ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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domingo, 17 de junho de 2012

(Sonhos Corruptos)A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (65)


Regionalistas e Papalvos

O Regionalismo Espanhol
O governo espanhol é obrigado a lançar uma gigantesca operação de resgate
para salvar algumas das regiões autónomas. O Estado espanhol irá emitir 30.000 M€ de obrigações para fazer frente aos vencimentos da dívida e para poder financiar o défice das regiões que não são capazes de fazer frente aos seus compromissos. Este ano as regiões irão ter uma necessidade de 50.000M€ para vencimentos da dívida e para cobrir o défice o que corresponde a 1,5% do PIB, se se conseguir cumprir com o défice previsto.
A região mais endividada é a Catalunha com 41.000M€ (20,7% do seu PIB) dívida igual ao seu orçamento, a segunda é Valência com 21000M€ de dívida com a maior dívida em relação à população. Se o Estado central não ajudar têm de suspender os pagamentos.

A agência S&P degradou nove regiões, entre elas a Catalunha, para lixo. S&P coloca em dúvida a capacidade da Catalunha em cumprir a dívida, isto é, coloca-a practicamente ao nível da Grécia. A S&P critica o desperdício dos governos autónomos ao manter o nível de serviços que não conseguem financiar. A situação é insustentável!

A dívida das regiões autónomas ultrapassa os 140.000M€, que triplicou desde 2005! Começaram a diminuir a sua burocracia que na práctica supõe a existência de “17 estados em miniatura”, como dizia Aznar. A Catalunha, por exemplo, mantém todas as “embaixadas” no estrangeiro, não cortou um cêntimo nas suas políticas identitárias, gastando centenas de milhões de euros na TV3 (onde é que nos já ouvimos isto?). Ou a  Andalucia que tem o número mais alto de automóveis oficias no mundo ocidental!

Independentemente da ideologia de cada um, é óbvio que esta estrutura faraónica é ímpossível de financiar. Em Espanha há 2 regiões autónomas (Catalunha e País Basco) cujo objectivo maior é a sua separação do estado central. Isto é, buscam a independência com um horizonte mais ou menos longo. Por outro lado, se o executivo de uma região autónima não é da mesma cor do Governo central começa a gerir como se fosse oposição e a fazer o contrário do que diz MadridNão há paralelo em nenhum estado federal ou confederado do mundo desenvolvido. Nem o Canada do Quebec independentista, nenhum estado dos Estados Unidos procura a independência nem nenhum “land” alemão faz da oposição a Angela Merkel a sua bendeira política.
(Em jornais espanhóis)

O Típico cacique regionalista
Conversa típica do cacique regionalista. Desculpa crimes contra as leis do país com o típico desvio de atenções próprio dos criminosos, com insinuações torpes, verdadeiras ou não, a pessoas e instituições que nada têm a ver com os crimes cometidos, desculpando-se com eles.

O líder da JSD na Madeira, José Pedro Pereira, defendeu na quarta-feira no Funchal que “certos ministros do senhor Passos Coelho deviam ser investigados”. (O que é que isso tem a ver vom os crimes financeiros cometidos na Madeira? De que é que têm medo?)

Defensor da independência do arquipélago, o dirigente da “jota” e deputado regional social-democrata, insurgiu-se contra o “folclore” das buscas efectuadas pelo DCIAP em departamentos do governo de Alberto João Jardim. (Investigações a irregularidades muito graves são apelidadas de “folclore”. Linguagem igual à dos mafiosos italianos quando se encontram na mesma situação)
Na sua opinião, melhor seria investigar “certas instituições da República, como a Metro e a Carris", e "certos ministros do governo do senhor Passos Coelho, que certamente estão metidos em mais imbróglios do que a Região Autónoma da Madeira".
(O que é que tem isso a ver com os crimes gravíssimos cometidos na sua região?)
"Se continuarmos a ser atacados por Lisboa, acho muito sinceramente que a próxima revolta dos madeirenses será pela nossa independência, para seguirmos os nossos próprios rumos", disse José Pedro Pereira.
(A investigação feita por autoridades competentes, uma condição da manutenção da legalidade democrática, é ser “atacado”. Pela mesma ordem de ideias qualquer criminoso pode desculpar-se de estar a ser atacado pelas instituições do Estado quando alguma das suas instituições, a PJ e MP, os investiga. Lógica criminosa e muito grave por parte de pessoas com responsabilidade na manutenção democrática na região, mas que soa como um vulgar e corrupto mafioso).
“Queremos ser tratados como portugueses de primeira”, disse o deputado do PSD-Madeira que acusou “os sucessivos governos da República, independentemente da cor partidária”, de desferirem “constantes ataques à Região” por “muita inveja e ódio, devido ao desenvolvimento e às condições de vida da nossa população”.
(Se querem ser tratados como portugueses de primeira devem dar o exemplo e portarem-se como portugueses de primeira. Não é isso que acontece. Portam-se e continuam a portar-se como criminosos de primeira classe).
“Se eles continuarem por este caminho, de constantes ataques à Madeira e aos madeirenses, então será melhor lutarmos para sermos livres e independentes”, concluiu.

(Continuem a luta pela independência, tornem-se independentes, mas sem roubar o dinheiro dos contribuintes do Continente).
PGR descobre nova “dívida oculta” na Madeira (DN)
A dívida da Madeira pode ascender a mais de 8 mil milhões de euros. Há muitas faturas não reportadas, há obras feitas sem enquadramento orçamental, outras sem emissão de factura e derrapagens de milhões de euros. Inicialmente apurou-se o montante de 1,6Mil milhões de euros mas agora pode haver mais 2 mil milhões.
Tudo isto está a ser passado a pente fino pelos peritos do DCIAP. Empresas de construção civil foram contactas pelo DCIAP em outubro, novembro de 2011 e em janeiro deste ano solicitando o envio de todas as facturas e procedimento ocorridos, assim como informação à banca.
Em causa estão agora os montantes assumidos pelo governo e pela troika, 6,3 mil milhões de euros estimados em setempbro pela IGF. E que subiu em outubo para 6,5 Mil milhões.
Inicialmente Alberto João negou uma “dívida oculta”, de 1,6 mil milhões de euros para depois assumir que tal practica era real, alegando que fora usada em “legítima defesa” contra o governo socialista de Socrates.
Para além de obras inauguradas e não facturadas nem com contratação, existem facturas emitidas e pagas sem obra feita. Para além disso há o problema de justificação das derrapagens. Há uma obra que poderia custar 500 mil euros e foi facturada em 3 vezes mais. O Museu da Baleia no Caniçal que custou perto de 13M€ foi orçamentada em 1,8M€ o que significa que o seu custo foi 7 vezes superior ao previsto.
A Madeira
A Procuradoria-Geral da República vai analisar o caso da Região Autónoma da Madeira relativamente à omissão da dívida. A notícia do buraco nas contas do executivo de Alberto João Jardim rebentou ontem com a revelação de um défice oculto de 1113,3 milhões de euros nos últimos três anos.

A decisão da PGR surge depois de o Instituto Nacional de Estatística e Banco de Portugal terem divulgado um comunicado no qual dão conta de encargos financeiros assumidos pela Madeira que não foram nem pagos nem reportados.
Considerando a prática "grave", as duas autoridades nacionais fizeram notar que a "omissão" vai obrigar à revisão dos défices de 2008 a 2010, para incluir no défice orçamental português esses 1113,3 milhões de euros só nestes três anos.
A maior parte dos números ocultados serão incluídos em 2010; o impacto estimado no défice de 2008 é de 139,7 milhões de euros (0,08 por cento do PIB), em 2009 é de 58,3 milhões de euros (0,03 por cento) e em 2010 é de 915,3 milhões de euros (0,53 por cento).
A Madeira deixou de ter autonomia político-administrativa desde 27-01-2012, porque o seu Governo Regional assinou o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro da Região Autónoma da Madeira,renunciando a importantes competências no domínio financeiro.
Mal comparando, o Governo Regional é, a partir de  agora, uma espécie de Governo Civil dos tempos do Distrito Autónomo, mas com vice-presidente e secretários regionais.

Ficámos reduzidos a Região da Madeira (RM em vez de RAM – Região Autónoma da Madeira), devido ao descalabro das contas públicas, por falta de planeamento, investimentos desnecessários e sem qualquer retorno, caça ao voto, febre de inaugurações  e  satisfação da clientela partidária ou de apaniguados do poder. A tudo isto associa-se uma conjuntura nacional e internacional desfavorável, com o colapso de várias economias europeias.
O PSD, que foi um dos obreiros da autonomia da Madeira,  acabou por enterrá-la, rendendo-se ingloriamente aos ditames do Poder Central, a fim de obter o dinheiro necessário para que a Região não se afundasse.
Com a desonrosa capitulação, acabou-se a autonomia da Madeira. E nem foi preciso rever a Constituição para que tão vil golpe fosse desferido sobre esta terra.
Com as “calças na mão” (palavras do Dr. Jardim que também confessou que teve de se “vergar”), o Governo Regional da Madeira desfez-se da autonomia em troca de 1500 milhões de euros para pagamento de dívidas.
 A Máfia do Porto e Catalunha
Desculpar os crimes de uma pessoa com alegadas irregularidades de outras, verdadeiras ou não, não tem nem pés nem cabeça. É próprio de atrasados mentais que, à míngua de outros argumentos, acusam os outros daquilo que eles próprios são ou fizeram.

Acham bem que os criminosos norte-americanos se desculpem dos seus próprios crimes, acusando os juizes norte-americanos de os prejudicar, desculpando-se pelo facto do Al Capone NUNCA ter sido condenado na justiça sendo, por isso, inocente de tudo o que foi acusado ou de que era suspeito. Além disso, reivindicam para si os mesmos direitos, com a desculpa de que esse direito está consagrado na Constituição Americana, isto, é, a igualdade democrática de todos os cidadãos perante a lei.

Outro exemplo: em, Itália a Máfia, um organização que é conhecida por todos, é acusada de muitos crimes. No entanto, até agora, muitos desses crimes têm ficado impunes. Existem suspeitas, algumas muito claras, mas não existem condenações. Quer isso dizer que esses mafiosos são inocentes, pois embora suspeitos nunca foram condenados em tribunal? E será que esses mafiosos, por enquanto e ainda inocentes, serão desculpa para que outros criminosos possam alegar isso em sua própria defesa?

Será que este facto é razão para que outros criminosos em Itália, e não só, afirmem que também têm o direito ao perdão pelo facto de haver criminosos que escaparam à justiça, fosse por ineficiência desta, fosse porque existem juízes corruptos, objecto de tráfico de influências, que absolveram os suspeitos?

Comparar o Porto à Catalúnia é próprio de imbecis e ignorantes. A Catalunha é uma região que tem um povo com cultura própria, língua própria e que, embora se queixe do centralismo, é a região de Espanha que mais tem beneficiado com a má consciência do governo central espanhol. Que é comandado, neste momento, por um primeiro ministro imbecil e incompetente, Zapatero. Têm sido oportunistas - ressabiados e ressentidos - pelo facto de não terem ganho a independência exactamente na mesma altura em que Portugal ganhou a sua. E o que é que o Benfica tem a ver com o centralismo e o Salazar (outro atrasado mental)?

E o que é que isso tem a ver com o Porto e a sua proclamada luta contra o centralismo de Lisboa? Centralismo esse que não existe, que não é diferente de outras capitais europeias e que, à semelhança da Catalunha, lhe tem dado proveitos bem acima do que merecem ou a que têm direito. Pelo menos em comparação com outras cidades do país. Que, essas sim, têm muitas mais razões de queixa do centralismo do Porto.

Só gente ignorante, calimera e oportunista utiliza estes argumentos para proveito próprio. Enganando os papalvos, levando-os a papaguearem em blogues aquilo que esses oportunistas querem. Melhor exemplo de lavagem cerebral não existe. Isto é o melhor exemplo da mediocridade de um povo que se deixa enganar por criminosos, por mafiosos e por pessoas que não são sérias, pois são mentirosas e hipócritas.

 A CATALUNHA
Nem a Catalunha é a região mais rica de Espanha, nem o norte é a região que mais riqueza gera em Portugal. A região mais rica de Espanha é a região de Madrid e em Portugal a de Lisboa. Se duvidam estudem as estatísticas. Mas, sim, são as regiões que no seu respectivo países mais se queixam daquilo que eles chamam "poder central". E com amplo proveito próprio. Eu sei porque se queixam, mas para responder a isso o blogue não chegava.

No entanto, posso adiantar que não podemos comparar as realidades da cidade do Porto e do norte, em geral, com a Catalunha. Embora essa tentativa já tenha sido feita por alguns caciques andrades.
Com pouco resultado, aliás. São realidades completamente distintas, baseadas principalmente em razões históricas, estou a referir-me aqui à Catalunha, das quais o poder central não tem, actualmente, culpa nenhuma. Tudo o resto não passa de conversa da treta, de ignorantes ressabiados, que gostam de emprenhar pelos ouvidos por parte de caciques frustrados os quais, à semelhança dos ditadores - que por insegurança gostam de dominar tudo o que os rodeia - abusam da demagogia saloia por saberem que aqueles que os ouvem acreditam em tudo aquilo que eles dizem. Sim, porque se as pessoas não acreditassem eles calavam-se.
Podia aqui nomear alguns países europeus mais a norte, onde também existe alguma rivalidade regional, mas onde as pessoas por serem muito mais inteligentes, não dão ouvidos a regionalistas balofos. Por isso estes problemas não existem. São assuntos levados para a brincadeira. Como devia acontecer cá no burgo.
Mas o humor nunca foi uma característica de caciques e de ditadores. Aliás essa é uma das facetas pelas quais eles são conhecidos. Pela falta de humor. Já alguma vez viram um ditador com sentido de humor? Eu nunca. Mas já os vi usarem o sacasmo e a ironia para iludir a sua própria insegurança. E extasiar e enganar os papalvos.


Os investidores
Quando falam do norte referem-se naturalmente à cidade do Porto. Nós percebemos. Esquecem-se que o atraso que sempre houve do Porto em relação a Lisboa é o mesmo que há entre a 2ª cidade e a capital de qualquer país. É o que acontece em França com Paris. Ou em Inglaterra com Londres. Ou Espanha. Sabiam que 82% dos investimentos estrangeiros em Espanha vão para Madrid? E em Espanha existem regiões. Só que os investidores estrangeiros estão a borrifar-se para as regiões. Eles investem o seu dinheiro onde muito bem entendem e onde eles pensam ter melhor retorno. E ninguém tem nada com isso. Foi o que aconteceu recentemente com a Red Bull que quis ir do Porto para Lisboa. Pensam que se houvesse a regionalização o resultado teria sido diferente?

Quem cria riqueza são os empresários e demais agentes económicos. O Estado não cria riqueza. O Estado consome-a. A crise da dívida que estamos a atravessar prova isso mesmo. E redistribui a riqueza criada pelos outros. Essa riqueza vem dos impostos, das empresas privadas e das pessoas. Se fechassem, o Estado fechava. Íamos todos cavar batatas.

O problema do norte em geral é que a qualidade, a mentalidade de grande parte dos empresários é má. A mentalidade das suas elites é isso mesmo, elitista. Há excepções, claro. Privilegia-se o chico-espertismo, o curto-prazismo, os salários mínimos, a fuga ao fisco e a ostentação foleira.

A Projecção, em psicologia, é um acto de negação inconsciente que uma pessoa faz dos seus próprios pensamentos ou emoções, que são atribuídos ou projectados noutras pessoas, sentimentos esses que lhes são indesejáveis e por isso reprimidos. Quando se sentem infelizes e frustradas projectam noutras pessoas os seus próprios fracassos e frustrações. Por exemplo, culpar alguém pelo seu próprio fracasso.

Quando os andrades acusam o Benfica e Lisboa de serem centralistas, estão a reprimir as suas próprias frustrações, projectando aquilo que eles próprios são, no Benfica. É um mecanismo de defesa. Acusam os benfiquistas de serem invejosos, quando são os andrades que invejam a grandeza do Benfica. Não olhando a meios, buscam com desespero o sucesso que eles próprios não conseguem com meios lícitos. Por isso defendem com unhas e dentes os seus métodos e os mentores desses métodos, apesar de saberem muito bem que são meios ilícitos e corruptos. No dia em que o reconhecerem o seu castelo de cartas ruirá com estrondo. Já faltou mais.

O facto das pessoas agirem sob o engano da projecção tem causado graves danos à humanidade. Isto é especialmente verdade em casos que envolveram grupos de diferentes culturas e diferentes etnias, como foram os casos do nazismo e do apartheid. 

domingo, 10 de junho de 2012

(Poença, Proençadas & Truques)A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (64)


Pedro Proença. 
«É certo que por vezes no calor da emoção, provavelmente já fui injusto com algumas pessoas, inclusivamente árbitros. Hoje, somente com base em factos, vou falar sobre o sr. árbitro Pedro Proença e o trabalho que tem dado a sua participação no próximo europeu de futebol. Outra coisa que tenho dito e repito, é que os árbitros não são inteligentes, nem toda a sua estrutura. Querem-nos fazer de parvos, com a sua suposta imparcialidade, mas devem ter presente que o cansaço não é sinónimo de não vermos o que está à nossa frente. Assim vou fazer uma breve passagem pela "solidez" da carreira de Pedro Proença e os "méritos" dele para ser considerado o melhor árbitro português.

Pedro Proença começou a sua carreira como todos os outros árbitros que hoje fazem parte da primeira liga. Através de favores. Se dúvidas houvesse, Pedro Proença também foi apanhado nas escutas do apito dourado: qual o interessado? O do costume; o tal que desde há 30 anos recebe loas de grande líder. Adiante:

"Na véspera do encontro que decidiria a Supertaça da época de 2003-2004, o presidente do FC Porto preocupava-se em saber quem seria o árbitro que iria dirigir o confronto que poria frente a frente FC Porto e União de Leiria. Assim sendo, nada como obter informações junto de Pinto de Sousa, o presidente do Conselho de Arbitragem.

Pinto de Sousa: - "É...mas vou devagarito, pá, calmamente...vou falar com o Pedro Proença!"

Pinto da Costa: - "Vais?"

Pinto de Sousa: - "...grande jogo em Guimarães, pá! Vai fazer um grande jogo!"

Pinto da Costa:- "Com recado para não expulsar ninguém.

Pinto de Sousa:- "Eh! Eh! Eh!"

...Nove dias mais tarde, no estádio Municipal de Guimarães, Pedro Proença seria de facto o árbitro da Supertaça. O Porto venceria por 1-0, golo de Costinha aos 55 minutos..."

Até aqui nada fora do normal pelo que sabemos, podia ter sido um pedido para uma final, Pedro Proença ser um homem de coluna vertebral e fazer a sua obrigação com isenção: mas não; quem procurar os relatos da atuação de Pedro Proença nesse jogo, vê que a apreciação à arbitragem foi negativa; com benefícios para o Porto naturalmente.
O golo do Porto foi obtido por abalroamento ao guarda redes do Leiria dentro da pequena área. Ah! E existiu uma expulsão...para o Leiria como seria de esperar.

A seguir a este serviço, Pedro Proença tem repetido enormes arbitragens,sempre a favor do mesmo. Para não ser exaustivo, recordo também no Dragão, um penalty inexistente marcado pelo senhor Pedro por suposta falta de Yebda sobre Lisandro Lopez. Este lance até suscitou um ato de contrição do sr. árbitro. Mas as falhas de Pedro Proença, sempre para o mesmo lado, não se ficam por aqui. O Sporting também foi alvo do martelo de Proença no Estádio do Dragão, no célebre atraso a Stojkovic num corte de carrinho de Polga em lance dividido; lance que viria a decidir o jogo.

Porque já me estou a estender vou tentar ser mais rápido. Chegado a esta época tenho mesmo de concluir que Pedro Proença é de longe o melhor árbitro português. Esteve nos jogos das decisões e praticamente sozinho resolveu o campeonato e certificou os acessos à Liga dos Campeões.

É aqui começamos a ver a coerência de Pedro Proença. Já na Luz onde entregou o título ao Porto o primeiro amarelo a Emerson, elo mais fraco do Benfica, foi mais que duvidoso, calculando ele, que com Hulk pela frente, não seria difícil mostrar-lhe segundo, sabendo antemão que os adeptos encarnados cairiam em cima do brasileiro, mais que queimado. É preciso saber fazer.  Notem a semelhança com o jogo do Sporting: o primeiro amarelo ao Ogushi foi mal mostrado e muito cedo, dando tempo a que a dimensão do americano provocasse mais um contacto, e respetiva expulsão. Para os mais distraídos tudo parece futebol e coincidências não é?

Mas no Dragão a exibição de Pedro Proença não ficou por aqui. O despudor foi total, valeu tudo; algo não falado na comunicação social, a falta de coragem do apitador em expulsar Fernando que lhe chamou tudo bem na cara e a olhar-lhe nos olhos. João Pereira ao pé daquilo é um menino. Só chama de longe, mas aí, os ouvidos, estão limpinhos. Pereirinha empurrado e Polga mal expulso; não vale a pena estafar mais o tema.

Agora vocês dizem: mas mesmo que empatássemos no Dragão ficávamos a 4 pontos. Se eu disse que ele certificou os acessos à Liga dos Campeões não foi ao acaso. Contabilizem também o 3 pontos espoliados por este mesmo senhor contra o Marítimo. Pedro Proença a solo, retirou-nos a possibilidade de estar presentes na LC e de embolsar 8 milhões de euros. Estes senhores arrasam um clube sem punição à altura. Venham-me lá com a história que no fim do campeonato o saldo fica equilibrado entre o deve e haver.

Para o fim deixo a falta de vergonha total que se apoderou do futebol português. A ordinarice foi tal que o próprio Manuel Serrão teve de admitir que as festinhas, carinhos, e mimos de Pedro Proença aos jogadores do porto não fez sentido.

Aquilo foi demasiado triste. Estava tudo em festa, e o Sporting ali, parecia um convidado de ocasião que apareceu para ser o bombo da festa. Um árbitro pode ter boas relações com os jogadores, mas por respeito ao futebol, adeptos, e adversário presente, devia ter um pouco mais de decoro, ainda para mais, quando o mundo está a ver. Se é assim em direto, imagino fora dos holofotes. Aquela cena foi das coisas mais deprimentes que já vi no futebol. Os abraços a Hulk só podia dar no que deu...

Agora não me venham com o suposto benfiquismo de Proença, já que os encarnados também são sempre encavados pelo personagem. Não se esqueçam que Vítor Pereira, presidente do conselho de arbitragem  também é sportinguista, e não tem sido por isso que não somos achincalhados repetidamente pelos apitadores. Dá jeito dizer: ah e tal que é benfiquista ou sportinguista, mas no fim de contas...são 11 contra 11 no fim ganha o Pinto da Costa.»

Proença Sportinguista, sem qualquer dúvida.
Na Bola de 29/05/2012, uma carta enderaçada pelo sr. João Henrique Bagina Cheu ao jornalista Cruz dos Santos diz o seguinte:
Em relação ao árbitro Pedro Proença afirma o que toda a gente suspeitava há muito tempo: “É mentira que seja do Benfica, quem o fez sócio do Benfica fui eu, enquanto presidente da secção de andebol, quandl ele se transferiu do seu clube do coração, o Sporting, onde jogava andebol, para o Benfica, onde era e é obrigatório todos os atletas serem sócios”.
O dia em que Pedro Proença chegue ao fim da carreira, por uma questão de limite de idade, será um bom dia para o futebol.

Nesse dia, deixaremos de correr o risco de ver o Proença decidir campeonatos e finalistas da Taça. Proença traz-me à memória um jogo em Penafiel, em 2004-05, em que decidiu ignorar quatro grandes penalidades contra o clube da casa. Perdemos o jogo. Duas épocas antes, no Bessa, decidiu não assinalar duas grandes penalidades escandalosas. Foi um jogo que se tornou memorável pelos piores motivos. Também em 2003-04, optou por assinalar uma grande penalidade contra o Benfica, num jogo frente ao Sporting, numa mal-amanhada simulação de Silva. Em 2008-09, aos setenta minutos de um jogo no Dragão, assinala mais uma inexistente grande penalidade contra o Benfica. Esse penalti deu o empate e a vitória no campeonato ao FCP. Esta época, entre outros espectáculos deprimentes, Proença foi o árbitro em Braga, no famoso jogo terceiro-mundista dos apagões. Conseguiu ser mais reles do que os cirúrgicos cortes de energia no Estádio: assinalou um discutível penalti contra o Benfica, ignorou duas agressões de futebolistas adversários a jogadores nossos e saiu do estádio com a sensação do dever bem cumprido. Foi com arbitragens destas que se chegou à singular situação de o Benfica nunca ter vencido um clássico ou um derby apitado pelo referido árbitro e de o FCP nunca ter perdido nenhum clássico ou derby com esse senhor a apitar.

É, assim, normal, que o dito árbitro se tivesse prestado a fazer a figura que fez na festa do título do FCP. Aliás, no futebol português, a banalização do compadrio é normal e chega a ser premiada com nomeações para apitar em competições internacionais. Outras vezes, é premiada com fruta para dormir… mas isso já são outros quinhentinhos.

A opinião de Cruz dos Santos
Assinala na sua crónica semanal em 30/4 /2012:
"No Marítimo-F.C. Porto, foram bem assinalados os dois penalties dos golos portistas, mas Paulo Baptista este muito mal... ao não considerar penalty de Hulk sobre Heldon e ao ter maior rigor disciplinar para com os jogadores do Marítimo. ... Olegário Benquerença não esteve muito melhor no Rio Ave - Benfica, pois, embora com critério uniforme no âmbito da disciplina e correcto ao assinalar o penalty do segundo golo do Benfica, falhou no julgamento do empurrão de Gaspar a Cardozo e derrube de Jean Sony a Saviola, ambos também justificativos de castigo máximo contra os vilacondenses".

Crónica da Nova Ordem
Em 1994/95, o na altura denominado Organismo Autónomo, aproveitando uma das muitas confusões que existem no edifício jurídico português, organizou o 1º campeonato a partir do Porto onde, habilmente, o presidente da Câmara tinha dado terrenos para construir a sede da Liga de Clubes. Foi há 17 anos...
No ano seguinte, resolvida a questão do Organismo Autónomo, passou a ser a Liga de Clubes a organizar a maior prova do calendário futebolístico. Pela segunda vez na história portuguesa, o campeonato era organizado fora de Lisboa e daí para cá assim tem sido sempre.

Na altura, 1995 ou 1996, um dos muitos fundamentalista que o FCP tinha e tem a escrever em jornais, Pedro Batista (o que esteve para andar à estalada com Dias Ferreira num programa de formato Trio da RTP), anunciava no jornal O JOGO que com a Liga a organizar as provas entrava-se numa “nova ordem do futebol português”.

Percebi nas entrelinhas que aquela afirmação não era leviana nem casual. Aquela afirmação encerrava uma declaração política que só se começou a perceber quando o FCP embalou com 5 títulos consecutivos tendo por base arbitragens que obedecem a um “padrão” determinado pelos interesses do FCP (seja a seu favor, seja contra o Benfica ou outro rival que circunstancialmente possa competir com eles).  
O ciclo desta “nova ordem” iniciou-se com a Supertaça que nos foi roubada em pleno estádio das Antas quando Donato Ramos e o seu auxiliar invalidaram um golo limpo ao Amaral, por fora de jogo de posição sem intervenção na jogada. Daí para cá, tem sido sempre o mesmo.

Nestes 17 anos da “nova ordem do futebol português”, o FCP conquistou 12 campeonatos, e só por mera indigência mental ou má formação pessoal, se pode pensar que os grandes responsáveis são os treinadores: 1) Artur Jorge, 2) Neca e Filipovic, 3) Mário Wilson, 4) Souness, 5) Shéu, 6) Juup Heynckes, 7) Mourinho, 8) Toni, 9) Jesualdo, 10) Camacho, 11) Trappatoni, 12) Koeman, 13) Fernando Santos, 14) Camacho, 15) Chalana, 16) Quique Flores e 17) Jorge Jesus.

Ou seja, por razões de estratégia (ou falta dela) das 4 Direcções que estão abrangidas por este ciclo, Manuel Damásio, João Vale e Azevedo, Manuel Vilarinho e Filipe Vieira, o Benfica teve 17 treinadores, sendo 13 contratados como principais e 4 adjuntos que os substituíram por motivo de doença ou despedimento.

No mesmo período o FCP teve como treinadores 1) António Oliveira, 2) Bobby Robson, 3) Fernando Santos, 4) Octávio Machado, 5) José Mourinho, 6) Luigi Del Neri, 7) Victor Fernandez, 8) José Couceiro, 9) Co Adrianse, 10) Jesualdo Ferreira, 11) Villas-Boas e 12) Vítor Pereira (estes 12 treinadores são um número algo elevado para quem ganha tanto, mas estão “inflacionados” pelos 3 contratados na época 2004/2005).

Se compararmos as carreiras dos treinadores depois de “falharem” no Benfica, com as carreiras dos treinadores depois de “ganharem” no FCP, teremos de reconhecer as boas carreiras de Juup Heynckes, Mourinho, Trappatoni, Koeman e Fernando Santos. E as razoáveis carreiras de Camacho e Quique Flores.
Quanto ao FCP, exceptuando Bobby Robson e Mourinho, não houve um único que se destacasse pela positiva. Bem pelo contrário. António Oliveira foi despedido 15 dias depois de ser contratado pelo Bétis de Sevilha, Jesualdo Ferreira, o único tri-campeão pelo FCP, despedido pelo Málaga e Villas-Boas despedido e considerado o pior treinador da era Abramovitch. Nem Souness foi tão mal tratado depois de sair do futebol português...

O Benfica não tem ganho por mudar de treinador. Pelo contrário. Novo treinador, novos métodos de treino, novos jogadores, novos esquemas de jogo e quando chegamos ao 1º terço do campeonato com as mesmas arbitragens, o FCP já vai à frente e faz a gestão da prova. A comunicação social sabe que é assim, por isso “pede” aos adeptos que façam pressão contra o treinador do momento. Para ajudar o FCP...

Mas quem viu como o Benfica foi impedido ontem de ganhar em Vila do Conde, novamente pelo mesmo árbitro que esta época ofereceu 1 penalty ao FCP para ganhar em Guimarães, só pode concluir que o campeonato terminou como começou: com o FCP a ser ajudado por erros de arbitragem de Benquerença, pela via directa e pela via indirecta. Mais 2 pontos em Guimarães, mais 2 em Vila do Conde, 4 pontos assim oferecidos ao FCP!

Os truques e traques do Sistema
E quem os comanda neste momento é o outro Vitor Pereira, sócio com mais de 50 anos de dedicação ao SCP. Mas este facto não quer dizer muito. Porque o problema é que VP está controlado pelo FCP. Já o escrevi e volto a escrever: em 1996 quando andava pelo Porto a fazer a minha tese de mestrado, uma vez tive uma conversa interessante com um tipo que trabalhava num café à beira da Rua da Constituição com a Rua Monte dos Burgos, um tipo que me foi apresentado por amigos portistas que diziam que "nós não sabemos falar de futebol contigo, mas este é que te vai ensinar"E eu lá fui.

A páginas tantas, depois de lhe conquistar a simpatia (porque eu no futebol nunca me chateio com ninguém, mesmo quando a situação está azeda, consigo dar a volta com argumentos e sorrisos), disse-lhe: "não sei como é que vocês fazem mas o Vítor Pereira, que é adepto do SCP, quando arbitra jogos do vosso clube, engana-se sempre a vosso favor".

Ele sorriu e disse: "ó amigo, esse está controlado". Olhei para ele com cara de admiração, "controlado"? "Sim" disse ele, "olhe metemos-lhe umas meninas debaixo, filmamos e mandamos o VHS para casa".

Claro que dei uma gargalhada e disse "fantástico, é pá, mas assim vocês ganham os campeonatos que querem" ... ele sorriu e assim ficámos. Nesse ano ganharam o 2º dos 5 consecutivos, depois disso um treinador falhado no Benfica foi fazer uma série de 4 titulos (o 1º foi o Co Adrianse, que como sabemos nunca mais fez nada depois disso), este ano ganhou a abécula do Vítor Pereira (derrotado na Supertaça Europeia, na Taça de Portugal, na Champions, na Liga Europa, na Taça da Liga), e por isso fico extremamente "fodido", quando ouço e leio comentários de pessoas que não treinam, não percebem da função treinador, mas acham que o problema do Benfica tem sido os treinadores.

Este próximo ano será mais do mesmo, embora eles saibam que não basta ter árbitros, têm de jogar à bola, porque há um nível de erros de arbitragem que não convém ser repetido porque põe em causa o "sistema". Aquilo que se passou com o Benfica em Coimbra, FCP, Rio Ave, Paços de Ferreira, SCP, é coisa que eles não podem repetir muitas vezes porque a opinião pública acabaria por perceber que afinal os que falam, falam com razão. E ter a opinião pública contra o sistema, era o fim do sistema ou seja, deles todos.

O truque da arbitragem passa por errar sem dar nas vistas: as faltas a meio campo, a dualidade de critério nos cartões amarelos, etc, esperando que isso chegue para fazer o resultado. Quando não chega então têm de vir os penaltys, os foras de jogo, etc. Há quem não tenha percebido porque razão o Benfica só começou a ser barbaramente prejudicado na 2ª volta e antes do jogo com o FCP.  A minha explicação é esta: eles esperaram que o Benfica caísse por si só, com o desgaste da Taça de Portugal, da Taça da Liga e das competições europeias, mais os tais erros pequenos e "invisíveis". Ora como o Benfica não caiu, mérito do treinador e da equipa, então tiveram de "abusar". Porque qualquer pessoa sabe que se o Benfica recebesse o FCP em situação pontual de avanço, o FCP tinha de arriscar no jogo e isso é meio caminho andado para a derrota. Ou seja, para ampliar a pontuação ou no mínimo mantê-la. O que significaria o titulo para o Benfica, pela confiança que todos ficariam, enquanto no lado do FCP o abaixamento da confiança seria mais um problema, e esse não se resolve com fruta e café com leite, mas com vitórias deles e derrotas nossas. Ora, connosco em vantagem pontual e psicológica …

domingo, 3 de junho de 2012

(Xistras & Xistralhadas) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (63)


XISTRA e as suas pulgas amestradas
Conheço bem este artista e confirmo que é um anti-benfica desde pequenino, ele e toda a família, contando com a maninha que é só a companheira do Jorge Coroado (esse mesmo que estão a pensar). Ele e a maninha fizeram parte da Juve Leo até aos 19/20 anos e há quem tenha fotos dos dois aos gritos no meio dessa corja de incendiários.Agora certeza, certeza, é o seu anti-glorioso primário desde que nasceu, portanto podemos estar preparados para mais uma vergonha do apito.

Jorge Jesus já dissera que Braga gostava de Carlos Xistra quando ele fora treinador do SCBraga e certamente a bonita região do Minho não reclamará do critério de José Cardinal, nado na freguesia portuense de Massarelos, dragão indefectível a par de toda a sua família, e que fez escola como assistente de Paulo Paraty durante vários anos.
A apreensão é muita, não fosse Cardinal um dos maiores habilidososcontra o qual o Futebol Português já deveria ter criado anti-corpos. Se errar é humano, fazê-lo invariavelmente em prejuízo dos mesmos e sem um pingo de vergonha é lamentável e incompreensível. A personalidade é sensível e parece ter dificuldade em suportar o encarnado, assim subentendemos desde uma famosa admoestação a Léo «por palavras». No jogo que pôs ponto final na Liga em Braga, recordamos como admoestou Fábio Coentrão a pedido de Alan, ou a indicação a Xistra que Javi Garcia havia agredido Alan e que originou a expulsão do espanhol do Benfica aos 41 minutos de jogo.



Também Xistra na última visita do Benfica ao Minho a contar para a Liga esteve em particular evidência, punindo inexplicavelmente Luisão na 1ª falta que fez digna desse nome e em que o central do Benfica mais não fez do que se encostar ao seu adversário, perdoando o amarelo a Sílvio ao minuto 32 na sequência de uma rasteira a Felipe Menezes, idem a Hugo Viana quando já admoestado fez uma falta grosseira sobre Franco Jara aos 52’ e permaneceu em campo, a Mossoró aos 58 quando ceifa Fábio Coentrão, ou a Miguel Garcia quando ao minuto 82 rasteirou Nicolas Gaitán.
 


Já Luís Marcelino é mais discreto mas igualmente decisivo, no SC Braga-Benfica por exemplo apenas assinalou mal um fora-de-jogo a Franco Jara que se isolou e fez golo, coisa de pouca importância como vemos.


"Os dirigentes e adeptos do FCP não se cansam de insultar o árbitro, Bruno Paixão, culpando-o pela derrota frente ao Gil Vicente. Ainda se ouvem ecos de uma célebre arbitragem em Campo Maior, quando Jardel e José Soares protagonizaram uma vulgar picardia que Bruno Paixão resolveu mandando o intocável Jardel para a rua! Desde esse dia Bruno Paixão passou a «persona non grata» no Porto e teve de se redimir já muitas vezes para ter o perdão do Papa mas, pelos vistos, voltou tudo à estaca zero...

Toda a gente sabe que Bruno Paixão não tem muito jeito para a arbitragem. Não é novidade para ninguém. O que não se percebe é que os «Miguéis Sousas Tavares» que têm a missão de defender o «Sistema FC Porto» para que continue a vigorar eternamente não enxerguem mais que arbitragens más para justificar as MISERÁVEIS EXIBIÇÕES da sua equipa.

Já se esqueceram que antes de Bruno Paixão (que mesmo assim teve o perdão papal um ano depois do caso Campo Maior e nós sabemos o que se passou a seguir...), havia o José Silvano (que nem qualificação tinha), José Guímaro, Fortunato Azevedo, manos Calheiros, Rosa Santos, Francisco Silva, etc. etc. ... dos quais nunca falam porque lhes serviram na perfeição durante mais de 25 anos!

Vou lembrar-lhes todos os dias destes nomes para que nunca os esqueçam quando falam de arbitragens! Deviam ter bustos no Estádio do Dragão porque ajudaram a construir a história recente do clube!

E pelos vistos vão continuando impunes. Agora, mais uma decisão recente dos tribunais a querer «lavar» a culpa dos envolvidos no «Apito Final». De facto, aquilo que está gravado nas Escutas Telefónicas sobre a corrupção vergonhosa e miserável no Futebol É TUDO MENTIRA!

A cada decisão de recursos e mais recursos, como é pródigo a Justiça portuguesa, nós vamos ficando a saber quem afinal manda nisto!"
João Diogo, in O Benfica

Martins dos Santos
O árbitro portuense Martins dos Santos diz desconhecer o conteúdo da conversa entre Pinto da Costa e Pinto de Sousa.
De acordo com aquele jornal do Porto, PC terá solicitado ao presidente do Conselho de Arbitragem da Federação (FPF), Pinto de Sousa, que o árbitro Martins dos Santos apitasse o jogo dos quartos-de-final da Taça de Portugal entre o Rio Ave e o FC Porto, em que os vilacondenses acabaram por ser eliminados pelos 'dragões por 2-1.

Será este telefonema que liga Pinto da Costa ao processo desencadeado pela Polícia Judiciária denominado "Apito Dourado" e que terá levado inclusivamente a PJ a ponderar a sua detenção com os restantes 16 detidos, entre os quais o presidente da Liga Valentim Loureiro e Pinto de Sousa.

"Não sei o conteúdo dessa conversa. Portanto, também não me vou pronunciar sobre essa matéria", esclareceu ontem o árbitro Martins dos Santos à Rádio Renascença, frisando que nada tem a ver com o alegado telefonema entre aqueles dois dirigentes: "Recebo as credenciais para ir arbitrar e tento fazê-lo o melhor possível, de modo a não ter influência nos resultados", acrescentando que ninguém o contactou para que fizesse qualquer jogo.



"SE CALHAR ESTÁ ENVOLVIDO".

O juiz portuense, que entretanto se despediu da arbitragem por limite de idade, recupera as apreciações feitas pela comunicação social na sequência da eliminatória entre o Rio Ave e o FC Porto para deixar claro que está totalmente tranquilo.

Já no que diz respeito ao processo 'Apito Dourado', desencadeado no passado dia 20 de Abril pela Polícia Judiciária, o árbitro Martins dos Santos admite que o seu nome possa estar envolvido como o de outros árbitros: "Se calhar está envolvido... Contudo, não tenho nenhum problema, não. Portanto, não vejo que haja motivo para preocupação", concluiu o árbitro portuense, apesar do presidente da arbitragem, Pinto de Sousa ter sido confrontado pela juíza de Instrução Criminal de Gondomar sobre os pedidos de Pinto da Costa.
 

Augusto Duarte
A Polícia Judiciária suspeita que o presidente do FC Porto tenha estado envolvido no aliciamento do árbitro Augusto Duarte a influenciar o resultado do encontro Nacional- Benfica da época transacta.

Os investigadores do ‘Apito Dourado’ interceptaram uma conversa telefónica entre Pinto da Costa e um alto dirigente do clube madeirense, na véspera do desafio, da qual resultam indícios sob escuta era o de Pinto da Costa, e nessa conversa alerta-se para o facto de um tal “A.D.” estar “à espera do rebuçadinho”.
A resposta foi tranquilizadora: o interlocutor que estivesse descansado,“pois está-lhe garantido”. Os investigadores estão convencidos de que o “rebuçadinho” era uma prostituta e que “A.D.” seria nem mais nem menos do que o árbitro Augusto Duarte. Quanto à partida, recorde-se, o Nacional venceu por 3-2, tendo Augusto Duarte tido uma nota positiva pela generalidade da imprensa escrita que relatou o jogo. No final ter-se-ão registado alguns incidentes entre jogadores, mas já sem a presença ou interferência de Augusto Duarte.
O presidente do FC Porto foi confrontado com o teor desta gravação quando foi interrogado em Gondomar pela juíza de instrução Ana Cláudia Nogueira. Argumentou, então, que a interpretação dada a esta conversa estava completamente adulterada e que as iniciais “A.D.” se referiam a uma outra pessoa. A juíza, porém, não ficou convencida, sendo este um dos dois casos de corrupção activa desportiva que lhe imputou. E ponderou, inclusive, decretar a Pinto da Costa como medida de coacção, a proibição de contactar com prostitutas.

E só a intervenção do seu advogado, Gil Moreira dos Santos, fez a juíza pensar duas vezes. Perguntou o causídico se o seu cliente deveria inquirir as senhoras com quem pretende entabular conversa “se é, foi, ou será prostituta?”. Ana Nogueira acabou por recuar. Um exemplo que, todavia, não aplicou quando determinou essa proibição de contactar prostitutas ao empresário António Araújo.
Entretanto, a Polícia Judiciária já encerrou a investigação, cabendo agora ao Ministério Público de Gondomar apreciar os indícios recolhidos, a fim de deduzir a acusação, com a concretização do tipo e quantidade de crimes cometidos. A PJ reuniu indícios que serviram para constituir quase duas centenas de arguidos, número que deverá, contudo, ser substancialmente reduzido na acusação.

Viciação das classificações dos árbitros (e dos resultados)
Documentos mostram que as classificações dos árbitros foram falsificadas durante muitos anos consecutivos. Os originais foram apreendidos na sede da FPF e as provas são evidentes. Para além dos documentos há uma perícia informática que demonstra que os critérios de avaliação eram alterados para que as classificações terminassem de forma a agradar aos dirigentes. As notas eram depois alteradas, os observadores eram nomeados consoante o árbitro e por serem mais ou menos permissivos. 555 crimes resultantes de alteração de notas e de classificações finais dos árbitros.

Os observadores tinham grande poder, pelo que o objectivo era obter um sistema que permitisse a adulteração das classificações dos árbitros indo ao encontro dos interesses da AFPorto.
O “modus operandi” passava pelo controlo das pontuações dos observadores, pela nomeação dos observadores, pela manipulação de factores de correcção dos relatórios técnicos e pelas alterações das notas dos relatórios. No processo entrava o informático Paulo Torrão, que fabricava os programas que permitiam escolher uma chave de facores de correcção que colocava os árbitros nas posições pretendidas. A decisão final pertencia a Pinto de Sousa.
 Antero Henriques ameaça
No final do jogo entre FC Porto e UD Leiria (4-0) registou-se forte discussão entre Antero Henrique, diretor geral da SAD azul-e-branca, e Rodolfo Vaz, o diretor desportivo do clube da cidade do Lis, com insultos a subir de tom e ameaças pelo meio.

Segundo testemunha no local, tudo aconteceu no túnel de acesso aos balneários, no final do jogo. Rodolfo Vaz abordou o árbitro da partida, Rui Silva, a quem deu conta da discordância em relação a algumas decisões, que teriam prejudicado, no seu entender, o clube leiriense. Fonte leiriense garante que a conversa estava a ser cordata e que o árbitro até estava a mostrar grande cordialidade e simpatia na forma como ouviu os reparos.

Quem não terá gostado desta conversa foi Antero Henrique, que entendia que Rodolfo Vaz não tinha nada que interpelar o árbitro e que não tinha razões para se queixar, lembrando divergências antigas com o mesmo dirigente leiriense.

Fontes garantem que os termos utilizados pelo dirigente portista foram incorretos, tendo Rodolfo Vaz respondido na mesma moeda, numa escalada de insultos que foi bem audível. Pelo meio algumas ameaças e frases de um responsável de segurança que Rodolfo Vaz terá percebido como reais, pelo que se recusou a deslocar-se ao gabinete dos delegados ao jogo para assinar a ficha, alegando falta de condições para o fazer, o que obrigou a que tivessem de ser os delegados a deslocarem-se ao balneário do União de Leiria.

Contactado por A BOLA, o diretor desportivo leiriense desmentiu a existência de agressões. «A única coisa que comento é que os delegados da Liga presenciaram tudo o que se passou e, seguramente, será devidamente relatado no respetivo relatório», afirmou.
(Qual relatório?)
O Árbitro Mr. King
As exigências, segundo Mr. King revelou ao News Of The World, só tinham lugar quando os jogos que ia arbitrar envolviam clubes do continente. Uma das mais escândalosas propostas que recebeu verificou-se em Lisboa, antes de um importante encontro entre o Sporting e o Dínamo de Minsk.
Confessa King,
"Nessa noite levaram-me a um clube, em Lisboa, onde se encontravam muitas raparigas das mais belas e bonitas. O fulano que me acompanhava disse :"Escolha!" Respondi que não compreendia o que aquilo significava, mas ele esclareceu: "De entre todas estas raparigas, você pode levar consigo a que mais lhe agradar !" E eu, claro, escolhi uma loira, alta, a mais bela mulher que vi em toda a minha vida".
Isso foi em 1984. O Sporting venceu por 2-0.
O árbitro inglês jura a pés juntos que não favoreceu nenhum dos clubes intervenientes. Disse ainda que, depois do jogo, um delegado do Dinamo Minsk entrou na cabine para entregar-lhe um presente mas encontrou-o abraçado a um antigo amigo português, um dirigente federativo: "As coisas em Lisboa eram boas demais !"
"A UEFA sabe perfeitamente o que se passa quanto a hospitalidades de quarto de cama mas nada faz para o impedir. Enviaram-me prostitutas emquase todos os países onde arbitrei: na Rússia, Alemanha, Portugal, Holanda, Espanha, Dinamarca. Entre 1983 e 1993 arbitrei jogos que envolviam clubes como Barcelona, Benfica, Sporting, Ajax, PSV, Hamburgo ou Bayern. Mandaram-me mulheres para os quartos em, pelo menos, 12 ou 15 ocasiões. Tratava-se de raparigas na casa dos 20 anos, quase sempre belas figuras.
“Não se comportavam directamente como subornadas mas sabiam muito bem o papel que estavam a representar e, invariavelmente, diziam saber quem eu era. Isso fazia parte de um metódo que os clubes utilizavem na esperança de ganhar vantagens e experiência ."

Em 1992 Mr. King regressa a Portugal para dirigir o Benfica-Sparta de Praga. Eis as suas afirmações :
"O valor dos presentes que me enviaram excedeu em muito o limite de 40 libras (cerca de 10 contos) a que estamos autorizados. Fui almoçar com o delegado da UEFA a esse encontro, que era simultaneamente o presidente do Comité de Arbitragem da UEFA, que ao ver as prendas que eu recebera me disse imediatamente:" Você está a colocar-se em situação dificil!" Claro que concordei, mas a arbitragem no dia seguinte não deu margens para reparos. Não lhe falei, no entanto, na rapariga que esteve comigo na noite anterior. Ela não me pediu dinheiro e eu, como é natural, nada lhe ofereci ."
"Howard King não disse ter sido aliciado por gente ligada ao Benfica com oferta de prostitutas em vésperas de jogo da UEFA?"

Não. É mentira. Ele não disse nada disso. Ele disse que num jogo que apitou em Lisboa recebeu "meninas" no hotel. Não proferiu nome de clubes e deu a entender que era práctica "habitual" nos clubes de leste. Vai investigar de onde era o adversário do Benfica nesse jogo... Sparta de Praga e o jogo terminou 1-1.
Howard King foi pago pelo “News of the World” para contar aquela historieta. Posteriormente a UEFA investigou as alegações dele e concluiu que foi tudo mentira e baniram-no por isso. Mais tarde na sua vida foi apanhado a masturbar-se dentro dum táxi. Ainda foi acusado por jogadores do Caen de arbitrar um jogo bêbado.


Para além disso, as historietas dele às tantas reservam-nos esta pérola:Quando precisava de uma rapariga dirigia-me a intermediários dos representantes do clube que me parecia mais vulnerável e dizia-lhes: “Este jogo é muito importante para vocês: carecem da qualificação e o árbitro serei eu, a menos que arranjem as coisas de forma a que possa levar a rapariga comigo garanto-vos que a vitória não será vossa".
Quando é o próprio árbitro a fazer exigências aos clubes para que estes não sejam prejudicados por ele, acho que está tudo dito em relação à sua credibilidade. Já ouvi falar em clubes que corrompem árbitros para obter favores, agora árbitros que corrompem clubes para não os prejudicar é sem dúvida a primeira vez que oiço falar de tal coisa… Sem dúvida, um exemplo de moral e de isenção que qualquer árbitro deve seguir... Portanto, ele foi daqueles árbitros que nunca o deveriam ter sido.

O jogo Anderlecht-Malmo em Setembro  de 1987 foi referido pelo árbitro galês Howard King, quando nos finais de 1995 revelou a historia da sua carreira por 400 mil francos ao tablóide News Of The World. Aí admitiu ter beneficiado em vários  jogos europeus, sendo um deles o Anderlecht- Malmo.
A UEFA investigou o caso, mas no dia 20 de Março de 1997, castigou-o considerando que Howard King “deu asas à sua imaginação por muito dinheiro (proveniente dos cachets de dar entrevistas a jornais)."
Noutro jornal (Sunday Times) refere que as declarações de King foram pouco concludentes, por darem poucos detalhes, por isso presumo que o castigo dado tenha sido por inventar esta história toda e meter colegas árbitros e funcionários UEFA/FIFA ao barulho, bem como ter confessado chantagear dirigentes!!
O referido Howard King mostra ser um individuo estranho. Os jogadores do Caen, clube francês, acusam-no de estar bêbado (cheirava a vinho) quando arbitrou o jogo Zaragoza-Caen, tendo cometido erros crassos que eliminariam os franceses das competições europeias. Ainda seria apanhado em flagrante pelas autoridades, já terminado a carreira, a masturbar-se num interior dum táxi, segundo um jornal galês. Portanto um indivíduo controverso.
Conclui-se ainda, depois da investigação, que Howard King mentiu sobre tudo o que disse a respeito de corrupção, para ganhar dinheiro, muito!!
Ainda acham o King mais credível que o Paixão? Ou que a Carolina? Ou que a Ana Salgado - esse ser híbrido que é uma testemunha íntegra quando interessa à 'cosanostra' e se torna inexplicavelmente falaciosa quando diz receber 5.000 euros para mentir em tribunal?
E já que estamos numa de árbitros internacionais, os portistas que procurem um senhor chamado Alan Wilkie, respeitado árbitro inglês que no seu livro, "One Night at the Palace", fala das ofertas que o FCP lhe fez antes de uma quarta-feira europeia.