ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

(A Vergonha Sem Vergonha) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (29)

Corrupção Nepotista (2)

* Porto-Leiria 2010/11

Mais uma jornada mal cheirosa, vinda de um Leiria sem vergonha, através de um treinador submisso e invertebrado, sem estatuto moral para treinar o "mija na escada"! Toda a imprensa submissa sem vergonha, aplaudiu um jogo em que a equipa mais fraca faz a primeira falta quando já perde 3-0!

A vergonha começara antes do jogo
Os jornais online anunciavam a lista dos convocados manifestando estranheza por tantas ausências por opção técnica; Silas (6 jogos em 7 possíveis), Paulo Vinícius (7 jogos), Hugo Gomes (4 jogos) e Diego Gaúcho (1 jogo).
"A Bola" dizia, «Surpresa nos convocados de Pedro Caixinha para o jogo desta segunda-feira, no Dragão, com a exclusão de Silas, um dos jogadores mais utilizados do plantel e que ainda não tinha falhado qualquer convocatória esta época. A decisão ficou a dever-se a mera opção técnica, razão pela qual também Paulo Vinícius, outros dos habituais «cativos», e Diego Gaúcho também não constam na relação de eleitos. Em compensação, o técnico leiriense chamou dois avançados há muito sem competir:Rodrigo Silva não figurava numa ficha de jogo desde a segunda jornada, e Zahoivaiko, também deixou de ser opção desde que foi titular em Olhão, na terceira ronda, há dois meses. Mamadou Tall, também de fora há algum tempo, completa a lista de regressos”.

Que terá levado o tal Pedro "submisso invertebrado" Caixinha, a não convocar dois titulares absolutos da sua equipa por opção técnica, nem para o banco de suplentes?
O avençado Hugo Sousa no jornal "oJogo" diz; “Foi fácil, fácil. Para quê complicar se a vitória portista se resume assim, de uma forma tão simples?” Mais à frente diz,  “Caixinha corrigiu ao intervalo. Melhor: corrigiu-se. Apostou no trinco clássico que tinha deixado no banco!”
Então a jogar em casa dos corruptos joga-se sem trinco, sem preocupações defensivas? Mas aquilo foi um jogo entre amigos, ou um jogo treino? Mais às claras não podia ser!
Voltamos aos velhos tempos em que o Salgueiros nos jogos em casa (Maia) aos 25 minutos já tinha empacotado 3 golos, sem fazer qualquer falta?
Diz o treinador submisso sem espinha, não fazendo "caixinha" ;
"Não pensámos que pudesse ser tão fácil para o adversário".
Não? Então não convocas os melhores jogadores, jogas sem trinco, mandas a malta correr pouco, sem fazer faltas e ainda te espantas?
Sem perder a oportunidade dobrou-se mais um pouco, dando os parabéns e reconhecendo no
adversário "uma equipa fantástica", aproveitando para avisar: Pedro Caixinha pensa "em retomar a dinâmica de vitória já no próximo jogo". "Vamos esquecer este resultado, começar a pensar já no Sporting e em levantar a cabeça para podermos seguir em frente"
U.Leiria sem espinha dorsal ou dignidade, juntando-se a sporting, braga, olhanense, portimonense, académica ou nacional da madeira!

* Pedro Emanuel depois do jogo Académica-Porto (0-3)
"Assumi uma estratégia que tínhamos delineado ao longo da semana. Os jogadores fizeram exactamente aquilo que lhes pedi.

Os jogadores trabalharam bastante.
Sabíamos que não iria ser um jogo fácil, especialmente porque o campeão nacional vinha de uma série menos positiva e que queria restabelecer a normalidade do seu futebol. E o FC Porto foi de facto superior.


Tenho orgulho naquilo que faço e no que sou, mas claro que não posso esquecer o meu passado."

(E não é que não esqueceu mesmo? Estratégias iguais! Repararam no discurso paracticamente igual, entre um caso e outro?)

* O Norte com mais equipas
Diz-me um amigo ex-capitão de uma equipa da primeira divisão dos anos 90, contra o Porto somos obrigados a perder para não descer de divisão! Cada vez são mais as equipas do norte na primeira divisao...e todas elas tem que ceder pontos ao patronato! Não se chateiem muito com o futebol porque isto é tudo mais do que planeado! Por algum motivo os estádios entre 1982 e a data de hoje foram-se esvaziando de interesse...nada acontece por acaso! Enquanto a era dos pintos (pinto de sousa, pinto da costa, lourenço pinto) não terminar o futebol português não tem qualquer tipo de interesse! Questionem-se sobre o silêncio do presidente da liga durante uma época em que tanta polémica ouve...”

*Testemunho de Octávio Machado
Muitas vezes sportinguistas e benfiquistas questionam-se do porquê que diversos clubes quando jogam contra o FCP parecem ser fracos e cansados e nos jgs contra os grandes de Lisboa até comem a relva.
Octávio Machado deu a dica e viu como as coisas funcionam nesse clube…
 P.: Ficou surpreendido com a evolução do Apito Dourado?
OM: Eu, que ando há 40 anos no futebol? Fui a primeira pessoa a falar no sistema, 10 anos antes do Dias da Cunha. Pensa que alguma vez me vou esquecer de um Gil Vicente-Porto na época do Carlos Alberto Silva? Esse determinava a descida do Gil treinado por António Oliveira, caso perdesse contra o Porto na altura já campeão nacional.
 P.: Sofreu pressões para facilitar a vida ao Gil?
OM: Num telefonema chegaram a dizer-me que eu era a única pessoa do FCPorto que desejava a vitória da equipa frente ao Gil Vicente.
 P.: Quem lhe telefonou?
OM. Um amigo. Bem vi aqueles que foram ao balneário do Gil festejar a vitória da equipa. Perdemos por 1-0 mas não perdemos a dignidade e disse isso mesmo aos jogadores no fim do jogo.
Há muitas maneiras de fazer pressão. Num jogo com a Académica em que se discutia a descida da Académica, no tempo do Ivic, também passei por momentos difíceis. Acabámos por ganhar com golo do Raudnei, infelizmente para alguns, porque não era suposto o FCPorto ter ganho esse jogo. O treinador da Académica era o António Oliveira. Exactamente, fui pressionado 2 vezes contra equipas treinadas pelo António Oliveira.

Comparem agora o que confidenciou o Octávio Machado sobre a viciação de resultados, com o que diz o livro “Máfia no Futebol”, de Declan Hill, que escreve sobre a corrupção e a viciação de resultados no futebol a nível mundial.
 Na sua autobiografia, “Na Lama com o Deus do Futebol”, o avançado italiano Carlo Petrini descreveu o problema que ele e os seus colegas do Bolonha tiveram quando arranjaram um jogo contra a Juventus na Série A. O plano era que o jogo acabasse empatado.
O problema foi que aos 55 min de jogo um jogador da Juventus marcou um golo ao Bolonha! Tinha nevado e o guarda-redes do Bolonha largou a bola. Um a zero para a Juventus. A equipa do Bolonha estava furiosa!
Segundo Petrini, quase começou uma luta dentro do campo. Contudo, um médio da Juventus acalmou as coisas e disse: “Não se preocupam, rapazes, marcamos o empate”. Dez minutos depois houve um canto contra a Juventus e um jogador desta equipa elevou-se no ar, com perfeita impulsão, e cabeceou a bola para a sua própria baliza!. O jogo acabou 1-1 e saíram todos satisfeitos, excepto os adeptos que furiosos massacraram os jogadores com bolas de neve”.
(Viram as igualdades e as diferenças? Trata-se de corrupção, de falsificação da classificação e de combinação de resultados que devia ser fortemente castigada).

* Testemunho
Viciação de resultados
"Em relação aos casos que relatou, concordo plenamente que são estranhos. Já lhe apresentaram casos muito recentes que envolveram Leandro Lima, Bruno Gama, Hélton, mas você tem o azar de falar com uma pessoa que nasceu na década de 70 e que é familiar por afinidade de um defesa-central chamado Teixeirinha que foi emprestado a clubes como oSetúbal, Guimarães e Marítimo onde em jogos contra o FCP tinha sempre o «azar» de provocar grandes penalidades ou de marcar autogolos.
Posso também falar-lhe de um malogrado caboverdiano chamado Mariano, defesa central do Salgueiros que, já com contrato promessa assinado com o FCP teve a desdita de provocar uma grande penalidade nas Antas na época 83-84, dando a vitória 1-0 ao FCP. 


Nos anos 90, posso falar-lhe de um autogolo de Jorge Costa num Maritimo-FCP quando estava emprestado pelos Dragões.
Em relação ao Estoril, posso contar-lhe algo similar: na época 1976-77, FCP e Braga apuraram-se para a final da Taça de Portugal marcada para o Jamor e o então chefe de departamento de futebol do FCP reuniu-se com o Presidente do Braga, Gomes de Almeida e depois de o ter conven$$ido, a final foi miraculosamente transferida para o estádio das Antas onde os azuis ganharam a muito custo com um golo de Fernando Gomes...



Posso falar do Penafiel dos anos 80, da tentativa de corrupção a Cadorin do Portimonense em 1985, do Rio Ave da época 91-92 treinado por Augusto Inácio e com 14 jogadores afectos ao quadro do FCP, terminando em 2010-11 com um presidente Fernando Rocha que, apesar de presidir ao Portimonense, sente mais o FCP que o Manuel Serrão...
Espero pelo seu contraditório que não inclua expressões como «Calabote» e «Salazar benfiquista» porque o segredo de vencer uma discussão construtiva é falar daquilo que experenciaram e não de assuntos adulterados por pseudo-jornalistas que até descobriram que o FCP nasceu 13 anos antes da sua fundação oficial..."
*O livro “MÁFIA NO FUTEBOL”, de Declan Hill.
Comparando o que Declan Hill nos diz, depois de muitos anos a investigar o arranjo de resultados combinados em jogos de futebol por todo o mundo, verificamos que há muitos pontos de contacto e coincidências com o que se tem passado nos últimos 30 anos no futebol em PortugalPor parte dos árbitros e por parte de alguns jogadores, pagos para facilitarem o serviço quando jogam contra o FCPorto. As falcatruas têm-se sofisticado, mas continuam a estar presentes.

Retirado do livro, “Máfia no Futebol”:
Um jogador corrupto tem de ser um grande actor. Não chega apenas jogar mal; o jogador tem também de fingir que está a esforçar-se.(...) Deve deixar a impressão de que o arranjo do jogo seria a última coisa a passar-lhe pela cabeça”.
Diz o jogador Scott Ollerenshaw:
Depois no jogo, são coisas pequeninas como sair uns microsegundos a um corte de carrinho ou deixarem um adversário fugir à marcação. Estes tipos tornam-se peritos em fingir que estiveram a dar tudo por tudo pela equipa: regressam aos balneários, depois dos jogos, e atiram-se para o chão aos berros”.
Como diz um polícia de investigação, “o futebol é muito subjectivo. Pode-se estar a ter um péssimo jogo, mas apenas por se estar a jogar mal. Mesmo que se esteja subornado”. 
Um jogador de futebol que queira entregar um golo ao adversário, deixa seguir o avançado para a baliza sem oposição, já que fazer uma falta para penalty dá muito nas vistas. Ao cometer pequenos erros posicionais que são muito mais discretos, permite o arranjo.
Os árbitros corruptos usam os penalties marcando-os ou omitindo-os para assim conseguirem o arranjo de jogos”.
Já marcar um golo na própria baliza é demasiado óbvio pelo que quase nunca acontece. A não ser em casos muito excepcionais.

Erros por Comissão e por Omissão
Os árbitros e os jogadores podem errar de duas maneiras: por omissão ou por comissão.
Um erro por comissão, é quando um árbitro, ou um jogador, faz algo de concreto, a marcação de um penalty que não foi, a amostragem de um cartão amarelo ou vermelho, a marcação de um offside que não existe ou a provocação de um penalty, etc.
Um erro por omissão é quando um árbitro, por exemplo, não marca um penalty (critério do árbitro), não mostra um cartão amarelo ou vermelho (critério do árbitro), não assinala um offside que devia ter sido marcado (má colocação do assistente), ou um jogador que falha um corte essencial, etc.
É mais difícil medir um erro por omissão de um jogador ou de um árbitro. Podemos argumentar que um jogador podia ter feito melhor numa intercepção ou num passe mas esse julgamento é subjectivo. No caso de um árbitro pode sempre falar em critério do árbitro ou mau posicionamento do fiscal.
Já os erros por comissão podem mais facilmente ser medidos”.

*Acácio aliciado
Um guarda-redes brasileiro que passou com discrição pelo Tirsense e Beira-Mar. Só depois de regressar ao Brasil teve a coragem de falar sobre a sua aventura europeia. E contou então que recebera pressões e propostas diversas para facilitar uma vitória do Porto em Aveiro que valia (e valeu) o título nacional em 1993. Terá sido nessa ocasião em Aveiro que Carlos Pinhão, jornalista da Bola, foi barbaramente agredido por elementos ligados ao Porto.
Anos antes havia sido Candorin a acusar o empresário D´Onofrio de lhe prometeu um bom contrato em Portugal ou estrangeiro caso fizesse penalti nos primeiros minutos de um Portimonense-Porto (“depois jogas normalmente”, ter-lhe-ão dito). Com a sua saída do futebol português o caso acabou por morrer.
* Jogadores comprados
Só três jogadores recebiam regularmente: eu, Nuno (Coelho) e Varela. Eu, do Sporting, e os dois, do Porto na altura, Celsinho, ex-jogador do Sporting, sobre a sua passagem pelo Estrela da Amadora.


É impressão minha ou nessa altura o Varela não pertencia aos quadros do porto, já que recordo-me perfeitamente de se falar de um alegado interesse do Benfica. Só foi público que o Varela ia para o porto já muito perto do final da época. Mas pelos vistos o moço já recebia dinheiro azulado quando ainda era jogador do Estrela...


* Varela recebia dos andrades
 Silvestre Varela assinou, esta segunda-feira, pelo FC Porto. O avançado, de 24 anos, que tem contrato com o Estrela da Amadora até ao final da presente temporada, assumiu com os dragões um vínculo válido a partir de 1 de Julho [de 2009] e que termina em 2013”.


Mas... parece que o FC Porto já pagava salários a Varela ainda antes do avançado assinar pelos dragões. Como se sabe que Pinto da Costa já pagava por um jogador que ainda não pertencia aos quadros dos dragões?...


Varela jogava no Estrela, jogava contra o FC Porto, mas recebia do FC Porto. O clube das Antas aproveitou-se do facto de o emblema da Amadora atravessar uma grave crise para fazer batota... E o que fazer perante estas denúncias? A Justiça vai condenar?.


* Pagos para ganhar
Os andrades pagam a jogadores de equipas que eles vêem que têm possibilidade de tirar pontos ao Benfica. Faz parte da organização daquela escumalha. Aconteceu o no passado, naqueles jogos onde houve problemas, Braga, Olhão, e outro que não me lembro. Os jogadores dessas equipas quando não conseguem o desiderato, ganhar algum dinheiro extra, ficam danados e no fim tentam tirar desforço dos jogadores do Benfica. É difícil provar, pois eles usam intermediários para o fazer, mas é o que acontece. Aliás, eles pagam a intermediários para fazer todas as falcatruas de modo a não ficarem comprometidos.  
É uma táctica já muito antiga e que todas as máfias do mundo utilizam e utilizaram em todos os tempos. E a táctica contrária, pagar para se agacharem no jogos contra eles também acontece. Vejam o Leiria. E o Nacional.

* Uma visita ao norte.
Fui ver um jogo no norte de Portugal (Gil Vicente), com Duarte Gomes a apitar. Fui ao estádio apoiar. Até aqui tudo normal.
O que tornou este jogo diferente é que ia rever um amigo de longa data, meu companheiro dos tempos de liceu, que trabalhava nesse clube. Ele que foi jogador e é grande benfiquista deu-me convites para ir assistir ao jogo. A mim e a um amigo.

O facto de ver o homem festejar o golo caseiro junto à linha de forma efusiva fez-me confusão mas entendi pelo profissionalismo.
O ar muito desapontado que mostrou após o jogo perto da garagem dos jogadores já me deixou intrigado. Afinal o clube onde trabalhava não tinha perdido e o Benfica conseguiu empatar perto do fim salvando um ponto.
Contra este pensamento ele desabafou: "esse golo do Benfica fez com que os mil e tal euros que me calhavam fossem por água abaixo".
Eu e o meu amigo admirados ainda comentámos: "bem, grande prémio de jogo que vocês tinham...".
Ele esclareceu: "foi uma atenção que o clube principal da cidade Invicta enviou para distribuir pelo grupo em caso de vitória".


Assim mesmo, sem rodeios e à frente de mais pessoas. Com naturalidade.
Confirmei depois que é uma prática corrente, não me admira que este ano o Braga tenha aderido à moda dos seus grandes aliados.
Por acaso o amigo que assistiu à cena nem é do Benfica e anda pela blogosfera".


Este senhor está a referir-se ao Guimarães-Benfica (1-1). Penso que dispensa mais comentários. 
Ao contrário do que muita gente diz, que incentivar com dinheiro para ganhar não é corrupção, ao contrário de incentivar para perder, peço para discordar. Tudo o que seja incentivos alheios aos terreno de jogo e que contribuam para alterar a verdade desportiva é ilegal e corrupção. Como o doping. O doping também é um incentivo para uma das equipas ganhar, e altera a verdade desportiva. Espero que o MP investigue bem este caso.

(Bem podes esperar sentado, amigo).

* Corrupção nepotista
Há uns anos atrás, falava eu com um antigo dirigente de um esforçado clube da minha terra sobre as ambições legítimas deles em subir de divisão e dizia-me ele: Oh meu caro, não fizemos ainda os favores suficientes e quem vai subir são os clubes A e B”,identificando-os. Devo dizer que estávamso na pré-época ainda e eu vi aquilo como uma premonição que lhe havia de sair furada seguramente. Porque uma das equipas nem para meio da tabela dava. Adivinhem o que aconteceu? Subiram os dois clubes indicados por ele!!
Quando eu disse a esse dirigente, já decorria a época seguinte, “Eh pah, grande sorte você teve nos clubes que subiam o ano passado…” ouvi algo tão objectivo quanto isto: “Este ano já temos direito a mais uma coisinhas, mas quem sobe é o B e o C”… e adivinhem mais uma vez. TUNGA, EM CHEIO! Por aqui se vê que o futebol em Portugal é controlado por entidades que têm interesse directo nessa acção!!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

("Histórias de Encantar") A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (28)

OS SUPER DRAGÕES


Não foi nada suave a chegada do FC Porto ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, depois do empate na Madeira, com o Nacional. Elementos da claque Super Dragões, que viajaram no mesmo avião da equipa no regresso logo após o encontro, incomodaram bastante alguns jogadores de Victor Fernandez, particularmente Carlos Alberto, Derlei e Seitaridis, bem como Raul Meireles, em cenas com vários episódios, que começaram ainda no Funchal e só terminaram no hotel do estágio, na zona da Boavista, já na Invicta. Uma situação que deixou os jogadores verdadeiramente desalentados e, principalmente, preocupados.

O frustrante e surpreendente empate na Madeira teve consequências ainda mais inesperadas para os jogadores, para além da própria desilusão do resultado. A comitiva portista foi alvo de uma cena ridícula, verbalmente violenta, e indicadora de que, pelo menos para a claque em causa — e só para a claque, porque nada disto tem e ver com os adeptos portistas em geral — a memória é realmente muito curta. Os problemas no regresso do FC Porto começaram ainda no Aeroporto do Funchal, onde Raul Meireles, autor de um golo na própria   baliza (e só mesmo quem não anda neste mundo pode pensar que foi um acto propositado...), foi alvo de uma tentativa de agressão com uma garrafa por parte de um dos líderes dos Super Dragões. Por pouco, Vítor Baía não era apanhado na trajectória do objecto, que acabou por não acertar em ninguém. Já aí houve uma altercação entre alguns jogadores e elementos da claque, com algumas ameaças à mistura. A claque fez a viagem de regresso ao Porto, logo após o encontro, no avião em que viajou a equipa (na ida para o Funchal, tal como A BOLA testemunhou, os Super Dragões viajaram no sábado de manhã, até porque a equipa seguiu no dia anterior e em voo charter). No entanto, durante a viagem nada se passou de anormal.


E a segurança?


A situação mais complicada viveu-se mesmo já no aeroporto do Porto e perante muita gente que se encontrava na aerogare. Aí, houve insultos mais grosseiros dos SuperDragões, visando, essencialmente, Carlos Alberto e Derlei, aludindo, segundo os considerandos próprios, às fracas prestações dos brasileiros. Aliás, o desatino em relação ao ninja, que há poucos meses deu tantas e tantas alegrias ao FC Porto, não é sequer de agora.

A história já é pública há alguns dias: os elementos daquela claque chegam mesmo a implicar com o corte de cabelo do futebolista (agora rectificado...). Seitaridis foi provocado por outro elemento da claque. A coisa ficou feia, houve empurrões de parte a parte.
Tudo isto sem que houvesse qualquer tipo de segurança, acabando por serem os próprios jogadores a pôr cobro à situação. Os insultos foram uma constante. O estranho, no meio das desagradáveis cenas que se desenrolaram no aeroporto, é que os jogadores foram severamente incomodados com insultos, sem que houvesse segurança por perto para desanuviar o pesado ambiente.
Victor Fernandez, ao que A BOLA apurou, ouviu tudo, mas não foi sequer incomodado por qualquer adepto, ficando, no entanto, seriamente apreensivo com o clima criado pela claque mesmo em relação ao tratamento com os jogadores, principalmente, na hora das derrotas que é, curiosamente, quando os profissionais mais precisam de ter tranquilidade.
Perseguição «sui generis»...
Porque tinham treino ontem de manhã, os portistas que estiveram no Funchal seguiram, depois, para um hotel, na zona da Boavista, onde continuaram em estágio. Pensaram que no aeroporto tinha terminado o suplício dos insultos e dos incómodos, bem como das ameaças físicas. Puro engano. A claque foi mais insistente do que nos cânticos em dias de jogos e entendeu ir até ao hotel onde os dragões iriam descansar, antes de darem início à preparação do encontro com o Paris Saint-Germain.
Foi uma perseguição "sui generis", em três viaturas que acabaram por se colocar... à frente do autocarro, controlando-lhe a marcha. Já no hotel, os SuperDragões partiram paraameaças de morte dirigidas indiscriminadamente aos profissionais portistas, perante a estupefacção de futebolistas e de diversas outras pessoas que assistiram à cena.
Fala-se aqui, obviamente, de uma claque perfeitamente identificada, capaz de radicalismos absurdos, como qualquer atitude radical, e não da parte de adeptos anónimos, que entendem, perfeitamente, o momento que vive o FC Porto.
Falta saber que tipo de posição tomarão os responsáveis da SAD portista em relação a esta atitude dos SuperDragões que, como A BOLA confirmou, causou uma natural perturbação em quem, como os jogadores, dá sempre o melhor para defender o clube, como disso são exemplo as recentes conquistas nacionais e internacionais.  

Excertos do livro lançado por Fernando Madureira, “Macaco”, líder da claque Super Dragões.

Fala-se lá de tudo, desde roubos, raptos, agressões, paixões e ódios...
BENFICA INIMIGO, PORTUGAL "AMIGO"
"O BENFICA é o nosso inimigo mortal. Ponto de honra derrotá-los, dentro e fora das quatro linhas."
Benfica - F.C.P = (1992) - "Depois da festa, foi o fim do mundo. Distribuímos pancada por tudo o que fosse vermelho."
"Surgiu a ideia de criar os ultras portugal com elementos dos super dragões e da claque do Sporting. A primeira viagem foi contra a Itália.(...) No caminho, o Borrego lançou um concurso que consistia em ver qual era a claque que mais roubava (...) Foi o caos em Andorra!
Lojas e mais lojas cheias de máquinas de filmar, roupa, tabaco...Tudo à mão de semear. Ficámos em transe."
Corunha - F.C.P (2004) - "Resolvemos pôr-nos atrás do repórter a fazer de otários e a gritar "Porto".
O cabrão manda desligar a câmara e diz: "estes gajos do Porto são sempre os mesmos palhaços...".
Saltou-lhe tudo em cima. Levaram um tareão e sem telemóveis."
Guimarães - F.C.P (1994) - "Houve um policia que se armou em esperto e deu uma bastonada num gajo. Veio outro por trás, deu-lhe uma sarda, ele ficou lá esticado."
Braga - F.C.P (1995) - "Pelo que se comentava, muito do pessoal tinha notas falsas para comprar os bilhetes e ainda trazer troco."
Setúbal- F.C.P (2002) - "Foi o caos! Entraram cem gajos pela área de serviço e roubaram tudo o que lhes apareceu à frente. Até que os guardas trancaram 16 (...)
Foram todos absolvidos.
Foi um final feliz."
M.United - F.C.P (2004) - "Nunca vi uma coisa daquelas num free shop. Até montras de ouro tinha.
Foram dez minutos.
Uma rapadela total."
Juventus - F.C.P (2001) - "Abri o cortinado das hospedeiras e vi o Alexio e o Caveira aos beijos e aos apalpanços (...)
Os outros começaram a puxá-las, a dar-lhes surras no cu e a apalparem-nas... Depois, o co-piloto começou a falar comigo a explicar que tinham roubado a carteira ao comandante.
Ele estava fodido e já queria aterrar o avião, antes do tempo! (...)
Os cães sentiram o cheiro a ganza que os gajos fumaram durante o voo..."
Corunha - F.C.P(2003) - "Só os vi em cima dele a disputarem o telemóvel, a camisola, as calças, o dinheiro.
Quando me apercebi do que ele estava a dizer vi que era espanhol.
Não queria acreditar que tinham raptado um puto de 17 anos.
Os cabrões, como íamos de porta aberta, viram o chavalo e meteram-no para dentro do autocarro.
Fiquei cego e enchi-os de porrada. "Vocês, são doidos! Se queriam roubar, roubassem antes de entrar".
(É a primeira vez que se vê uma quadrilha de ladrões e de traficantes de droga a escreverem um livro a gabarem-se das suas “aventuras” e a ficarem totalmente impunes. Isto só num país corrupto e mafioso. É sem dúvida inédito no mundo. Devem ser o orgulho da cidade do Porto).
Agora que só se fala em violência, e se vê o Porto e os seus dirigentes muito preocupados em aparentar que nada sabem, que nada ouviram e que isto não é nada com eles, é bom voltar atrás no tempo, e recordar o ex-treinador do clube azul e branco, a falar da ameaça de morte que sofreu, por parte de alguém ligado à obscuridade da cidade nortenha.
Mourinho fala com surpreendente à vontade sobre quem o ameaçou de morte. Até se fica a saber que o trata por tu e tem importância suficiente para que Reinaldo Teles vá incomodar o treinador na noite de véspera da grande final da Liga dos Campeões!
É que, afinal, o ex-treinador portista afirma conhecer quem o ameaçou de morte e que até recebeu o telefonema ameaçador no telemóvel de Reinaldo Teles, na véspera do jogo da final da "Champions", no hotel do estágio, em Gelsenkirchen, além de chamar a atenção para a curiosidade de ter sido este "o único encontro" em que o FC Porto não levou a sua segurança privada.
Eis o episódio da ameaça, narrado pelo próprio José Mourinho:
"Subi ao quarto por volta das 22h30. (...) Inesperadamente, alguém toca à porta do quarto. Abro-a e vejo o dirigente Reinaldo Teles”:
"Desculpa, mas tenho no meu móvel oito chamadas com urgência para ti." Era alguém que se tinha identificado e, por isso, merecedor de uma chamada, pensei.
Ligámos e, do outro lado, com celeridade, a ameaça de morte após a chegada ao Porto:
“- És um artista... um filho da puta... não te fazemos nada agora porque tens uma final amanhã, mas assim que tudo acabar, podes dar-te como um homem morto, porque te vamos apanhar e, assim que chegares ao Porto, tens a cama feita (...)”.
Incrédulo, respondi: “Deves estar maluco... não sei do que é que estás a falar nem porque estás a dizer isso, mas acho que não estás bom da cabeça...” De imediato, desligo o telefone.
Reinaldo Teles, percebendo o teor da conversa, estava estupefacto, mas de pronto pediu para não me preocupar, assegurando-me que tudo se iria resolver (...).
Contei aos meus adjuntos o que se estava a passar. Também a eles lhes notei estupefacção e, ao mesmo tempo, alguma preocupação porque a 'personagem', conhecida na obscuridade da cidade e com registo criminal - algumas condenações e penas suspensas -, era, segundo a polícia entretanto contactada, merecedora de receio e de vigilância apertada,ainda para mais por liderar um grupo organizado (...). O facto de se adivinhar uma multidão à nossa espera no aeroporto e na cidade ainda vinha agravar mais a situação."
A ausência da segurança portista e ... o plano da fuga à chegada José Mourinho revela ainda que, na manhã do dia seguinte à ameaça sofrida, foi abordado por Pinto da Costa, que lhe passou "uma mensagem de segurança" (??). Porém, o ex-treinador portista estranha a ausência da habitual segurança do clube na final da Liga dos Campeões:
"Curiosamente, este foi o único encontro em que o FC Porto não levou a sua segurança privada."
José Mourinho termina o episódio relativo à ameaça lembrando o regresso atribulado e lamentando a ausência na festa do título europeu:
"Chegámos ao Porto. De um lado está a festa e do outro a segurança organizada por mim e alguns amigos (...). Tudo estava perfeito, na pista estavam duas carrinhas que nos levaram para casa e me deixaram a ver na televisão a festa, a minha festa, para a qual contribuí e na qual não pude participar."
Adriano, Paulo Assunção, Adriaanse e Matt Fish 
A agressão sofrida por Adriano na madrugada de sábado, à saída de uma discoteca em Vila do Conde, é mais uma a afectar jogadores e treinadores do FC Porto, numa lista que se vai tornando cada vez mais extensa...
Co Adriaanse, Paulo Assunção e até o antigo basquetebolista Matt Fish sofreram na pele, mas os agressores nunca foram encontrados.
A vida de Adriano, do ponta-de-lança de 30 anos, no FC Porto está cada vez mais difícil. Em 2005/06, sob orientação técnica de CoAdriaanse, tudo correu bem, mas a chegada de Jesualdo Ferreira tornou as coisas bem diferentes. Na primeira época sob a orientação do treinador português, o ponta-de-lança só convenceu o professor da sua utilidade na segunda volta do campeonato, mas ainda foi a tempo de marcar por 11 vezes em 18 partidas.
O pior estava para vir. Na temporada seguinte, Adriano só foi titular por quatro vezes (com um golo marcado) e acabou mesmo dispensado. Só que recusou o empréstimo a vários clubes e decidiu ficar no Dragão, mesmo sabendo que não contava para Jesualdo Ferreira. "Quero mostrar ao professor que tenho condições para jogar neste clube. Espero uma oportunidade e se a tiver não a vou deixar fugir", afirmara em Julho de 2007.
Mas a verdade é que Adriano continua à margem do plantel do FC Porto, situação que se arrasta há 13 meses. Todos os dias o ponta-de-lança treina-se na companhia de um preparador físico dos azuis e brancos, longe do convívio com os outros colegas.
No início da última temporada, o FC Porto propôs-lhe várias alternativas para prosseguir a carreira, mas Adriano quis ficar. Após um longo período de silêncio, o futebolista agitou as águas, em declarações ao jornal "Record" na última semana:
"Quando eu decidir falar saiam da frente".
Ao longo do dia de ontem tentámos contactar Adriano, assim como membros da sua família, mas os telemóveis estiveram sempre desligados. Não foi, por isso, possível saber o que Adriano quis dizer ao certo com esta frase.
A versão dos acontecimentos da noite da agressão é diferente. A polícia diz uma coisa, os bombeiros dizem outra. Não fica assim claro se a   do craque foi, ou não, agredida. Certo é que os agressores não foram identificados.
Paulo Assunção também viveu situação muito complicada há ano e meio, ainda que as ameaças não tenham passado a agressão. O antigo médio portista foi interpelado de forma agressiva à saída de um treino no Olival.
"Cinco indivíduos abordaram-me e disseram que se não renovasse contrato até alguns dias depois me davam um tiro nos joelhos!", explicou em entrevista recente à RTP. E referiu que esta situação acabou por ter efeito contrário.
"Logo na altura expliquei-lhes que as coisas não são assim... Fui directo à polícia, enquanto eles me perseguiram de carro. Perdi a confiança e a minha esposa teve de mudar o rumo da vida dela", referiu. E poucos meses depois Paulo Assunção rescindia com o clube, alegando a lei Webster. 
Co Adriaanse também esteve debaixo de fogo. Em Janeiro de 2006, quando foi buscar o carro ao centro de treinos do Olival, depois de um empate com o Rio Ave, a sua viatura foi pontapeada e socada por presumíveis elementos dos Super Dragões, claque do clube. E inclusivamente o carro do actual treinador do Red Bull Salzburgo foi atingido por um very light. De forma quase milagrosa, Co Adriaanse conseguiu escapar ileso.
Contactado pelo nosso jornal, o treinador que se sagrou campeão nacional nos dragões teceu um rápido comentário em relação ao incidente com Adriano. "Fico triste por ele e desejo-lhe as rápidas melhoras", expressou o técnico, que acrescentou ter "boas recordações de Adriano". E tem razões para isso, já que o brasileiro, vindo do Cruzeiro no mercado de Inverno da temporada 2005/06, apontou sete golos em 15 jogos na Liga, tendo sido muito importante para o primeiro título portista na actual saga que já vai em tetra.
Em entrevista ao nosso jornal no dia 30 de Abril, Co Adriaanse recordou as agressões de que foi alvo. "Não estava à espera que aquilo acontecesse, mas depois do incidente recebi grande apoio do presidente e de Antero Henrique, não me posso queixar do tratamento do clube",referiu. 
Agressões no basquetebol
Não se pense que o caso de agressões sofridas por atletas do FCPorto é um exclusivo do futebol. As tristes cenas já chegaram ao basquetebol. Arranque da época de 2000/2001: o FC Porto contrata uma dupla de norte-americanos: Matt Fish e Todd Merritt. Mas os jogadores não agradam aos responsáveis portistas, que tentam a todo o custo rescindir os contratos.
Matt Fish resiste e acaba por ser agredido num escritório de um conhecido dirigente portista, na presença dos responsáveis da secção de basquetebol – Fernando Gomes, actual responsável da SAD do futebol dos dragões, e Fernando Assunção.
(Fernando Gomes é o actual Presidente da Liga).
Fish avançou com um processo em tribunal contra os agressores Fernando Gomes e Assunção, mas as acusações redundaram em... nada. Merritt continuou a treinar nas Antas, mas fartou-se de ser ostracizado e acabou por assinar o acordo de rescisão.
A claque Super Dragões (SD) tem sido sempre associada a estes episódios de violência.Mas nunca se provou a participação de elementos do grupo de apoio dos azuis e brancos a estarem envolvidos nestes episódios.O 24horas contactou Fernando Madureira, um dos líderes da claque, no sentido de obter uma reacção a respeito da agressão sofrida por Adriano. No entanto, este elemento dos SD desligou-nos o telefone logo a seguir a termos formulado a pergunta.
Retirado de um blogue azul
A arbitragem foi vergonhosa e está na altura de voltarmos a meter respeito a esta cambada da arbitragem. De certeza que estes 2 lixos quando vierem apitar ao Dragão, vêm apitar um jogo muito fácil, tipo Xico, ou Fafe, e nesse jogo vão roubar escandalosamente a n/ favor para ver se nos esquecemos. É necessário pressioná-los, apertá-los e relembrá-los. Se tiver que haver um ligeiro acidente com eles na VCI, também se arranja.


(Sobre 2 árbitros de andebol, depois do Sporting ter ganho ao FCPorto. Confirmando tudo aquilo que toda a gente já há muito tempo sabe. Eles aproveitam as idas de árbitros e de outros agentes desportivos ao norte para lhes fazer a folha. E não se coibem de o apregoar publicamente, tal a impunidade).

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

(Os Corruptos e o Mundo) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (27)

O FCPorto no Estrangeiro

Declarações de Sir Alec Ferguson
Alex Ferguson é um sir (senhor), mas não tem «papas na língua».No site da BBC, o técnico do Manchester United teceu uns comentários «provocatórios» ao FC Porto, na Liga dos Campeões. Apesar de considerar que os dragões são uma equipa a temer, Ferguson não se deixa impressionar pelo domínio «doméstico» do FC Porto. «Tivemos o sorteio mais difícil, mas penso que eles compram o campeonato no Tesco (supermercado). Eles ganham todos os anos. Sempre que compram um pacote de leite somam mais três pontos», ironizou o técnico do Manchester. Ferguson diz mesmo que apenas se lembra de o FC Porto ter «perdido uma vez o campeonato para o Sporting» desde que o seu anterior clube, Aberdeen, visitou as Antas, em 1984.


Declarações de Graham Souness, treinador inglês de futebol.
“Ter sucesso em Portugal, onde eu trabalhei, com o FC Porto não é grande coisa. Pela forma como as coisas estão “estruturadas”, do presidente para baixo, eles têm o sucesso garantido quase todos os anos”, disse o técnico escocês, em declarações ao site Talksports.
Declarações de Santiago Segurola, director-adjunto do jornal A Marca.


Há clubes que fazem tudo para vencer, para se autoproclamarem vencedores, e que transgridem as regras de forma obscena. Uma das coisas mais surpreendentes de tudo isto é a repetição nos nomes das equipas. São quase sempre as mesmas: Juventus, FC Porto...».

"Es terrible lo que está pasando en el fútbol, un poco ante la mirada condesciente del periodismo. En los últimos años se han comprobado casos de dopaje masivos en Italia, caso Juventus, y de compraventa de partidos tanto en Italia como en Portugal, con equipos como la Juve y el Oporto en medio del embrollo. Las autoridades del fútbol, el periodismo y los propios profesionales del fútbol (entrenadores, directivos, árbitros y jugadores) deberían estar más vigilantes ante algo que no es ficticio es real. Hay gente que pone tanto empeño en ganar, en proclamarse ganadores, que traspasan las reglas de una manera obscena. Una de las cosas que más sorprenden de todo esto es la reiteración en los nombres de los equipos. Son casi siempre los mismos: Juventus, Oporto... " - Santiago Segurola

Porto Aberdeen 1984 Cup Winners Cup
"Portugal is another hotbed of allegations. What started this winter with published insults between high officials has led to specific claims against Jorge Nuno Pinto da Costa, the most powerful man in Portuguese sports.
His club, Porto, is a quarterfinalist in the UEFA Champions' League. His reign as president of Porto and head of the Portuguese league and the referees commission leads to periodic accusations of vested interests.
However, Fernando Barata, a hotelier who once presided at the Farense club, has named names. He cited the 1984 Cup Winners Cup semifinal, charging that Pinto da Costa bribed Ion Igna with $50,000 to smooth Porto's victory over the Scottish team Aberdeen."
By Rob Hughes, International Herald Tribune (Wednesday, January 15, 1997).

No Daily Express, 2002
"Over the years, suspicious refereeing has been associated with various referees in Portugal favoring FC Porto. Nothing has been proven, but there have been some strong indications that the allegations are true.
 FC Porto’s title in 92-93 was marred by some dubious results. One that stands out was a 1-0 away victory at Famalicão in which the referee at the time allowed over six minutes of injury time in a game with no injuries and no prolonged stoppages. Of course, FC Porto scored in the sixth minute of injury time. This game followed several away victories in which FC Porto received the benefit of the doubt on several calls in previous away matches.
 The scandals of 1996 then put the referee situation in full view. First, FC Porto was caught paying vacation trips to Brazil taken by former referee Carlos Calheiros. FC Porto’s travel agency used the referee’s two middle names to identify his account. How is a referee to remain partial when one team is paying for his and his family’s vacations abroad? The consequence was Mr. Calheiro’s nomination for president of the referee’s union being denied, and no punishment was given to FC Porto.
 Later it was discovered that a member of the Porto’s front office approached the referee of the semi-final Cupwinner’s Cup between Porto and Aberdeen in 1984 and attempted to bribe him to facilitate Porto’s scoring chances. Porto went on to win 3-0 without any controversial calls. It turns out they didn’t need the help. They ended up losing the finals to Juventus 2-1.
The referee association and unions have become centers for controversy and suspicion in the election of its leaders and presidents. It seems that the stronger districts such as Porto’s are able to influence votes for their candidates. In turn those elected appoint the referees for the matches.A proposed lottery system in the selection of the referees was quickly dismissed. Therefore the end result is the ability to have certain referees cover certain matches. "

DAVID WALSH, 2011
David Walsh é o Jornalista Chefe da Secção de Desporto do The Times. Num editorial, ele descasca em Mourinho e no Porto à grande e à francesa. Se tivéssemos jornalistas desta estirpe em Portugal, de certeza que a máfia portuguesa não teria proliferado como o fez. Mas não, temos uma corja de avençados, cobardes sem espinha dorsal.
 "Passaram oito anos desde que o Porto de Mourinho venceu o Celtic numa épica mas fraudulenta final da UEFA em Sevilha. Um jogo que podia ter sido grande foi diminuido pelo cinismo dos jogadores do Porto fingindo lesões à menor dica de um contacto, e seguindo uma agenda feita por Mourinho nos dias anteriores ao jogo, quando ele disse que estava com medo que os jogadores do Celtic pontapeassem os seus jogadores para fora do campo. Isto entrou nas cabeças dos juízes do jogo e o jogo foi arbitrado da maneira como ele queria. Foi cínico e funcionou. O treinador do Celtic nessa altura, Martin O´Neill, devia ter visto o jogo de farsa e cínico de quarta-feira (RM-Barça) no Barnabeu, com um sorriso de dèjà-vu. Nem todas as cobras estão imunes ao seu próprio veneno".  

Internacional corruption
A reportagem foi publicada no jornal inglês ‘The Independent’, a 15 de Novembro de 1996... Conta a história de uma tentativa de corrupção levada a cabo por Fernando Barata, então presidente do Farense, em nome do FC Porto. Objectivo era comprar uma vitória no jogo com o Aberdeen, nas competições europeias...
O Aberdeen e Alex Ferguson foram associados, de forma involuntária, a um escândalo de suborno que está a causar polémica nos jornais portugueses. A polícia portuguesa questionou o empresário, que tentou corromper um árbitro romeno, em nome do FC Porto, há 12 anos, antes de uma meia-final da Taça das Taças, contra o Aberdeen, numa altura em que o técnico do Manchester United estava no comando dos escoceses.
Fernando Barata, proprietário de um hotel e presidente de outro clube (Farense), alegou que o FC Porto lhe pediu para falar com o árbitro antes do jogo da primeira mão. O objectivo era conseguir uma vitória por 3-0 a favor do FC Porto. No entanto, não foi revelada a verba prometida. O FC Porto ganhou as duas mãos, por 1-0.
O FC Porto negou as acusações, mas a UEFA, o organismo que rege o futebol europeu, tem procurado uma explicação junto da Federação Portuguesa de Futebol. O árbitro Ioan Igna reclama inocência e diz que desconhece as tentativas de suborno.
"Estou totalmente supreendido com as acusações", disse Igna, em Bucareste. "Não conheço essa pessoa que está a fazer a denúncia e nunca tinha falado com ela", acrescentou.
O FC Porto terá oferecido ao árbitro, como troca de favores, viagens de avião, hospedagem em Portugal e alimentação. Igna não confirma: "Deram-me um relógio, uma pequena bandeira e um emblema. Nada mais”.
O Sindicato de Jogadores solicitou de imediato uma investigação sobre as acusações, uma vez que estava em causa "uma ameaça à imagem e credibilidade" do futebol português.
Esta história, contada pelo jornalista Rupert Metcalf, em 1996, é mais um dos inúmeros episódios de tentativas de corrupção que nunca foram provados.

A MARCA (Espanha)

Youtube aloja varios archivos de audio con conversaciones.
El caso de corrupción 'Silbato Dorado' vuelve a agitar Portugal
Los diálogos de los implicados, algunos comprometedores pese a que sus protagonistas hablan en clave y con alusiones, han saltado a las primeras páginas de los diarios lusos y las visitas a la página que contiene las escuchas se han disparado.
El caso "Silbato Dorado", que investigó desde 2004 supuestos casos de corrupción y tráfico de influencias en el fútbol portugués, vuelve a agitar la actualidad lusa tras publicarse en internet escuchas telefónicas de los implicados.

El popular sitio web 
Youtube aloja varios archivos de audio con conversaciones telefónicas del presidente del club Oporto, Nuno Pinto da Costa, y del entonces máximo dirigente del Boavista Valentim Loureiro, así como de árbitros y de empresarios ligados al mundo del fútbol.
Los diálogos de los implicados, algunos comprometedores pese a que sus protagonistas hablan en clave y con alusiones, han saltado a las primeras páginas de los diarios lusos y las visitas a la página que contiene las escuchas se han disparado.
La revelación de las conversaciones, usadas durante la investigación del caso -ya cerrado por la Justicia y en el que Pinto da Costa fue exculpado-, ha provocado la reacción de altas instancias judiciales portuguesas.
El Fiscal General de la República, Fernando Pinto Monteiro, confirmó la apertura de un proceso para investigar cómo esos archivos han acabado divulgándose en el popular portal de vídeos de internet.
Por su parte, Pinto da Costa presentó una denuncia con el argumento de que la publicación de las conversaciones es un delito de desobediencia prohibido por la ley.
El caso "Silbato dorado", que conmocionó al fútbol luso, saltó en marzo de 2004, cuando la Policía Judicial portuguesa recibió una carta anónima donde se señalaba que los dirigentes del equipo de Gondomar, de la Segunda División B portuguesa, intentaban conseguir el ascenso de categoría a través de sobornos.
De este caso, derivó el proceso "Silbato Final" por el que se acusó a dirigentes del Boavista y Pinto da Costa de soborno de árbitros en la temporada 2003-2004, proceso por el fueron 
condenados por la Justicia deportiva y que provocó que la UEFA excluyese al Oporto de la Liga de Campeones.
No obstante, el Tribunal de Arbitraje Deportivo (TAS) revocó esta decisión al argumentar que no existían pruebas sobre las supuestas actividades ilícitas del club, lo cual acabó también por ser ratificado el pasado agosto por el Comité de Disciplina de la UEFA.

Comentários a "Um Exemplo de Gestão", artigo sobre o FCPorto na Marca.


“Yo diria que es un exemplo de corrupción!!! Se ha probado que pagó viajes a Brasil a arbitros y respectiva familias, hay grabaciones de conversaciones de el Presidente del Oporto em que se puede escuchar que pagava a prostitutas para los arbitros se pudieran divertir!! asi de claro...han tenido durante muchos años el beneficio de poder escojer los arbitros para sus partidos...Una verguenza! Asi ganan muchas de las ligas y participan en la Champions casi todos los años y de esta forma valorizan sus jugadores e se forran!
La diferencia entre la liga portuguesa y la Italiana o incluso la Turca es que aí hay justicia y la corrupción es punida con descensos o prisión
 El Oporto también se hizo famoso por los escándalos de corrupción deportiva.
El caso 'silbido dorado' no fue resuelto y su presidente fue condenado por corrupción deportiva. Incluso, hay pruebas no youtube de charlas comprometedoras de él con árbitros, aunque nada fue hecho.
No hablan de los jugadores fracasados en el Porto,más de 40, que estan en otros clubes pero reciben un salario pagado por el Porto.
Algunos de ellos juegan en clubes en la misma liga del Porto y que sirven para alterar los resultados. Este año han ganado dinero con la venta de Falcão, pero ya han pagado más de 60 millones con jugadores sin categoría garantizada
¿ Por qué no hablamos de compra de arbitros y doping también ? Al parecer en Oporto son unos expertos en eso.

A Marisqueira de Matosinhos (A Marca)
Reinaldo Teles y Antonio Garrido, implicados en el caso 'Pito
Dorado', acudieron al restaurante con el holandés Kuipers · También
cenó allí el presidente Pinto da Costa
El Oporto, rival del Villarreal en las semifinales de la Europa League, incumplió
el pasado jueves una de las reglas más importantes que marca la UEFA: la prohibición expresa de que directivos o miembros de cualquiera de los equipos contendientes acompañen a los árbitros del partido durante su estancia en la sede del choque. Y mucho menos, que coman o cenen con ellos.
Tras ciertos casos de corrupción aparecidos hace algunos años, el organismo que regula el fútbol europeo incide mucho en velar por cualquier tipo de conducta que pueda dar lugar a presuntas irregularidades. Y así lo expresa nítidamente en su reglamento: "Durante su estancia en la sede del partido, los árbitros deben ser únicamente atendidos por un enlace que será un representante oficial de las asociaciones nacionales del equipo anfitrión (artículo 20.08 del capítulo XIII)". Es decir, sólo puede acompañarles alguien de la Federación o del Comité de Árbitros.
Pero, según ha podido saber MARCA, esta regla se incumplió gravemente la noche del pasado jueves, cuando el holandés Bjorn Kuipers, encargado de dirigir el choque entre el club luso y el Villarreal, cenó con varios directivos y personas estrechamente vinculadas al Oporto en el mismo restaurante.
Kuipers cenó en la Marisqueira de Matosinhos - de la localidad del mismo nombre situada a 10 kilómetros de Oporto - con Reinaldo Teles, directivo del club portugués y persona de gran confianza del presidente de la entidad, y con Antonio Garrido, ex árbitro luso que colabora con el Oporto.
A lo largo de la cena, el asunto fue más allá cuando ¡el propio presidente! Jorge Nuno Pinto da Costa también apareció en el exclusivo restaurante de la Rua do Roberto Ivens.
La UEFA no ve con buenos ojos estas prácticas, sobre todo teniendo en cuenta que Pinto da Costa, Teles y Garrido estuvieron involucrados en el escándalo de corrupción arbitral que salpicó al fútbol portugués en 2004 conocido como 'Pito Dorado'.

Escuchas telefónicas
Teles y Garrido no fueron condenados porque la justicia portuguesa no aceptó como pruebas las escuchas telefónicas. El caso se saldó -además del descenso administrativo del Boavista y cinco árbitros suspendidos- con dos años de suspensión para Pinto da Costa y una sanción de seis puntos en Liga para el Oporto, que además fue apartado de la Champions League 2008-2009. Esta sanción fue posteriormente revocada por el Comité de Apelación de la UEFA.
La actuación del holandés Kuipers en dicho partido (que concluyó con un contundente marcador de 5-1 a favor de los portugueses) se saldó con tres tarjetas amarillas para los castellonenses -Catalá, Borja y Diego López-, un penalti señalado a favor de los locales y la reclamación de un posible fuera de juego en el cuarto gol del Oporto.
Ante la sospechosa irregularidad de esta cena, el Villarreal podría plantearse ahora presentar una reclamación ante la comisión disciplinaria de la UEFA, el mismo órgano al que iba dirigida la demanda presentada por el Real Madrid contra los jugadores del Barça, que fue desestimada el pasado lunes.

A MARCA – NOTÍCIA do JANTAR
O FC Porto suspeita de que foi alguém relacionado com José Mourinho que deu ao jornal espanhol ‘Marca’ a informação do jantar de António Garrido, Reinaldo Teles e Pinto da Costa com o árbitro (o holandês Bjorn Kuipers) que dirigiu o jogo com o Villarreal (5-1), no restaurante A Marisqueira, de Matosinhos.
Segundo soube o CM, a suspeita funda--se no facto de o técnico conhecer bem as rotinas dos dirigentes portistas e alguém do seu círculo próximo poderá ter aproveitado a informação para tentar provar que os árbitros indicados pela UEFA não só prejudicam o Real Madrid como outros clubes, em benefício dos que têm máquinas bem montadas no acompanhamento aos árbitros, como o Barcelona e o Porto. Pinto da Costa, aliás, já não é a primeira vez que se encontra com árbitros. No processo ‘Apito Dourado’ admitiu mesmo que recebeu em casa o juiz Augusto Duarte, antes do Beira--Mar-FC Porto (0-0, 2004). Em praticamente todos os casos que envolvam árbitros surgem António Garrido e Reinaldo Teles, amigos de longa data do líder portista. Garrido é um ex-juiz que desde os anos 80 colabora com o FC Porto. Ontem, Pinto da Costa negou que tivesse jantado com Kuipers e o clube disse que vai processar a ‘Marca’ e o jornalista que escreveu a notícia. Já a FPF confirmou que nomeou Garrido para acompanhar a equipa de arbitragem que dirigiu o FC Porto-Villareal.
"estupidez realmente não conhece limites, se vêm dizer que suspeitam que houve alguém que se "chibou" então é porque houve mesmo jantar com o árbitro Holandês e que isto é, de acordo com a notícia, uma rotina dos dirigentes portistas! Ainda para mais acho ridículo que um jornal como a Marca fosse lançar esta notícia sem ter provas nenhumas. Não estou a ver os editores de um dos maiores jornais do mundo a pensar: Já sei! Vamos inventar uma notícia completamente falsa sem ter provas nenhumas sobre um clube que nem é de Espanha e que não nos faria vender jornais (ainda para mais a seguir a um Barça - Real) para sermos processados à grande!