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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

(Pedroto o Pai da Corrupção) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (38)

José Maria Pedroto – estratega do ódio e pai da corrupção

“Em 1960, Pedroto torna-se o primeiro treinador Português com curso superior. Foi um treinador com excelentes capacidades técnicas associadas a um discurso agressivo, que viria mais tarde a caracterizar outro José (Mourinho).

Enquanto treinador, continuou a evidenciar-se nos "estudos", obtendo uma brilhante classificação num curso de treinadores efectuado em França. Estes resultados, aliados ao bom trabalho nas camadas jovens do FC Porto, levaram-no ao posto de treinador da selecção nacional de juniores.
Pedroto regressa ao FC Porto já com Pinto da Costa como presidente. Nesse período ainda venceu uma Taça de Portugal e foi finalista da Taça das Taças. Pedroto e Pinto da Costa criaram as bases para a série de grandes êxitos que se seguíram e que culminaram com a vitória na Taça dos Campeões Europeus. Ao "leme" estava o seu discípulo Artur Jorge, um dos dois treinadores portugueses campeões europeus de clubes, a par de José Mourinho, em 2003/04, também ao serviço do FC Porto.

Para a maioria dos portistas, este homem é uma lenda, um herói. Mas para adeptos do futebol como eu, ele foi a semente do ódio e da corrupção dos últimos 30 anos no futebol português.

Como exemplo, relato este episódio contado pelo jornalista Neves de Sousa:
“Pouca gente soube que o muito saudoso José Maria Pedroto esteve a um pequeno passo de ser treinador do Sporting, quando João Rocha era presidente do clube de Alvalade. Tudo estava acertado, pormenor por pormenor , até à mais ínfima partícula de um documento que vinculava as duas partes, pelo menos durante uma temporada fotobolistica. Porém, no dia em que estava aprazado a assinatura nos papelinhos, Pedroto travou o gesto e subitamente disse para o  presidente do Sporting: “Esqueci-me de lhe lembrar, mas falta aqui uma clausula. Está tudo certo, tanto em relação aos meus prémios, como aos meus vencimentos, o caso do apartamento e do carro às ordens, tudo muito bem, mas o senhor presidente esqueceu-se de que eu lhe tinha dito logo no primeiro encontro: só vou para um clube que dê garantia de contar com os árbitros.

“Como, não percebo?”, indagou João Rocha, nessa altura pouco habituado a saber o que era certa fatia da arbitragem, Pedroto meteu a caneta na algibeira, levantou-se e apenas disse: “Quinze mil são para mim, mas para os árbitros são precisos outros tantos, caso contrário o Sporting só ganha campeonatos lá para o fim do século.”

O contrato acabou por não ser assinado. Pedroto rumou para outra latitude, mais compreensiva. O Sporting continua a ver navios.”

Ao contrário da lavagem de imagem que a imprensa avençada tem-se esforçado por fazer nos últimos anos, Pedroto era “intratável e tinha atitudes que roçavam o racismo", conforme afirmou Mário Wilson nos anos que teve que conviver com este senhor.

Assina contrato com o FC Porto, após uma investida directa de Pinto da Costa, que estava devidamente autorizado pelo Presidente Américo Sá para contratar a qualquer custo o treinador português. José Maria Pedroto apenas colocou uma condição que se verificou: que Pinto da Costa fosse o Chefe de Departamento de Futebol Profissional. Começava assim uma dupla que marcou e marcará inquestionavelmente para sempre uma época no futebol português.

Pinto da Costa e José Maria Pedroto traçaram uma estratégia que visava afrontar todos os poderes instalados no futebol português e de uma vez por todas acabar com a hegemonia dos clubes da capital.

A temporada de 1976/77 foi altamente conflituosa. O FC Porto acabou apenas em 3º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão a 10 pontos do SL Benfica que foi o Campeão Nacional. Venceu porém a Taça de Portugal numa final onde derrotou o SC Braga por 1-0.

No ano seguinte, finalmente, foi quebrado o longo jejum de vitórias dos FC Porto no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Os azuis e brancos sagraram-se Campeões Nacionais depois de um competição disputadíssima, decidida na “goal average”, com o SL Benfica, que foi 2º classificado, com a proeza inacreditável protagonizada pelo clube da Luz, que não perdeu qualquer encontro na prova e não foi campeão.

Renovou o título de Campeão Nacional na época seguinte de 1978/79 em mais um campeonato extremamente disputado com o SL Benfica. Em 1979/80 perdeu o título para o Sporting CP, quedando-se o FC Porto no 2º lugar do Campeonato Nacional da 1ª Divisão somente a 2 pontos dos leões de Alvalade.

Depois destes 3 anos à frente da equipa do FC Porto o clima de “guerrilha” no futebol português, envolvendo os principais clubes e os poderes de decisão na FPF, estava extremamente intenso e fortemente acicatado por José Maria Pedroto e Pinto da Costa. Era um chorrilho de polémicas e um constante ambiente fervente entre os protagonistas.

Mário Wilson, durante o período em que foi treinador do SL Benfica, ou mesmo na Selecção Nacional, foi sempre um alvo privilegiado de José Maria Pedroto, como se tratasse de um verdadeiro ódio de estimação.

Como exemplo do clima que se vivia e as repercussões nas pessoas destaca-se recorrentemente um episódio ocorrido na época de 1979/80. Naquele período, Mário Wilson era o seleccionador nacional que convocou vários jogadores do FC Porto para representar Portugal num jogo particular contra a Espanha que seria disputado na cidade de Vigo. Esse jogo seria realizado entre os dois jogos do FC Porto para a Taça dos Campeões Europeus frente ao AC Milan o que evidentemente prejudicava a preparação da equipa portista.

Por isso, José Maria Pedroto não se conteve, chamando “palhaço” a Mário Wilson. Os jogadores do FC Porto iriam juntar-se ao grupo da Selecção Nacional que vinha de Lisboa, na Estação da Campanhã no Porto. Aí, em vez dos jogadores do FC Porto estava uma verdadeira multidão em fúria que apedrejou o comboio que transportava a equipa de Portugal.

José Maria Pedroto foi multado pelas instâncias federativas em 500 escudos. O popular “Zé do Boné” não emendou, em jeito de reacção acrescentou: “Quando disse que Mário Wilson, como treinador, era um palhaço, não tive intenção de ofender os palhaços.”

A verdade é que este tipo de discurso era recorrente em José Maria Pedroto. Frases como “temos de lutar contra os roubos de igreja no Estádio da Luz”, ou “passamos de pombinhos provincianos a falcões moralizados”, ou ainda “é tempo de acabar com a centralização de todos os poderes na capital” eram frequentes no linguajar do técnico.

Depois do FC Porto perder o Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1979/80, não conquistando o tri, José Maria Pedroto foi afastado do cargo de treinador principal do azuis e brancos pelo Presidente Américo Sá que se dizia farto das polémicas e conflitos gerados pela dupla Pinto da Costa e Pedroto.

A saída de José Maria Pedroto e de Pinto da Costa do FC Porto foi conturbada originando o célebre verão quente de 1980, quando 14 jogadores do FC Porto, onde constavam nomes como o de Costa, Oliveira, Octávio, Sousa, Frasco, Gomes, entre outros, fizeram uma autêntica rebelião não comparecendo aos trabalhos no arranque da temporada de 1980/81.

O Presidente do FC Porto Américo Sá deixava o nome de Pinto da Costa fora das listas concorrentes aos órgãos sociais. Em forma de protesto e demonstrando estar ao lado do actual presidente portista, 14 jogadores não compareceram aos trabalhos de preparação para a nova época sob os comandos do austríaco Herman Stessl, entretanto escolhido para suceder a José Maria Pedroto.

Esses 14 jogadores trabalhavam no Pinhal de Santa Cruz do Bispo às ordens de Hernâni Gonçalves, preparador físico de José Maria Pedroto, enquanto que os jogadores do FC Porto, os apelidados de “alinhados”, prosseguiam a sua preparação em Leiria.

Desempregado, José Maria Pedroto, foi alegadamente seduzido por responsáveis do SL Benfica para assumir o cargo de treinador principal dos encarnados. Esse facto não se consumou porque, dizem, alguns dirigentes benfiquistas vetaram o ingresso do técnico no clube, outros, afirmam que foi o técnico que não aceitou rumar a Lisboa pois pretendia continuar a trabalhar no norte do país.

Para o Sporting CP acabou por rumar o britânico Malcolm Alison, para o SL Benfica o húngaro Lajos Baroti e José Maria Pedroto permaneceu inactivo no início da época de 1980/81.

Entretanto, em Guimarães, o Vitoria SC arrancava para a época de 1980/81 com enormes expectativas de sucesso. O recentemente empossado Presidente da Direcção do Clube vitoriano, o jovem Pimenta Machado, tinha contratado um punhado de jogadores de inegável qualidade, desde os internacionais Damas e Blanker, a jogadores da categoria de Barrinha e Nivaldo, até aos jovens Fonseca e Ribeiro.

Depois de um início de prova algo titubeante o Presidente do Vitoria decide despedir Fernando Peres e Cassiano Gouveia, a dupla técnica que comandava a equipa, à passagem da 7ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão depois de uma derrota frente ao SC Espinho por 3-1.
Diz-se que incentivado por Pinto da Costa, o Presidente do Vitoria, Pimenta Machado, decide contratar tão só a melhor equipa técnica nacional, numa ousadia que espantou todo o futebol português. É desta forma que José Maria Pedroto, coadjuvado por António Morais e Artur Jorge, ingressa no Vitoria Sport Clube.

A entrada do treinador José Maria Pedroto revelou-se importante, pois o Vitoria melhorou significativamente de produção, alcançando resultados bem mais consentâneos com a valia da equipa.

A estratégia de Pedroto, para quando perdia, passava por imputar as responsabilidades pelas derrotas ao exterior. Quando perdia, a culpa ou era do árbitro, ou dos poderes instituídos no futebol português que teimavam em prejudicar a sua equipa.

Após a passagem pelo Vitoria de Guimarães a sua carreira no futebol prosseguiu regressando novamente ao FC Porto, já com Pinto da Costa na presidência do principal clube da cidade invicta.

O Vitoria SC e os seus dirigentes tudo fizeram para manter José Maria Pedroto no cargo de treinador da equipa principal. Os vimaranenses terão mesmo oferecido um salário de 1.500 contos por mês, quantia superior aquela que José Maria Pedroto foi auferir como técnico do FC Porto.

Foi a partir da época de 1982/83 que a dupla José Maria Pedroto e Pinto da Costa começaram a lançar os alicerces do FC Porto moderno.

Ele e o seu aprendiz, Pinto da Costa, dividiram o país, erigiram guerras sem fundamento, lançaram o ódio, a mentira e o cinismo para cima dos adeptos e do quotidiano desportivo.
Pedroto será talvez a figura, de entre todas as áreas de actividade, que mais mal fez a Portugal e à sua coesão colectiva no último quarto de século, um mal de consequências que só o futuro poderá apurar.

E o seu aprendiz é estranhamente tolerado e branqueado por uma comunicação social imediatista, superficial e reverente para com o poder, por dirigentes desportivos e agentes diversos que fazem do servilismo um modo de vida, e até por uma classe política medíocre e bajuladora, capaz de o receber, ano após ano, a expensas dos nossos impostos, nos luxos da Assembleia da República.

Deve dizer-se, de forma bem clara, que o objectivo de vida de Pedroto e de Pinto da Costa não foi atingido. Apesar dos títulos conseguidos pelo F.C.Porto – grande parte deles à custa das mais variadas formas de viciação, muitas delas para além das questões vindas a público no âmbito do processo Apito Dourado -, a verdade é que o clube nortenho nunca foi capaz de se afirmar como referência nacional, nem cativar a simpatia, ou mesmo o simples respeito, da esmagadora maioria dos adeptos portugueses, sobretudo fora das fronteiras da sua delimitada região.

Pedroto e depois Pinto da Costa nunca conseguiram matar a alma benfiquista, nem retirar uma pevide à gigantesca massa adepta do clube encarnado, que semana a semana, em Portugal e no mundo, vibra com os jogos do Benfica.
Mesmo tendo, ao longo deste período, ganho mais vezes, o F.C.Porto nunca venceu por si próprio, mas sim e sempre, contra alguma coisa. Contra o Benfica, contra Lisboa, contra o Sul, contra os fantasmas dos seus próprios complexos. Mesmo ganhando aos grandes nunca deixou de ser pequeno. Uma pequenez do tamanho do seu presidente, que transformou uma instituição outrora respeitável num antro de rancor e podridão.

O clube do povo continua a ser o Benfica, de Norte a Sul, do Minho ao Algarve, do Continente às Ilhas, e é por isso que o ódio de Pinto da Costa aos encarnados permanece tão vivo.
Pedroto e o seu aprendiz. O primeiro já faz tijolo há anos e o segundo estrebucha porque sabe que já não tem muito tempo e mesmo com 30 anos de roubos, continua a liderar um clube pequeno, que não soube evoluir, crescer, tornar-se grande. Por tudo isto, recuso-me a ver em Pedroto alguém de valor. É o responsável e a semente de 30 anos de corrupção, ódio e guerra no futebol português.

 A carneirada e a “espera” à selecção nacional em Campanhã
Por Homero Serpa
“De vez em quando os clubes de futebol declaram os seus jogadores indisponíveis porque os interesses clubísticos se sobrepõem aos da representação nacional. Um dos casos mais graves registou-se em, 1979 quando o FCP, cujo futebol estava sob o comando de Pinto da Costa, se revoltou contra a convocatória para um jogo de carácter particular a realizar na Galiza. Foi um incidente de grandes repercussões, por um lado o FCP e a sua Associação, alinhada pela rebeldia, por outro a Federação  com os clubes e outros órgãos na expectativa. Os portistas tinham dias depois um jogo internacional importante, quero só destacar os casos que se acumularam num caderno antidesportivo ainda hoje lembrado como bandeira do negativismo. O técnico do FCP aproveitou a oportunidade para utlizar frases infelizes contra Mário Wilson, o selecionador nacional.
Mas o mais grave foi a espera à equipa no largo fronteiriço à estação de Campanhã, onde devia tomar o autocarro com destino a Vigo por uma multidão ululante e agressiva entre a qual se encontrava Pinto da Costa”. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

(Túnel, a Verdade) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (37)

O TÚNEL

A investigação da Polícia da Segurança Pública (PSP) sobre os incidentes no túnel do estádio da Luz, a 20 de Dezembro de 2009, concluiu a existência de "mau estar" na equipa do FC Porto provocado pelos seguranças.

O relatório da Divisão de Investigação Criminal da 3.ª Esquadra da PSP, baseado no qual o Ministério Público (MP) proferiu acusação contra Hulk, Sapunaru, Fucile, Helton e Cristian Rodriguez, refere que "a constante identificação e acompanhamento do 'staff' do FC Porto (...), bem como o impedimento a determinados acessos, não era normal".
"É certo que tal situação criou mal estar no 'staff' do FC Porto", concluiu a investigação, realçando que as supostas atitudes dos seguranças foram testemunhadas "por elementos policiais".
A conclusão da investigação, a que a Lusa teve acesso, salienta que Sandro Correia, um dos dois autores da participação judicial, impediu "a passagem de Fernando Oliveira (responsável pela segurança dos 'dragões')".
Nota-se ainda que o assistente de recinto desportivo insistiu no pedido de identificação do delegado ao jogo do FC Porto, Reinaldo Teles, e negou a sua presença na manga do túnel "por não estar devidamente credenciado para permanecer naquele local", quando aquele elemento dos portistas tinha autorização para o exercício das suas funções.
Salienta a conclusão da investigação que o "mau estar estará relacionado com o incentivo de Fernando Oliveira (elemento da comitiva do FC Porto encarregue da segurança) à desordem"instigando os jogadores portistas "para saírem do balneário", comprovado com fotogramas extraídos de câmaras de videovigilância.
O apuramento dos factos permitiu ainda refutar a tese do 'staff' do FC Portode que a saída dos jogadores do balneário foi motivada pelos elementos da equipa do Benfica "entoarem cânticos e baterem com os pés" com o propósito de afrontarem os portistas, derrotados por 1-0.
"Não corresponde ao verificado nas imagens, pois o visionamento não indica se é percetível qualquer batimento das botas", refere-se.
Concluiu-se ainda na investigação que não foi possível constatar a ocorrência de "injúrias entre ambas as partes", porque as quatro câmaras de videovigilância no acesso aos balneários do estádio da Luz "não são possuidoras de sistema de recolha de som".
O MP deduziu acusações contra os cinco jogadores do FC Porto, depois de dar como provadas as agressões, com murros e pontapés, a Sandro Correia, que lhe provocaram traumatismo na face e num membro inferior, e a Ricardo Silva.
Os jogadores do FC Porto alegaram que foram injuriados e difamados pelos seguranças e requereram a abertura da instrução do processo.
A Acusação do MP
De acordo com a acusação, a que a agência Lusa teve acesso, Helton, Fucile, Hulk e Cristian Rodriguez são acusados de um crime de ofensa à integridade física simples, enquanto Cristian Sapunaru é acusado de dois. O romeno Sapunaru e os brasileiros Helton e Hulk atingiram com socos e pontapés no tronco, no abdómen e na virilha o Assistente de Recinto Desportivo (ARD) Sandro Correia no túnel de acesso ao relvado.

Segundo a acusação, o segurança - funcionário da empresa Prosegur - sofreu várias lesões, "designadamente traumatismo da face e membro inferior direito e ferida frontal irregular", que lhe causaram "incapacidade para o trabalho profissional por um período de nove dias".
Cristian Rodriguez e Jorge Fucile são acusados de terem atingido o segurança Ricardo Silva, da mesma empresa, "com socos e pontapés nos membros inferiores, região lombar, pescoço e cabeça".

A acusação refere que Ricardo Silva tentava "suster o avanço dos jogadores do FC Porto", tendo sido impedido "pelo jogador Bruno Alves e, de imediato, rodeado pelos arguidos Cristian Rodriguez e Jorge Fucile".

Depois de agredir Sandro Correia, Sapunaru juntou-se a Rodriguez e a Fucile nas agressões a Ricardo Silva, que pontapeou e socou quando este se encontrava agarrado pelos seus dois companheiros de equipa uruguaios.

A acusação sustenta que os jogadores "agiram deliberada, livre e conscientemente, querendo e conseguindo com a sua atuação, individual e complementar entre si, molestar fisicamente os ofendidos, ainda que soubessem ser o seu descrito procedimento proibido e punível".

Os jogadores incorrem numa pena de prisão até três anos, prevista no artigo 143.§, n.§1 do Código Penal. mas a acusação considera que a pena aplicável a Sapunaru - acusado de dois crimes - não deverá ser superior a cinco anos, porque não possui antecedentes criminais e a sua conduta "não produziu consequências especialmente graves nos ofendidos".

Fonte próxima da defesa dos jogadores revelou que vai ser requerida a abertura de instrução, para que um juiz avalie se o caso tem elementos que justifiquem que o processo siga para julgamento. Os prazos começam a decorrer só depois de notificados os jogadores, o que ainda não se verificou.
O relatório do MP diz também que elemento afecto ao FC Porto esteve na origem dos socos e pontapés.

Fernando Oliveira, segurança do FC Porto, foi o responsável pela pancadaria que redundou nas agressões de Hulk, Sapunaru, Helton, Rodríguez e Fucile a dois Assistentes de Recinto Desportivo (ARD), após o jogo com o Benfica, na noite de 20 de Dezembro de 2009, de acordo com o que consta no processo.

Pinto da Costa
Não faço ideia se o Ministério Público também fez o mesmo quando foi o soco do Scolari, ou se fez o mesmo em diversas agressões públicas que têm sido praticadas. Portanto, não vou comentar, vou aguardar serenamente”. Pinto da Costa.

Comentário ao saber das acusações do MP. Então “se fez o mesmo em diversas agressões públicas” é porque houve, de facto, agressões, facto que eles sempre negaram. Assim se descai um mafioso.

As agressõres de Hulk e Sapunaru
Os incidentes que ocorreram na Luz, após o apito final do árbitro Lucílio Baptista, e que resultaram nas expulsões de Hulk e Sapunaru, terão começado com... Fernando.

Segundo Record apurou junto de fontes que assistiram ao ocorrido, tudo começou quando o médio dos dragões, de 22 anos, pontapeou a manga do túnel, que ficou torta. Na altura, Sandro, um segurança da Prosegur, chamou o delegado da Liga presente no local e pediu que tomasse conta do ocorrido.

Acto contínuo: Fernando ter-se-á dirigido à cabina, de onde, momentos depois, saíram alguns jogadores dos azuis e brancos, um lote onde constavam Helton, Hulk e Sapunaru. Na altura, os portistas rodearam o segurança em causa, ouvindo-se palavras como "estás a pressionar desde o início" ou "estás em cima de nós e não nos largas". Sapunaru, ao que tudo indica, deu-lhe um murro na cara, que resultou numa ferida que teve de ser suturada com 8 pontos, estando Hulk também envolvido na confusão.

O ocorrido foi, segundo fonte do Benfica citada pela Lusa, "uma agressão violenta a um ‘steward' que se limitava a dividir as zonas do FC Porto e do Benfica" e que só foi sanado após intervenção da polícia. O segurança em causa, disse o mesmo interlocutor, pondera apresentar queixa às autoridades por agressão.

Mais cedo

Antes do encontro se iniciar, Reinaldo Teles foi interpelado pelo mesmo segurança para se identificar (no túnel só podiam permanecer pessoas credenciadas) e o responsável portista respondeu que o seu nome estava na ficha de jogo e que não abandonava o local. O incidente foi sanado com o aparecimento de Rui Costa.

O administrador da Benfica, SAD pediu que as regras fossem ultrapassadas em alguns casos, dizendo que se responsabilizava pela permanência de Reinaldo Teles no túnel até que a ficha de jogo fossepública. Foi este incidente que provocou as palavras dos portistas, no final, quando disseram "estás em cima de nós desde que chegámos".

(Record)
A PROSEGUR E O TÚNEL
PROSEGUR acusou hoje o director de operações da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e o delegado daquele organismo ao jogo Benfica-FC Porto de 20 de Dezembro de "deturparem a realidade dos factos nos incidentes verificados".



"Recentemente foram divulgados, pela Comunicação Social, depoimentos prestados no processo de audição, designadamente do delegado e do director de operações da Liga ao referido jogo, que deturpam a realidade dos factos, devidamente comprovados por imagens e declarações", disse à agência Lusa fonte próxima da administração da empresa.

"De acordo com esta fonte, a empresa "tem procurado adoptar uma posição equidistante de toda a polémica relacionada com os incidentes no túnel do estádio da Luz, aquando do último Benfica-FC Porto".



A empresa prestadora de serviços de segurança privada em recintos desportivos entende que os depoimentos prestados pelos dois responsáveis da Liga merecem "o repúdio e constituem mesmo uma falta de respeito pelos stewards que foram agredidos no correcto desempenho das suas funções".



A PROSEGUR acrescenta que está a dar todo o apoio aos seus dois colaboradores, "que foram agredidos no desempenho das suas funções, tal como está devidamente documentado e comprovado e que entenderam apresentar queixa por ofensas corporais".

A empresa afirma ainda que se reserva "ao direito de avaliar o relatório definitivo, proceder às lógicas e adequadas medidas que defendem a imagem da empresa e dos seus colaboradores".

No último Benfica-FC Porto, relativo à 14.ª jornada da Liga e que teve vitória dos "encarnados" por 1-0, terão ocorrido incidentes no túnel da Luz e que motivaram a suspensão preventiva dos jogadores portistas Hulk e Sapunaru, alegadamente acusados de terem agredido funcionários daquela empresa de segurança".

(Tem piada, mas quando li a nota de culpa da Liga, esta foi também a minha impressão, embora não tivesse elementos que confirmassem a minha impressão. Com que então, "vão para dentro", ou "vão para cima", constituem insultos?).

O TÚNEL
O FC Porto pede ao Conselho de Justiça (CJ) da FPF que declare a inconstitucionalidade da norma do Regulamento Disciplinar que implicou a suspensão preventiva de Hulk e Sapunaru até à decisão do processo. Só que, curiosamente, essa alteração regulamentar resultou de uma proposta avançada pelos portistas.
A argumentação dos dragões surge na página 42 do recurso das decisões da CD da Liga já interposto no CJ. "Na medida em que esta determina a suspensão preventiva dos arguidos/jogadores por tempo indeterminado devido a violação do direito ao trabalho, como direito de natureza análoga a um direito fundamental", lê-se no documento.
Ora, a suspensão automática aplicada a jogadores expulsos com processo disciplinar sem limite temporal resultou de uma alteração regulamentar proposta pelo próprio FC Porto na AG de 29 de junho de 2009 e que entrou em vigor na presente temporada desportiva.
De facto, até à época de 2008/09, a suspensão preventiva automática tinha, em regra, um prazo máximo de 12 dias. Depois da proposta do FC Porto -aprovada por maioria dos restantes clubes -, no caso de jogadores expulsos, a suspensão preventiva automática (sem qualquer decisão da Liga)ocorre até haver deliberação final da CD, seja em decisão sumária seja em processo disciplinar. E é este o caso de Hulk e Sapunaru.
Além de ser estranho que o FC Porto venha agora defender que o regime que propôs na AG da Liga viola a Constituição, há outro fator que joga contra os portistas. É que no passado o CJ declarou-se incompetente para declarar a inconstitucionalidade de quaisquer normas legais ou regulamentares aplicadas em processos disciplinares, uma vez que essa é uma tarefa que cabe aos tribunais.
O CJ nunca se pronunciou sobre a presença dos ARD no túnel (estes estavamdevidamente autorizados pelo Delegado da Liga que coordenou o seu trabalho no túnel) ou melhor, o CJ não considerou que a presença dos ARD no túnel era ilegítima. Deste modo não há nada a dizer sobre a sua presença lá.

O que o CJ considerou, é que os ARD são público e portanto, quando levarem um pontapé e um murro nas trombas, a moldura penal que se aplica é a de 1 a 4 jogos de castigo e não de 6 meses a 3 anos caso os ARD sejam considerados agentes desportivos.


Há uma coisa que me deixa perplexo. Então a lei (Decreto-lei nº 94/2002 de 12 de Abril, regulamentado pela Portaria nº 1522-C/2002 de 20 de Dezembro) obriga a que, eventos desportivos em que a lotação prevista seja superior a 25000 pessoas, SÓ POSSAM DECORRER SE EXISTIREM ARD COM O NÚMERO MÍNIMO DE 1 PARA CADA 300 ESPECTADORES. Se eu percebo português, a lei obriga à presença de ARD em espectáculos com assistências superiores a 25000. Isto é, NESSAS CONDIÇÕES, UM JOGO DE FUTEBOL COM MAIS DE 25000 ESPECTADORES NÃO SE PODERIA REALIZAR SEM A PRESENÇA DE ARD.



(Então se não se poderia realizar, como raio é que essas pessoas (ARD) sem as quais o jogo não poderia decorrer, são consideradas público?
Então os ARD são obrigatórios por lei, estão devidamente autorizados e licenciados pela LIga/Federação e são considerados público?
Eu devo ser mesmo muito burro... para não conseguir entender o que esses senhores do CJ entendem...)

Ainda o TÚNEL
«Entende-se por Agentes Desportivos os membros de órgãos sociais (…) massagistas, assistentes de campo, empregados e outros intervenientes no espectáculo desportivo», diz o regulamento desportivo da FPF. O CJ da FPF, que alterou as penas aplicadas a Hulk e Sapunaru (FC Porto), esqueceu-se de ler esta parte.
Face à decisão do CJ, que catalogou stewards como «público» (a CD da Liga equiparou-os a «agentes desportivos»), polícias, stewards, apanha-bolas, bombeiros e jornalistas são, mesmo estando no desempenho da sua actividade, intrusos e/ou penetras.
Entretanto, «o CJ negou provimento ao recurso do F.C. Porto», pode ler-se no Maisfutebol, afastando, assim, a pretensão dos dragões, que desejavam impugnar o campeonato, tendo ainda ficado provado que Hulk (duas vezes) e Sapunaru (uma) agrediram os stewards.

Em 1995, Cantona agrediu um adepto e foi o seu próprio clube, o Manchester United, que o suspendeu por quatro meses. Depois, a Federação Inglesa aumentou o período de suspensão para oito meses.
Em 1997, Fernando Mendes, do FC Porto, agrediu um bombeiro, no Estádio da Reboleira, num jogo com o Estrela da Amadora. O defesa foi punido com três meses de suspensão à luz da mesma norma que castigou Hulk e Sapunaru. Os dragões não contestaram a decisão. O soldado da Paz foi considerado, então, agente desportivo.

A decisão do CJ levou à demissão de Hermínio Loureiro da presidência da Liga e, segundo fontes próximas do presidente cessante, este considerou «uma barbaridade jurídica de calibre ainda superior ao que tinha acontecido nos idos do sistema».
O relator do acórdão do CJ foi Dionísio Alves Correia, o mesmo que não confirmou a sanção de quatro meses a Pinto da Costa e a subtracção de seis pontos ao FC Porto (aplicadas pela CD da Liga na sequência do Apito Dourado), permitindo ao FC Porto, que esteve em risco de suspensão da Champions, manter-se na prova europeia.
Entretanto, Jesualdo veio queixar-se da ausência de Hulk. O professor esqueceu-se que, mesmo com o incrível no onze, o FC Porto perdeu em Braga, na Luz e na Madeira, com o Marítimo, e ainda… que goleou Sporting de Braga e Sporting sem Hulk que, por exemplo, jogou em Londres, onde o FC Porto perdeu por 5-0 com o Arsenal. Lembra-se professor? E, dizem as estatísticas, os dragões conseguiram melhores resultados… sem Hulk. Incrível!


(Publicado no “Diário do Minho” no dia 26.03.2010).
Manchester e as agressões.


No Record, Nuno Farinha, director adjunto:


"Detenhamo-nos, por instantes, numa história com 15 anos. Em 1995, Eric Cantona agrediu a soco e pontapé um adepto do Crystal Palace. O francês do MU acabara de ser expulso e encaminhava-se para o balneário. Foi provocado (reza a lenda que terá ouvido "french bastard") e reagiu da pior maneira. Isto é, Cantona estaria supostamente de cabeça quente, porque tinha visto o cartão vermelho. Foi insultado por um agente "não desportivo" e, logo no momento, decidiu resolver o assunto com um arraial de pancadaria. Não esperou por ninguém num beco escuro, nem sequer foi chamar reforços para o ajudar. 

Perante os factos, o que fez o Manchester United? Pediu desculpa e, antes da chegada de qualquer sentença desportiva, suspendeu o jogador por 4 meses. Quando a Federação anunciou, depois, a pena de Eric Cantona ninguém foi apanhado de surpresa: 9 meses. O clube concordou e o assunto ficou arrumado.


Aqui continua o barulho e sabe-se lá até quando ainda irá continuar. Sobre o acórdão do CD da Liga relativo ao caso do túnel da Luz falta entender uma coisa: se ficou provado que o Benfica cumpriu com todas as normas de segurança que os regulamentos impõem, fazendo tudo para evitar que os confrontos físicos e a desordem tivessem acontecido, como se podem então invocar atenuantes nos castigos de Hulk e Sapunaru em função de um quadro de "ambiente provocatório"? E se resolvessemos pedir um parecer sobre o assunto aos amigos ingleses?".


(O FCPorto e a sua direcção perderam uma boa oportunidade para somarem pontos a seu favor. Bastava copiar o bom exemplo do Manchester United. Era um bom exemplo para o clube e um bom exemplo para o país. Era o que fariam pessoas sérias e honestas). 

TESTEMUNHO  
O Tunel dos andrades
Eu sou familiar indirecto de um Ex-Porteiro do estádio do Restelo que várias vezes foi encostado ás paredes pelas metralhadoras dos colegas dum conhecido guarda da PSP do Porto (guarda Abel) que ia antes dos jogos á cabine do Arbitro fazer-lhe ver como a vida é bonita desde que ele ajudasse a nobre causa Grunha...
Isto para não falar das bruxarias, creolinas, e o corredor do calduço e do pontapé....ou seja , o famoso túnel das Antas....

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

(Modalidades e Terrorismo) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (36)


As Modalidades Amadoras

O Hóquei e o Sistema
Numa entrevista ao Record, o jogador de hóquei, Mariano Velasquez, diz que, “O que tem falhado? Este ano, por exemplo, fomos muito penalizados. O 3º jogo da final em Fânzeres foi uma vergonha. Houve 3 penalties inventados. O FCP não precisa disto para ser campeão! Ninguém coloca em causa a qualidade de equipa mas a verdade é que quando eles passam por dificuldades aparecem os penalties, os livres directos… Não foi só com o Benfica, aconteceu também com a Oliveirense, com o OCBarcelos…
P. Quer dizer que há um sistema que beneficia o FCP?
Mariano Velasquez. Não tenho dúvidas nenhumas! Lembro-me de um jogo com a Oliveirense em que o FCP estava a perder por 1-4 na 1ª parte mas na 2ª ganharam 6-4 com 5 penalties e um livre directo!! Connosco esteve a perder por 0-2 mas quando acabou a 1ª parte já o Carlos Silva (guarda-redes) tinha defendido 2 penalties e na 2ª empataram… de grande penalidade. Se os árbitros marcassem penalty a cada puxão dentro da área não havia outro tipo de lances! Fui suspenso 3 jogos na final por ter respondido ao árbitro, situação que em outros casos teria dado apenas 1”.
P. Quer dizer que se não fossem “esse tipo de coisas” O FCP não teria ganho tanto?
MV. Acho que teríamos tido mais hipóteses. Na 1ª volta em Fânzeres o Carlitos foi suturado cm 12 pontos na cabeça a o jogador que o agrediu não foi castigado. Acabámos todos com cartões azuis. Para quê? Vejo jogadores deles que agridem, chamam nomes e nunca são castigados com mais de 1 jogo!
MVNão posso garantir. Mas vejo o FCP perder com o VIC e vem depois dizer que houve falta de segurança. E temos colegas que são atingidos por petardos em Fânzeres… Vi muitas irregularidades em termos de castigos e interpretações de faltas que beneficiaram o FCP. 
Entrevista a Carlos Dantas, treinador de Hóquei do Benfica.
Pergunta: Qual foi o momento-chave na final com o FCPorto que determinou a falha da conquista do título?
Carlos Dantas: A expulsão do Mariano no segundo jogo. Ele foi punido com um cartão vermelho na sequência de uma penalidade inexistente contra a nossa equipa. Depois no terceiro jogo, em Fânzeres, o que se viu foi uma vergonha. Sofrer 3 golos que não deviam ter sido validados é demais! Mesmo que tivessemos a vencer por 10-0 a 2 minutos do fim perderíamos o jogo. O Pavilhão de Fânzeres é sinónimo de hostilidade contra o Benfica e surgem situações que não são normais.
 O testemunho de um Vice-Presidente.
Candelária-FCP em Hóquei em 2011 que permitiu ao FCP não perder pontos para o Benfica.

«Para que não persistam e não passem impunes comportamentos como o da dupla arbitragem do derradeiro jogo de hóquei em patins entre o Candelária Sport Clube e o Futebol Clube do Porto, manifestamos aqui a nossa indignação perante o sucedido: 

1. Depois de, durante toda a segunda parte do jogo, ter existido dualidade de critérios na marcação das faltas de equipa, e sempre em prejuízo do CSC, eis que nos últimos segundos, sobretudo após o 3-1 para o CSC, deixou de haver regras;

2. Embora não absolutamente convencidos, até poderíamos conceder que a falta do jogador nº 66 do FCP sobre o jogador nº 18 do CSC e que motivou o livre directo de onde saiu o terceiro golo do CSC não seria passível de sanção disciplinar, colocando o FCP com menos um jogador até final, quando faltavam apenas 1'36'' de jogo;

3. No segundo golo do FCP o jogador nº 84 do FCP atira-se deliberadamente para cima do guarda-redes do CSC, impedindo a sua acção, e o árbitro José Monteiro, bem colocado, "não viu" aquela que seria a 9ª falta do FCP, validando um golo claramente irregular;

4. O golo do empate a três do FCP foi precedido de uma falta inequívoca sobre o jogador nº 18 do CSC (que seria a 9ª ou a 10ª - ver ponto anterior - falta do FCP). Na ocasião, o árbitro Joaquim Pinto apitou sem efectuar qualquer sinalética e, quando os jogadores do CSC avançaram para a execução da falta, mandou marcá-la a favor do FCP, com o jogador do FCP a excecutar a falta rapidamente, lançando o contra-ataque que daria o empate ao FCP;

5. Embora as imagens disponíveis não sejam esclarecedoras, persiste a dúvida se o jogador nº 9 do FCP não terá cometido falta na área (passível de grande penalidade) sobre o jogador nº 18 do CSC imediatamente antes de iniciar a jogada que culminaria no quarto golo do FCP;

6. A 7'' do final do jogo, o FCP dispôs de um livre directo. Na execução o jogador nº 84 do FCP prescindiu, manifestamente, de atacar a baliza, em clara violação das regras, sendo que os árbitros deixaram prosseguir a jogada até ao limite do tempo de jogo e apenas assinalaram a correspondente falta (9ª) a escassas décimas de segundo do sinal sonoro do marcador electrónico, ao ponto da falta não ter sido executada pelo CSC, pois o jogo foi dado por terminado;
7. O supra descrito pode ser observado nas imagens anexas e evidencia a intencionalidade dos árbitros em beneficiarem uma das equipas, tendo fabricado um resultado que, para além dos pontos em disputa, pode ser determinante na atribuição do título de Campeão Nacional, bem como na classificação - ou não - do CSC num dos três primeiros lugares da prova, com consequências financeiras não menosprezáveis.
O Vice-Presidente, Hernâni Jorge»

 A “portização” do hóquei já em 2.07.97
Testemunho transmontano
As lamentáveis agressões aos hoquistas do FCP foram analisadas em termos mediáticos apenas pela parte dos ofendidos. Há no entanto contradições que convém desmascarar. A utilização de armas brancas apontada por Pinto da Costa, e a que ninguém se referiu, e a própria versão contraditória do Tó Neves. Este afirmou à RTP que foram forçados a sair por causa dos gazes lacrimogéneos.
A Federação já disse que ia interditar o recinto do Benfica. Seja qual for o castigo ao FCP já estão à espera de dois pesos e duas medidas na aplicação das leis disciplinares o que devia dar que pensar aos nossos responsáveis pela “portização” do hóquei.
Não deixa de ser curioso que o tal “massacre” de que dizem ter sido vítimas, o FCP tenha dado tão boa conta de si na Euroliga? Também não deixa de ser curioso que entre tantos agredidos apenas 3 jogadores apresentaram mazelas físicas. Não será que se armaram em heróis e foram buscar os “sticks”, o que é altamente desaconcelhável quando nos encontramos em casa do adversário? Por último não deixa de ser surpreendente que o Filipe Santos, que dizem que teve afundamento de cérebro e “não-sei-quantas-operações”, apenas 15 dias depois já se passeava por um Centro Comercial do Porto?
Mas pior é a reacção da Direcção do FCP que voltaram a demonstrar que, “quanto pior melhor”, acusando-nos afinal de tudo aquilo que eles é que são, quanto têm um treinador de futebol (António Oliveira) que afirma em público que, “se soubesse que tinha apenas 2 ou 3 dias de vida ia a Lisboa com uma metralhadora e fodia meia dúzia de gajos?”
Batalha campal com o Barcelona a 1-5-2000
Antes do jogo, “O Barcelona vai sentir a pressão do FCPorto e do público”, Cristiano Pereira, treinador do FCPorto.
No Pavilhão Rosa Mota no Porto jogava-se o Porto-Barcelona na final  da Liga dos Campeões em Hóquei, que os catalães acabaram por ganhar por 3-2.Na tribuna assistiam ao espectáculo, Fernando Gomes, ex-presidente da Câmara e actual Ministro da Administração Interna, Pinto da Costa e Nuno Cardoso, presidente da Câmara do Porto.
Triste foi o que se passou no final do jogo, as agressões brutais aos vencedores (Barcelona) que ajuizadamente, perante a alarvidade transmitida em directo, se recusaram a receber a taça que tinham conquistado.
O que se passou no Rosa Mota foi triste, grave e lamentável. Patéticas foram as declarações do MAI e do presidente da Câmara do Porto. Assistimos ao primeiro a chamar aos energúmenos de serviço, “entusiastas”. Será que são também “entusiastas” os polícias que, envergonhando toda uma corporação, espancam cidadãos nas esquadras? “Se não fosse o arremesso de alguns objectos nada de especial tinha acontecido”, referiu. Nuno Cardoso referiu que tudo se ficou a dever “às provocações da claque do Barcelona, nada de grave se passou foram apenas uns apertões”.
Via-se um adepto de stick na mão em pleno ringue sem patins despachando a torto e a direito, só poderia ser um “kamikase” vindo expressamente da Catalunha para afrontar os 7 mil adeptos do FCPorto que enchiam o recinto.
No dia seguinte o El Pais, o maior diário espanhol, explicava o mistério do stick. “Habia gente con sticks que nos habian robado dándonos por todos los lados. Las agresiones son visibles en los cuerpos de algunos jugadores”, disse Carlos Figueroa, treinador do Barcelona. E na mesma edição do El Pais lamentavelmente desmente a teoria de Nuno Cardoso sobre “as provocações da claque do Barcelona”.
Conta o periódico, “Si la retirada de los azulgrana hacia el vestuario fue espectacular, el largo tiempo que tuvieran que permanacer refugiados dentro les resultó eterno. Se desconocia la suerte de la veintena de seguidores azulgrana pertencientes a la pena San Culé. La incertidumbre desapareció cuando los seguidores también se refugiaron en el vestuario azulgrana”. Ou seja, eram 20 provocadores estrangeiros que afrontaram 7 mil portugueses. A proporção esmaga Aljubarrota.
De acordo com a CS portuguesa estiveram no recinto 21 agentes da PSP. Sendo assim havia um polícia para cada catalão e ainda sobrava um. Mas Fernando Gomes, MAI, disse ao Jogo que “a polícia esteve bem e era em número suficiente”.
Opinião contrária tem o enviado do El Pais, “Botes de plástico y objectos contundentes fueron lanzados a la pista al término del partido. Los árbitros tuvieran que ser protegidos por jugadores e directivos del Oporto, dada la violencia”.
Resultados alterados no Andebol

Ajudados com falso resultado
"O resultado estava em 19-25, o São Bernardo marcou um golo, e o resultado manteve-se em 19-25!!! Estranho?!!! Não, a equipa beneficiada foi a Fruta Putedo e Corrupção!!!
O resultado final da partida foi 33-34 para os Corruptos!!! Apesar da responsabilidade principal ter sido da Mesa, não me surpreende que a dupla de arbitragem tivesse sido os Irmãos Martins, aqueles que têm um tremendo 'azar' sempre que apitam o Benfica!!! Prejudicando reiteradamente o Benfica...
Consequência natural disto tudo?!!! NADA !!! O São Bernardo não protesta, a Federação demite-se das suas responsabilidades, e a classificação do Campeonato a partir deste momento é MENTIROSA...!!!"

INTIMIDAÇÃO à Equipa de FUTSAL

O Benfica apresentou uma queixa-crime à PSP pelos incidentes do dia 5 de Dezembro, em Gondomar, quando a comitiva de futsal foi ameaçada com uma caçadeira. Tudo aconteceu na véspera do jogo contra a Fundação Jorge Antunes, quando a equipa se deslocava para o hotel no autocarro do clube, após o jantar de recepção.

"Um carro ultrapassou-nos e os ocupantes começaram a insultar-nos. Depois, numa segunda fase, voltaram a passar o autocarro e um dos elementos apontou-nos uma caçadeira. Foi assustador", conta João Pedro Ferreira, secretário técnico do futsal do Benfica, que acompanha sempre a equipa nas deslocações.


O motorista do autocarro acabou por conseguir ultrapassar a viatura que ameaçava a comitiva 'encarnada'. "Depois a estrada estreitou-se, o que tornou difícil que nos ultrapassassem e, assim que conseguimos atingir a auto-estrada, deixaram de nos acompanhar", acrescenta o dirigente.

Apesar de ter imagens do incidente, captadas por uma equipa de reportagem, só ontem a 'Benfica TV' as divulgou no noticiário das 21 horas. Isto porque o jogo de dia 5 foi interrompido e a equipa teve de regressar para concluir a partida, na última terça-feira (dia 15 de Dezembro).
Depois da queixa-crime apresentada junto da PSP, os jogadores e a restante comitiva poderão servir de testemunhas junto do Ministério Público para confirmar as ameaças.

"Situação frequente"

Sempre que a comitiva do Benfica se desloca ao Norte do país, as ameaças "são frequentes". "Desde insultos verbais, a pedras arremessadas, tentativas de pararem o autocarro com viaturas, já nos aconteceu de tudo. Mas esta foi a mais grave", reconhece João Pedro Ferreira.

Isso provoca "nervosismo e ansiedade" nos jogadores e em toda a comitiva, pois “não são situações normais".

O dirigente diz que o futsal não é a única modalidade visada, pois já ouviu relatos de situações semelhantes, feitos por colegas de outras modalidades ditas amadoras do Benfica. Contudo, o secretário técnico das 'águias' reconhece que "acontecem mais coisas boas que más". "O Benfica tem mais apoio, é a confirmação que é o maior clube português", afirma.

Caso de polícia

Segundo João Pedro Ferreira, as autoridades são sempre informadas das deslocações do Benfica. "A polícia sabe sempre qual é o nosso programa. Acho que deviam ter mais cuidado, mas acho que agora, de uma vez por todas, terão de se preocupar", diz.

Ao contrário do que acontece no futebol, onde as equipas 'grandes' são acompanhadas habitualmente por escolta policial, nas modalidades o mediatismo é menor e por isso não há acompanhamento das autoridades.

Por isso, teria de ser o clube a requisitar polícia para as deslocações mais 'complicadas'. No entanto, segundo fonte do Benfica, isso torna-se complicado pois o clube teria de pagar o policiamento e, numa modalidade amadora que gera poucas receitas, é ainda mais difícil.