ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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sábado, 21 de abril de 2012

(Refrescando Memórias) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (57)


Testemunho
Se não sabes ficas a saber, aqui no Norte é assim!
Em anos não muito distantes (no tempo do escudo) até se davam ao luxo de andar a pedir dinheiro pelas portas e cafés para comprar os apintadeiros, fosse para subir de divisão ou para não descer.
Há 3 anos quando os bacaros andavam a lutar com o Glorioso pelo titulo chegamos a ouvir muitas histórias dessas ou parecidas pela Gloriosafera verdade ou mentira? 
Os nossos que deixem de ser anjinhos...Continuamos a ser comidos por todo o lado e não vejo jeito disso mudar.

Vitor Pereira, o dos árbitros. 
Testemunho
Quanto ao que digo, bem como sabemos em Portugal os juristas não consideraram válidas as escutas onde se comprova como tudo se faz. Por questões técnicas que não discuto. Portanto eu posso dizer-lhe o que sei do Sr. Viror Pereira, porque posso indicar o estabelecimento no Porto onde tal me foi relatado e posso identificar quem me disse, porque me foi apresentado por pessoas amigas, adeptos do FCP, ele também sócio e pertencente a alguma forma de grupo de pressão do FCP. Quando ganhei a sua confiança (ele soube sempre que eu era do Benfica mas do Norte, não do Sul) e lhe disse, "não sei como vocês fazem porque o Vitor Pereira que é adepto do SCP quando arbitra jogos do FCP engana-se sempre a favor do FCP". E ele com toda a naturalidade do mundo respondeu: "Ó amigo, esse está controlado ... pusemos-lhe umas meninas debaixo, filamos e mandamos-lhe o VHS para casa".

Claro que ri para ele e disse: é pá, fantástico, assim vocês só ganham os campeonatos que querem.
Estávamos em 1996 e o FCP só nessa leva, foram 5 seguidos...
Em termos jurídicos não sei que prova isto faz, para mim a conduta de Vitor Pereira encaixa-se perfeitamente naquilo que me foi dito. E já assim era quando arbitrava.

As expulsões de Cardoso e Leone.
Perto do intervalo, Angel Di Maria levanta o banco do Sp. Braga. Uma bola gera a confusão tremenda. Segue-se o caos no túnel, com todos ao barulho. Resultado final: um vermelho para Leone, um para Cardozo.

«O Rui Casaca veio dizer ao balneário que eu e o Cardozo tínhamos sido expulsos. Mas posso garantir agora que nem eu, nem o Cardozo fizemos nada. Estávamos os dois de costas, a acalmar os outros jogadores. Esses sim, estavam a agredir-se uns aos outros», recorda Leone.

O brasileiro tem uma explicação simples: «Pelo que os dirigentes me disseram, eu e o Cardozo fomos expulsos porque éramos os mais altos. O árbitro quis agir, para não dizerem que não fez nada, olhou lá para o meio e viu-nos a nós. Os mais baixos safaram-se. Tanto que nunca fui ouvido na Liga.» (in, MaisFutebol)
(A verdade é como o azeite…)
Ameaças a Bruno Paixão
A polícia considerou credíveis as ameças a Bruno Paixão e aconselhou o árbitro setubalense a sair de casa. A descrição exata das rotinas da filha, de sete anos, foram decisivas para esta decisão.
Bruno Paixão está em parte incerta, depois de ter deixado a casa com a família, seguindo uma sugestão das autoridades policiais, que consideraram credível as ameaças feitas ao árbitro de Setúbal.
"A descrição pormenorizada das rotinas da filha de sete anos - nomeadamente a localização do colégio, as horas a que esta entrava e saía, bem como outros locais que frequentava durante o dia", escreve o "Diário de Notícias", foram decisivas para esta decisão. "Dado o detalhe, as autoridades consideraram que a ameaça não podia ser ignorada", adianta aquele jornal diário do grupo Controlinveste.
"Não posso falar dos contornos que me levaram a tomar essa decisão", confidenciou Bruno Paixão ao DN, sem mais explicações.
Esta situação ocorre no fim da semana em que foram publicados na internet os dados pessoais dos árbitros portugueses. Moradas, números de telefone, BI, NIF, NIB, tudo esteve exposto durante dois dias. A lista desapareceu, no dia 19 de março, mas voltou a 22.
A nível desportivo, a semana foi particularmente difícil para Bruno Paixão, muito criticado pelo Sporting, que chegou a pedir o afastamento do árbitro setubalense da arbitragem. O árbitro já tinha pedido escusa para os jogos desta jornada e não estava escalado para nenhum jogo. (E muito criticado pelo Porto também). 
O Bruno. Conversa em 3/02/2004
Decidindo o árbitro para a semi final da Taça.
Pinto da Costa. Queres internacional, não é?
Pinto de Sousa. É, mais ou menos, pá.
PC. Acho que só pode ser o Bruno (Paixão).
PS. Pronto!
PC. Não nos apita há muito. Acho que o Bruno estava bem. É, eu acho que sim.

Árbitros e dirigentes portugueses, por J.Q. Manha
O árbitro Rui Silva, cujo currículo ostenta uma medalha dourada, em forma de apito, de 20 meses de suspensão, cometeu um erro técnico dos mais graves no jogo Leiria-Rio Ave, ao deixar em campo um jogador a quem, inequivocamente, mostrou o cartão amarelo duas vezes sem lhe aplicar a correspondente pena de expulsão.

São coisas que acontecem, até os melhores cometem erros, no melhor pano cai a nódoa, et cetera e tal. Pois, mas em vez de assumir o erro e aceitar a correspondente sanção administrativa, o honesto juiz e os sérios dirigentes dos dois clubes optaram por atribuir o primeiro cartão amarelo a outro jogador no relatório respetivo e foram dormir descansados.

Mesmo tratando-se de um jogo confidencial, o segundo com menos assistência em toda a Liga, seria expectável que algum dos 717 espectadores ou da meia dúzia de jornalistas presentes dessem conta pública dessa anedótica solução que o presidente do clube anfitrião, o desenrascado João Bartolomeu, não desdenharia designar por “reposição da verdade desportiva”.

Este caso não surpreende, por envolver agentes que são capazes de aprovar mudanças drásticas dos regulamentos durante as provas, apenas para se livrarem das punições desportivas previstas. Mas a magnânima solicitude dos emblemas envolvidos em relação a este árbitro em particular obrigará a um seguimento mais atento e interrogativo da sua carreira. Com estes apoios, Rui Silva vai longe.

O descrédito dos árbitros e da arbitragem em geral têm nivelado a exigência comportamental. Toda a gente quer o melhor para si e o pior para os adversários. Se um outro árbitro, eventualmente, viesse a cometer o mesmo erro de Rui Silva, logo alguém se chegaria à frente para exigir uma solução igual à do Leiria-Rio Ave, porque a desvergonha e o expediente fazem regra.

Durante 15 dias, uma parte significativa do país futebolístico insurgiu-se por todos os meios contra a “cobardia” de um fiscal de linha zarolho, que não tugia nem mugia à crítica desbragada do treinador do Benfica. O pobre homem viu-se coagido a apresentar queixa e a assumir uma notoriedade comprometedora, apenas para que a “classe” pudesse demonstrar que não discrimina nenhum lado com as suas retaliações, apesar do fiasco e da condenação generalizada ao boicote ao Sporting.

Custa compreender que, depois de tanto protesto e queixume, uma instituição de bem possa estar, afinal, de acordo com uma medida tão persecutória, injusta e condenável, ao defender, desta vez pela voz do próprio presidente, que uma greve dos árbitros aos jogos do Benfica “faria sentido”. E que os árbitros, tendo sentido já as consequências desse erro no prestígio e na carteira não tenham acordado finalmente, como o esperto Rui Silva, para os benefícios de um cordial entendimento com a clientela.

Árbitros?! Se eles não fossem “importantes”, o FCP não os corrompia, como mostram as escutas do Processo “Apito Dourado! Para quê gastar dinheiro com eles, se eles não conseguissem influenciar os resultados dos jogos?

PEDRO PROENÇA, um Árbitro Corrupto!
"No domingo passado eu e a minha namorada fomos às compras no Shopping Dolce Vita. Faltavam poucos minutos para acabar o jogo, FCPorto-Feirense, e decidimos ir embora para não apanhar a confusão dos adeptos a saírem do estádio. Quando íamos em direcção ao meu carro, estacionado junto ao Dragão Caixa, vejo sair do estacionamento subterrâneo do estádio, um BMW, com o Sr Pedro Proença no banco de passageiro da frente. Estranhei esse facto por este arbitro não ser habitante da cidade do Porto, e até comentei que seria engraçado se ele fosse o nomeado para o jogo de sexta-feira. Hoje fiquei sem reacção, quando soube pelo jornal a Bola que este tinha sido o escolhido. A sua aparição no Dragão pode até não ter nada a ver com as nomeações, mas é tudo muito estranho... cheira-me a algo de errado! Obrigado pela atenção."

Testemunho de Marinho Neves numa rede social:
«Vocês pensam que o Pedro Proença é benfiquista porque ele é sócio do Benfica mas enganam-se porque ele é o maior anti-benfiquista que anda por aí no futebol...»

Em 2002 (arbitragem inqualificável num Boavista-Benfica, com dois penáltis escamoetados aos encarnados);
Em 2004 (com um penálti assinalado a simulação grosseira de Silva no Benfica-Sporting);
Em 2005 (uma das piores arbitragens de que me lembro no futebol português, em Penafiel, na ante-penúltima jornada, com quatro penáltis por assinalar a favor do Benfica);
Em 2006 (num Benfica-Belenenses, que terminou zero a zero, e em que deixou passar uma grande penalidade evidente cometida sobre Nuno Assis); Em 2009 (com o famoso lance entre Yebda e Lisandro);
Em 2010 (penálti claro por marcar no Benfica-Sp.Braga, por mão de Rodriguez);
Em 2011 (logo na segunda jornada, mais dois penáltis surripiados ao Benfica, na Choupana); e já esta época, com o penálti assinalado em Braga, a Emerson, quase sempre o árbitro lisboeta foi protagonista, pelas piores razões.
Desde 2002, em 8 jogos decisivos, ou muito importantes, Pedro Proença escamoteou 10 grandes penalidades (!!!!) ao Benfica, assinalando mal, nalguns casos de forma grosseia, 3 penáltis contra o clube de que dizem ser sócio (o que, ou é mentira, ou parece mais uma simples manobra de diversão). Isto contrasta com o facto de nunca, mas mesmo nunca, Proença se ter equivocado em favor do Benfica.
(Querem mais provas? Ele é tão benfiquista como eu sou chinês. O facto de se ter feito sócio do Benfica apenas demonstra que não passa de mais uma manobra de diversão para a sua venalidade e desonestidade mental. Não passa tudo de um truque para desviar atenções, tão bem conhecidos de toda a gente, engendrados por parte do maior corrupto. É um dos árbitros mais corruptos do futebol português, juntamente com Olegário, Xistra, Miguel, Sousa, etc.).


Sobre a reacção dos adeptos do Benfica orgulhamo-nos de vos apresentar um documento único. Nem mais nem menos que uma gravação áudio dos comentários dum grupo de prosélitos do maior clube português enquanto assistiam, através da RTP, à transmissão em directo do jogo das Antas. 
A gravação reporta-se ao espaço medido entre o primeiro e o derradeiro apito do árbitro do encontro, o senhor Paulo Costa, do Porto. A transcrição dos comentários é fidedigna e não foi alvo de censura. A vossa atenção, portanto! 

— Quem é este tipo?
— É o Paulo Costa.
— Mas não é do Porto?
— Do Porto ou do F. C. Porto?
— Do Porto?
— É mas isso agora não tem importância nenhuma. Os melhores árbitros para os melhores jogos, é o que deve ser.
— Quem é este rapaz?
— É o Éder.
— Que ideia do Jesualdo de meter o Éder, que nunca jogou num jogo destes.
— Estamos em cima deles.
— Se o Éder ao menos soubesse centrar...
Ouvem-se aplausos.
— ...Golo, golo, mas que grande centro do Éder. O Tiago só teve mesmo de pentear a bola.
— Pentear a bola?
— É uma expressão que se usa.
— Mas que grande ideia do Jesualdo de lançar o Éder num jogo destes. É assim mesmo!
— O Porto andou atrás do Tiago mas o Veiga trouxe-o para a gente.
— Grande Veiga!
— Olhem-me só esta entrada do Costinha sobre o Simão.
— Nem falta nem amarelo.
— Está bem assim. É o critério do árbitro. Vai deixar jogar à bola com o mínimo de interrupções.
— O Jesualdo percebe imenso disto.
— Ena, que grande pantufada do Jorge Costa no Fehér.
— Nem falta nem amarelo.
— É uma arbitragem como no estrangeiro, em que os árbitros nem se vêem nem se ouvem.
— Eh pá, até parece o Colina.
— Chiça, mas o que é que o Petit fez agora para levar cartão amarelo?!
— O Costinha há bocado fez muito pior e nem sequer foi falta.
— Os árbitros também erram.
— Ah pois.
— Coitado do Fehér, está farto de levar.
— O Ricardo Rocha é o máximo.
— Mas não é defesa-esquerdo.
— Está bem, mas não se lembram do Marco Caneira na época passada?
— Não, não, não deixem esse tipo centrar...
— Olha-me só o Éder... Foi mesmo ao ângulo. 1-1, que chatice.
— Mas que ideia do Jesualdo de meter este tipo.
— Olha outra falta do Jorge Costa.
— Agora vai mesmo levar amarelo.
Ouvem-se aplausos.
— Um a um no marcador e um a um em cartões amarelos.
— Ah Petit que ias marcando...
— Ah Fehér que ias marcando.
— Só não marcou porque está politraumatizado da pancada que tem levado.
— Já podíamos ter isto resolvido.
— Isto sem o Zahovic é outra louça.
— Vai Simão, vai!
— Com um árbitro a sério o Jorge Costa ia já para a rua.
— Olhem, e vai mesmo.
Ouvem-se aplausos.
— O Simão está deitado no chão e a levar pontapés.
— O Paulo Costa não vê nada.
— Estamos desgraçados!
— O quê? Desgraçados a jogar com mais um?!
— Sim, desgraçados.
— Nunca estamos satisfeitos.
— Não sejam naïves, o árbitro agora enquanto não expulsar dois jogadores do Benfica não descansa.
— Isso é mania da perseguição.
— O que é naïves?
— É totós.
— Olha a tribuna presidencial tão bem composta.
— Olha o Bibi atrás do Pinto da Costa. E ao lado está o professor Paulo Barbosa.
— É professor de quê?
— Afinal quem é o Bibi?
— É aquele senhor que interrompeu um treino da nossa equipa de futebol para dar um recado ao Roger.
— Agora está zangado com o Vilarinho e com o Vieira...
— Por causa do Pedro Miguel?
— Que disparate! Por causa dos empresários.
— O que é que aconteceu ao Pedro Miguel?
— Foi despedido pelo filho do Bibi que é vice-presidente do Benfica.
— O Pedro Miguel é do Veiga ou do Paulo Barbosa?
— É do basquetebol.
— Porque é que estão a falar de basquetebol numa altura destas? Vais ser livre contra o Benfica e falta um minuto para o intervalo.
— Olha, foi à trave.
— De qualquer maneira, o Moreira estava lá.
— Tudo para as cabinas!
— Como é que acham que vamos jogar na segunda parte?
— Eu tirava o Éder, que deve estar abananado, e o Petit, que já tem um amarelo.
— E metias quem?
— Como é central metia o Hélder a defesa-direito e punha o Ednilson no meio.
— Isso é mariquice. Só temos um amarelo, o Benfica está a jogar bem e a controlar o jogo, temos um a mais. Eu só tirava o Drulovic e metia o Mantorras.
— O que é que está ali a fazer o Miguel?
— Qual Miguel?
— O nosso Miguel.
— Quem?
— O Miguel, caramba!
— É porque defende bem. Contra o Moreirense entrou e defendeu muito bem.
— Mas vamos jogar à defesa?
— Vamos jogar em contenção a ver o que dá.
— Quem é que terá dado o apito ao Paulo Costa? O homem não pára de apitar.
— O Deco parece o João Pinto a atirar-se para o chão.
— Olha o Tiago a passar por eles todos...
Ouvem-se aplausos.
— ...como é que me falhou um golo destes?!
— O Porto não joga nada. Se não fosse o proteccionismo do árbitro...
— Disseste «proteccionismo»?
— Sim. Parece-te exagerado?
— Não sei o que me parece.
— Pronto, lá vai o Éder levar um amarelo.
— Agora é que era de o tirar e adaptar o Hélder a defesa-direito.
— Estamos com um a mais e parece que estamos com um a menos.
— Nós temos um a mais mas eles têm o Paulo Costa. As coisas até estão desequilibradas.
— Isso é facciosismo.
— Mas que grande defesa do Moreira.
— É como eu digo, não é por causa do guarda-redes que o Benfica não chegou aqui com 18 pontinhos.
— Mas que desarme limpinho do Petit!
— Limpinho na tua opinião, o Paulo Costa marcou falta contra o Benfica.
— Isto está a ser científico.
— Olha, o Deco tropeçou sozinho, está mesmo em má forma.
— Sozinho na tua opinião. Acaba de ser marcada a 79.ª falta contra o Benfica.
— Três cartões amarelos para jogadores do Benfica em dois minutos.
— Olha, lá se atirou o Deco outra vez para o chão.
— E lá vai o Éder para a rua!
— Pronto, o árbitro já pode descansar.
— Isso é o que tu julgas.
— O Moreira está mal colocado.
— Um autogolo, uma frangalhada, um Paulo Costa, é de mais.
— O Moreira não é guarda-redes para o Benfica.
— Mas com o Moreirense safou-nos.
— Sofremos o segundo golo duma falta que não existiu e ficámos sem um jogador.
— Eu sempre disse que esse Durão Barroso não mandava nada.
— A culpa é do Roger.
— Quando o Roger saiu estava 1-1.
— Agora foi o João Manuel Pinto que levou um amarelo.
— Não há amarelos para os jogadores do Porto?
— Só depois de mais um jogador do Benfica ser expulso.
— O Miguel levou amarelo.
— Mas está a jogar?
— Não, está a falar.
— E agora levou vermelho.
— Eu não disse?
— Nem contra nove o Porto joga alguma coisa.
— Amarelo para o Simão.
— Isto não acaba?
— Pelas minhas contas o Paulo Costa vai dar um cartão amarelo a um jogador do Porto nos próximos dois minutos.
— Vamos todos contar em coro os segundos?
— 1, 2, 3, 4 ... 117, 118, 119, 120 segundos...
— ... e amarelo para o Costinha! Bestial!
Ouvem-se aplausos.
— Isto é mais do que científico! Só falta mesmo o fogo-de-artifício na Ribeira!
— O Mantorras devia ter entrado mais cedo.
— Se tivesse entrado mais cedo a esta hora já estava na rua.
— Antigamente podia-se vetar árbitros.
— Mas temos de viver do presente. E ainda hoje ganhámos por 11-0 em futsal a uma equipa de que não me consigo lembrar do nome.
Ouvem-se aplausos.
— A falta que faz o Zahovic!
— Lá se atirou outra vez o Deco para o chão.
— Mas agora o Paulo Costa não foi na fita. Ah, grande Colina!
— Também só faltam dois minutos para o fim do jogo.
— Quanto tempo de compensação é que acham que vai haver?
— Se o jogo estivesse empatado para aí uns 9 minutos, estando o Porto a ganhar para aí uns 3 minutos.
— Não, o Paulo Costa não tem lata de dar 3 minutos. Vai dar 5 minutos!
— Vai dar 4 minutos. Quatro minutos é que é fino!
— Quem é que vota em 4 minutos?
Ouvem-se muitas vozes: «Eu!», «eu!», «eu!»
— Lá está a placa com o tempo...
— Quatro minutos!
Ouvem-se aplausos.
— Acho uma grande injustiça se os jornais amanhã disserem que foi o Deco que levou o Porto ao colo.
— Acabou.
— Vamos mas é dar uma grande salva de palmas à nossa equipa de futsal e ao seu treinador, senhor Alípio Matos, que deu 11-0 hoje à tarde. E marcámos 7 golos em 11 minutos!
Ouvem-se aplausos e barulho de cadeiras a arrastar no chão.
Fim da gravação.
Leonor Pinhão in "A Bola" 24.10.2002

domingo, 15 de abril de 2012

(Mercenários,Cangados &Cia)A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (56)


O Record. Diferenças de tratamento.

Gil Vicente-FCPorto arbitrado por Bruno Paixão;
«Galo dá asas à águia»; «Derrota em Barcelos deixa campeões a 5 pontos do Benfica»; «Erros graves de Paixão prejudicam os portistas: dois penáltis por marcar e grande penalidade favorável aos gilistas precedida de fora-de-jogo»;

Vitor Pereira:"A minha equipa, má, o Gil, digno, a arbitragem, vergonhosa. Querem encomendar as faixas e levar a outra equipa ao colo"; «Dragão não perdia há quase 2 anos e falhou o recorde de invencibilidade dos encarnados».
Perguntemo-nos porquê, quando o Benfica noutras circunstâncias foi tanto ou mais prejudicado do que o FCPorto ontem, Alexandre Pais e oespecialista de capas Bernardo Ribeiro não apararam os golpes encarnados;



Vitória de Guimarães-Benfica arbitrado por Olegário Benquerença;
«Águia depenada»; «Encarnados queixam-se de dois penáltis não assinalados e têm o pior arranque de sempre», «Benfica lança forte ataque a Olegário Benquerença»; «Jorge Jesus:" Arbitragem foi tendenciosa"»;

«Rui Costa:"Quatro lances influenciaram resultado"»;
«LF Vieira: "Vamos até às últimas consequências"; «Campeão pode ficar a 9 pontos do FC Porto». 
 SCBraga-Benfica arbitrado por Carlos Xistra;

«Frango de Roberto dá início à reviravolta bracarense»; «Benfica entrega as faixas»; «Mossoró: Deitei cá para fora a raiva dos encontros com o Benfica»;

«Luís Filipe Vieira atira-se a árbitro assistente»;

«Treinador encarnado contesta expulsão de Javí Garcia».  

António Varela, o Fretista medíocre
«O FC Porto tem, nesta altura, o campeonato da próxima época mais ou menos ganho. Basta avaliar o fluxo de entradas e saídas do plantel e compará-lo com o dos rivais.»  António Varela, jornal Record, 5 de Junho de 2011.


«Fábio Coentrão será transferido para o Real Madrid, o Benfica encaixará um valor previsivelmente abaixo da cláusula de rescisão.» - António Varela, jornal Record, 5 de Junho de 2011.


«Jorge Jesus consegue identificar várias razões para explicar a desastrosa época do Benfica, mas é curioso que em nenhuma delas apareça como protagonista. São sempre os outros, raramente ele. Com esta capacidade para fazer autocrítica, é difícil que o Benfica possa ser mais forte em 2011/12 como promete. Porque ele próprio não viu onde falhou, em 2010/11.» - António Varela, jornal Record, 19 de Junho de 2011.


«Só por milagre um treinador com dezena e meia de novos jogadores poderá dar forma a um candidato credível.» - António Varela, jornal Record, 10 de Julho de 2011.


«A um catedrático como Jorge Jesus exigem-se grandes soluções para grandes problemas. Desatento com o que iria passar-se na pré-época, o treinador do Benfica permitiu que fossem contratados médios "ao quilo", quando precisava de defesas. Agora, teve de inventar um quarteto improvável: André Almeida, Javi García, Miguel Vitor e Fábio Faria. E se por acaso ficar fora da Champions logo na 3.ª pré-eliminatória? Pois que vá preparando na cátedra.» - António Varela, jornal Record, 24 de Setembro de 2011.


«Semana após semana, o treinador do FC Porto vai ganhando consistência no lugar. Depois de mais duas vitórias, Vítor Pereira deu um salto no discurso, passando a premiar publicamente quem o merece. Primeiro foram Moutinho e Hulk, seguiu-se-lhes James Rodríguez. Ele não era "um adjunto normal."Vê-se e ouve-se.» - António Varela, jornal Record, 19 de Setembro de 2011.


Tantas vezes se criticam os treinadores depois dos jogos por juízos errados, resolvemos desta feita fazer algo diferente e relembrar algumas tiradas na mouche do nosso estimado António Varela, um dos muitos experts insuspeitos do futebol indígena. Não fossem as atitudes de menino malcriado do actual treinador do FC Porto, que face aos ataques ao carácter de Jorge Jesus e às últimas declarações de epíteto de treinador trauliteiro - ao fim e ao cabo apenas à altura dos princípios e da mentalidade da Instituição desde que é liderada por Pinto da Costa -, e quase nos sentiríamos tentados a deixar-lhe uma palavra de compreensão pelos ataques de que tem sido alvo pelos apaniguados azuis e brancos que não conseguem compreender a mudança dos ventos, e se apressaram a colocá-lo nos píncaros sem que tivesse demonstrado o que quer que fosse, confiando cegamente no juízo de ancião de Pinto da Costa que
a) está apostado em demonstrar que com ele ao leme, qualquer treinador é campeão no FC Porto;
b) o faz vendendo pedras fundamentais como Falcão sem as substituir convenientemente e
c) ainda o faz promovendo activos impertinentes como Cristian Rodriguez.
Ao invés, trataram de enterrar Jorge Jesus antes de tempo, numa acção futurista e precipitada, como se tivessem o dom da adivinhação de uma actividade tão aleatória como é o futebol. Como em tudo, o tempo se encarregará de nos trazer a verdadeira razão. 


De facto, salvos os almighties Pintos na era dos xitos, a adivinhação é uma dádiva que não acompanha muitos, sobretudo se as suas análises se circunscreverem a mentes afectadas por clubites agudas que não deixam ver para além da verdade oficial. Cabendo aos escribas a obrigação de fazer futurologia, seria de bom tom que o fizessem de uma forma idónea e sustentada sem se deixarem toldar por ódios viscerais, antipatias pessoais e favorecimentos promíscuos, ofendendo a profissão que deveriam representar de uma forma objectiva e isenta.

Como vimos aludindo semana após semana, António Varela é um fretista.
À falta de verticalidade acresce a habitual bajulação a tudo o que se passa no Dragão, em contraponto com a desdenha pelas peripécias do mundo encarnado em que tudo está eivado de problemas insolúveis.
 A renovação substantiva da pôdre comunicação social é algo preocupante. Com o desaparecimento do activo de alguns Senhores jornalistas e irremediavelmente de outros como Artur Agostinho que, pese embora a sua côr clubística sempre foram capazes de se pautarem por elevação, seriedade, rigor e paixão contagiantes, ficamos agora entregues na sua esmagadora maioria a vendilhões do templo tipo Varela que, coitados, nem a sua dama sabem defender.

São uma autêntica vergonha para a profissão. Mas isso, infelizmente, estende-se a todos os outros sectores da sociedade portuguesa que longe de defender princípios e valores, está afectada por mentecaptos a quem os acasos do destino catapultaram para a ribalta, mas que nunca deveriam ter passado das vielas esconsas da obscuridade.

Absolutamente lamentável!  





António Varela, jornalista do Record
Um jornalista intelectualmente corrupto e medíocre, que se serve da sua profissão e posição num jornal que se diz isento, para fazer “PROPAGANDA” do clube de que é adepto. Terá sido ele um dos destinatários do famoso “relógio das Antas”?
 Depois do senhor Pereira ter vindo desabridamente atacar o carácter do treinador do Benfica numa acção desprestigiante para si próprio já que o principal dirigente do clube que representa  e seu mentor, não descola há muito dos patamares mais baixos da consideração e prestígio que deveria merecer um  clube que, sendo regional, tem obtido vários êxitos importantes nos últimos anos, Jorge Jesus não mordeu o isco e limitou-se apenas a impedir a formação de uma nova nuvem poluidora.


Perante aquela acção amiga do ambiente de não reacção, era crível que um dos vários freteiros lançasse novos dados para cima da mesa, até porque o ambiente para o clássico da próxima 6ª feira está demasiado calmo e tranquilo para os seus apetites bélicos. E eis o inefável AV que se entusiasma nas suas divagações e para quem o binómio – medo vs. invenção – estão sempre nas cogitações de Jorge Jesus, sobretudo quando se aproxima a hora crucial em que a desestabilização do Benfica pode vir a ser importante. É o tipo de jornalismo que fez escola nos últimos 30 anos, e que ataca despudoradamente a profissão e aqueles seus  camaradas que se esforçam por ser rigorosos e imparciais. 


Enquanto o senhor Pereira se limitou ao egocentrismo, AV vai mais longe; desenvolve-o, entrando por caminhos onde a sujidade impera. Afinal, segundo o seu conceito, Jorge Jesus reúne um conjunto enorme de defeitos:



- «‘É cego’ nas suas convicções – que afinal são poucas»;


- «Não explica porque muda sempre a equipa, a táctica e o posicionamento de jogadores-chave (…)»;


- «Na 4ª feira com o Manchester United, deixou-se do 4x2x3x1 e, ao pior estilo de Quique Flores, obrigou Aimar a esfalfar-se atrás de Cardozo, num 4x4x2 tradicional… empatou, quando podia ter ganho»;


- «A empatar ou a perder, Jesus nunca aprende a lição e dá sempre um sinal de inferioridade aos jogadores, pressionado pelo nome dos adversários (…)»;



Para o senhor Pereira, e como se esperaria, os elogios foram em catadupa,não vislumbrando António Varela quaisquer defeitos na sua personalidade. Assim:



«Semana após semana, o treinador do FC Porto vai ganhando consistência no lugar»;


- «Depois de mais duas vitórias, Vitor Pereira deu um salto no discurso , passando a premiar publicamente quem o merece. Primeiro foram Moutinho e Hulk, seguiu-se-lhes James Rodriguez»;


-«Ele não era ‘um adjunto normal’. Vê-se e ouve-se».



Perante este rambório encomendado à la carte pela Torre das Antas, mas que AV dada as dificuldades interpretativas que o caracterizam, resolveu adicionar um toque pessoal e que acabou por resultar num chorrilho de baboseiras, recusamo-nos, desta vez, a comentar tão elevadas doses defretismo. 
(Blogue Anti.Benfica)

 Record: estranha-se o critério editorial
O Sport Lisboa e Benfica vem demonstrar a sua indignação perante a primeira página da edição de hoje (22 de Janeiro) do jornal desportivo “Record”, com o título “Quique fala mal de nós”, alusão a uma frase proferida por Katsouranis no âmbito da visita realizada, ontem, pelo Clube à Escola Básica do 1.º ciclo Professor José Salvado Sampaio – no âmbito da iniciativa “O Benfica faz bem”.

A frase é colocada sem a devida contextualização na capa do jornal, o que revela falta de rigor, de profissionalismo e má fé.

Desconhecemos as reais intenções do “Record” ao apresentar esta manchete, que visa não mais que criar uma polémica que na realidade não existe. Outras ideias transmitidas pelo atleta, nomeadamente aludindo ao orgulho de representar o Benfica, à sua vontade de ser campeão no Clube, entre outras, não mereceram igual tratamento, provavelmente por não passarem a sensação de controvérsia, algo que parece ter um valor acrescido para os responsáveis editoriais do “Record”.

Para compreender o tom descontraído das afirmações do futebolista grego, bastará observar o tratamento noticioso que foi dado à acção nos restantes órgãos de comunicação que estiveram presentes na já referida instituição de ensino.

A partir do momento em que Pinto da Costa passou a ser accionista da Cofina (Record e Correio da Manhã) as notícias que têm surgido, nesses "pasquins", sobre o Benfica têm sido muito "engraçadas" ...

LIBERDADE DE INFORMAÇÃO NO SEU MELHOR

Estatuto dos Jornalistas. 

Artigo 14º : DEVERES

1 (a) Informar com rigor e isenção, rejeitando o sensacionalismo e demarcando claramente os factos da opinião.

Já estou como a Ferreira Leite. Será que não era melhor suspender a democracia por uns tempos, para impedir que o Correio da Manhã continue a difamar o Luís Filipe Vieira e o S.L.Benfica? Para impedir que um jornal que se diz informativo ande a desinformar o país? Será que tantas mentiras são fruto do acaso? Como disse o Benfica em comunicado, comprar o Correio da Manhã não é a melhor escolha para quem quer informação séria e credível.
Nota: Pinto da Costa é accionista do Grupo Cofina

Notícias difamatórias do Correio da Manhã (Grupo Cofina)

Os alvos preferenciais das mentiras são Luís Filipe Vieira e Rui Costa

“Luisão só jogou após aumento garantido” (26/08/2009) MENTIRA

"Grupo de dispensados do Benfica) queixa-se de estar a ser marginalizado" (12/08/2009) MENTIRA

"Rui Costa fica à margem das contratações" (01/08/2009)MENTIRA

"Arnaldo Marques da Silva com ligações ao Benfica" (24/07/2009) MENTIRA

"Roubos" do Porto irritam Rui Costa" (09/07/2009)MENTIRA

"Rui foi o último a saber" (contratação de Saviola) (28/06/2009) MENTIRA

"Ameaças vieram de Vieira" (20/06/2009) MENTIRA

"Jantar de carácter obrigatório" (13/06/2009) MENTIRA

"Rui Costa quer Rui Jorge no Benfica" (06/06/2009)MENTIRA

"Bagão Félix diz não a Vieira" (06/06/2009) MENTIRA

"Medo da bolsa trava Jesus" (04/06/2009) MENTIRA

"Sem dinheiro para reforços" (30/05/2009) MENTIRA

"Caso Ramires pode dar multa de 2,5 milhões de euros" (29/05/2009) MENTIRA

"Rui Costa: Jornalista insultado" (29/05/2009) MENTIRA

"Vieira exige firmeza a Rui" (28/05/2009) MENTIRA

"Filipe Vieira insulta inspector do fisco" (23/05/2009)MENTIRA

"Cabecilhas dos No Name protegidos por Vieira" (18/05/2009) MENTIRA

"Rui Costa e Vieira entram em choque" (13/05/2009)MENTIRA

"Jorge Jesus no Benfica por duas épocas" (09/05/2009)MENTIRA

"Falta de receitas atrasa pagamentos" (24/04/2009)MENTIRA

"Filipe Vieira culpa Rui Costa" (23/04/2009) MENTIRA

"Bétis dá 2 milhões a Quique Flores" (19/04/2009)MENTIRA

"Presidente e director desportivo discutiram na SAD" (09/04/2009) MENTIRA

"Scolari e Eriksson na agenda da águia" (08/04/2009)MENTIRA

PAULINHO SANTOS E A CS
O maior exemplo como certos meios de comunicação operam foi o caso JVP-Paulinho Santos. Este caso sucedeu no inicio das televisões privadas. A RTP enquanto transmissora de mais um FCP-SLB tinha no estádio umas 20 câmaras. A SIC e a TVI só tinham uma cada.
No decorrer do jogo o JVP é expulso por agressão. A transmissão da RTP mostra a cena da agressão do JVP, mas nunca mostra os momentos anteriores. JVP tinha sido barbaramente agredido, e o Paulinho Santos tinha-lhe partido a cana do nariz. Imagens da agressão do Paulinho Santos só aparecem na SIC e TVI, apesar das imagens terem pouca qualidade já que só tinham uma câmara para gravar algumas cenas. Todos ficaram estupefactos como é que a RTP não tinha imagens para mostrar se tinha inúmeras câmaras. Claro que depois se veio a saber que as cassetes com as gravações integrais da cena tinham desaparecido. E foi assim que a RTP não prestou serviço público, mas sim um serviço a favor do FCP!
Este caso é um dos mais evidentes mas nem sequer é a ponta do iceberg!
Muitos foram os jornalistas nos últimos 30 anos que foram silenciados quer por despedimentos quer por agressões físicas e não só. Enquanto isso, foi ver jornalistas sem qualidade a treparem até aos mais altos cargos, só porque defendiam o FCP, nem que para isso atuassem como autênticas prostitutas!
Difamação a Pinto da Costa: Confirmada absolvição da SIC
A Relação do Porto manteve sem efeito a condenação do jornalista José Manuel Mestre e da SIC por difamação a Pinto da Costa, numa revisão de pena baseada em sentença do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH).

O acórdão dos juízes-desembargadores do Porto, a que a agência Lusa  teve acesso, mantém na íntegra a decisão tomada em 1 de Abril passado pelos Juízos Criminais do Porto, rejeitando deste modo os argumentos aduzidos em recurso pelo presidente do Futebol Clube do Porto (FCP).  
A sentença deste recurso extraordinário de revisão da pena de José Manuel Mestre, agora confirmada, absolve-o do crime de difamação ao presidente do FCP, ao contrário do que havia sido determinado pelos mesmos Juízos em 2001 e confirmado pelo Tribunal da Relação em 2002.  
Jornalista e empresa recorreram ao TEDH, que em 2007 absolveu o jornalista e condenou o Estado português por não ter acautelado a defesa da Liberdade de Expressão, conforme artigo 10.º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.  
A sentença da instância europeia tornou-se inconciliável com a dos Juízos Criminais do Porto, argumento usado pela defesa de José Manuel Mestre e da SIC para convencer o Supremo Tribunal de Justiça à referida revisão de  pena.  
Em causa está uma entrevista em 1996 ao então secretário geral da UEFA, em que José Manuel Mestre questionou Gerhard Aigner sobre como era possível  que o presidente da Liga de Clubes, que, ao mesmo tempo era presidente de  um clube, se sentasse no banco de suplentes, à frente do árbitro, de quem era, "por inerência", patrão.  
Pinto da Costa sentiu-se difamado com a pergunta e conseguiu que os Juízos Criminais do Porto condenassem o jornalista e a SIC ao pagamento de uma multa de 3.990 euros, numa decisão confirmada pelo tribunal de apelação em 2002.  
Já em 2007, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou que a decisão da justiça portuguesa foi "ilegítima, injusta e infundada".  
O tribunal de Estrasburgo questionou que se sancionasse um jornalista "por ter formulado as suas perguntas de certa maneira" e considerou que,  com aquela sentença, a Justiça portuguesa "violou um direito fundamental do cidadão", o da liberdade de imprensa.  

Olivedesportos
Em relação á Olivedesportos, quando o Benfica quebrou o contracto, depois do Vale Azevedo se tornar presidente, o Guilherme Alguidar, o Costa, Manel Tavares (editor do jornal O Jogo), Oliveira (filho do Oliveira), Oliveira( o ex-treinador do FCPorto) e mais uns tipos, reuniram-se na sala de reuniões do jornal O Jogo, para tomar medidas no "sistema" para o Benfica sofrer represálias intimidatórias, tanto a nível de imprensa como a nível federativo (Liga incluída). Obviamente que esta reunião foi "off-the-record". As mais banais eram as notícias fabricadas ou as inflamadas.
Porque segundo o Jorge, o responsável financeiro ou qualquer coisa do género do jornal O Jogo, "o Benfica é que vende". Mandaram um sócio do FC Porto pagar a um cunhado para dizer que o jornal (Record) o tinha subornado para dizer mal do FCPorto. Este caso até passou nos 4 canais de TV mas toda a imprensa ocultou o caso.