretamente com uma decisão arbitral, isto é, a percentagem era de 0% de pontos perdidos por decisão arbitral directa. Convenhamos que enquanto durou foi uma incrível proeza, foram realmente imensos jogos sem ter sofrido nenhum penalti ou expulsão que tivesse provocado a perda direta de qualquer ponto.
FINALMENTE APÓS 167 JOGOS ANALISADOS, O F.C. PORTO TEVE 1 JOGO EM QUE PERDEU 1 PONTO COM INFLUÊNCIA ARBITRAL DIRETA (O NUNO ALMEIDA FOI O PRIMEIRO ARBITRO A TOMAR UMA DECISÃO ARBITRAL RELEVANTE, PENALTI OU EXPULSÃO COM O QUAL O F.C. PORTO ACABA DIMINUINDO O SEU RENDIMENTO PONTUAL NUM JOGO.

Caballero aliciado pelo Porto deu em barraca
«Tal como A BOLA revelou hoje, os paraguaios do Libertad estão ao corrente do interesse do Benfica na esperança Mauro Caballero. O presidente do clube paraguaio, Carlos Guggiari, em declarações à Rádio Renascença, confirmou o alegado interesse por Maurito, de 17 anos, mas esclareceu que ainda não existe nenhum contacto oficial.»
in abola.pt, 19-04-2012

«O Benfica tem dois concorrentes de muito peso na corrida pelos direitos do avançado Mauro Caballero, de 17 anos, que representa o Libertad. De acordo com o paraguaio Diario Popular, o Real Madrid e o Barcelona seguem atentamente o jogador, que se destacou nas camadas de formação da seleção paraguaia.
Em 2009, Maurito, como é conhecido, participou no campeonato sul-americano de sub-15, que o Paraguai conquistou com um golo do avançado, que nessa competição foi vice-goleador, título pessoal que voltaria a repetir em 2011 (sub-17), com cinco golos.
O jovem jogador tem paulatinamente conquistado o seu espaço na primeira equipa do clube de Assunção, no qual se tem destacado na Taça Libertadores, na qual já assinou dois golos, chamando a atenção dos colossos europeus.»
in abola.pt, 08-05-2012

«Augusto Paraja, empresário que tratou das negociações entre o Benfica e Mauro Caballero, decidiu revelar os motivos que levaram ao rompimento do pré-acordo que existia entre o jogador e os encarnados.
“O Mauro Caballero assinou um papel onde aceitou as condições que lhe oferecia o Benfica, mas depois negou. (…) Se assinas um papel é para cumprir. Agora, rasgou a passagem, o salário, os prémios, a casa, tudo... Não há explicações quando tens algo assinado. Se tens uma oferta melhor e não tens nada assinado, tudo bem, mas ao contrário não.”

Augusto Paraja, 13-06-2012, em declarações à imprensa paraguaia,
«Mauro Caballero tem tudo para ser jogador do FC Porto a partir de janeiro. O avançado já acordou um contrato de cinco épocas com o clube português e, nesta fase, não há qualquer direito legal do Libertad sobre ele, a não ser os direitos de formação, que de uma forma ou outra teriam sempre de ser pagos.»
in ojogo.pt, 04-11-2012

«Mauro Caballero, avançado que o FC Porto contratou ao Libertad, chegou ao Porto na manhã desta terça-feira [8 janeiro de 2013].»
(in ojogo.pt, 08-01-2013)

Estou muito contente pela confiança que me estão a dar. Quero adaptar-me o mais rápido possível para devolver a confiança. (…) Deram-me boas referências do FC Porto. É um clube muito grande e já queria a minha chegada há muito tempo. É um grande desafio para mim. (…) Sou ponta de lança goleador. Quero títulos e o carinho das pessoas. Quero muita glória.”
Mauro Caballero, 09-01-2013, em declarações ao Porto Canal

«Aquisição dos direitos de inscrição desportiva assim como 100% dos direitos económicos do jogador Caballero à MHD, S.A. por2.000.000 USD». O primeiro jogo de Caballero pela equipa B, após um longo período de paragem (devido a um conflito com o seu anterior clube), foi apenas no dia 2 de Março de 2013, correspondente à 30ª jornada do campeonato 2012/13 da II Liga.
(Para onde foi Caballero?)
Agora o BPN e os Andrades
(Depois do Banco Mello, já aqui descrito, outra golpada)

Reinaldo Teles e o irmão Joaquim Pinheiro, ambos ‘vices' do Futebol Clube do Porto, foram alguns dos clientes que enriqueceram através de empréstimos, sem garantias bancárias, dados pela agência do BPN, na Torre das Antas, entre 1999 e 2001.

Aquela dependência bancária serviu, aliás, para financiar muitos clubes de futebol do Norte e até permitiu o pagamento de dívidas fiscais para que os clubes se pudessem inscrever nas competições principais. Diz o Ministério Público - que acusa os então quatro responsáveis do banco dos crimes de burla qualificada e abuso de confiança - que os clientes trocavam favores por juros irrisórios. Foram concedidos 23 milhões em empréstimos sem garantias. "Contactavam pessoas influentes, de molde a ficarem credores de favores ou compensações futuras, dos quais podiam vir a retirar dividendos (...) com a delapidação do património do BPN", pode ler-se na acusação agora deduzida.

Reinaldo Teles e o irmão usaram os serviços daquele balcão. Dos nove contratos celebrados, que permitiram um financiamento de 780 mil euros, só três é que possuíam identificação dos bens (carros de luxo) que iriam ser adquiridos. Mas até esses eram fictícios.

Diz ainda o MP, que os juros eram irrisórios, os prazos de pagamento alargados, que não havia seguros de vida e que a intervenção de Joaquim Pinheiro, como avalista, era "fictícia e simulada".

Reinaldo Teles e Joaquim Pinheiro, garante o MP, "usaram de uma forma ardilosa de mentira, para obterem rapidamente o enriquecimento patrimonial indevido".

O presidente do Leça Futebol Clube, Manuel Rodrigues; o presidente do Famalicão, Manuel Azevedo e a direção do Salgueiros, composta pelo filho e irmão de José António Linhares (entretanto falecido), conseguiram financiamentos de, respetivamente, 2,3 milhões, 580 mil euros e cerca de um milhão.

Também Nelson Almeida, empresário de futebol, obteve 6,4 milhões, enquanto José Fonseca, do Tirsense, obteve um financiamento de 5 milhões." (in Correio da Manhã).

Nuno Espregueira Mendes (Banco Mello)
O administrador da FC Porto Multimédia e ex-administrador da SAD, 

Nuno Espregueira Mendes, administrador da FC Porto Multimédia e ex-administrador da SAD, foi condenado hoje, no Tribunal de S. João Novo, no Porto, a 6 anos de prisão efectiva por burla qualificada. O seu advogado, Gil Moreira dos Santos, vai recorrer da sentença, pelo que o cumprimento da pena fica suspenso.
O colectivo deu como provado que Espregueira Mendes, na qualidade de gerente do balcão do banco Mello nas Antas, usou avultadas quantias depositadas por clientes, desconhecendo estes os factos, para aplicações bolsistas, usando as mais valias também para uso próprio e para conceder empréstimos com juros abaixo dos concedidos pelo banco. 

Por exemplo, emprestou ao FC Porto 2,5 milhões de euros à margem normais do banco e emprestou a Joaquim Oliveira um pouco mais de 10 milhões de euros. 
A Adelino Caldeira, administrador da FC Porto, SAD, também foi concedido um empréstimo de 2,1 milhões de euros, enquanto António Oliveira, principal accionista individual da SAD portista, foi contemplado com empréstimos na ordem dos 2,5 milhóes de euros.
"Estas pessoas eram das relações do arguido e tinham ligações ao FC Porto e à sua SAD, da qual arguido era administrador, tendo efectuado tais financiamentos usando montantes dos depositantes do Banco Mello, montantes transferidos para beneficiarios daqueles emprestimos", refere-se no acórdão.


Neste esquema que considerou "ardiloso", o colectivo considerou que Espregueira Mendes " geriu a seu bel-prazer mais de 100 milhões de euros e que se enriqueceu "com quantias que não se conseguiram apurar". O esquema consistia em atrair investimentos que garantia aos clientes serem para aplicações financeiras sem risco e que aplicava, sem estes o conheceram, no mercado bolsista. 

Os lucros gerados eram geridos por Espregueira Mendes ou para conceder empréstimos ou para seu uso, numa conta a que chamava "bolo".
Como agravante para aplicação da pena que tinha como máximo 8 anos de prisão, o colectivo destacou o facto de o arguido não ter mostrado "o mais ténue juízo crítico" em relação à sua actuação. "Actuou como se tratasse de um banqueiro e não de um bancário que realmente era", sublinha-se no acórdão.
Entre os clientes do banco que confiaram a Espregueira Mendes elevadas quantias contam-se os jogadores Drulovic, Zahovic, Secretário e Rui Moreira actual presidente da Câmara do Porto. 
RECORREU E QUE LHE ACONTECEU AINDA ANDA A PASSEAR OS POMBOS NA INVICTA CIDADE COM BRILHANTINA NOS CARACOIS...


FCPorto Synonym of Corruption
For most Portuguese football fans, the brand "FC Porto" is a synonym of corruption. The leader of the club for over 30 years, Mr. Pinto da Costa, is well known not only for being the most successful executive in the football world, but also for the corruption scandals, which seem to be constantly associated with him.
Not long ago, Platini threatened to ban FC Porto from the Champions League because of the same scandal, which brought many referees and executives to the court. Nonetheless, FCP did not get the ban and Platini became a laughing stock (coward)  in Portugal.
Not even the Portuguese courts (influence peddling) were able to punish FC Porto's chairman, since the phone records that proved his involvement in the major corruptions scandal were not accepted as proof by the court.
Today the same phone taps, which were overruled by the courthouse, were posted on YouTube. The content is just a confirmation of what was already known by the general public.
The tapes include mostly talks between the Portuguese executive and major characters of the Portuguese refereeing scene. According to the conversations Pinto da Costa literally handpicked the officials responsible for FC Porto's fixtures.
Bribes are also a topic. Money is not specifically mentioned, but nonetheless prostitution is broadly discussed under the term "fruit" (prostitutes) and the term "milk and coffee" (which refers to Latin-Brazilian prostitutes) which were offered to referees.
There is also another tape in which the Portuguese executive talks to the then-President of the Portuguese League, in order to ask him for a favor in a disciplinary case against Liedson for elbowing a FC Porto player.
One of the most scandalous tapes for international fans is the one which involves Deco, the famous midfield ace.
The Portuguese midfielder had thrown his boot at a referee after being sent off. Angry about this decision, Pinto da Costa asked a famous journal editor to publish an interview with Deco, in which the player would state that he would reconsider his place in the national team if he were to be punished for his actions against the referee.
The forged interview was carefully prepared, as was the hearing at the League's Disciplinary Committee. Deco carefully followed the instructions of FC Porto's chairman and was not punished by the league—a true scandal.
Now, Portugal eagerly awaits the outcome of this situation. Pinto da Costa has already filed a law suit concerning the leaked tapes. The Portuguese General Attorney is following the situation closely, trying to find those responsible for the publishing of those tapes, since they were held under a confidential status.
However, the question remains: How could Pinto da Costa not have been punished by the legal authorities?
Many suspect that Pinto da Costa also has some influence within the justice system, which is not too far-fetched. He has enjoyed some very intimate relationships with many famous politicians who still have a large influence in the legal system.
A Godfather plot in Portuguese.

Viciation of matches
António Oliveira, Gil Vicente´s coach (biggest shareholder of Olivedesportos, old Porto player and trainer), during the FCPorto-Gil Vicente, puts Remko Boere a minute from full time with the score blank. The player who had never played in the team commits the feat of in just a minute to make an unnecessary foul giving a ridiculous penalty and is expelled from the match. The F.C.Porto wins 1-0.
In the second round, in Barcelos, Porto already champion, Gil wins 2-1 and save themselves of falling to the second division, as many claim to have been a settling of accounts.
Pressures are already on champions FC Porto so that Porto offers a win at Gil Vicente and the other Academica. The reason relates to the two clubs being trained by António Oliveira (biggest shareholder of Olivedesportos, old Porto player and trainer) and they need points to stay in the top flight. Octavio Machado, then assistant to Carlos Alberto Silva says later that FC Porto gave the win once the points were no longer needed of  as they were already champions.
“Do you think I'll ever forget what I experienced before the game, Gil Vicente-FC Porto at the time of (trainer) Carlos Alberto Silva? Those were the most traumatic moments of my life and my career. This game determined the relegation of Gil Vicente, trained by António Oliveira if the team lost against FC Porto which at the time of the game was national champion ( ... ) In a phone call they told me that I was the only FC Porto person who wanted the team to win against Gil Vicente ( ... ) In fact, I saw who was  seen in Gil Vicente´s cabin celebrating the victory of the team. We lost 1-0, but I do not lose dignity because I don´t cede to pressures and said that to my players at the end of the game. ( ... )
In a match between Academica and FC Porto, who discussed the relegation of Académica also went through difficult situations. We ended up winning with a goal of Raudnei, unfortunately for some, because it was not supposed to FC Porto to win this game.”


O Caso José Leirós
16/5/2002
O árbitro José Leirós denunciou, esta quinta-feira, a existência de graves irregularidades na arbitragem portuguesa e exigiu a demissão imediata de José Luís Tavares e Nemésio de Castro, responsáveis pelo sector na Liga de Clubes.
Em conferência de imprensa, o árbitro portuense revelou um caso em que recebeu dois relatórios sobre o mesmo jogo, assinados pelo mesmo observador (João Rodrigues) e com avaliações distintas, referindo-se ao Taipas-Portimonense, da Taça de Portugal.
«Exijo a demissão de José Luís Tavares e Nemésio de Castro. Devem fazê-lo, pois não têm condições para a avaliar», disse.
José Leirós afirmou ainda que, depois de ter recebido o primeiro relatório, foi chamado à Liga, onde o presidente e o dirigente da Comissão de Arbitragem lhe entregaram um segundo documento: em seguida, os visados pediram-lhe o relatório original, rasgaram-no e aconselharam-no a que «esquecesse este caso».
«A Comissão de Arbitragem da Liga chamou-me. Tive que devolver o primeiro relatório e depois Nemésio de Castro, na presença de José Luís Tavares, rasgou-o à minha frente. Só que eu não sou parvo, nem nunca fui idiota. Primeiro tinha ido autenticar o relatório ao notário», observou.
O árbitro desconhece a existência de casos semelhantes, mas admite que «há muitas conversas e coisas que se ouvem», aludindo à possibilidade desta irregularidade ser prática constante na Comissão de Arbitragem da Liga.

Num dos relatórios de avaliação, José Leirós obteve 48 pontos, enquanto que no outro, a pontuação final saldava-se em 38. O observador em causa «esqueceu-se» também de, num dos documentos, registar a expulsão de dois atletas, avaliando, curiosamente, o desempenho físico do árbitro como «normal» num dos casos, ao passo que no outro testemunho, o árbitro apresentava-se «mal fisicamente».
Sentindo-se mais uma vez lesado pelas pontuações no desempenho da sua função, o "juiz", que dirige jogos da 1ª categoria desde 1993, referiu que só agora entende porque nunca atingiu o patamar internacional, reconhecendo também que o caso, agora divulgado, prejudica todo o futebol e arbitragens portuguesas.
«Sou árbitro desde 1986 e cheguei à 1ª categoria em 1993. No ano seguinte comecei a fazer parte da lista da FIFA e, agora, começo a perceber porque é que nunca fui internacional. Este caso prejudica o futebol e toda a arbitragem portuguesa, desde a I Liga à III Divisão», declarou.
O advogado de Leirós, António Lima Pereira, vai agora seguir os trâmites legais neste tipo de processos, enviando os documentos para as entidades que julga competentes, de forma a analisar este caso marcante na arbitragem portuguesa, que coloca em causa toda a verdade dos relatórios, ainda para mais quando os observadores são «nomeados» e não sorteados.

«Vamos enviar os documentos e as provas para a Procuradoria Geral da República, DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) e para as entidades desportivas competentes, a fim de se investigar e apurar a verdade. Fiquei estupefacto com esta situação! Entendo que é motivo de preocupação para todos os cidadãos», concluiu.

(Leirós esteve várias vezes à beira de atingir o estatuto de internacional mas nunca chegou lá. Sobretudo depois de, em Outubro de 1997, ter denunciado à Liga uma tentativa de corrupção na qual Carlos Pinto, ainda hoje secretário da Comissão de Arbitragem da Liga, foi intermediário do então presidente do Sporting de Braga, o empreiteiro João Gomes Oliveira, antecessor de António Salvador, também ele ligado à pedra e ao tijolo).

O telefonema de Carlos Pinto para o árbitro, o encontro de ambos num café do Porto, disse a Leirós que o Braga dava 1500 contos (€7500) por uma boa arbitragem num jogo com o Salgueiros. Leirós recusou e fez a denúncia através de uma carta dirigida a José Luís Tavares, então presidente da Comissão de Arbitragem da Liga. A Liga numa primeira instância suspendeu o funcionário e fez uma participação à Comissão Disciplinar e à Polícia Judiciária. Leirós foi também suspenso enquanto o inquérito corria. A 19 de Novembro de 1997, o árbitro é também suspenso pela FPF por se ter recusado a endereçar ao Conselho de Arbitragem a mesma carta que dirigiu a José Luís Tavares.
A Liga ouviu Leirós e Carlos Pinto e até houve uma acareação. A Liga concluiu que havia indícios mas arquivou o processo por falta de provas. Leirós voltou a apitar - mas só depois de...Pimenta Machado ter mandado umas bocas - e Carlos Pinto voltou a secretariar. PM: "Critico a Liga porque está a penalizar quem teve a coragem de denunciar um acto condenável e com esta atitude está a fazer um convite à corrupção. Que outro árbitro a partir de agora irá denunciar a mesma situação?"
Leirós voltou a apitar em Janeiro. Leirós nunca mais foi o mesmo como árbitro, sendo sempre penalizado nas notas que recebeu. Abandona em 2002, depois de um incidente com José Luís Tavares. Leirós queixou-se do facto de existirem dois relatórios de avaliação, de um observador de Bragança, num jogo que fez. Tavares rasgou à sua frente um dos relatórios mas Leirós tinha feito fotocópias autenticadas na junta de freguesia de Leça da Palmeira. Mais tarde, o DIAP consegue determinar a existência de um terceiro relatório...

PS - Carlos Pinto envolvido no Caso Apito Dourado já viu algumas das suas certidões sido arquivadas - o que, na óptica de Morgado, não invalida processos na justiça desportiva - mas continua a ser arguido no caso das classificações dos árbitros que tanto vai dar que falar.

(José Leirós, saiu da arbitragem depois do caso ter sido arquivado e antes que o descessem de categoria. Foi um árbitro que prometeu muito e que bateu à porta da internacionalização).

 Sócio Portista Descontente = Bem Informado
Eu como Sócio do FCP com mais de 30 anos de quotas pagas e com ações do FCP,sei que não sou mais que ninguém,mas não admito o que se passa neste momento no meu FCP quer a nivél desportivo e também a nivél administrativo.Eu não ando de panamera e faço esforços para pagar quotas e bilhetes para ir ao estádio. Não quero com os meus comentários influenciar quem quer que seja para não ir ao estádio,apenas dei a minha insastifação por tudo o que se passa,não só por o momento mediocre exibicional da equipa,mas também por tudo o que se está a passar dentro do nosso Clube especialmente dentro da Sad,sei de muitas coisas e não ando a dormir,mas as coisas que sei nã são para vir para a praça pública,mas o que sei é gravissimo e continuo a confiar no nosso GRANDE PRESIDENTE para resolver esses problemas. Se quiser pode não publicar este meu comentário mas tinha que lhe dizer isto porque acima de tudo sou um PORTISTA FERRENHO e o meu filhote também já o é. Obrigado e desculpem o desabafo !!!

 Confissão de um adepto portista
(O Centro de Treinos de Gaia)

SOU PORTUGUÊS, PORTUENSE e EX. SÓCIO PORTISTA. 

Para melhor compreenderem o que é clubite aguda, não há melhor que a minha própria história.


Como sócio Portista e Portuense, sinceramente nunca me importei que a Camera de Gaia tenha gasto o que gastou do érario público para construir o centro de estágio do Olival e que de forma quase gratuita o tenha disponibilizado para uso fruto exclusivo do clube do qual era sócio há mais de 30 anos. Até fiquei, como é de calcular, muito contente com a efectivização deste grande negócio da China, por tudo de bom que este deu a ganhar ao FCP.

Para mim e como sócio do FCP de forma natural só vi vantagens. Como por exemplo de o FCP não ter que investir milhões de euros na construção e manutenção do seu centro de estágios como aconteceu com os seus rivais de Lisboa e assim poder investir esse dinheiro no reforço da equipa principal de futebol do clube. E continuei assim todo contente e feliz durante muito tempo; a minha vida desde há muito que sempre se resumiu de forma simples á fórmula de tantos outros Portugueses: casa (família)-trabalho-casa (família); os poucos tempos livres que eu tinha eram ocupados pela minha grande paixão... FUTEBOL CLUBE DO PORTO... clube do qual era sócio e que raramente faltava a um jogo.


Esta minha rotina de mais de 30 anos foi bruscamente interrompida há mais de uma ano atrás quando pela primeira vez na vida fiquei desempregado e sem o rendimento necessário para sustentar adequadamente a minha família, mas também o meu vicio... o FCP. Desde dessa altura tive que deixar de ser sócio do clube que tanto amo, como igualmente deixei de ir assistir aos jogos no Dragão. 


Infelizmente a minha actual situação de DESEMPREGADO teve em grande parte origem da irresponsabilidade económico e social do poder politico do ex Presidente da Camera de Gaia e nos seu ruinosos projectos camarários, onde o centro de estágios do Olival é um dos mais visiveis. É que eu há mais de 20 anos que era funcionário de uma PME com sede em Vila Nova de Gaia; eu e os meus ex colegas sempre fomos bem tratados pela entidade patronal e pagos a tempo e a horas; infelizmente e com a conjugação da crise e o aumento de impostos a empresa começou a ter dificuldades como tantas outras.... há dois anos atrás começou a sufocar, não porque não gerasse dinheiro suficiente para fazer frente aos seus compromissos estritamente ligados ao negócio em si... mas devido ao aumento da carga fiscal municipal que foi entretanto incrementada pela a autarquia mais endividada do país, para esta poder continuar a pagar os ruinosos projectos e negócios camarários entretanto realizados e em vigor, como é o caso do referido centro de estágios do Olival. 


Hoje e infelizmente acordei para a dura realidade da vida. O meu FCP paga ordenados milionários aos seus dirigentes e jogadores, enquanto paga uma migalha de 500 euros mês (um terço do meu anterior ordenado) para utilizar um estrutura que foi e continua a ser paga com o dinheiro de todos os contribuintes de Gaia, inclusive empresas que dão ou davam emprego a cidadãos Portuenses e Portistas. Pessoalmente hoje, posso afirmar que este FABULOSO NEGÓCIO DO MEU FCP... FOI A MINHA RUINA.


Anónimo Desempregado

domingo, 29 de dezembro de 2013

(Para Não Esquecer) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (105)



Porque esquecer é morrer, vamos recordar o nosso amigo Carlos Calheiros, aliás José Amorim, que fez uma célebre viagem ao Brasil juntamente com a família. E nada melhor do que o próprio testemunho como é relatado por alguém que ouviu da sua própria boca a confirmação de tudo o que, no fim de contas, toda a gente já sabia, numa carta já publicada num blogue.
18 Julho de 1995
Partida de férias para o Brasil, do árbitro de Viana do Castelo, Carlos Calheiros.

“Olá amigo, 

Começo por me apresentar como um árbitro da associação de futebol de Viana do Castelo e simpatizante do Benfica. Por isso, não quero que o que se passou recentemente fique em claro, como muitas outras situações já passaram. Como o nome da cidade já te deve inspirar alguma coisa (em termos de futebol e de arbitragem) esta é a cidade do famoso José Carlos Amorim Calheiros (mais conhecido na TAP por José Amorim) árbitro durante os saudosos anos 90. 

Mas para te dizer o que se passou, aquilo que não deves saber é que actualmente ele é VICE-PRESIDENTE da Associação de Futebol de Viana do Castelo desde 1997 (ano em que deixou a arbitragem), instituição de utilidade pública, e segundo ele, com as funções de servir de 'ponte' entre o conselho de arbitragem da dita associação e o seu presidente. Sim, já sei o que estás a pensar: se o Martins dos Santos sem cargos deste género por si só já fez o que fez recentemente (corrupto uma vez, corrupto para sempre), agora imaginemos o que o nosso estimado José Amorim faz ao abrigo daquelas funções. 

Ora, recentemente o presidente do conselho de arbitragem desta associação, de seu nome José Costa Valente (apelido que também inspira muita coisa), tio de Pedro Valente, árbitro da fpf que chegou a ser acusado de 2 crimes de corrupção no processo "Apito Dourado", convocou um plenário, uma espécie de reunião, com os seus árbitros dos quais eu faço parte, para entre outras coisas, limpar a sua imagem de situações recentes (compadrios, classificações de árbitros suspeitas, e outras situações pouco transparentes) e levou consigo o seu aliado nº1, o que na prática é o que o mantém no cargo, e quem é ele?

CARLOS CALHEIROS! Este falou aproximadamente 2,5 horas e aquele falou 2 horas (!). Entre muitas coisas, entre as coisas banalidades, o Sr. José Amorim (como aparecia na factura) teve o descaramento de falar na sua prodigiosa carreira (provocou um sorriso em todos os presentes), mas excedeu-se. E porquê? Porque, num tom de indiferença e quase gozo, confessou a seu clubismo, a sua tendência para o FC PORTO, lamentando-se dos jogos em que com ele o dito clube não conseguiu ganhar. Perante isto, houve um árbitro das filas da frente que disse algo, num tom digamos meio a sério meio a brincar, que provocou o seguinte diálogo entre eles: 

- Então que inventasse um penalti!
- EU INVENTAR, INVENTAVA mas a bola às vezes não entrava! (Calheiros) 

Pois, para bom entendedor meia palavra basta e caso para dizer também que pela boca morre o peixe e relembre-se que às vezes a bola entrava mesmo (o 3-3 nas antas, por exemplo) É que se em 1995 o Ministério Público arquivou o caso das 'viagens' porque alegadamente não conseguiu provar que o pagamento por parte do porto teve como contrapartida favores ilícitos, a verdade chegou tarde, mas chegou, foi dita publicamente por Calheiros que admitiu que beneficiava o porto deliberadamente para ter no final da época esse prémio generoso (uma viagem para si e para a sua família no valor de 760 contos). 

Para que fique claro, tais palavras foram proferidas no passado dia 12 de Agosto de 2013, entre as 20h30 e as 23h por José Carlos Amorim Calheiros no auditório da sede do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo para uma plateia de aproximadamente 30 árbitros, após aquele ter chegado, diga-se ainda, num majestoso JAGUAR que é seu, mesmo sendo funcionário público (trabalha no hospital público de Viana do Castelo). 

Portanto, temos esta confirmação do que já sabíamos e, uma vez que tenho vergonha de ter como superior e conterrâneo tal indivíduo desprezível, gostava que isto fosse tornado público o mais possível para desmascarar um sem-vergonha como este. Espalhem tal facto, escrevam sobre isto usando palavras vossas com base na matéria aqui exposta que é rigorosamente verdade (pode ser atestada por várias pessoas) não só na blogosfera mas também nas redes sociais e orgãos oficiais do Benfica, editorial do Benfica e BenficaTV, porque tal não pode passar incólume. 

Saudações”

 E agora em inglês para que os nossos ouvintes estrangeiros também tenham o direito de saber o que se tem passado neste à jardim à beira mar plantado.

July 18 1995
Departure for vacations in Brazil of the referee of Viana do Castelo, Carlos Calheiros and his famíily. The trip was paid for by FCPorto.
To better know who Carlos Calheiros is and the reason why he went to Brasil with his family in a hollyday trip paid by FCPorto, we can let a collegue referee of him from the same town to tell us the story. The letter was received in a blog that published it.

"Hello friend,

Beginning to present me as a referee of the Football Association of Viana do Castelo and sympathizer of Benfica. I do not want that what have happened recently pass undisclosed, like many other situations have passed. As the name of the city should already tell you, in terms of football and refereeing, this is the city of the famous José Carlos Amorim Calheiros (better known in TAP by José Amorim) a referee during the 90s.

But to tell you what happened, what you don´t know is that Calheiros is currently the Vice-Chairman of the Football Association of Viana do Castelo since 1997 (the year in which he left arbitration), an institution of public utility and according to him, with the functions of serving as a "bridge" between the arbitration board of that association and its president. Yes, I know what you're thinking: if the (referee) Martins dos Santos without this kind of job did what he did (once corrupt, always corrupt), now you  can imagine what our friend José Amorim (Calheiros) can do in his functions.

Recently the chairman of the arbitration board of the association, its name is José Costa Valente (with a surname that is also very inspiring), uncle of Pedro Valente, refereee of the FPF that was charged with 2 counts of corruption in the process "Golden Whistle", he convened a plenary meeting of some sort with his referees of which I belong, to among other things, clean up its image of recent situations (cronyism, suspicious of changing the ratings of referees and other opaque situations) and he brings with him his nr. 1 ally, which in practice is the person that keeps him in office, and who is he? Carlos CALHEIROS!

The later spoke for about 2,5 hours and the first for 2 hours (!). Among many things, among many banalities, José Amorim (Calheiros) had the nerve to speak of his prodigious career (provoked many smiles on everyone present), but this time he has outdone itself. And why? Because, in a tone of indifference and almost joy, confessed to his club sympathies, its tendency to FC PORTO, complaining about the games in which he said the club failed to win. Given this, there was a referee from the front rows who said something, say in a tone half serious half joking , that provoked the following exchange between them:

Heckler: Well you could have invented a penalty!
Calheiros: - I invented, yes, I invented (penalties) but the ball sometimes didn´t go in!

Well, one word to the wise is sufficient to say and we recall that many times the ball did go in (3-3 in Antas Stadium, for example). Is in 1995 the public prosecutor closed the case of 'travels' because allegedly they failed to find proves that the payments by Porto for the illicit favors, the truth arrived late but arrived, it was said publicly by Calheiros admitting that benefited the Porto deliberately to have at the end of the season this generous prize (a trip for you and your family in the amount of 760 contos (3800€)).

To be clear, these words were uttered August 12, 2013, between 20.30 and 23h by José Carlos Amorim Calheiros in the auditorium of the Sports Group Cultural Workers and the Shipyards of Viana do Castelo to an audience of approximately 30 referees, arriving at the meeting in his majestic JAGUAR, even though Ihe is just public employee (working in the public hospital in Viana do Castelo).

So we have his confirmation of what we already knew, and I'm ashamed to have him as a superior and fellow citizen, I would like this were made ​​public as much as possible to unmask a scoundrel like this. Spread this fact, write about it using your words based on the facts here exposed that are strictly true (can be attested by several people) not just in the blogosphere but also on the social networks and official organs of Benfica, Benfica TV because this can not go unscathed.

Regards”

And now, for something completely different. Or not!
About DOPING!!
“Jogo Sujo”, por Fernando Mendes

Fernando Mendes, nascido a 6 novembro de 1966, foi o único jogador que até agora teve a coragem para denunciar o uso do doping e a “estrutura” por detrás que permitia isso no seu livro “Jogo Sujo”. Foi o único jogador que jogou em todos os clubes que foram campeões nacionais.
Jogou no Sporting, Benfica (1989-91), Boavista (91-93), Estrela (93-94), Boavista (94-95), Belenenses (95-96), Porto (96-99).


A Minha História com o Doping
Infelizmente o doping é uma consequência natural da competição. É fundamental atingir grandes resultados, ganhar, voltar a ganhar e ganhar cada vez mais. Isto faz com que muitos clubes resolvam encurtar caminho através dos caminhos da ilegalidade.
“Ou tomas ou não jogas”. Se um jogador não quisesse tomar perderia o lugar para outro que aceitasse. Sem jogar via o seu valor futebolísitco diminuir algo que é muito grave numa carreira que é muito curta. Feita esta reflexão demoramos muito pouco tempo a aceitar.
No meu tempo o doping era tomado de duas formas, injecção ou comprimido. Podia ser antes do jogo, durante o intervalo ou com a partida a decorrer. A injecção tinha efeito imediato enquanto o comprimido tinha de ser tomado uma hora antes do jogo.

Existiam diferentes métodos e cada jogador tomava uma dose personalizada, mediante o seu peso, condição física do momento ou a última vez que tinha ingerido a substância. Havia necessidade de gerir os ciclos de cada atleta para diminuir o risco de ataque cardíaco provocado pelo excesso de droga. Porém, partidas contra adversários directos, eliminatóiras da Taça de Portugal ou jogos das competições europeias era sempre certo. Quando se sabia que não iria haver controle antidoping, nunca falhava.
Uma injecção demorava cinco minutos a fazer efeito. Com aquilo no corpo, corria mais rápido, saltava mais alto e parecia que nunca me cansava.
Mas como qualquer droga que se usa para aperfeiçoamento de determinada função, alguns jogadores chegavam a certa altura em que já não conseguiam jogar sem estar dopados.

A influência do doping no desempenho atlético era de tal forma poderosa que dei por mim a conseguir “performances” quase inacreditáveis. Lembro-me de um jogo das competições europeias (com o Boavista) contra uma equipa que tinha 3 campeões do mundo no seu plantel. Um deles era um poderoso avançado no jogo aéreo (Jorgen Klinsman). Sempre joguei a defesa esquerdo mas apanhei-o várias vezes no meu terreno de acção. Ele era um armário com um tremendo poder de impulsão. Mas eu nesse dia saltei que nem um louco e ganhei-lhe quase todas as bolas de cabeça. PARECIA QUE TINHA MOLAS NOS PÉS. A esta hora esse antigo atleta ainda se deve estar a perguntar como é que foi possível perder tantas bolas para um meia-leca naquele jogo. O segredo era uma pequena vacina, do tamanho de meia unha, chamada “PERVITIN”. Espetavam-nos aquilo no braço e dava para correr e saltar durante 4 jogos seguidos. Eu é que estava alterado. Mas ainda assim fico contente por ter ganho porque esse momento foi histórico.

(N.R. Uma pergunta que eu faço a mim próprio muitas vezes, porque razão tantos jogadores têm os braços todos cheios de tatuagens? Será que para alguns é para esconderos os vestígios das sucessivas “picas”? Lembro-me assim de repente de Raul Meireles e de Lucho).

O doping tem duas faces. Por um lado dá força, dá para aguentar mais,  ajuda a ganhar. Provocava uma RAIVA ENORME que acompanhada pelas palestras dava-nos vontade de entrar em campo e corrermos loucamente.
No final de um jogo em que nos tínhamos dopado pedíamos um “anti-raiva” de modo a baixar a dose que tínhamos tomado. Mas mesmo assim com o anti-raiva ainda dava para correr até à meia noite. Ou então dava para o inverso, depressão, falta de paciência, isolamento.
O mais triste de tudo isto é a naturalidade com que um futebolista aprende a viver nesta situação miserável. Quando o massagista que nos dava a droga dizia-nos que era ilegal mas não nos avisava de eventuais perigos.

A “ORGANIZAÇÃO” NO NORTE DE PORTUGAL

Os jogadores eram peões neste enorme esquema chamado doping desportivo. Segundo constava as dosagens eram feitas em laboratórios no norte do país. Dizia-se também que esses laboratórios até tinham fachadas legais, mas dedicavam uma parte das instalações e dos seus rucursos humanos à investigação de novas dosagens que pudessem passar incólumes nos controlos antidoping. As pessoas desses laboratórios trabalhavam directamente com alguém do corpo clínico dos clubes. O estimulantes acabavam sempre nos balneários para serem testados.

OS JUNIORES COMO COBAIAS

O sistema de doping num dos clubes onde joguei era de tal forma elaborado que estendia as redes da sua perversidade para além do plantel senior. Em certos treinos aparecia um ou dois juniores para treinar connosco, mas não estavam ali porque eram bons, estavam ali para servirem de cobais a novas dosagens. Um elemento do corpo clínico dava cápsulas ou injecções com composições ilegais a miúdos dos juniores. Essas experiências não podiam ser feitas com jogadores seniores que jogam todos os domingos e que são os principais activos do clube. Se alguma coisa saisse mal saia caro. Além disso no futebol senior há controlos antidoping. Nos juniores os controlos acontecem uma vez na vida por isso era o ideal para fazer experiências.

Os juniores urinavam para dentro de um copo e essa urina iria servir para fazer os testes antidoping internos. Quando saiam os resultados alguém telefonava para os laboratórios dos subúrdios a dar as novidades, “Olha, isto acusou tanto, por isso temos de baixar a dose”. Ou então, “Não está a acusar nada, por isso podemos aumentar um bocadinho”.

Quando a dosagem era acertada, iniciava-se a produção em massa para o plantel sénior. Os júniores nem faziam ideia do que lhes davam pois diziam que era vitaminas e que a urina era para controlo interno e análises. Os júniores eram utilizados para melhorar o desempenho do plantel principal.

Durante os anos que andei no futebol profissional percebi da forma mais cruel que para ganhar vale quase tudo. “Não olhar a meios…”

O efeito de determinados estimulantes é que incutem uma RAIVA ENORME que pode ser uma grande ajuda quando andamos a correr e a despender um grande esforço durante o jogo.
Os clubes que usam estimulantes apenas se preocupam em escapar aos controlos antidoping. Mas os riscos são evitados através de várias artimanhas. Por vezes os departamentos médicos que utilizam estimulantes probidos controlam os jogadores para perceberem se o fármaco injectado noutro jogo já saiu do organismo.

Sempre ouvi dizer que em determinados clubes davam urina de terceiros a atletas dopados para que estes não acusassem nenhuma substância ilícita nos jogos em que havia controlo antidoping. Também achava estranho ver massagistas guardarem algálias (sondas ocas que se introduzem pela uretra até à bexiga) dentro das sua malinhas.
Outro desses truques eram as bolinhas frias utilizadas pelos médicos, muito em voga na primeira metade da minha carreira, através das quais se escolhia quais os jogadores que podiam ir ao controlo.

Os esquemas ardilosos podem mudar com a passagem dos anos, mas nunca deixam de existir. Eu não ficaria surpreendido se viessem a público situações semelhantes.
(Por acaso vieram, Casagrande, Deco, Carlo Alberto, Semedo, Emerson, tudo ex-jogadores do Porto).

O doping trouxe grandes benefícios a quase todos os envolvidos. Claro que a boa forma não se fica a dever apenas à utilização de estimulantes, não existe nenhuma fármaco que ensine a jogar futebol.

O PROGRAMA DA SIC, 30 de Maio de 1997.

O programa “Donos da Bola” da SIC exibe uma reportagem em que com recurso a uma câmara oculta um jornalista faz-se passar por um dirigente interessado em comprar alguns estupefacientes para que os seus jogadores possam correr mais. Estão a 2 jornadas do fim e precisam de ganhar esses jogos para garantir a manutenção. O jornalista consegue o contacto de um médico do Porto (Matosinbos) que tem fama de facilitar esse tipo de situações a clubes interessados. 
(n.r. O infame Póboas que foi agraciado com um lugar na Administração da SAD do FCP. Pelos serviços prestados?).

Esse médico recebe o pretenso dirigente na sua clínica privada em Matosinhos e é filmado em flagrante a vender-lhe uma caixa de comprimidos de Centramina por 40 contos (€200). Durante a conversa, o médico sem saber que está a ser filmado dá uma verdadeira lição sobre productos dopantes. Questionado pelo jornalista começa a falar em Pervitin. Usei várias vezes, era fortíssimo.   
Para além dos ensinamentos técnicos o clínico recorda a sua experiência num clube onde tinha trabalhado nos dois anos anteriores e revela contactos que lhe permite saber quando havia controlos antidoping. “Como sabia sempre dos controlos aquilo era na boa. Andei a época toda a saber”.
O clínico salienta a importância de haver poucas pessoas com acesso ao balneário (o Porto desde sempre tem tido um controlo muito apertado. A tal “estrutura” e “organização” com gostam de lhe chamar serve para muita coisa).
“Normalmente as coisas passam pelo massagista”. Os jogadores devem estar sozinhos no balneário com o massagista. Não devem lá estar nem treinadores nem dirigentes”, continua.
“Numa situação dessas (urgência de resultados) convinha que uma grande parte do plantel tomasse”, remata.
Para convencer os atletas o clínico aconselhava que se mentisse, “pode meter o produto dentro de uma cápsula e dizer que é cafeína. A cafeína admite-se na boa”.
O médico fala também da cafeína que se vende em Espanha e que se chama “Durvitan” mas diz que este producto não serve para esta sutuação pois tem “um efeito retardado de oito horas”. A Centramina é o fármaco indicado, “os comprimidos tomam-se uma hora e um quarto antes do jogo. Pode dar-lhes com café ou com água. Como são dois jogos quem tomar deve tomar dois de uma só vez”. (Portanto, tudo numa boa)

Este aumento de quantidade é um lema desportivo que eu tive de viver, quanto maior o desafio maior a dose.

“Agora já não uso muito a cafeína. Quando há controlo uso uma coisa que os ciclistas me arranjaram. É o Ozotine, um imunomodulador. Melhora a parte respiratória. São umas ampolas com vários productos e mete-se cafeína também injectada, faz-se uma seringa com 10-15cc e depois cada jogador toma 1,5cc”.
Finalmente o médico deixa um conselho final, “É muito importante que os atletas sintam que está tudo controlado, que não há perigo dos atletas serem apanhados no controlo antidoping”.
E um remate final, “A base não só disto mas também dos árbitros, porque isto não chega para meter golos, os árbitros também são importantes”.
(Claro, os árbitros, sempre)

Outro Clube

Noutro clube havia uma maior cuidado na administração de substâncias ilícitas e no receio de eventuais controlos antidoping. Essa postura mais cautelosa resultava de uma maior capacidade de acesso a informação confidencial, como vim a saber durante a época. O médico também se gabava de ter alguém que o informava com antecedência dos jogos em que iria haver controlo antidoping. Assim, se um jogo fosse ao domingo o médico sabia na 6ª ou no sábado quais as partidas que iriam estar sob a tutela do controlo antidoping.
Se não havia controlo havia estimulantes. Quando havia controlo, não havia.
O contacto dele devia ser muito eficaz porque das poucas vezes que fui controlado nunca acusou nada!!! Nem eu nem os meus colegas.

Nos tempos em que jogava ouvi muitas vezes falar que muitos jogadores levavam urina de outras pessoas para o controlo de modo a não serem apanhados. Urinavam e no fim trocavam os frascos. Dizia-se que era habitual em alguns clubes.
Neste clube os jogadores tinham caminho livre para tomar as substâncias propostas pelo médico.
Os produtos ajudaram-me a fazer um das melhores épocas da minha carreira. (n.r. Fernando Mendes foi para o Belenenses com 28 anos e para o Porto com 29 anos).
Nessa época já não era muito jovem e sabia que aquela seria uma grande oportunidade e poder vir a melhorar a minha situação desportiva. Para além do doping nessa época tinha um grande treinador e colegas com muita qualidade.
Em alguns clubes tomei Pervitin, Centramina, Ozotine, cafeína, entre muitas outras coisas de que nunca soube o nome. Também tive um médico que  nos dizia quando ia haver controlos.

E termina,

“Sim caros leitores, há doping no futebol português. Há muitos anos. Em vários clubes. Chega lá de diferentes formas, é testado de várias maneiras e é consumido apenas pelos atletas. Dá força, dá ressaca, dá alegria, dá angústia. É bom e é uma merda. Mas era melhor que não houvesse. Como era melhor que não houvesse árbitros comprados, dirigentes corruptos, jogadores violentos e adeptos doentes.

Nada se prova, ninguém é preso, A IMPUNIDADE É TOTAL. Não há homem justo ou bem intencionado que resista às redes do poder megalómano e criminoso que se vai instalando no futbeol português através das mais variadas ramificações. O DOPING É APENAS UM DESSES TENTÀCULOS DO MAL QUE POLUi A VERDADEIRA ESSÊNCIA DO JOGO.

Um jogador que consome estimulantes durante uma época inteira irá ter um momento de forte quebra física. O doping surge como uma forma de enganar o cansaço do corpo. Tem um efeito imediato mas mais tarde o atleta irá ressentir-se da violência muscular. Várias vezes observei equipas que estão com muita força na 1ª volta mas que na 2ª andam de rastos.

Nota Final
Este livro é uma segunda versão da obra incialmente escrita. A primeira versão apontava nomes, locais e datas dos momentos mais sórdidos que aqui são relatados. Infelizmente, o clima de medo e de censura instalado no futebol português tornou impossível juridicamente que essas mesmas pessoas fossem expostas, deixando esse primeiro livro condenado a viver numa gaveta.
As páginas que acabaram de ler, e das quais me orgulho, são frontais, verdadeiras, mas tiveram de ser generalizadas por causa de um SISTEMA PERVERSO em que todos têm MEDO e vergonha de dar a cara e apontar o dedo aos responsáveis por situações ilegais e violadoras da ética desportiva.  Espero, no entanto, que depois destas páginas algumas pessoas que viveram  situações semelhantes possam vir a público contar a sua história. Aqueles que o fizerem estarão a prestar um serviço inesmitimável ao futebol português. Pode ser que, nessa altura, a gaveta do primeiro livro se abra. E, acreditem, há muito mais para contar.
And the same text now in english for our foreign readers:
 "Dirty Play", by Fernando Mendes
Fernando Mendes, born on November 6, 1966, was the only football player who has so far had the courage to denounce the use of doping and the "structure" behind that allowed that, in his book "Dirty Play". He was also the only player who played in all the clubs that were portuguese champions.
Played at Sporting, Benfica (1989-91), Boavista (91-93), Estrela (93-94), Boavista (94-95), Belenenses (95-96), Porto (96-99).
My Story with Doping
Unfortunately doping is a natural consequence of competition. Achieving great results, to win, to win and win again, more and more. This causes many clubs decid to shorten the way through the paths of lawlessness.
"Take it or Leave it". If a player does not want to lose his place in the team to another player he accepts. If you don´t play your sport value decreases enormously and that is very serious in a career that is so short. With this in mind it will very little time of hesitation.
In my time doping was taken in two ways, injection or tablet. It could be before the game, during halftime or underway the match. The injection had immediate effect and the tablet had to be taken an hour before the game.
There were different methods and each player took a personalized dose according to his weight, physical condition or the last time he had ingested the substance. There was a need to manage the cycles of each athlete to reduce the risk of heart attack caused by excessive drug. However, matches against direct opponents, the Portugal Cup or European games was always sure. When we knew there it would not be any anti-doping control, it never failed.
An injection took five minutes to take effect. With that in the body, we ran faster, we jumped higher and we seemed never tired. But like any drug that is used for improvement of certain function, some players reached a certain point where they could no longer play without being doped.
The influence of doping in athletic performance was so powerful that I found myself getting almost unbelievable "performances". I remember a game in an European competition (with Boavista) against a team that had 3 world champions in its squad. One was a powerful striker in the air (Jorgen Klinsmann). Always played left-back but I caught him several times on my area of action. He was a beast with a tremendous power of thrust. But that day I jumped like crazy and won almost all the headers. There seemed I had  SPRINGS ON THE LEGS. Today, this old athlete must still be wondering how it was possible to lose so many high balls to a dwarf. The secret was a smal , middle -sized nail called "Pervitin". They sticked us in the arm and I could run and jump for 4 straight games. It was me that was changed. But still I´m glad I won because that moment was historic.
(n.r. A question I asked myself many times, why some players have the arms all full of tattoos? Is it to hide the "sticks"? Raul Meireles and Lucho from Oporto are 2 players that I can recall suddenly).
Doping has two faces. On the one hand gives strength to endure, gives more help to win. It caused a HUGE RAGE that accompanied the lectures given to us before the tsrat of the game and we run wildly. At the end of a game in which we were doped we took an "anti-rabies" in order to lower the dose that we took. But still with the “anti-rabies” we still could run until midnight. Or we could face the opposite, depression, lack of patience, isolation.
The saddest part of all this is the ease with which a footballer learns to live in this miserable situation. When the masseuse gave us the drug he always told us that it was illegal but never warned us of the possible dangers.
The "ORGANIZATION" IN THE NORTH OF PORTUGAL
Players were pawns in this huge scheme called sports doping. According to many the dosages were made ​​in laboratories in the north of Portugal (in Oporto). It was also said that these labs even had legal façades, but devoted a part of the premises and of its human research to the investigation of new dosages that could pass unharmed in doping controls. The people in those laboratories worked directly with people of the clinical staff of the clubs. The stimulants always ended up in the dressing room to be tested.
THE JUNIORS AS GUINEA PIGS
The system of doping in a club where I played was sofisticated in such a way that they extended the networks of their wickedness beyond the senior squad. In certain trianings appeared one or two juniors to train with us, but they were not there because they were good, they were there to serve as guinea pigs for the new dosages. A member of the clinical staff gave capsules or injections of illegal compositions to the kids. These experiments could not be done with senior players who play every Sunday and who are the main assets of the club. If anything went badly it would be expensive for the club. Also in senior football there are doping controls, while in junior the checks happen only once in a lifetime so it was the perfect place to make the experiments.
The juniors urinated into a cup and that urine would serve to make the internal antidoping tests. When the results came out someone phoned the laboratories of near by to give the news, "Look, this has accused too much, so we have to lower the dose". Or, "This doesn´t accuse much, so we can raise a little".
When the dosage was right, they initiated mass production for the senior team. The junior did not have any idea of ​​what was given to them, they said it was just vitamins and that urine was for internal control and analysis. The juniors were used to improve the performance of the first team.
Over the years I've been in professional football I realized that the cruelest way to win was tha almost anything goes. "The ends justifies the means".
The effect of certain stimulants is that they instill one HUGE RAGE which can be a big help when we run and expend a lot of energy during the game. Clubs who use stimulants only bother to evade doping controls. But the risks are avoided by several tricks. Sometimes medical departments who use stimulants forbidden control their players to realize if the drug that was injected in another game has left the body.
Always heard that in certain clubs gave urine of a third part to doped athletes so they do not accuse any illicit substance in games where there was doping control. Also felt strange to see masseurs keeping catheters (hollow tubes that are inserted through the urethra into the bladder) inside you’re their bags. Another of those tricks were cold balls used by the doctors, much in vogue in the first half of my career, through which they could choose which players could go to the control. The cunning schemes may change with the passage of years, but they have never ceased to exist. I would not be surprised if similar situations became public.
(Actually it became, Casagrande, Deco, Carlos Alberto, Semedo, Emerson, all former players of Porto).
Doping has brought great benefits to almost everyone involved. Of course the good form of a player is not due solely to the use of stimulants, there is no drug that can teache to play football.
THE PROGRAM OF SIC , May 30, 1997.
The "Donos da Bola", a SIC program displays a report using a hidden camera and a journalist passing for an officer of a second rate club interested in buying some drugs so that their players can run longer. They have two games remaining and need to win these games to ensure maintenance. The journalist contacts a doctor in OPorto (Matosinhos) which is reputed to facilitate this type of situation for the clubs concerned. 
(n.r. The infamous dr. Póboas that was awarded a place in the Board of Directors of FCP SAD. For good services?).
That doctor receives the alleged officer in his private clinic in Matosinhos and is filmed in the act selling him a box of 40 tablets of "Centramina" for 40 contos (€200). During the conversation, the doctor, unknowingly being filmed, gives a lesson about doping products. Asked by the journalist begins to speak in Pervitin. I used it several times, it was very strong.
Beyond the technical teachings the doctor recalls his experience at a club where he had worked in the previous two years and reveals contacts that lets him know when there were anti-doping controls. "As always I knew the checks and that was cool. I knew it during the whole season".
The doctor stresses the importance of having a few people with access to the locker room. (N.R: O Porto has always been known to have a very tight control on such things. Such an "organization" serves many purposes).
"Usually the things must pass by the masseur. The players must be alone in the locker room with the therapist. Should not be there any coaches or directors", he continues.
"In such a situation (emergency results) sould be fitting to have a large part of the squad taking the product", he concludes.
To convince athletes clinical advised that lie, "can get the product within a capsule and say it is caffeine. Caffeine is admitted without problems".
The doctor also speaks of caffeine that is sold in Spain and is called "Durvitan" but says that this product is not for this situation for it has "a delayed effect that takes eight hours". The "Centramina" is the drug is indicated, "the pills are taken an hour and a quarter before the game. You can give them with coffee or water. For those two games the should take two at once", (So, all is well )
This increase in quantity it is a sports motto that I had to live with, the higher the challenge the greater the dose.
"Today I do not use much caffeine. When there is control I use something that cyclists gave me. It is “Ozotine”, an immunomodulator. Improves the respiratory part. It is vials with various components and we put in caffeine, one makes a syringe with 10-15cc and then each player takes 1,5cc”.
In the end the doctor leaves a final advice, "It is very important that the athletes feel that everything is controlled, that there is no danger of being caught in the doping control".
And a final shot, "Basically it is not only this but the referees also counts, because this is not enough for scoring goals, referees are also important". 
(Of course, the referees, always the referees)
Another Club
In other club, they had greater care in administering illegal substances for fear of any doping controls. This more cautious approach resulted in a greater ability to access confidential information, as I learned during the time. The doctor also boasted of having someone that informed him in advance of the games in which would be doping control. Thus, if a game was on Sunday the doctor knew on Friday or Saturday the matches that which would be subject of doping control. If there was no control we had stimulants. When there was control, there was not.
His contact must have been very good because of the few times I went to the control it never found anything! Neither none of my colleagues.
During the times I played I often heard talking about many players that took urine of other people to the control so as not to be caught. They urinated and in the end they changed bottles. It was said that it was customary in some clubs. In this club the players had free way to take substances proposed by the doctor.
The products helped me make one of the best seasons of my career. (n.r. Fernando Mendes played for Belenenses when he was 28 years old and went to Port at 29 years). At that time I was no longer very young and knew this was a great opportunity to improve my sporting situation. Beyond the dope at that time we had a great coach and colleagues with great quality.
In some clubs I took “Pervitin”, “Centramina”, “Ozotine”, caffeine among many other things I never knew the name. I also had a doctor who told us when there would be controls.
And he ends,
Yes, dear readers, there is doping in Portuguese football. Has been for many years. In many clubs. There comes in different forms, is tested in several ways and is only consumed by athletes. Strength, hangover, joy, anguish. It's good but it sucks. But it was better if there were not. How it was much better if there were not bought referees, corrupt officials, violent players and alienated supporters.
Nothing is proven, no one is arrested, the impunity is TOTAL. There is no fair or well-intentioned man who resists the networks of power and megalomaniac criminalit established in Portuguese football through its various ramifications. The DOPING IS JUST ONE OF THOSE EVIL tentacles polluting the TRUE ESSENCE OF THE GAME.
A player who uses stimulants for a whole season will be a time of great physical break . The doping emerges as a way to trick the body fatigue . Has an immediate effect but later the athlete will resent the muscular violence. Several times I watched teams that are too hard on lap 1st but the 2nd go wake .
A Final Note
This book is a second version of the work initially written. The first version pointed names, locations and dates of the most sordid moments that are reported here. Unfortunately, the climate of fear and censorship installed in the Portuguese football has made it legally impossible that these same people were exposed, leaving this first book condemned to live in a drawer.
The pages you just read, and of which I am proud of, are frontal, true, but had to be generalized because of a perverse SYSTEM where everyone is afraid and ashamed of to give the face and pointing the finger at those responsible for illegal situations that violate the ethics of sport. I hope, however, that after these pages some people who have lived similar situations may come forward to tell their story. Those who do that will provide a priceless service to Portuguese football. It may be that at that time, the first book in the drawer will see the light of day. And believe me, there is much more to tell.