ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

E-Mail: pulpuscorruptus69@gmail.com

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A Propósito:Mais Figurões - A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (20)

MAIS FIGURÕES
Conversa entre Fernando Gomes e António Araújo
25/2/2004 - As facturas das deusas!

AA: Estão aqui três deusas! Você não tem como arranjar esses três bilhetes, ó doutor?
Fernando Gomes: Ó Araújo! Eu só tenho hipótese de arranjar três bilhetes...
AA: Pagando, eu pago!!
FG: Ó pá... que é das tribunas de sócios, são 25 contos cada uma... 
AA: Hiiii...!!!!
FG: Ó pá mas depois fazemos... é... é daquele assunto que falámos, não é? AA: É, é...
FG: Ó pá depois quando meter a factura, a factura da, da, da... das outras despesas de, de... de restaurante, mete isso.  
AA: Está bem doutor.
FG: Percebe? É melhor assim.  
AA: Mas sabe porquê? Porque...
FG: Mas é melhor assim.  
AA: Ãh??
FG: Mas faça assim: vá ao 14º andar... 
AA: Hum...
FG: Ao 14º andar... fala com a Manuela Cunha. 
AA: Manuela Cunha... ???
FG: Manuela Cunha e eu dou-lhe a indicação que o... que o Araújo vai lá buscar isso às três horas ou às duas e meia. 
AA: OK, está bem.

Fernando Gomes Agressor

2000-09-20, Agressão a Matt Fish, jogador de basquete, agredido por 9 ou 10 indivíduos nos escritórios das Antas, por se recusar a prolongar o contrato que o ligava ao FCPorto, agressão presenciada por Fernando Gomes (actual presidente da Liga) o qual terá sido um dos agressores consoante testemunho do próprio Fish à CS.

 
LOURENÇO PINTO

O tal que foi guarda-prisional antes de se tornar advogado e é casado com uma juiza do tribunal de Gaia.
 
Confraternização com árbitros

Carolina diz mais que “Os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte eram visitas da nossa casa, sempre trazidos pelo António Araújo. Por ser muito cuidadoso, Jorge Nuno nunca falou com um árbitro pelo telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam a casa para confraternizar”.
No dia do encontro com o Beira-Mar para a Liga, Pinto da Costa combinou ir depor. Mas se por acaso o Jorge Nuno ficasse detido, Carolina tinha combinado com o líder da claque dos super dragões, a claque invadiria o tribunal e partiria tudo à volta para o libertar e permitir a fuga para Espanha, destruindo tudo à sua passagem.
“Cá fora eu estaria à espera num local previamente combinado e fugiríamos para Espanha, deonde só voltaríamos sabe-se lá quando”.
Entretanto Carolina teve o desprazer de ouvir Joaquim Pinheiro, irmão de Reinaldo Teles, dizer em voz alta que se não fosse ele o presidente estava engavetado devido a um ainformação de um amigo seu dentro da PJ do Porto.
 
Mas vamos por partes. No polémico livro que lançou este fim-de-semana, intitulado “Eu, Carolina”, a antiga companheira do presidente do FC Porto assume ter sido ela quem contratou, a mando de Pinto da Costa (segundo assegura Carolina), os homens que agrediram em 2005 Ricardo Bexiga. E a páginas tantas, mais precisamente na página 135 do livro - que, diga-se, o presidente do Conselho de Deontologia caracterizou de "literatura de cordel" -, Carolina Salgado conta que numa visita ao escritório do "doutor Lourenço Pinto", advogado, entre outros, de Valentim Loureiro no caso "Apito Dourado", ouviu o mesmo comentar a respeito da tareia dada ao vereador: "Oh, minha querida, mas ele ficou a falar!" Ao que Carolina terá respondido: "Mas eles partiram-no todo." Resposta de Lourenço Pinto: "Sim, mas ficou a falar."
 
"Se era para ter graça, não teve graça nenhuma e mais doente fiquei", relata Carolina, contando depois o quanto se sentiu mal depois de ter visto uma fotografia de Bexiga "todo ligado, e com um filho a brincar ao lado". A ex-companheira do presidente dos azuis e brancos prossegue: "Vendo-me a tremer, o doutor Lourenço Pinto condoeu-se do meu estado e, com palavras doces, recomendou-me a leitura de um romance intitulado “A Siciliana”, passado em Itália, sobre as guerras da Mafia, que ele tinha apreciado muito ler e que achava que me iria animar."
 
Ontem, perante perguntas de Ricardo Rodrigues Pereira, advogado do ofendido, Carolina acrescentou factos à sua versão. Afinal, Lourenço Pinto teria tido conhecimento prévio do plano de agressão a Ricardo Bexiga e teria aconselhado Carolina e o motorista de Pinto da Costa falarem com um "ex-presidiário", conversa que "não chegou a concretizar-se".
 
"Ele sabia o que estava a ser preparado para o dr. Bexiga. Se posso provar? Não, não posso provar", afirmou, provocando perplexidade na assistência.
Carolina disse, ainda, que quando, a par de Afonso Ribeiro, falou com um primeiro indivíduo indicado para agredir Ricardo Bexiga comunicou a Pinto da Costa e Lourenço Pinto a desistência daquela contratação.
 
Em sessões anteriores, em Julho passado, Lourenço Pinto desmentiu totalmente a história de Carolina. Disse que não teve qualquer conversa daquele teor; que nunca a tratou por "querida"; que nunca leu um livro intitulado "A Siciliana"; mas disse, até, que só teve conhecimento de que Bexiga foi agredido quando, em 2006, Carolina falou em tal episódio numa entrevista.
 
Perante o depoimento da ex-namorada de Pinto da Costa, o procurador do Ministério Público, Paulo Óscar, pediu aos juízes que Lourenço Pinto volte a ser inquirido. Mas, quanto a novos "dados" sobre a agressão a Bexiga, Carolina foi mais além. Disse, até, que também Valentim Loureiro teria estado a par do plano de agressão. E que, numa festa, ter-lhe-á dado os "parabéns" pelo sucesso da "operação".
 
Por estes factos decorreu um processo que, apesar da confissão da alegada mandante do crime, foi arquivado pela equipa especial do Apito Dourado, coordenada pela procuradora Maria José Morgado. Carolina justificou a não inclusão, no livro, dos alegados factos narrados na audiência dizendo que foi alvo de "vários cortes", por parte da editora D. Quixote. Mas também disse que, se fosse hoje, sabendo que iria ser alvo de processos-crime, "se calhar faria de outra forma", dando a entender uma ponta de arrependimento, até porque a versão publicada "tem algumas imprecisões". Por essa razão, deverá ser inquirida uma co-autora "oficial" do livro, a docente Fernanda Freitas.
 
Uma delas foi também ontem discutida e tem a ver com quem, afinal, terá alertado Pinto da Costa para um mandado de busca da PJ no âmbito do Apito Dourado, em Dezembro de 2004, dando origem a uma fuga para Espanha. No livro, Carolina disse que foi Lourenço Pinto, mas em três entrevistas distintas declarou terem sido Reinaldo Teles e Joaquim Pinheiro, ambos vice-presidentes do F. C. Porto. Ontem, disse, que, afinal, terá sido Joaquim Pinheiro, mas quem combinou o almoço para o plano de fuga foi Lourenço Pinto.
 
Quanto à acusação de difamação, a arguida reafirmou que terá sido o próprio advogado, a “combinar um almoço” com Pinto da Costa, Carolina Salgado, Reinaldo Teles e o irmão deste Joaquim Pinheiro, para falarem sobre essa informação e combinarem uma “fuga para Espanha”.
“Reinaldo Teles e o irmão Joaquim Pinheiro tinham a informação da busca através de uma pessoa da PJ”, sublinhou a arguida, afirmando desconhecer como a mesma informação chegou a Lourenço Pinto.
Perante algumas contradições entre o hoje dito por Carolina e o que Lourenço Pinto (assistente no processo) havia afirmado em sessão anterior, o Ministério Público solicitou ao tribunal que volte a chamar o advogado ao julgamento.
A defesa do causídico solicitou, por seu turno, que volte a ser ouvida a escritora do livro, Fernanda Freitas, já que hoje Carolina alegou existirem “várias imprecisões” na obra, que apenas “relatou”. O tribunal adiou a decisão, quanto aos dois requerimentos, para momento posterior.
 
No julgamento, que envolve seis processos, o líder do FC Porto é acusado de dar duas bofetadas à ex-companheira em Março de 2006. Estão também convocadas as testemunhas Sandra Lourenço Pinto e Ana Salgado que deverá depor por vídeo-conferência.

 Lourenço Pinto
O advogado de Valentim Loureiro no início do caso Apito Dourado, e o actual Presidente da AFP. o homem que avisou Pinto da Costa das buscas a sua casa e lhe permitiu a fuga, foi, por surreal que pareça, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF no início dos anos noventa, por indicação (claro!) da Associação de Futebol do Porto, presidida pelo falecido Adriano Pinto, e que, sendo maioritária, pôde sempre optar por manter na sua “posse” aquele “precioso” instrumento, em detrimento até mesmo da própria presidência da FPF (que deixava para Lisboa, mas que praticamente só tratava da selecção nacional). Os seus tempos foram dos piores da história da arbitragem portuguesa e valeram vários títulos ao FCPorto, que tão bem protegido nem precisava de jogar muito para vencer. Com equipas onde pontificavam Vlk, Bandeirinha, Tozé, Paulinho César, Kiki, Raudnei, Barriga ou António Carlos, conseguiu vencer campeonatos ao Benfica de Paulo Sousa, Rui Costa, João Pinto, Vítor Paneira, Futre, Isaías, Mozer etc. Lourenço Pinto teve pois o efeito de um verdadeiro Maradona no campeonato português. Laureano Gonçalves e Fernando Marques seguir-lhe-iam o exemplo. Sobre Pinto de Sousa não é necessário acrescentar muito mais aquilo que tem sido veiculado no âmbito do Apito Dourado.
O caso Francisco Silva – que se terá autonomizado do sistema, depois de ser um dos seus principais interpretes – é algo que merecia ser melhor estudado e investigado, e no qual talvez se encontrassem algumas das origens de todo este tenebroso caminho. O juiz algarvio terá sido, nas suas próprias palavras, “tramado” por Lourenço Pinto - certamente por saber demais -, vendo-se assim irradiado da arbitragem. Recorde-se que foi apanhado com um cheque na mão num balneário de Penafiel.

ADELINO CALDEIRA
Já outra personagem que aparece mencionada na notícia, pessoa essa que actualmente é um dos dirigentes do F.C.Porto, nem mais nem menos do que Adelino Caldeira.
 Adelino Caldeira era uma dos directores à época da bem conhecida agência de viagens "Cosmos" (a mesma que enviou por engano as facturas de Carlos Calheiros para a torre das Antas), actualmente aparece ligado como directo ao F.C.Porto tendo sido inclusive uma das mais importantes testemunhas de defesa de Pinto da Costa no processo Apito Dourado. Adelino Caldeira aparece sempre em momentos chave da corrupção no desporto nacional e em particular no F.C.Porto. Em 1996 quando estoira o caso "Calheiros" onde era director da agência Cosmos e agora no "Apito Dourado"

Ameaças ao Presidente da Liga
Ameaças ao sportinguista ex-Presidente da Liga, Hermínio Loureiro:
"A única pessoa que me falou do Ricardo Costa foi o Adelino Caldeira, vice-presidente do FC Porto, a 3 de Setembro de 2008 num almoço no restaurante Lusíadas, em Matosinhos. Ele foi clarinho e apreciei a frontalidade. Disse-me: ‘Meu caro, ou você corre com o Ricardo Costa e tem a vida facilitada ou vamos fazer-lhe a vida negra’. Certo é que não mudei a orientação de total autonomia que dei desde o início à Comissão Disciplinar. Desde esse dia que percebi que me iam fazer a vida negra e fizeram."
 
Em entrevista ao Sol, o antigo presidente da Liga de Clubes, Hermínio Loureiro, denuncia pressões do FC Porto para “correr” com Ricardo Costa da Comissão Disciplinar. As palavras do ex-presidente da Liga de Clubes tiveram pouco eco, o que não condiz com a gravidade de algumas afirmações.
Ficam assim eternizadas no espaço que eterniza a corrupção do FC Porto, as pressões e os agentes fiéis que agem em nome do clube.
A pergunta do jornalista Luís Rosa: “Valentim Loureiro ou Pinto da Costa nunca lhe disseram para controlar o que Ricardo Costa (presidente da Comissão Disciplinar da Liga) andava a fazer?”
A resposta: “A única pessoa que me falou do Ricardo Costa foi o Adelino Caldeira, vice-presidente do FC Porto, a 3 de Setembro de 2008, num almoço no restaurante Lusíadas, em Matosinhos. Ele foi clarinho e apreciei a frontalidade.
Disse-me: ‘Meu caro, ou você corre com o Ricardo Costa e tem a vida facilitada ou vamos fazer-lhe a vida negra’. Certo é que não mudei a orientação de total autonomia que dei desde o início à Comissão Disciplinar. Desde esse dia que percebi que me iam fazer a vida negra e fizeram.
E porque quereria o FC Porto afastar Ricardo Costa? [a pergunta parece inocente, mas terá de ser feita para se obter o testemunho de Hermínio].
"Tem a ver com as decisões disciplinares do Apito Dourado, como é evidente”, respondeu.  Hermínio Loureiro contou que Filipe Soares Franco, ex-presidente do Sporting, “também várias vezes sugeriu” que o presidente da Liga “substituísse o Vítor Pereira”.
Mas o episódio com Adelino Caldeira teve repercussões. Hermínio Loureiro manteve-se inflexível e gerou ódio no FC Porto. “A partir desse momento, aconteceram coisas absolutamente artificiais como a novela da entrega do troféu de campeão que levou o Porto a escrever uma carta ao secretário de Estado do Desporto a fazer queixa da Liga. O barulho que fizeram!”, conta Hermínio Loureiro.
O ex-dirigente da Liga lamenta que tenha passado a imagem de que a Liga não queria entregar o troféu ao FC Porto e fala de indisponibilidade do clube: “Esteve marcada a cerimónia e essa entrega não foi feita porque Pinto da Costa tinha casamento marcado com a senhora Filomena. Obviamente, se o presidente do Porto não estava presente, a Liga não ia fazer essa entrega.
E Tiago Craveiro, secretário-geral da Liga, várias vezes falou com Antero Henriques (director do FC Porto) para tentar marcar uma data para a entrega do troféu, mas nunca havia disponibilidade. Criou-se a ideia de que a Liga não queria entregar o troféu ao Porto – isto cabe na cabeça de alguém?”
A entrega da taça acabou por acontecer, com episódios surreais...“Lembro-me também que, quando saí da sala para entregar o troféu, ouvi um diligente funcionário do Porto a dizer: ‘Desliguem a música! Desliguem a música!’. Era para se ouvirem melhor os assobios.
Nunca vi entregar um troféu sem música. Foi original. Foi claramente uma história montada para criar problemas e desgaste, para fazer com que eu não fosse entregar o troféu.
“Para depois me acusarem de lá não ter ido. As pessoas conheciam-me mal.” O Conselho de Justiça da Federação decide reduzir a suspensão aplicada pela Liga a Hulk e a Sapunaru e Loureiro demitiu-se:
“Assumi as minhas responsabilidades. Não sendo jurista, entendi como uma enormidade a desproporção dos castigos aplicados aos jogadores Hulk e Sapunaru pela Comissão Disciplinar e pelo Conselho de Justiça. Não podemos confundir três jogos com quatro meses”, justifica. Esta demissão “foi um grito de revolta”, mas também ela assenta em histórias estranhas. Foi Pinto da Costa quem deu conhecimento a Hermínio Loureiro da decisão do Conselho de Justiça, muito antes da mesma ser tornada pública...
“Sabe quem é que me ligou a dar nota da decisão do Conselho de Justiça? Não imagina. Foi Jorge Nuno Pinto da Costa. Fez questão de ligar-me para dizer qual tinha sido a decisão do Conselho de Justiça. Esta é a parte que posso contar desse telefonema”, revela Hermínio.
O então presidente da Liga garante que não sabia de nada... “Não estou com isto a dizer que o presidente do Porto tivesse tido acesso a “inside information”. Estava dentro do carro, e recebi um telefonema de um número que não tinha gravado. Atendi e ouvi: ‘Daqui fala Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto’. E transmitiu-me a decisão do Conselho de Justiça e depois disse-me um conjunto de coisas que não posso tornar públicas” (Injúrias provavelmente).
“Porquê? Não são reproduzíveis?”, questiona o jornalista do Sol.
“Não posso, não devo. Sei o que é publicável e transmissível, e o que não é. A partir desse momento, procurei confirmar a informação, pois havia muita contra-informação a circular – a RTP chegou a noticiar uma coisa à hora de almoço que não se veio a confirmar. Mais tarde, o secretário-geral da Liga de Clubes confirmou-me a decisão. Perante esta situação, ponderei sozinho algumas horas e decidi renunciar ao cargo de presidente da Liga de Clubes. Informei os meus colaboradores e solicitei a todos os titulares de cargos nos órgãos da Liga que se mantivessem em funções para manter a normalidade”

Pôncio Monteiro, o ignóbil
"O Pôncio Monteiro, muitos anos antes, depois de um acidente grave, esteve às portas da morte, para sobreviver tinham de fazer-lhe uma transfusão de sangue. O João Mota, do FC Porto, quando soube disso, prestou-se de imediato a ir dar sangue ao hospital.
 Mais tarde, o Pôncio perseguiu o João Mota dentro do FC Porto, exigiu a sua saída do clube, isto na altura em que o Pedroto era treinador. O Pôncio disse que ou saía o Mota ou saía ele. Foi aí, como contei antes, que Pedroto disse que, sendo assim, estava tudo resolvido, saía o Pôncio.
 Uma pessoa que faz isto, que depois de ter sido salva com o sangue do outro, o persegue, o quer despedir do trabalho, é alguém que perde toda a autoridade moral para dizer seja o que for. Uma pessoa que é capaz de comportamentos como aquele merece todas as reservas.
 
Agarrei-o pelo braço e disse-lhe à queima-roupa: "Tu não prestas, tu foste capaz de perseguir uma pessoa que te ajudou da maneira que sabemos, portanto está calado, não digas nada. Olha para mim, olhos nos olhos. Tu nem profissão tens, a tua profissão é ser filho de quem és, o teu pai, sim, é um senhor, um gentleman." Atrapalhado, o Pôncio calou-se, ficou com falta de ar.
 O Schnitzer, ao assistir àquilo, disse-me: "Octávio, ainda matas o homem." "Mato o homem?!", perguntei eu, "mas qual homem?! Isto é um cobarde”.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

(PC O CRIMINOSO) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (19

Lista de crimes do criminoso Pinto da Costa: 


* Instigação pública a um crime

* Apologia pública a um crime

* Associação criminosa

* Incitamento à guerra civil ou à alteração violenta do Estado de direito

* Incitamento à desobediência colectiva

* Ultraje de símbolos nacionais e regionais

* Tráfico de influência

* Usurpação de funções

* Falsidade de depoimento ou declaração

* Falsidade de testemunho

* Favorecimento pessoal

* Branqueamento de capitais

* Violação de segredo de justiça

* Corrupção passiva para acto ilícito

* Corrupção passiva para acto lícito

* Corrupção activa

* Ofensa à integridade física simples

* Ofensa à integridade física grave

* Ofensa à integridade física qualificada

* Ofensa à integridade física por negligência

* Violência doméstica

* Ameaça

* Coacção

* Tráfico de pessoas

* Difamação

* Injúria

* Fuga ao Fisco

 

 Pinto Careca, conceituado gerente comercial
 

Pinto da Costa não pagou um empréstimo de 20 mil contos e agora tem de responder em tribunal. O Fonsecas & Burnay exige juros e tudo. E diz-se que os empréstimos só foram concedido à conta de pressões políticas.

 

O Banco Fonsecas & Burnay (BFB) acaba de interpor uma acção judicial contra Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FCPorto e a IGE, Indústria Geral de Electrodomésticos, empresa da qual o lider portista é sócio. Em causa está o facto da IGE ter faltado ao compromisso de saldar nos prazos estabeledcidos um empréstimo solicitado àquele banco por JNPC e sua mulher Manuela Carmona Graça e o sócio Fernando Vasconcelos.

 

O BFB exige agora nos tribunais dinheiro e juros, enquanto decide se há-de ou não colocar igualmente nas mãos dos juizes um outra dívida de Jorge Nuno. É que além dos 2 mil contos da IGE, o dirigente deve ainda ao banco cerca de 9 mil contos. Um dinheiro que foi conseguido obter por obra e graça de fortes pressões políticas.

 

Recorde-se que a IGE era na altura do empréstimo uma empresa não só falida mas também com fracas perspectivas de recuperação.

 

“Não se percebe muito bem porque é o BFB acedeu a um empréstimo”, confessa fonte da instituição, já que o próprio nome da empresa dava azo a grandes dúvidas.

 

De facto, a 24 de Agosto de 1990 os proprietáros da Ige apresentaram junto da PJ de Aveiro uma queixa de burla agravada contra JNPC alegando que o líder portista não entregou letras no valor de 12 mil contos que concluiriam a venda da empresa inciada em maio passado. Na altura a única base de acordo possível entre as partes passava pela revenda da empresa, por parte de PC, aos antigos donos o que não veio a acontecer.

 

O interesse de PC na aquisição da IGE pareceu, no mínimo, inexplicável. O presidente do FCPorto arriscou dar 30 mil contos por uma empresa falida a ponto de não valer 15 mil. Mais. Predispôs-se a pagar 40 mil contos de dívidas de uma sociedade situada num lugar recôndito, nos arredores de Aveiro, mais propriamente em Junqueira, no lugar do Paço, freguesia da Esgueira. Ao isolamento soma-se o aspecto exterior precário e quase decadente do edifício. Um bloco em cimento mal pintado foi aquilo que o Independente pôde ver em janeiro último.

 

(Terá algo a ver com a preparação do terreno que o caso Aveiro Connection revela?).

   

A concessão do empréstimo não devem ter sido alheias as pressões políticas exercidas, nomeadamente, por “lobbies nortenhos”, adianta fonte do BFB. Confirma-se o que já se sabia: a insinuação do líder portista junto do poder, por um lado, o interesse “interesseiro” do poder pelo mundo do futebol, por outro.

 

Não se sabe até que ponto o banco averiguou a viabildade do negócio. A empresa, como o nome indica, destina-se ao ramo dos electrodomésticos. Se A IGE, Pinto da Costa e restantes avalistas vierem a ser condenados, a lei não condescende e as soluções são poucas. Ou pagam ou indicam bens à penhora. Se a dívida permanecer, serão vendidos em hasta pública os bens suficientes para cobrir o valor em que o banco se sente lesado.

Convém mesmo que PC resolva a questão. Caso contrário, e durante 20 anos, não poderá adquirir seja o que for em seu próprio nome.

 

O Independente teve acesso ao texto da acção que o líder moveu contra o Semanário em consequência de um artigo daquele jornal no qual se ligava o dirigente a assuntos de droga.

 

Fernando Fonseca, advogado de PC, escreveu, “Ponto 12: Acresce que PC é conceituado gerente comercial”.

 

Contudo, nem sempre parece ter sido feliz; esteve na Segrobe de onde saiu zangado com Manuel Borges. Trabalhou numa filial desta empresa no Sul, a Sulgrobe, mas por muito pouco tempo. Com a mulher e um cunhado abriu a Pincosoli, empresa de produtos químicos que acabou por falir. Constitiui uma sociedade em Vila Nova de Gaia que já não existe. Comprou a IGE. Mais?

 

(Conceituado Gerente Comercial?!?!)

 

O Valentão Pinto da Costa

 

Pinto da Costa, na altura em que a ofendida Carolina se encontrava manietada por Afonso Ribeiro, desferiu duas bofetadas no rosto da assistente, uma em cada face”.

 

A conclusão é da Juíza Luisa Trovão, do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto que decidiu em despacho levar a julgamento Pinto da Costa assim como o seu motorista Afonso Ribeiro e o segurança Nuno Santos.

 

(Um valente este PC e seus cúmplices).

 

O líder portista e Afonso Ribeiro foram pronunciados por um crime de ofensa à integridade física cada. Nuno Santos responderá por dois crimes do mesmo tipo.

 

Tudo aconteceu em 6 de Abril de 2006 pelas 15:30 no átrio da residência de Carolina Salgado, na Madalena em Gaia. A ex-companheira envolveu-se numa troca de insultos com Afonso quando tentava imopedir que este levasse o faqueiro de sua casa.

 

Na sequência, Afonso atirou o faqueiro ao chão e passou a agarrar a Carolina pelo pescoço, tendo-lhe ainda exibido, junto à face uma chave colocada entre os dedos referindo-lhe que a “f*dia toda”, lê-se na decisão.



No local, Ana Salgado, então grávida, tentou defender a irmã, mas foi projectada pelo segurança Nuno Santos que logo de seguida deu “três empurrões” a Carolina, levando-a também a cair. Enquanto Ana continuava porostrada, a irmã foi manietada por Afonso.

 

É aí que (o valente) Pinto da Costa se aproxima de Carolina, desferindo-lhe duas bofetadas, uma em cada face, resultando daí lesões na face direita e lábio superior descritas pelo Instituto de Medicina Legal (IML). Para a juíza, em nenhum outro momento do incidente aquelas lesões poderiam ter acontecido.

 

Os depoimentos de todos os arguidos, incluindo Pinto a Costa, “não merecem qualquer credibilidade, pois são contrariados não só pelas testemunhas inquiridas como pelo teor do relatório do exame pericial do IML”, conclui a juíza.

 

O relatório pericial do IML, que foi peça-chave na decisão, detectou escoriações e equimoses na face, no pescoço, na zona do abdómen e nos dois braços. Se várias mazelas poderão ser justificadas pelas agressões de Afonso Ribeiro e Nuno Santos, as escoriações na face direita e no lábio superior apenas encontram explicação nas duas bofetadas de Pinto da Costa (o valentão).

 

Ana Salgado confirmou as agressões dos três arguidos à irmã. Em contraponto com os depoimentos dos arguidos, a Juíza considerou compatíveis os factos descritos por Carolina, o depoimento de Ana e o exame do IML do Porto.

 

Interrogado, Pinto da Costa disse não ter assistido a qualquer agressão. O MP decidiu levar o caso a julgamento mas o magistrado responsável decidiu arquivar o caso do envolvimento do presidente do FCPorto por falta de provas, dado tratar-se de ser palavra contra palavra.

 

Ligação aos Árbitros

Sempre que, durante um jogo o Jorge Nuno achava que o árbitro tinha prejudicado o FC Porto ligava ao senhor José António Pinto de Sousa, presidente do Conselho de Arbitragem, que lhe atendia o telefone, começando por manifestar a sua indignação perante a incompetência do árbitro, mas acabando sempre por marcar um jantar para fazer as pazes.

 

Pinto da Costa festejou vitória da Grécia.

Uma das confissões mais relevantes da ex-mulher de Pinto da Costa reside no facto de o presidente do FC Porto ter festejado o triunfo da Grécia no Euro 2004.

 

“O Jorge Nuno alterou-se com o senhor Scolari quando percebeu que este não cederia às suas vontades. O que incomodava Jorge Nuno era o facto de toda a gente ter percebido que o presidente do FC Porto perdera o poder que gostava de ostentar sobre todos os aspectos do futebol português, incluindo a equipa de todos nós.”

 

Conheço casas onde o desaire (refere-se à derrota de Portugal na final do Euro 2004 com a Grécia) foi festejado com a abertura de uma garrafa de champanhe. A minha, por exemplo. E assumo o risco da impopularidade que uma revelação destas pode causar.

 

Politicamente falando era intolerável para o Jorge Nuno ter de suportar a vitória portuguesa no Euro 2004, que, para ele, não seria mais do que o sucesso de Scolari contra a sua pessoa“, revela.

 

Apito de alerta do amigo Lourenço Pinto...

 

Como dissemos acima, Carolina Salgado confessa ao pormenor como Pinto da Costa geriu a sua vida quando o processo Apito Dourado rebentou. “Foi o doutor Lourenço Pinto quem, às sete da manhã, nos telefonou para casa avisando que o major, o doutor Pinto de Sousa e alguns funcionários da Câmara de Gondomar tinham recebido a visita da PJ. O Jorge Nuno ficou deveras perturbado com o que estava a acontecer ao major. Receava que o major ou Pinto de Sousa falassem de mais. Esta era a sua preocupação”, relata.

 

Na véspera da sua detenção, que nunca chegou a acontecer, Pinto da Costa contou com uma preciosa ajuda, nada mais nada menos que Lourenço Pinto, advogado do major Valentim Loureiro.Tendo em conta o acontecimento, o conhecido advogado, segundo Carolina Salgado, marcou um almoço no restaurante Boucinha, em Vila Nova de Gaia. “À mesa fomos informados com pormenor da situação. Na manhã do dia seguinte, uma brigada da PJ iria entrar na nossa casa e na casa de Reinaldo Teles com mandados de busca e de detenção (…)”.

 

Foi muito acentuado que os agentes eram de Lisboa, como se por isso o perigo triplicasse, o que não me pareceu uma análise correcta. (…) Quer o Jorge Nuno, quer o Reinaldo Teles ficaram petrificados com as informações. “O Reinaldo ficou branco, quanto ao Jorge Nuno, o que ouviu da boca do dr. Lourenço Pinto deu-lhe positivamente a volta à barriga. Não havia tempo a perder. O Jorge Nuno tinha de sair do país”, diz.

 

António Araújo não foi avisado, segundo Carolina Salgado, por ser “o elo mais fraco” e para que a estratégia montada “funcionasse na perfeição”. A mãe de Carolina estava incumbida de atender os agentes da PJ, tendo de dizer a frase previamente combinada: “O senhor Jorge Nuno e a esposa tinham aproveitado o feriado para dar um passeio.” Isto numa altura em que o casal se encontrava na Galiza.

 

Como curiosidade, a mulher de Reinaldo Teles recebeu os agentes da PJ com uma frase elucidativa da sua seriedade: “Não dormiu cá. De certeza que passou a noite com alguma amante!” Reinaldo Teles pernoitou num hotel do Porto. Carolina Salgado lembra que ela e Pinto da Costa resolveram deixar o cofre da casa aberto, “numa atitude de descaramento e provocação”.  Já em Espanha, “Jorge Nuno acusava o Major de ter falado de mais e não ter cuidado”.

 

(Mas se estavam inocentes, porquê o pânico, porquê a fuga, medo de quê? “Quem não deve, não teme”).

 

 O Marfim de Pinto da Costa
 

Pinto da Costa numa das suas visitas a Angola como chefe de comitiva do seu clube, quis "juntar" à oferta de um dente de elefante, supostamente obsequiado pela sua filial, mais três, afim de enriquecer a sua colecção de "coisas raras".

 

Dado a influência que possuí(a) no meio alfandegário da Invicta, tudo foi conjugado para que não subsistisse qualquer problema à chegada da caixa com o marfim a Portugal. Azar!

 

O funcionário destacado para esse dia no aeroporto de Sá Carneiro e destinado a facilitar a "passagem", adoeceu subitamente e foi substituido por outro que nada sabia da "operação".

 

O resultado foi o que se conhece, com Pinto da Costa a negar pertencer-lhe a "encomenda" mas, mais grave ainda, ao zeloso funcionário foi levantado um inquérito resultando na suspenção por tempo indeterminado, de todo serviço, até resolução final.

 

Não satisfeito com a injustiça, constituiu advogado para defender os seus direitos, tendo o causídico logrado um acordo que "não desse nas vistas" e o seu cliente não fosse lesado.

 

RESULTADO: O funcionário em questão recebeu uma indemnização (paga por alguém que até hoje  se desconhece a identidade) e passou à reforma antecipada com direito a todas as regalias como se de reforma total se tratasse.

 

É assim que tudo funciona no "reino" criminoso de Pinto da Costa.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

(GARRIDO, o corrupto) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (18)

António Garrido, O Corrupto viciado ao Jogo
 
António Garrido andou nas bocas do mundo por ter sido nomeado pela Federação a pedido do FC Porto para acompanhar os árbitros do Porto - Villarreal. Até então apenas as conquistas nacionais tinha sido postas em causa com o processo Apito Dourado. Agora as conquistas internacionais começam também a ser alvo de suspeitas. 

Quem é António Garrido. 
 
Garrido foi o primeiro árbitro português escolhido para apitar a fase final de um campeonato do mundo (Argentina 78). Esteve também no Europeu de 80 (Itália) e no Europeu de 82 (Espanha). A 1 de Abril de 1973, quando faltavam seis minutos para o final do FC Porto - SL Benfica com o resultado em 1-2, inventou uma grande penalidade após simulação do portista Flávio na área das águias. O jogo terminou empatado e o Benfica foi assim impedido de conquistar o campeonato 100% vitorioso (levava 23 vitórias em 23 jornadas num campeonato.
 
Depois de terminar a carreira 1982 foi recrutado estrategicamente pelo FC Porto. Sim, o FC Porto deve ser o único clube do mundo que tem uma ex-árbitro na sua estrutura. Deve ser por uma questão de transparência. A questão que põem é a seguinte. O que fará António Garrido na "estrutura" do FC Porto? Ao longo dos anos fomos tendo acesso a alguma informação (pouca). Garrido é o verdadeiro homem sombra. Desde que terminou a carreira pouco se ouviu falar dele.
 
Foi uma das pessoas que jantou com o árbitro do Porto - Villarreal. Foi uma das pessoas que estava presente quando Jacinto Paixão, o árbitro da fruta, foi coagido por elementos ligados ao FC Porto na mesma marisqueira. Foi apanhado nas escutas do Apito Dourado a falar com Valentim Loureiro e Pinto de Sousa. Foi identificado pela Polícia Judiciária, no âmbito do processo Apito Dourado, como o “contacto preferencial” do Porto para exercer pressão junto do órgão que nomeava os árbitros.

O FC Porto é dos clubes mais titulados do planeta desde que Pinto da Costa assumiu a presidência do clube em precisamente 1982, aproximadamente na mesma altura em que António Garrido foi recrutado pelo clube azul-e-branco. A maior parte das pessoas atribuem boa parte do mérito das conquistas recentes do clube ao seu presidente, homem que esteve suspenso durante 3 anos por corromper árbitros e que levou o clube a perder 6 pontos pelo mesmo motivo. Talvez os adeptos do FC Porto devessem estar gratos também a António Garrido, um ex-árbitro que entrou no FC Porto aproximadamente na mesma altura o presidente do Porto.
 
Pinto da Costa e António Garrido (ex-árbitro) conquistaram em quase 30 anos, 17 Campeonatos Nacionais, 11 Taças de Portugal, 16 Super Taças, 2 Ligas dos Campeões e 1 Taça Uefa.
 
O FC Porto, até a entrada do presidente condenado por corromper árbitros e do árbitro António Garrido, era um clube honrado mas tinha ganho apenas 7 Campeonatos Nacionais, 4 Taças de Portugal e 1 Supertaça.
 
Cinco anos volvidos, arrepio-me ao verificar que os métodos permanecem os mesmos. Ao fim de contas, faz-se jus ao lema «Em equipa que ganha, não se mexe». Por muito que tentem descolar António Garrido da imagem instucional do FCP, torna-se evidente que o ex-árbitro é um assalariado do referido clube e tem quase duas dezenas de anos de prestação de serviços. O que me envergonha como português é verificar que o FCP contribui para a degradação da imagem do nosso futebol no estrangeiro, evidenciando-se lentamente como clube corrupto e corruptor e serão necessários muitos anos para lavar essa mancha.
 
Como sempre, a imprensa afecta a Joaquim Oliveira procurou abafar a notícia. Sim, porque É NOTÍCIA!! E mesmo no Record, não mereceu mais do que uma breve nota de pé de página. É triste, é degradante, é aviltante, é a imprensa desportiva que temos...
 
ANTÓNIO GARRIDO,  o Viciado na Corrupção
 
Só para quem tem andado distraido, António Garrido é um dos elementos mais importantes no esquema e na teia do Sistema e uma das pessoas mais  corruptas em Portugal. Não admira que nunca queira estar na ribalta. Tem demasiados telhados de vidro e não quer atrair as atenções, muito menos da CS.

Depois de sair da arbitragem, tornou-se viciado no jogo. Algo que tem em comum com Reinaldo Teles. Os seus contactos intensificaram-se em Espinho, no Casino. 
Toda a gente sabe que o vício, seja ele qual for, implica grandes custos. Então o do jogo... "You scratch my back, and I scratch yours".
Os mafiosos de todos os tempos e geografias sempre foram conhecidos por saberem tirar proveito das fraquezas das suas vítimas. Fazem as pessoas dependentes de si. Sabendo das suas partes fracas, os corruptos têm-lhe alimentado o vício. Em troca, Garrido tem mantido os árbitros, especialmente os estrangeiros nos jogos internacionais - mas, interessante, apenas do FCPorto - sob a sua alçada. Para isso tem aproveitado os seus inúmeros contactos.
Toda a gente sabe que os portistas têm sido ajudados, especialmente em momentos importantes e decisivos, com acento tónico no "decisivos", pelos árbitros internacionais que vêm ao Porto.
 
As Letras de Garrido
 
António Garrido vai deixar de poder negar a sua forte ligação ao FCPorto. O auto de busca e apreensão que a PJ realizou à residência do antigo árbitro internacional e actual Assessor do Conselho de Arbitragem da FPF. Nesta dilgência a PJ descobriu vários documentos que provam que AG com e para oclube de Pinto da Costa. A busca realizada à sua residência em S. Pedro de Muel encontrou um talão de depósito do BPSM cujo titular indicado é Reinaldo Teles, o vice-presidente do FCPorto, no valor de cinco mil contos, assinado pelo próprio punho do Reinaldo Teles. Com a data de 17/12/1993. A principal prova é uma letra passada pelo FCPorto ao antigo árbitro no valor de 2039 contos, com quatro reformas.
 
Além disso um misterioso sobreescrito dirigido ao antigo árbitro com a inserção, “Haver cheque s/BPA no valor de 1.000.000$00”. A PJ achou por bem também apreender 2 cheques do BNU ambos no valor de 3 mil contos.
Da lista de documentos fazem parte também nove cheques todos eles ao portador, de uma conta de António Garrido no BESCL. No total perfazem 11 mil contos.
 
Testemunho

Jorge Gomes, que esteve ligado durante quase dez anos seguidos no departamento de futebol das Antas, confessa que o antigo árbitro internacional António Garrido trabalha mesmo para o FCPorto. Uma revelação no mínimo escaldante numa altura em que Pinto de Sousa escolheu António Garrido para  assessor do Conselho de Arbitragem.
 
Testemunho
 
Marisqueira de Matosinhos, Garrido, Reinaldo Teles e Bruno Paixão.
 
“Tive então um «flashback»de um facto que presenciei ao vivo em Julho de 2006, na mesma Marisqueira de Matosinhos. Encabeçando um grupo de 15 docentes, na sua maioria jovens professores contratados, dirigimo-nos para o restaurante para festejar o encerramento do ano lectivo e vermo-nos pela última vez.
 
A meio do repasto, enquanto eu me deliciava com um excelente arroz de marisco, uma jovem professora de Química que estava sentada à minha frente perguntou-me delicadamente se eu não me importaria de trocar de lugar com ela, pois estava a sentir-se visivelmente incomodada com os olhares persistentes e pouco cavalheirescos que um dos clientes (sentado na mesa em frente à nossa) lhe estava a lançar.

Imprudentemente, a minha jovem colega envergava uma blusa excessivamente decotada e justa que lhe expunha um busto farto e um colo com uma agradável tonalidade pálida que hipnotizaria qualquer cavalheiro. Por delicadeza, anui ao seu pedido, sorrindo com o sucedido, pois eu próprio estava a tentar controlar os meus olhares lascivos, enfiando o nariz no prato.
 
De repente, reparei e reconheci a comitiva VIP que estava naquela mesa: Reinaldo Teles, António Garrido e um jovem árbitro da zona Sul que, naquela altura, não era ainda internacional. Era este árbitro que estava a lançar olhares de paixão em relação à minha jovem colega e ficou visivelmente incomodado com a troca de cadeiras e não duvido que, se o pudesse, me teria exibido o cartão vermelho.
 
Os nossos jantares terminaram ao mesmo tempo e a mesa da FCP-SAD estava incomensuravelmente mais divertida do que a nossa, pelo menos as gargalhadas eram mais estridentes e sonoras. Reinaldo Teles e o árbitro saíram abraçados e, não duvido, a noite desses convivas deverá ter terminado numa qualquer Taberna do Infante...ou Calor da Noite”.
 
Erros de Jacinto Paixão ajudam FC Porto a ganhar
 
A juíza Ana Cláudia Nogueira terá considerado que Jacinto Paixão, na época passada, poderá ter ajudado o FC Porto a ganhar (2-0) o encontro que disputou, nas Antas, frente ao Estrela da Amadora, a contar para a 19.a jornada da SuperLiga.

Segundo apurou o CM, a magistrada do Tribunal de Gondomar defenderá que o árbitro Jacinto Paixão e os auxiliares José Chilrito e Manuel Quadrado, até ao segundo golo dos “dragões”, prejudicaram o Estrela com erros que interferiram no resultado. Já dos lances que beneficiaram os ‘tricolores’, como alguns foras-de-jogo mal assinalados, a opinião da juíza seria que não tiveram qualquer interferência no desfecho final.
 
Dos oito erros mais evidentes, Ana Cláudia Nogueira terá destacado uma rasteira de Paulo Ferreira a Semedo (14 minutos), quando este se isolava em direcção à baliza de Vítor Baía. Jacinto Paixão nem falta assinalou. Confrontado com este lance, o árbitro terá referido que, no campo, não apreciou qualquer falta, mas que depois de ver na TV concluiu que, afinal, só não marcou falta por estar mal posicionado.
 
No minuto 17, é assinalado um ‘off-side’ inexistente a um jogador dos ‘tricolores’. Doze minutos depois, o FC Porto inaugura o marcador, por McCarthy. O golo é alcançado na sequência de um pontapé de canto, que teve origem numa jogada onde Sérgio Conceição parece estar em fora-de-jogo. A dois minutos do intervalo não é sancionado um fora de jogo ao sul-africano e é assinalado uma falta idêntica, duvidosa, aos portistas. Já nos descontos da primeira parte, McCarthy volta a facturar, beneficiando de uma nítida posição de fora-de-jogo.
 
Quanto ao segundo tempo, a juíza alegadamente sublinha dois foras-de-jogo assinalados aos ‘dragões’ que deixam muitas dúvidas. Além disso, Jacinto Paixão foi complacente com jogadas duras dos futebolistas de ambas as equipas.
 
Deste rol de erros, nomeadamente os foras-de-jogo, o árbitro da Associação de Futebol de Évora terá lembrado que são lances da responsabilidade dos seus assistentes. Em relação aos golos do FC Porto, Paixão referiu, soube o CM, que estava longe do local das jogadas que deram origem aos mesmos.
 
Do facto de ter sido complacente com alguma violência dos jogadores terá salientado ser uma situação normal, constituindo uma opção da arbitragem deixar decorrer o jogo.
 
As explicações que Jacinto Paixão, José Chilrito e Manuel Quadrado não terão convencido a juíza sobre os erros que cometeram no FC Porto-Estrela da Amadora, pelo que foram todos indiciados de um crime de corrupção desportiva passiva, cuja moldura penal prevê pena de prisão até quatro anos.
 
Jacinto Paixão confirma prostitutas
 
O árbitro Jacinto Paixão, arguido no caso de corrupção no futebol "Apito Dourado", confirmou hoje a presença de prostitutas no seu hotel, após arbitrar o jogo FC Porto- Estrela Amadora, e apontou o dedo a dirigentes dos "dragões".

"Quando chegámos ao hotel, estavam lá as senhoras. Três meninas que eu não sei quem lá as meteu. Eu corri com elas e, a partir daí, não sei o que se passou. Mas eu não tive relações sexuais".
 
Pensava que tinha sido uma brincadeira entre amigos (durante a viagem, com os dois assistentes e outros dois indivíduos de Évora)", disse Jacinto Paixão, em entrevista à TVI.

O "juiz" eborense contou que, durante o percurso para o Porto, ele e os seus companheiros de viagem falaram sobre o recurso ao serviço de prostitutas, tendo alguém avançado com o nome do empresário António Araújo, ligado a negócios de jogadores com o FC Porto e igualmente arguido neste processo.
 
Na partida em causa, disputada a 24 de Janeiro de 2004, o FC Porto recebeu e bateu o "lanterna vermelha" Estrela Amadora, por 2-0, com dois golos do sul-africano Benni McCarthy, aos 30 e 49 minutos, embora o segundo tento tivesse sido obtido em posição irregular, no quarto minuto de compensação da primeira parte.
 
Após essa 19ª ronda da Superliga, os "dragões" mantiveram a vantagem de cinco pontos sobre o segundo classificado, Sporting, antes de uma decisiva visita a Alvalade, na jornada seguinte. Em caso de empate ou derrota com os amadorenses, a distância para os "leões" ficaria encurtada para três ou dois pontos, respectivamente. Reinaldo Teles estava no restaurante. Foi ele que nos levou.
 
Quando acabou o jogo, disse para nós o acompanharmos e, depois do jantar, levou-nos ao hotel. “Caí numa cilada, sem saber de nada", disse Jacinto Paixão, referindo-se ao responsável portista pelo departamento de futebol do clube "azul e branco".
 
A operação "Apito Dourado", cujas diligências mais visíveis começaram em 20 Abril de 2004, levou à constituição de cerca de 200 arguidos, incluindo o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Valentim Loureiro, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, a presidente da Câmara Municipal de Leiria, Isabel Damasceno, além de outros árbitros e dirigentes do futebol português.
 
"Se eles (Pinto da Costa e António Araújo) combinaram alguma coisa, então que sejam punidos", disse ainda Jacinto Paixão. "Não tenho razões para me arrepender. Foi um jogo igual aos outros. Depois, na cassete, vi alguns erros que podiam ter sido colmatados, como o golo, em que havia fora-de-jogo, mas, lá dentro, não se pode ver tudo", acrescentou, sobre o FC Porto-Estrela Amadora.
 
Jacinto Paixão argumentou depois que não faria sentido beneficiar os "dragões", uma vez que, com José Mourinho como treinador, os "azuis e brancos" já dispunham de onze ou nove pontos de avanço sobre o segundo e o terceiro classificados, mas a equipa orientada pelo actual técnico dos ingleses do Chelsea só tinha cinco pontos a mais do que o seu perseguidor, Sporting.
 
Entretanto, a imprensa portuguesa noticiou no início de Abril o fim da fase de inquérito do processo "Apito Dourado", ao cabo de dois anos e um mês de investigação, realizada por 10 inspectores, tendo a PJ do Porto feito seguir os autos para o Tribunal de Gondomar.

Ao todo, terão sido ouvidas 370 testemunhas e realizadas mais de uma centena de buscas domiciliárias a empresas, clubes e residências, num processo com cerca de 15 mil folhas, que promete transformar-se num dos maiores casos que alguma vez chegará a julgamento
 
Opinião - Jacinto Paixão
 
O Benfica e os benfiquistas defendem aqueles que denunciam a corrupção porque isso é um dever cívico de todo o cidadão de um país que se quer civilizado e anti-corrupto. O que manifestamente não é o caso dos habitantes de Palermo, na definição de Mourinho. Independentemente da prestação das suas equipas, pois uma coisa não tem nada a ver com a outra. 


 
As vitórias, em países civilizados, não limpam crimes. Pelo contrário, aumenta a responsabilidade cívica e moral de quem as conquista. O que não é manifestamente o caso do clube andrade corrupto que vive em Contumil de Palermo.

Ameaçaram-no de morte, como é costume os andrades fazerem, e ele para se resguardar e à sua família fez vários vídeos. Fez, ao fim e cabo, o mesmo que a Carolina, que ia ser morta e teve que se tornar numa figura pública na CS para o evitar. Foi a própria PJ a afirmá-lo. 

 
Em resposta ao vídeo do Jacinto Paixão, o comunicado dos portistas diz que ele está a mentir com todos os dentes. Então:


 
1) Como é que eles sabem que o Jacinto Paixão está a “mentir com todos os dentes”?

2) Porque é que eles no seu comunicado não dizem que vão processar o Jacinto Paixão?


Mais, aceitam sem qualquer dúvida ou hesitação que é o Jacinto Paixão que está a falar e não um imitador, apesar de ter havido muito gente a colocar essas dúvidas. Que eu nunca tive. E porque nunca duvidaram? Porque sabem que ele está a falar verdade.


PS. Sabem porque é que os andrades não processam o JP? Porque em primeiro lugar sabem que ele está a falar verdade. Em segundo, sabem que se o fazem começarão a aparecer novas testemunhas que irão dar-lhe razão. E quando se começa a desfiar um novelo, nunca se sabe o que aí vem. Por isso o melhor é ficar quieto e calado.
A Entrevista
Em entrevista à Benfica TV, Jacinto Paixão sem querer falar sobre detalhes processuais, negou ter recebido prendas dos clubes («Ofereceram-me apenas camisolas»). «Se tivesse recebido algumas coisas, um Dragão de Ouro, não estaria na situação que estou», revelou, admitindo ter ouvido histórias de colegas árbitros que não terão tido o mesmo comportamento.«Ouvi falar em viagens e em outras coisas. Se é verdade ou não, não sei».
O antigo juiz eborense também recordou detalhes do famoso jantar numa marisqueira de Matosinhos, no final de um FC Porto-E. Amadora. «Segui o Reinaldo Teles até a marisqueira e fiquei surpreso quando ele sentou-se na mesa. Fiquei constrangido, mas fiquei mais tranquilo ao ver que lá estavam o António Garrido e outro árbitro. Depois apareceram o Pinto da Costa e a sua companheira [Carolina Salgado], que ficaram numa mesa ao lado. No final quis pagar a contar, mas disseram-me que já estava paga. Talvez tenha sido o Reinaldo Teles ou o Pinto da Costa. Não sei».
Sobre a importância e o papel de António Garrido na relação do FC Porto com os árbitros, Jacinto Paixão disse não ter dados concretos. “Não sei qual é o peso dele. Comigo ele nunca falou nada, mas sei que acompanhava os jogos do FC Porto. Não sei qual é o clube dele e não estou preocupado com isto. Uma coisa eu sei: ele é sogro do Olegário Benquerença”.