ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

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domingo, 8 de julho de 2012

(Braço Direito Corrupto) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (68)



A Imprensa Desportiva Portuguesa

'A Bola' e o censor Serpa (1945 - 2010) - R.I.P.
O editorial de Vítor Serpa hoje n'A Bola' – lido na Internet, dado que 'A Bola' de Terça-Feira dia 9 de Novembro de 2010 alcançou, subitamente, a dúbia honra histórica de se tornar o último exemplar por mim adquirido - assume a natureza de um epitáfio. 'A Bola' morreu – já estava moribunda há muito – numa perspectiva objectiva e economicista, porque a prostituição a que se entregou alienou finalmente uma parte fundamental do público que lhe garante o ganha-pão; e morreu, numa perspectiva subjectiva e emocional, porque traiu todos os ideais e a memória colectiva do seu passado de tal forma que deixou, efectivamente, de ser o jornal que foi durante décadas.
O epitáfio é bizarro na sua génese, dado ser escrito pelo coveiro. E é um epitáfio que envergonha de forma canalha a memória do que foi a enterrar.

Já apelei diversas vezes, aqui e no programa, a que se deixasse de sustentar a grande maioria da carneirada assalariada do jornalismo desportivo, e muito especificamente os hipócritas do jornal não oficial da lagartagem, o Pasquim (Record), e os moços de recados e capangas dos andrades d'O Jogo. Não faz sentido sustentar quem nos ofende todos os dias.
Confesso que ainda comprava 'A Bola' por algum respeito à sua história de dignidade e por lhe reconhecer ainda, aqui e ali, laivos de salutar independência que não vislumbrava em mais lugar algum, apesar do crescente anti-benfiquismo (evidente nas colunas dos estafetas de serviço dos andrades e dos patetas da lagartagem), e da linha editorial ditada por rafeiros (sinto-me legitimado a usar o termo) da estirpe do Carlos Pereira Santos, com o beneplácito de hipócritas de estômago exigente como o Vítor Serpa (digo isto com propriedade: já o vi a encher o bandulho com um abandono assinalável em Galas do Benfica, apesar de disputar a data histórica subjacente à existência das referidas Galas). Comprava-a ainda, exactamente, por muito poucas outras razões, como a presença do RAP aos Sábados.

Isso acabou, definitivamente, na Terça-Feira passada. take over absoluto d'A Bola' pela asquerosa facção anti-benfiquista atingiu um limite pornográfico e reminiscente de regimes históricos ironicamente semelhantes ao que vigora no clube dos andrades, o que se tornou particularmente evidente através dos cada vez mais frequentes e menos discretos gestos de vassalagem aos criminosos que amordaçam o futebol português. A promoção sistemática e desavergonhada dos activos dos andrades, a lavagem pública e a relativização de arbitragens vergonhosas, os ataques crescentes e as ofensas ao Benfica e aos seus responsáveis por parte de gente com responsabilidades editoriais, a velhacaria de colunas e colunas e colunas de propagação da mensagem anti-benfiquista sob o manto de artigos de opinião de gente adepta de clubes com práticas reconhecidamente criminosas e dos clubes seus lacaios mostram, sem sombra de dúvida, que 'A Bola' de hoje envergonha 'A Bola' do passado e mais não passa do que outro veículo de propaganda de laivos goebbelsianos à máquina (sistema, se quiserem) que controla o futebol neste país. Poder-se-á argumentar que 'A Bola' de hoje mais não é do que o espelho do que este país se tornou: um paraíso da impunidade, da hipocrisia e da corrupção (moral e económica), onde as mais aviltantes afrontas à verdade e à decência passaram a ser encaradas com normalidade. Um país onde o conformismo vai corroendo a indignação, um país onde já se acha que ‘as coisas já são assim há muito tempo, não há nada a fazer’ e um país onde se aceita com a normalidade gerada pela repetição impune que cretinos e capangas de gente sem vergonha promovam o ódio e a divisão e cantem ‘SLB SLB SLB fdp SLB’ pelos estádios desse país fora.
Poder-se-á argumentar que sim, 'A Bola' apenas reflecte o esgoto falido onde está inserida, mas durante muito tempo lutou e quis ser melhor do que isso. O funeral a que agora se assiste assume a forma do sopro final e falência moral de um jornal desportivo.
Tenho, genuinamente, pena. É uma parte emblemática da minha memória afectiva que morre de forma pouco digna.

Quanto aos responsáveis d’A Bola', cheira-me que fizeram mal as contas. As contrapartidas pelo canalha acto de vassalagem não vão compensar a pancada onde lhes dói mais (e vamos ver se o Vítor Serpa ainda se poderá continuar alegremente a gabar de dirigir "um jornal que, felizmente, continua a ter assinalável sucesso e, por isso, não se torna notícia por fazer despedimentos colectivos"). Depois não se esqueçam de ir pedir um tacho ao Mestre Pinto. Pode ser que precise de distribuidores de fruta ou de porteiros para as casas de alterne.
(Do blogue “Tertúlia Benfiquista”).

A IMPRENSA PORTUGUESA
A parcialidade da imprensa desportiva portuguesa pode chocar as mentes mais impressionáveis, até porque é evidente, mas a verdade é que a parcialidade da imprensa nunca foi um problema. Pelo contrário. A parcialidade implica a existência de diferentes partes, e o facto de haver imprensa parcial é uma garantia de que as partes não estão silenciadas e têm voz na opinião pública.

No futebol português essas partes e as respectivas tribunas estão bem identificadas. Bola, Jogo e Record, com uma habilidade relativamente engenhosa, conseguem servir Benfica, Porto e Sporting de forma eficaz, sem alienar em excesso as outras quotas do mercado.
Desde que foi inventada que a imprensa é parcial. Aliás, a verdadeira imprensa foi inventada exactamente para ser parcial. A imprensa histórica, real, é a do panfleto, o resto é negócio.

O problema da imprensa não é quando é parcial – é quando se torna cúmplice na desonestidade.

Parcialidade acaba sempre por resultar em cumplicidade, mas o tipo de cumplicidade que se estabelece é fundamental. Quando a imprensa insiste em ser cúmplice mesmo quando, obviamente, está do lado errado da verdade, então aí a imprensa tem um problema real para resolver, e a sociedade onde essa imprensa existe também.

Uma imprensa deixa de ter valor público quando, num caso tão flagrante como o do Apito Dourado, não consegue forçar uma revolução. Não o conseguiu porque foi fraca, porque se deixou corromper durante demasiado tempo para, no momento da verdade, ter a força suficiente para se impor, não conseguindo criar uma opinião pública suficientemente forte para lidar com a dimensão do problema.

Os directores dos jornais darão muitas desculpas, apresentarão muitas justificativas para a imprensa ter perdido o seu estatuto de quarto poder (porque não tem, afinal, poder nenhum) nessa altura, falarão de condicionantes económicas, de literacia, do país da cunha, de mil e uma coisas, mas não dirão, provavelmente, o essencial: que o único problema real da imprensa desportiva portuguesa foi ter confundido parcialidade com promiscuidade, e de não se ter conseguido afastar suficientemente da porcaria para se conseguir limpar.

A imprensa desportiva portuguesa tornou-se obsoleta. A sua imagem está gasta e a insistência na exploração do tema da arbitragem, que é (como se vê pelas dúzias dos programas dos paineleiros nas televisões) o último catalisador de audiências à mão de semear, baixou-a ao nível da conversa de tasca, por um lado, e por outro tornou-se igualmente inócua. Afinal, uma imprensa que bate e rebate no tema da manipulação de resultados, defendendo, pelas palavras dos seus editores, a transparência e a vitalidade do futebol nacional, o que é que fez quando, finalmente, teve a oportunidade de agarrar com as duas mãos?

1 – Escondeu-se, primeiro. Fez de conta que não estava a acontecer nada, atirou o tema para as últimas páginas enquanto pôde (por desconfiança, por medo ou por pura incompetência) e, mesmo depois do processo estar em andamento, foi só quase por não conseguirem fugir mais que atiraram o tema para as primeiras páginas. O grosso do trabalho jornalístico e das revelações relativas ao Apito Dourado acabou por ser feito pela imprensa generalista (Correio da manhã, Público, Expresso e outros).


2 – Encolheu-se, depois, entregando a cobertura do caso a jornalistas fragilizados, quer por serem naturalmente frágeis, quer por residirem na cidade do Porto, onde estavam sujeitos a todas as pressões necessárias por parte dos clubes e das suas Forças Armadas, quer por integrarem o grupo de jornalistas demasiadamente parciais ou promíscuos em relação ao Futebol Clube do Porto, o grande alvo do Apito Dourado, sem margem para dúvidas.
Quando deveriam ter criado grupos especiais de trabalho para investigarem e aprofundarem as revelações do Apito Dourado, e insistido até fragilizarem de tal forma o sistema que ele teria de ceder, preferiram tratar do caso como uma mera crónica de tribunal, de leitura e transcrição selectiva de certas passagens das averiguações policiais, não fazendo o que à imprensa compete: usar o seu poder para ir além dos outros poderes.
Com o passar do tempo tornou-se óbvio que era muito mais importante para o Porto ganhar a guerra do que para a imprensa continuar a lutá-la. A imprensa capitulou. E o Porto, por mero exercício de resistência, ganhou.

3 – Comeu e calou, por fim.

Hoje, o Apito Dourado é um passado distante. O que os jornais não fizeram antes também não demonstram, agora, a mínima vontade de fazer. O presidente do clube que transformou radicalmente a índole do futebol português, transformando-o numa casa de alterne, continua em funções e é glorificado pela sua genialidade, apesar de ser evidentemente culpado de actos de corrupção e manipulação de resultados.
O jogo de futebol em Portugal, com potencial para ser um dos melhores do mundo,continua a ser poluído, diariamente, pelas insinuações e pelas acusações de corrupção, consumindo-se quando deveria estar a crescer.
Os miúdos que começam a ver o jogo crescem já com o veneno do vale tudo, do «os fins justificam os meios», do «eles não nos deixaram ganhar». A canalha colonizou o país desportivo. Em vez de ouvirem dizer que o futebol conseguiu erradicar as pessoas que falseavam resultados e que agora o jogo é limpo, e ganha o melhor mesmo com erros dos árbitros, aprendem que, com advogados habilidosos e a coberto da lei, os corruptos que davam dinheiro e prostitutas a árbitros safaram-se, e que o crime compensa, porque não só se safaram como continuam a ganhar, porventura usando os mesmos métodos: o que é que os impede?

A imprensa desportiva portuguesa, que sempre foi vista pela sua congénere generalista como a Cova da Moura da comunicação social nacional, esteve, afinal, precisamente à altura deste epíteto.

O fascismo da RTP

O comentador televisivo João Gobern foi nesta terça-feira dispensado pela direcção de informação da RTP, depois de ter sido filmado (discretamente) a festejar um golo do Benfica na última edição do programa "Zona Mista", da RTP Informação.
João Gobern, que formava com Bruno Prata a dupla de comentadores residentes do programa, aproveitou um momento em que a palavra tinha sido dada a outro interveniente para espreitar os últimos minutos do Benfica-Sp. Braga num dos ecrãs do estúdio. 

E na altura em que a realização o enquadrou, ergueu o braço em sinal de contentamento para festejar o golo de Bruno César, que daria a vitória aos "encarnados".

Na sequência deste episódio, o comentador foi informado da dispensa dos seus serviços, não tendo ainda sido encontrada uma alternativa para o programa.

“Penitencio-me pelo gesto, mas é uma hipocrisia”.

Ao PÚBLICO, o comentador de televisão diz que houve protestos e contestações “tanto de espectadores legitimamente ofendidos” como daqueles que iam “aproveitar a oportunidade para se vingar”. 



Gobern diz que quando se apercebeu que tinha aparecido em grande plano, não havia volta a dar. E mandou um SMS a Nuno Santos, director de informação da estação, colocando o lugar à disposição.

“Na altura não estava no país e falou-me hoje [terça-feira], dizendo que a direcção de informação da RTP achava que não havia condições para eu continuar no Zona Mista”, conta Gobern, que diz não se ter demitido: apenas achou que tinha de colocar o lugar à disposição para não haver constrangimentos.

Para João Gobern, a situação não é insustentável. “Quando fui convidado para fazer o Zona Mista, as pessoas que me contactaram sabiam qual a minha tendência clubística. E do que tenho visto ao nível de outros comentadores, inclusive aqueles que não divulgam os seus clubes, decisão essa que respeito, não vi nunca que fossem mais isentos e objectivos que eu”, analisa. “A única camisola que devia vestir era a da RTP e foi o que fiz”.

Gobern diz que o seu gesto foi fruto do momento.

“Aquilo que aconteceu foi que vimos quase toda a segunda parte do jogo no programa – e passou pelas circunstâncias do próprio jogo, de raiva e coração. Evidentemente que me penitencio de ter tido aquele gesto, mas não conheço adepto de clube nenhum que não tivesse feito aquilo…”.

Este foi o quarto ano em estúdio de Gobern no Zona Mista e, segundo o próprio, ao longo desse tempo a RTP teve sempre a oportunidade de o substituir, mas nunca o fez.

“Pelo contrário, havia um depósito (de confiança) muito grande no Bruno [Prata] e em mim. Foi-me dito que a coisa funcionava”,desabafou. 

(Braço Direito Corrupto) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (68)


A Imprensa Desportiva Portuguesa

'A Bola' e o censor Serpa (1945 - 2010) - R.I.P.
O editorial de Vítor Serpa hoje n'A Bola' – lido na Internet, dado que 'A Bola' de Terça-Feira dia 9 de Novembro de 2010 alcançou, subitamente, a dúbia honra histórica de se tornar o último exemplar por mim adquirido - assume a natureza de um epitáfio. 'A Bola' morreu – já estava moribunda há muito – numa perspectiva objectiva e economicista, porque a prostituição a que se entregou alienou finalmente uma parte fundamental do público que lhe garante o ganha-pão; e morreu, numa perspectiva subjectiva e emocional, porque traiu todos os ideais e a memória colectiva do seu passado de tal forma que deixou, efectivamente, de ser o jornal que foi durante décadas.
O epitáfio é bizarro na sua génese, dado ser escrito pelo coveiro. E é um epitáfio que envergonha de forma canalha a memória do que foi a enterrar.

Já apelei diversas vezes, aqui e no programa, a que se deixasse de sustentar a grande maioria da carneirada assalariada do jornalismo desportivo, e muito especificamente os hipócritas do jornal não oficial da lagartagem, o Pasquim (Record), e os moços de recados e capangas dos andrades d'O Jogo. Não faz sentido sustentar quem nos ofende todos os dias.
Confesso que ainda comprava 'A Bola' por algum respeito à sua história de dignidade e por lhe reconhecer ainda, aqui e ali, laivos de salutar independência que não vislumbrava em mais lugar algum, apesar do crescente anti-benfiquismo (evidente nas colunas dos estafetas de serviço dos andrades e dos patetas da lagartagem), e da linha editorial ditada por rafeiros (sinto-me legitimado a usar o termo) da estirpe do Carlos Pereira Santos, com o beneplácito de hipócritas de estômago exigente como o Vítor Serpa (digo isto com propriedade: já o vi a encher o bandulho com um abandono assinalável em Galas do Benfica, apesar de disputar a data histórica subjacente à existência das referidas Galas). Comprava-a ainda, exactamente, por muito poucas outras razões, como a presença do RAP aos Sábados.

Isso acabou, definitivamente, na Terça-Feira passada. take over absoluto d'A Bola' pela asquerosa facção anti-benfiquista atingiu um limite pornográfico e reminiscente de regimes históricos ironicamente semelhantes ao que vigora no clube dos andrades, o que se tornou particularmente evidente através dos cada vez mais frequentes e menos discretos gestos de vassalagem aos criminosos que amordaçam o futebol português. A promoção sistemática e desavergonhada dos activos dos andrades, a lavagem pública e a relativização de arbitragens vergonhosas, os ataques crescentes e as ofensas ao Benfica e aos seus responsáveis por parte de gente com responsabilidades editoriais, a velhacaria de colunas e colunas e colunas de propagação da mensagem anti-benfiquista sob o manto de artigos de opinião de gente adepta de clubes com práticas reconhecidamente criminosas e dos clubes seus lacaios mostram, sem sombra de dúvida, que 'A Bola' de hoje envergonha 'A Bola' do passado e mais não passa do que outro veículo de propaganda de laivos goebbelsianos à máquina (sistema, se quiserem) que controla o futebol neste país. Poder-se-á argumentar que 'A Bola' de hoje mais não é do que o espelho do que este país se tornou: um paraíso da impunidade, da hipocrisia e da corrupção (moral e económica), onde as mais aviltantes afrontas à verdade e à decência passaram a ser encaradas com normalidade. Um país onde o conformismo vai corroendo a indignação, um país onde já se acha que ‘as coisas já são assim há muito tempo, não há nada a fazer’ e um país onde se aceita com a normalidade gerada pela repetição impune que cretinos e capangas de gente sem vergonha promovam o ódio e a divisão e cantem ‘SLB SLB SLB fdp SLB’ pelos estádios desse país fora.
Poder-se-á argumentar que sim, 'A Bola' apenas reflecte o esgoto falido onde está inserida, mas durante muito tempo lutou e quis ser melhor do que isso. O funeral a que agora se assiste assume a forma do sopro final e falência moral de um jornal desportivo.
Tenho, genuinamente, pena. É uma parte emblemática da minha memória afectiva que morre de forma pouco digna.

Quanto aos responsáveis d’A Bola', cheira-me que fizeram mal as contas. As contrapartidas pelo canalha acto de vassalagem não vão compensar a pancada onde lhes dói mais (e vamos ver se o Vítor Serpa ainda se poderá continuar alegremente a gabar de dirigir "um jornal que, felizmente, continua a ter assinalável sucesso e, por isso, não se torna notícia por fazer despedimentos colectivos"). Depois não se esqueçam de ir pedir um tacho ao Mestre Pinto. Pode ser que precise de distribuidores de fruta ou de porteiros para as casas de alterne.
(Do blogue “Tertúlia Benfiquista”).

A IMPRENSA PORTUGUESA
A parcialidade da imprensa desportiva portuguesa pode chocar as mentes mais impressionáveis, até porque é evidente, mas a verdade é que a parcialidade da imprensa nunca foi um problema. Pelo contrário. A parcialidade implica a existência de diferentes partes, e o facto de haver imprensa parcial é uma garantia de que as partes não estão silenciadas e têm voz na opinião pública.

No futebol português essas partes e as respectivas tribunas estão bem identificadas. Bola, Jogo e Record, com uma habilidade relativamente engenhosa, conseguem servir Benfica, Porto e Sporting de forma eficaz, sem alienar em excesso as outras quotas do mercado.
Desde que foi inventada que a imprensa é parcial. Aliás, a verdadeira imprensa foi inventada exactamente para ser parcial. A imprensa histórica, real, é a do panfleto, o resto é negócio.

O problema da imprensa não é quando é parcial – é quando se torna cúmplice na desonestidade.

Parcialidade acaba sempre por resultar em cumplicidade, mas o tipo de cumplicidade que se estabelece é fundamental. Quando a imprensa insiste em ser cúmplice mesmo quando, obviamente, está do lado errado da verdade, então aí a imprensa tem um problema real para resolver, e a sociedade onde essa imprensa existe também.

Uma imprensa deixa de ter valor público quando, num caso tão flagrante como o do Apito Dourado, não consegue forçar uma revolução. Não o conseguiu porque foi fraca, porque se deixou corromper durante demasiado tempo para, no momento da verdade, ter a força suficiente para se impor, não conseguindo criar uma opinião pública suficientemente forte para lidar com a dimensão do problema.

Os directores dos jornais darão muitas desculpas, apresentarão muitas justificativas para a imprensa ter perdido o seu estatuto de quarto poder (porque não tem, afinal, poder nenhum) nessa altura, falarão de condicionantes económicas, de literacia, do país da cunha, de mil e uma coisas, mas não dirão, provavelmente, o essencial: que o único problema real da imprensa desportiva portuguesa foi ter confundido parcialidade com promiscuidade, e de não se ter conseguido afastar suficientemente da porcaria para se conseguir limpar.

A imprensa desportiva portuguesa tornou-se obsoleta. A sua imagem está gasta e a insistência na exploração do tema da arbitragem, que é (como se vê pelas dúzias dos programas dos paineleiros nas televisões) o último catalisador de audiências à mão de semear, baixou-a ao nível da conversa de tasca, por um lado, e por outro tornou-se igualmente inócua. Afinal, uma imprensa que bate e rebate no tema da manipulação de resultados, defendendo, pelas palavras dos seus editores, a transparência e a vitalidade do futebol nacional, o que é que fez quando, finalmente, teve a oportunidade de agarrar com as duas mãos?

1 – Escondeu-se, primeiro. Fez de conta que não estava a acontecer nada, atirou o tema para as últimas páginas enquanto pôde (por desconfiança, por medo ou por pura incompetência) e, mesmo depois do processo estar em andamento, foi só quase por não conseguirem fugir mais que atiraram o tema para as primeiras páginas. O grosso do trabalho jornalístico e das revelações relativas ao Apito Dourado acabou por ser feito pela imprensa generalista (Correio da manhã, Público, Expresso e outros).


2 – Encolheu-se, depois, entregando a cobertura do caso a jornalistas fragilizados, quer por serem naturalmente frágeis, quer por residirem na cidade do Porto, onde estavam sujeitos a todas as pressões necessárias por parte dos clubes e das suas Forças Armadas, quer por integrarem o grupo de jornalistas demasiadamente parciais ou promíscuos em relação ao Futebol Clube do Porto, o grande alvo do Apito Dourado, sem margem para dúvidas.
Quando deveriam ter criado grupos especiais de trabalho para investigarem e aprofundarem as revelações do Apito Dourado, e insistido até fragilizarem de tal forma o sistema que ele teria de ceder, preferiram tratar do caso como uma mera crónica de tribunal, de leitura e transcrição selectiva de certas passagens das averiguações policiais, não fazendo o que à imprensa compete: usar o seu poder para ir além dos outros poderes.
Com o passar do tempo tornou-se óbvio que era muito mais importante para o Porto ganhar a guerra do que para a imprensa continuar a lutá-la. A imprensa capitulou. E o Porto, por mero exercício de resistência, ganhou.

3 – Comeu e calou, por fim.

Hoje, o Apito Dourado é um passado distante. O que os jornais não fizeram antes também não demonstram, agora, a mínima vontade de fazer. O presidente do clube que transformou radicalmente a índole do futebol português, transformando-o numa casa de alterne, continua em funções e é glorificado pela sua genialidade, apesar de ser evidentemente culpado de actos de corrupção e manipulação de resultados.
O jogo de futebol em Portugal, com potencial para ser um dos melhores do mundo,continua a ser poluído, diariamente, pelas insinuações e pelas acusações de corrupção, consumindo-se quando deveria estar a crescer.
Os miúdos que começam a ver o jogo crescem já com o veneno do vale tudo, do «os fins justificam os meios», do «eles não nos deixaram ganhar». A canalha colonizou o país desportivo. Em vez de ouvirem dizer que o futebol conseguiu erradicar as pessoas que falseavam resultados e que agora o jogo é limpo, e ganha o melhor mesmo com erros dos árbitros, aprendem que, com advogados habilidosos e a coberto da lei, os corruptos que davam dinheiro e prostitutas a árbitros safaram-se, e que o crime compensa, porque não só se safaram como continuam a ganhar, porventura usando os mesmos métodos: o que é que os impede?

A imprensa desportiva portuguesa, que sempre foi vista pela sua congénere generalista como a Cova da Moura da comunicação social nacional, esteve, afinal, precisamente à altura deste epíteto.

O fascismo da RTP

O comentador televisivo João Gobern foi nesta terça-feira dispensado pela direcção de informação da RTP, depois de ter sido filmado (discretamente) a festejar um golo do Benfica na última edição do programa "Zona Mista", da RTP Informação.
João Gobern, que formava com Bruno Prata a dupla de comentadores residentes do programa, aproveitou um momento em que a palavra tinha sido dada a outro interveniente para espreitar os últimos minutos do Benfica-Sp. Braga num dos ecrãs do estúdio. 

E na altura em que a realização o enquadrou, ergueu o braço em sinal de contentamento para festejar o golo de Bruno César, que daria a vitória aos "encarnados".

Na sequência deste episódio, o comentador foi informado da dispensa dos seus serviços, não tendo ainda sido encontrada uma alternativa para o programa.

“Penitencio-me pelo gesto, mas é uma hipocrisia”.

Ao PÚBLICO, o comentador de televisão diz que houve protestos e contestações “tanto de espectadores legitimamente ofendidos” como daqueles que iam “aproveitar a oportunidade para se vingar”. 



Gobern diz que quando se apercebeu que tinha aparecido em grande plano, não havia volta a dar. E mandou um SMS a Nuno Santos, director de informação da estação, colocando o lugar à disposição.

“Na altura não estava no país e falou-me hoje [terça-feira], dizendo que a direcção de informação da RTP achava que não havia condições para eu continuar no Zona Mista”, conta Gobern, que diz não se ter demitido: apenas achou que tinha de colocar o lugar à disposição para não haver constrangimentos.

Para João Gobern, a situação não é insustentável. “Quando fui convidado para fazer o Zona Mista, as pessoas que me contactaram sabiam qual a minha tendência clubística. E do que tenho visto ao nível de outros comentadores, inclusive aqueles que não divulgam os seus clubes, decisão essa que respeito, não vi nunca que fossem mais isentos e objectivos que eu”, analisa. “A única camisola que devia vestir era a da RTP e foi o que fiz”.

Gobern diz que o seu gesto foi fruto do momento.

“Aquilo que aconteceu foi que vimos quase toda a segunda parte do jogo no programa – e passou pelas circunstâncias do próprio jogo, de raiva e coração. Evidentemente que me penitencio de ter tido aquele gesto, mas não conheço adepto de clube nenhum que não tivesse feito aquilo…”.

Este foi o quarto ano em estúdio de Gobern no Zona Mista e, segundo o próprio, ao longo desse tempo a RTP teve sempre a oportunidade de o substituir, mas nunca o fez.

“Pelo contrário, havia um depósito (de confiança) muito grande no Bruno [Prata] e em mim. Foi-me dito que a coisa funcionava”,desabafou. 

sábado, 30 de junho de 2012

(Proezas Corruptas) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (67)


A Cebola Apodreceu
O FC Porto ainda deve cerca de 1,7M€ à empresa Play Internacional B.V., pela aquisição de Cristian Rodríguez, em 2008. Na altura, o Benfica recusou pagar os 7M€ (70% do passe) que foram exigidos pelo empresário Paco Casal para a renovação e o jogador acabou no FC Porto, sendo um dos mais bem pagos do plantel: 1,8M€ por ano. De acordo com o que o CM apurou, Paco Casal tem-se queixado da dívida portista e, segundo as fontes contactadas, até já admitiu avançar com uma queixa formal para a FIFA.
No relatório de contas da SAD azul e branca, o montante em falta à empresa ligada à transferência é reconhecido e está identificado nas págs. 77 e 78, na rubrica: passivo não corrente.
O CM apurou ainda que, no início desta temporada, o FC Porto quis vender Rodríguez ao Rubin Kazan. O negócio, porém, acabou por não se concretizar, dado que Casal exigiu o pagamento dos 1,7 milhões em falta. Além disso, os dragões queriam que a transferência fosse intermediada por um empresário argentino, o que Rodríguez não aceitou. As mesmas fontes frisaram, também, que o jogador quer cumprir contrato com o FC Porto até ao fim (Junho de 2012) e que não aceitará ser negociado na reabertura do mercado (Janeiro).

O Roubo
Os jornais noticiaram que o Porto acabava de roubar um jogador ao Benfica. Isto apesar do PC ter dito em directo que nenhum jogador do Benfica tinha lugar no plantel do FCPorto e que o Porto jamais contrataria um jogador do Benfica neste momento. Convém lembrar também que o empresário do Rodriquez está sob pena de prisão, com pena suspensa, por negociatas de fuga ao fisco e transferências em off-shores. Para quem não acredita, o seu nome é Pablo Casal. Quem esteve no Porto foi um seu representante.
Com estes dados, será que LFV e RC deviam pagar tudo aquilo que o jogador pedia? NÃO! Para o lugar do Rodriguez há outros e melhores jogadores. (O DiMaria, por exemplo).

A História continua como sempre…
… uns sem vergonha a mentir, a roubar, a desviar jogadores, a practicar corrupção, mandar espancar, mandar matar, e coisas afins… sem deixar de ir ao Vaticano beijar a mão ao Papa (cristãos puros)… tal e qual os padrinhos da Máfia italiana faziam!!!
… e outros, gente laica (pluri religiosa), com apoiantes com o mínimo de dignidade e honra tanto ao perder como ao ganhar.

Aliciamento mafioso
A Académica suspeita que o avançado Éder esteja a ser aliciado por empresários, depois de não ter assinado contrato com os ingleses do West Ham, e solicitou uma investigação à Polícia Judiciária, disse à Lusa fonte da direcção.
A “Briosa” tinha acertado a transferência do avançado para o West Ham e, no sábado, após o jogo da 17.ª jornada da Liga com o Rio Ave, em Vila do Conde, o jogador foi conduzido a um hotel no Porto para acertar o acordo com representantes do clube inglês, mas acabou por não assinar contrato. Éder, de 24 anos, que tem sido cobiçado por vários clubes, ausentou-se das negociações para atender o telefone e não regressou à unidade hoteleira, o que levou o presidente da Académica, José Eduardo Simões, e o vice-presidente Luís Godinho, a participar à Polícia Judiciária do Porto o seu desaparecimento.

À agência Lusa, fonte próxima do jogador nascido na Guiné-Bissau disse no domingo que o avançado “não desapareceu”, está em casa e já informou a PJ sobre o seu paradeiro. Fonte da direcção dos “estudantes” considera que o futebolista está a ser alvo de uma tentativa de aliciamento por parte de empresários “a mando de um clube terceiro”, que não especificou, de quem já terá recebido “300 mil euros e um jipe” no último ano e meio. 

A direcção da “Briosa” suspeita que o jogador tenha assinado um contrato num período em que ainda não o podia fazer e esteja agora a ser ameaçado se assinar por outro clube. 

“Pretendemos que PJ investigue as contrapartidas ao jogador, o seu objectivo e a mando de quem”, referiu fonte da direcção, salientando que o clube vai apresentar documentos que indiciam “o aliciamento ao futebolista e a assinatura de um contrato”. 


Éder termina contrato no final da época e já fez saber que não tenciona renovar com a Académica, tendo já rejeitado propostas de clubes estrangeiros. A direcção da Académica reúne esta manhã para analisar a conduta do jogador, que deverá ser alvo de medidas internas. 


Segundo afirmou, o departamento jurídico da Académica está a preparar a queixa-crime em que será pedida uma indemnização a oscilar entre os "cinco e os seis milhões de euros", devido à impossibilidade de o clube ter transferido o avançado Éder para Inglaterra.
A Briosa tinha acertado a transferência do avançado para o West Ham e, no sábado, após o jogo da 17.ª jornada da Liga com o Rio Ave, em Vila do Conde, o jogador foi conduzido a um hotel no Porto para acertar o acordo com representantes do clube inglês, mas acabou por não assinar contrato.
Éder, de 24 anos, que tem sido cobiçado por vários clubes, ausentou-se das negociações para atender o telefone e não regressou à unidade hoteleira, o que levou o presidente da Académica, José Eduardo Simões, e o vice-presidente Luís Godinho, a participar à Polícia Judiciária do Porto o seu desaparecimento.
Apesar de já ter dito publicamente que não desapareceu e que está bem, o futebolista não deu qualquer explicação para a sua ausência e tem estado incontactável para os dirigentes da Briosa, tendo faltado ao treino vespertino de segunda-feira.
Fonte da direção da Académica disse segunda-feira à tarde possuir provas de que o futebolista tem estado hospedado no Hotel Lagoas Park, em Oeiras, acompanhado dos empresários Mohamed Afzal e Pedro Romão, de quem irá também apresentar queixa à FIFA por tentativa de aliciamento ao jogador.
Além dos dois empresários e do próprio jogador, fonte da direção dos "estudantes" disse ainda que a queixa-crime envolve também Jorge Alexandre, ex-diretor-geral da União de Leiria, por participação no alegado aliciamento ao atleta.
O avançado Éder termina contrato no final da época e já fez saber que não tenciona renovar com a Académica, tendo já rejeitado propostas de clubes estrangeiros.

«Marselha tentou Éder mas foi informado de que já é do FC Porto» - DN

Éder, avançado de 24 anos da Académica, continua sob alçada disciplinar do clube e não joga desde o final de janeiro.

Ainda assim o jogador continua a suscitar o interesse de alguns clubes estrangeiros. O mais recente foi o Marselha, de França, que, ao tentar saber da disponibilidade do futebolista, foi informado de que este já tem tudo alinhavado com o FC Porto para a próxima temporada.

Proposta do Porto é cómica… ou trágica.
O presidente do Santos, Luís Álvaro Oliveira, revelou nesta sexta-feira que o FC Porto fez uma oferta por Paulo Henrique Ganso. No entanto, o dirigente classificou-a de «cómica». Luís Álvaro Oliveira disse que ia responder por uma questão de educação.

«Não temos interesse nenhum em sequer abrir conversa no que nos foi proposto, propostas como estas, eu diria que são cómicas, para não dizer trágicas», disse o presidente do Peixe, em declarações à Sport Tv do Brasil. 


«Eu diria que há um erro de digitação, na proposta há um 0 a menos», declarou Luís Álvaro Oliveira, que acrescentou: «Mas vou responder segunda-feira dizendo que não temos nenhum interesse e mandar uma cópia para os sócios dos direitos dele».

O Santos detém 45 por cento do passe de Ganso, cujo contrato termina até 2015. A outra parte do passe pertence ao Grupo DIS, o mesmo com quem os portistas negociaram Danilo e cuja relações com o Peixe estão extremamente afectadas. Aliás, por várias vezes foi notícia o desconforto entre o médio e o clube, com o Grupo DIS como causa.

O presidente santista admitiu que estava previsto um diálogo com Ganso, que ainda não aconteceu. «Quando ele quiser conversar, conversamos», concluiu Luís Álvaro Oliveira.
A Compra de Danilo. A dívida ao Santos
Quanto a Luiz Alvaro Oliveira, em sentido inverso, deixou duras críticas à equipa portista, mas também garantiu que o assunto é para resolver em breve.
"Estou a chegar a Santos e tenho esse assunto para resolver, vou tentar falar com o FC Porto hoje, o mais tardar amanhã, e quero falar sobre tudo o que está pendente", começou por dizer, em declarações ao Maisfutebol, revelando depois a sua revolta para com o comportamento dos dragões.
"Não nos respeitaram, o Santos tem os seus direitos, o FC Porto não teve um comportamento correto, mas eu sou um homem de diálogo.Havia duas parcelas, a primeira vencia em agosto e eles só pagaram em janeiro, sem dar satisfações", acrescentou, revelando um novo detalhe:
"Quando o Santos negociou com o FC Porto, colocou uma cláusula de empréstimo até junho".

O Desespero de Guardiola. A VERDADE!
Em final de contrato com o clube catalão, Guardiola apresentou uma nova exigência - Hulk - à direção do Barça para renovar o vínculo com o clube catalão.
Pep Guardiola continua com o seu futuro indefinido. Em final de contrato com o Barcelona, e depois de várias declarações que não sugerem pressa em eventuais negociações, o técnico espanhol terá pedido à direção do clube presidido por Sandro Rosell a contratação de Hulk, a troco da tão desejada renovação de contrato.
Segundo o jornal italiano Gazzetta dello Sport, Guardiola estará de malas feitas para Itália - Inter Milão e AC Milan são os destinos sugeridos - caso o Barcelona não contrate o avançado do FC Porto, cuja cláusula de rescisão está cifrada em 100 milhões de euros.
Para além do Barcelona, o Chelsea, equipa londrina treinada por André Villas-Boas, também tem sido apontado como possível destino do internacional brasileiro. Recorde-se que Hulk, que já foi confrontado com uma possível saída para Inglaterra, disse que as questões sobre o seu futuro devem ser dirigidas ao seu agente, recusando comentar as especulações em torno do seu futuro.
 Prediger recebia mais do que em Espanha e Itália.
Sebastián Prediger vai continuar no Colón, como pretendia, considerando que teria poucas oportunidades para singrar no F.C. Porto. Aliás, o médio argentino mostra-se arrependido pela decisão de assinar pelos dragões.

«Custou adaptar-me porque não encontrei o que estava à espera. Pensei que era a melhor opção e as coisas foram diferentes. Podia ter ido para Espanha ou Itália, mas escolhi Portugal pela parte económica», reconheceu Prediger.

Em declarações à Ovación Radio, o médio faz um mea culpa. «Quando cheguei a Portugal, encontrei uma equipa já montada. Tinha de esperar para jogar. Custou-me sair e ir para o Boca Juniors. Voltei a equivocar-me», concluiu.

O mito da infabilidade papal
Outro mito que, mais tarde ou mais cedo, vai morrer é o da infalibilidade de Pinto da Costa no mercado.
Vejamos, então, o balanço de Verão, até agora, de Pinto da Costa:

- perdeu o seu treinador e trave-mestra do sucesso no ano passado ao ser apanhado na curva;
- roubou Danilo e Alex Sandro ao Benfica, dois laterais saídos agora dos juniores, por 23 milhões de euros (+4,7M€ de comissões). Vejamos como e quando é que qualquer um dos dois jogará, recordando que, por Hulk, o Porto pagou praticamente o mesmo, e que Falcão veio por metade do preço apenas há dois anos, não tendo o mercado sido assim tão inflacionado. Para serem um bom negócio, à maneira antiga, cada um deles deveria ter sido comprado por 3 ou 4 milhões de euros, no máximo. Têm cláusulas de rescisão de 50M€, mais 20M€ que a cláusula original de Falcão, tal como Mangala e Defour. O que nos leva a questionar porque era a cláusula de Falcão, já na altura muito mais promissor que qualquer um deles, tão baixa.
- gastou mais 20M€ (mais comissões), num total de 48M€, em Kléber, Iturbe, Mangala, Defour, Djlama e Bracali. Desafia-se o mais bondoso adepto a encontrar, no meio destes milhões de euros, dois titulares indiscutíveis.
- perdeu o seu melhor e único avançado-centro fiável, um dos três melhores atacantes europeus na temporada passada, quando a sua intenção era, claramente, atacar a Liga dos Campeões este ano. Com os 38 (?) milhões que ganhou aí (foram, na realidade, apenas 20M€) terá de gastar entre 7 e 10M€, pelo menos, a comprar alguém que demorará pelo menos um ano a atingir o mesmo nível, se é que atingirá. E aqui já vamos, pelo menos, em 50M€.
- Fernando está a ser trabalhado para não ser vendido a preço de saldo. É capaz de dar 15 a 18 milhões (a Juventus oferece 8M€), com boa vontade de quem quiser comprar, porque não está a jogar nem quer. E não vale isso, mas enfim… Rolando já abriu brechas ao dizer que também quer sair.
- aos 26 anos, idade de plena maturação competitiva, Cebola Rodríguez, que custou 7M€ (mais comissões) para ser roubado a um Benfica que tinha acabado de acabar em terceiro no campeonato anterior, e que tem um dos maiores salários do plantel pela mesma razão, está encalhado e ainda deve vir a ser emprestado para não passar um ano encostado. Walter, a grande aposta do ano passado (6M€+0,885 de comissões), vai pelo mesmo caminho. Micael, a fantástica aquisição de há ano e meio (4 milhões?), igualmente.

Que o Porto tem mais experiência e mais qualidade no trabalho de mercado de jogadores e de constituição de plantéis, é inegável. Que Pinto da Costa domine esse mercado, é falso. Domina enquanto ganha. Mas se o Porto perder o próximo campeonato, depois de gastar mais de 50M€ (87M€) em contratações, ou se não for aos quartos-de-final da Liga dos Campeões (não vai, nem aos oitavos), quem ousará dizer que Pinto da Costa domina seja o que for?

Até ver, o Porto gastou 48M€ a comprar futuros. Na prática, em vez de nove possíveis bons jogadores, que vêm ocupar o lugar de outros nove possíveis bons jogadores que já não o vão ser ou que passaram de prazo – porque, dos titulares, sair ainda não saiu nenhum, e não se vê como é que qualquer um destes miúdos vá pegar de estaca, se for preciso, numa equipa da categoria da do Porto, pelo que o mais provável é haver entrada por saída –, na prática, com esses 48M€ o Porto já teria comprado dois jogadores jovens e titulares indiscutíveis, para reforçarem o seu onze, e não nove para reforçarem o seu banco.

Entre os negócios, as negociatas, os flops e os retoques, as comissões e as rasteiras ao rival, o clube com maior rendimento de mercado no futebol mundial nos últimos dez anos continua a ser, economicamente, vulnerável a qualquer Atlético de Madrid, e ainda o ano passado ficou fora da Liga dos Campeões num campeonato com apenas três candidatos ao título. Fica a dúvida: e quando a vaca emagrecer? (No blogue “Religião Nacional”

Ruben Micael
Empacotar a encomenda Micael. E este sim, é um grande negócio, porque, ao contrário do que os propagandistas andam a dizer, Micael não só não tem como não tinha mais mercado que um Carlos Martins ou um Maniche. Assim que li no Record que o Micael tinha mercado e que era, desde há pouco tempo, representado pelo Jorge Mendes, Micael (que, segundo alguns jornalistas, chegou a ser cobiçado pelo próprio Bayern de Munique – como seria giro ver o perna curta do Micael a jogar a meio-campo com o Ribéry, o Schweinsteiger, o Robben…) entra neste negócio metido a martelo pelo Jorge Mendes, que viu aqui uma boa oportunidade para apaziguar a ira do amigo Pinto da Costa, que tanto dinheiro já lhe(s) deu a ganhar, oferecendo-se para o livrar de um saco de lixo ao mesmo tempo que lhe levava o maior tesouro à má fila. Terá sido, mais ou menos, isto que o Mendes disse aos dirigentes do Atlético.
- Eu trago o homem pelos 38 milhões (mais os meus dois), mas temos de fazer isto com jeito para ninguém se queimar. Vocês pagam agora o Falcão e outro rapaz que eu lá tenho pelo total do valor da cláusula de rescisão do Falcão. O Pinto da Costa pode fazer de conta que fez um grande negócio e ainda arranja uma distracção para levantar a moral às tropas.
Como é evidente, nenhum jogador suplente do Porto vale cinco milhões de euros – o Fernando, mais um dos que só saem pela cláusula de 30 milhões não vale, para a Roma (que eu continuo a dizer que não existe) sequer, dez, pelo que vinha na Bola de anteontem. Tal como os sete milhões dos objectivos do Falcão (se fossem objectivos viáveis o Porto não teria dúvida em dizer quais eram, para aparecer melhor na fotografia), os cinco milhões do Ruben Micael são da treta.

domingo, 24 de junho de 2012

(Crimes = Falcatruas)A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA(66)

* ASSIM SE GANHA(RA)M CAMPEONATOS

35 depois ... A CONFISSÃO!!!



"Meti a bola lá dentro e pirei-me para trás do bandeirinha".


Muitos ainda escrevem que o golo foi «limpo», alguns acreditam nisso. Quase 35 anos depois, o verdadeiro autor do golo do nevoeiro, num célebre FC Porto-Sporting, 

José Maria Ferreira de Matos, explicou ao jornal Sporting como tudo aconteceu naquela tarde de nevoeiro. Actualmente a trabalhar em Lisboa, o ex-apanha-bolas da formação «azul e branca» e árbitro amador, mostrou-se arrependido pelo seu acto irreflectido.
* Cesar Peixoto. Comparação.
Aquilo que encontrou no Benfica tem correspondido às suas expectativas?
Estou encantado, tudo tem sido muito bom. Já acompanhava o Benfica antes de vir, pois conhecia bem a equipa técnica e sentia que a equipa tinha qualidade para vencer o título. Além disso, via as exibições e pensava que gostaria de jogar no clube, porque praticava um futebol ofensivo e atraente, e senti que podia ser campeão. Quando surgiu o interesse, não olhei para trás. Felizmente temos demonstrado, no relvado, tanto a nossa qualidade individual como colectiva.
Chega ao Benfica contando com uma passagem pelo FC Porto no seu currículo. Podem ser comparáveis, os dois clubes?
O Benfica é muito, muito maior do que o FC Porto. O FC Porto é grande, mas o Benfica é inigualável. Em todo o lado onde joga, movimenta sempre imensos adeptos. Foi fantástico, por exemplo, em Leiria, ver centenas de pessoas à nossa espera. É uma sensação muito boa. Até no Canadá tivemos centenas de benfiquistas a apoiar-nos. Hoje já tenho conhecimento de causa e posso dizer que o Benfica é o maior clube de Portugal. Temos tido a oportunidade de sentir um ambiente muito forte no Estádio da Luz, e os adeptos têm-nos empurrado sempre para a vitória, mesmo em momentos em que a equipa podia desanimar.
* Guilherme Aguiar deverá lembrar-se perfeitamente – passou-se em 1992 - quando António Oliveira, então treinador do Gil Vicente, fez entrar num FCPorto-Gil Vicente, Remko Boere a um minuto do fim e com o resultado em branco, jogador que por sinal nunca havia jogado na equipa barcelista e que cometeu a proeza de num minuto ceder um penálti caricato ao FCPorto que lhe deu a vitória e ainda acabar expulso. E lembrar-se-á decerto que na segunda volta, em Barcelos, com o F.C.Porto já campeão, o Gil venceu 2-1 e salvou-se da descida à segunda divisão, como ajuste de contas. Do seu conhecimento deve ser também quando em 24 de Novembro de 1985 o avançado Cadorin do Portimonense revelou à comunicação social como D'Onofrio lhe prometera 500 contos e uma transferência para o FC Porto, Itália ou Suíça, se Cadorin provocasse um penálti no início do jogo Portimonense-FC Porto. Virgens ofendidas ou uma ofensa à memória dos benfiquistas?
Um andrade num blogue andrade
“Eu podia explicar o suposto apoio da associação do Porto a Carlos Marta mas não fica bem explicar aqui na net, nós temos um presidente que não dorme, ainda bem, fico descansado por saber que ele ainda está connosco.”

SABIA QUE?
* Há pequenos episódios curiosos da história do Benfica, desde as mais inacreditáveis repetições de jogos à marcação dos encontros para datas “impossíveis”, passando pela não utilização do Estádio da Luz para encontros internacionais e finais da Taça de Portugal. Mas comecemos por duas medidas internas de alto significado...
* Em Janeiro de 1909, o Benfica derrotou o Sporting (2-1), através de uma grande penalidade muito polémica, assinalada pelo árbitro, de nacionalidade inglesa, o Sporting protestou e o Benfica solicitou à Liga a anulação do jogo, pedido que não foi satisfeito mas que demonstra o desportivismo do Clube?
* Aquando dos primeiros jogos do Benfica no estrangeiro (1911), o médio Artur José Pereira, muito poderoso fisicamente e que era alvo para os espanhóis desde o primeiro encontro, já não suportou mais e, no último desafio, injuriou um dos adversários (“na presença de algumas damas que assistiam ao jogo”), sendo expulso do campo pelo próprio capitão da equipa Cosme Damião, só tendo mais tarde assistido ao banquete final por interferência conciliadora dos dirigentes do Corunha?
* Um dos primeiros grandes escândalos do futebol português deu-se na última jornada do campeonato de 1938/39, num célebre FC Porto-Benfica quando estava 3-3 na sequência de um canto, o Benfica marcou o quarto golo, que lhe daria o triunfo e o título nacional (o quarto consecutivo), mas o árbitro anulou, sem que se vislumbrasse qualquer falta, como aliás, uma célebre foto publicada na revista Stadium confirmaria?
* Em 1939/40, o Campeonato Nacional passou de oito para dez clubes, a título excepcional, pois o FC Porto fora apenas terceiro no Campeonato Regional e só os dois primeiros tinham acesso à competição, valendo então a votação das restantes associações regionais (nomeadamente a de Lisboa), que viabilizaram o alargamento, de forma a permitir a participação da equipa do FC Porto? Em 1941/42, o FC Porto voltou a ser terceiro e novamente foi alargada a competição. Até 1946/47, o acesso ao Campeonato da I Divisão dependia das classificações dos Campeonatos Regionais, só na época seguinte se tendo iniciado o modelo das subidas e descidas de divisão.
* Inaugurado em 1954, só em 1971 o Estádio da Luz assistiu ao primeiro jogo da selecção nacional, numa época em que a maioria dos jogadores que a compunham eram do Benfica, enquanto, nesses 17 anos, o Estádio das Antas teve oito jogos da selecção, o de Alvalade quatro e o do Restelo um?
* O Benfica teve que jogar (sendo naturalmente eliminado) um encontro da Taça de Portugal em Setúbal, frente ao Vitória, a 1 de Junho de 1962, no dia seguinte à primeira vitória na Taça dos Campeões Europeus (3-2 ao Barcelona), quando os 15 melhores jogadores (11 titulares e 4 suplentes) faziam a viagem de Berna para Lisboa?
* O Benfica foi forçado a repetir o jogo Belenenses-Benfica do campeonato de 1958/59, da 19ª jornada (a sete do fim), na quinta-feira anterior ao jogo decisivo frente à Cuf (última jornada) e quatro dias depois de se ter deslocado a Alvalade (penúltima jornada), quando, a seguir ao campeonato, os clubes da I Divisão estiveram duas semanas sem jogar, à espera que terminasse a II Divisão, para disputarem a Taça de Portugal?
* O Benfica foi forçado a repetir (por se considerar que aquando de uma substituição chegara a ter 12 elementos em campo!) o jogo Sanjoanense- Benfica (0-2) da 4ª jornada do campeonato de 1968/69 sete (!) meses depois, na semana da última jornada, durante a qual empatou em casa com o FC Porto (0-0), voltou a ganhar em S. João da Madeira (1-0) e foi a Tomar triunfar por 4- 0 no jogo do título?
* Desde a criação, em 1938, da antiga Comissão Central de Árbitros, nunca o Benfica teve um seu associado como presidente da estrutura nacional da arbitragem?
* Desde a inauguração do Estádio Nacional (1946), a final da Taça de Portugal nunca se realizou na Luz, mas já teve um jogo em Alvalade e quatro nas Antas, três dos quais com a presença do FC Porto, que ganhou um e perdeu dois, com Leixões (1961) e Benfica (1983... em Agosto, no início da época seguinte!)?
* Embora não conseguindo maior número de títulos nacionais consecutivos, o Benfica possui nada menos de cinco “tris”, contra apenas dois do FC Porto (um deles a caminho do seu “penta”) e dois do Sporting (um deles a caminho do “tetra”).
* Para além de deter o maior número de título nacionais (32, contra 26 do FC Porto e 18 do Sporting), o Benfica é também o clube com maior número de segundos lugares (24), em igualdade com o FC Porto (o Sporting tem apenas 18). E apenas 5 vezes o Benfica ficou para lá do terceiro lugar, contra 14 vezes do Sporting e 17 do FC Porto.
* Continua a falar-se muito do célebre jogo Estoril-Benfica da 30ª jornada da época 2004/05, no qual a equipa da casa prescindiu de jogar no seu recinto para obter maior receita, optando por fazê-lo no Algarve, mas quem refere este jogo esquece-se das dezenas de casos semelhantes ao longo das últimas épocas e, nomeadamente, de um Gil Vicente-FC Porto realizado apenas um ano antes, na 29a jornada do campeonato de 2003/04 (antepenúltima deslocação do FC Porto, tal como no caso do Benfica em 2005), que passou de Barcelos para... Guimarães
JAVI GARCIA
La operación de traspaso de Javi García al Benfica no resultará al final beneficiosa para el Real Madrid. Aunque el club lisboeta ha abonado 7 millones de euros por hacerse con el canterano madridista, el club blanco tendrá que poner dinero de su bolsillo durante los cinco años de contrato del futbolista con su nuevo club.

El acuerdo suscrito entre el Real Madrid y el Benfica tiene truco. El equipo portugués no podía soportar la alta ficha del futbolista, de dos millones de euros netos por temporada, y el canterano tampoco quería rebajar su salario. Así que la negociación se cerró con el compromiso de que su salario sería abonado a partes iguales por ambos equipos durante las cinco temporadas de contrato. El Benfica le pagará un millón neto anual y el Real Madrid, el otro kilo restante.

Eso supone que el club blanco, en esas cinco campañas, deberá abonarle a Javi García algo más de 7,5 millones de euros netos, unos 500.000 euros más de lo que percibirá por el traspaso del futbolista.
Garay desviado do Sporting
“Ezequiel Garay está prácticamente fuera del Real Madrid. El futebolista argentino se marchará al Sporting de Portugal al finalizar la presente temporada tras el acuerdo que alcanzó con el nuevo presidente sportinguista, Luis Godinho Lopes, durante la campaña electoral de los Leones, pero no lo hará como traspasado, sino que el club blanco quiere guardarse una opción de recompra válida para las dos primeras temporadas”.
* “FC Porto tentou desviar-me do Benfica” - Carlos Martins, jornal Record, 22 de Novembro de 2008.
“Sabemos, de fonte segura e insuspeita, que o Nolito foi activa, sistematica e insistentemente assediado pelos andrades antes de assinar pelo Benfica, que Witsel foi uma vitória retumbante da capacidade de negociação do Benfica, que o trouxe e o fidelizou por um montante inferior a uma oferta do FCP, e que Eduardo (goste-se ou não se goste, seja por razões relativamente objectivas ou por razões mais ou menos infantis) pendeu para o Benfica por questões de simpatia clubística pessoal e da família, apesar de ser uma aposta e um objectivo tentado até ao final para a baliza do FCP”.
A Mentira do Falcão
O Atlético não pagou 40M pelo Falcão. Pagou 29.5M como foi noticiado em Espanha. O resto é o valor dos salários que o Falcão teria a receber caso cumprisse o contrato no FCPorto.
Portanto, meus caros, o Atlético saiu a ganhar porque pagou 29.5M...
Agora percebem o porquê do Falcão ter renovado recentemente? Para inflaccionar o salário e fazer "disparar" o valor da transferência. Ele vai receber praticamente o mesmo valor estipulado no último contrato elaborado com o clube. Estava tudo programado, não fosse o outro um génio!
E os milhões da treta são do Roberto...
* Jorge Schnitzer diz: “Pedroto tem muitos discípulos, mas mau discípulo é Pinto da Costa, que não lhe copiou nenhuma virtude apenas os vícios e os defeitos. Não conseguiu ver o lado bom de Pedroto. Aliás, a família do Pedroto conta as história mais incríveis do PC, coisas arrepiantes. Quando Pedroto era vivo, PC era practicamente o homem que lhe levava a pasta. Mesmo como presidente, eu vi-os jogarem às cartas e Pedroto tratava-o com um certo desprezo”.
* JMPedroto e João Rocha
“Mas o senhor presidente esqueceu-se do que eu lhe tinha dito logo no nosso primeiro encontro: só vou para um clube que dê garantia de contar com os árbitros. (…) quinze mil (contos) são para mim mas para os árbitros são precisos outros tantos. Caso contrário o Sporting só ganha campeonatos lá para o fim do século”.
José Maria Pedroto para João Rocha, aquando da assinatura do contrato que o faria treinador do Sporting. Escusado será dizer que a sugestão foi recusada, virando-se Pedroto para outras regiões mais compreensíveis e situadas mais a norte.
* Depois do caso Calheiros, os árbitros continuaram a ter as suas viagens só que eles pagavam à Cosmos e depois recebiam o dinheiro contado em “lojas amigas”.
* Uma do Jorge Coroado que disse exactamente estas palavras:
"cheguei a rogar uma praga ao Benfica: até ao final da minha carreira jamais seriam campeões”.
* “Benfica 0-0 Nacional. Com a mão de Pedro Henriques. Árbitro anula golo limpo ao Benfica nos descontos” - Jornal A Bola, 23 de Dezembro de 2008.

* “Katsouranis leva castigo inédito da Liga. Grego falha Rio Ave por ter falado em "roubo de 2 pontos”, após o Benfica-Nacional arbitrado por Pedro Henriques.» - Jornal Record, 30 de Janeiro de 2009.

* «Lisandro “cavou” penálty que salvou FC Porto da derrota.» - Jornal A Bola, 9 de Fevereiro de 2009.


«Decisão do árbitro empata clássico. Yebda marcou primeiro mas foi castigado por falta que não cometeu. Proença inventa penálti.» - Jornal Record, 9 de Fevereiro de 2009.
«Oito anos de histórias a apitar o Benfica: 21 pontos rapinados. Pedro Proença decisivo» - Jornal O Benfica, 13 de Fevereiro de 2009.

* “Como presidente da UEFA não estou nada contente com a inclusão do FC Porto na Liga dos Campeões”. - Michel Platini - Jornal A Bola, 27 de Junho de 2008.

*Já muito antes do Apito Dourado se ouvia falar em prostitutas. O envolvimento de prostitutas é uma forma de pressão extremamente eficaz. Se por um lado premeia e vicia por outro lado permite chantagear, mantendo nas mãos, quais marionetas, quem por uma vez cai nessa rede, nomeadamente através de câmaras de filmar ocultas. Estando muitas das casas de alterne ligadas a Reinaldo Teles é fácil de perceber a potencialidade do esquema.