ALGUNS TENTARAM DIVULGAR A VERDADE E FORAM SILENCIADOS.NÓS CHEGAMOS DISPOSTOS A DENUNCIAR, SEM MEDO,O NEPOTISMO,O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, O MERCENARISMO E O TERRORISMO CORRUPTO QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL, EM ESPECIAL A DESPORTIVA, NÃO TEM A CORAGEM DE ASSUMIR.

DIVULGA www.pulpuscorruptus.blogspot.com EM PROL DA VERDADE E COMBATE À CORRUPÇÃO!

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

(PC O CRIMINOSO) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (19

Lista de crimes do criminoso Pinto da Costa: 


* Instigação pública a um crime

* Apologia pública a um crime

* Associação criminosa

* Incitamento à guerra civil ou à alteração violenta do Estado de direito

* Incitamento à desobediência colectiva

* Ultraje de símbolos nacionais e regionais

* Tráfico de influência

* Usurpação de funções

* Falsidade de depoimento ou declaração

* Falsidade de testemunho

* Favorecimento pessoal

* Branqueamento de capitais

* Violação de segredo de justiça

* Corrupção passiva para acto ilícito

* Corrupção passiva para acto lícito

* Corrupção activa

* Ofensa à integridade física simples

* Ofensa à integridade física grave

* Ofensa à integridade física qualificada

* Ofensa à integridade física por negligência

* Violência doméstica

* Ameaça

* Coacção

* Tráfico de pessoas

* Difamação

* Injúria

* Fuga ao Fisco

 

 Pinto Careca, conceituado gerente comercial
 

Pinto da Costa não pagou um empréstimo de 20 mil contos e agora tem de responder em tribunal. O Fonsecas & Burnay exige juros e tudo. E diz-se que os empréstimos só foram concedido à conta de pressões políticas.

 

O Banco Fonsecas & Burnay (BFB) acaba de interpor uma acção judicial contra Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FCPorto e a IGE, Indústria Geral de Electrodomésticos, empresa da qual o lider portista é sócio. Em causa está o facto da IGE ter faltado ao compromisso de saldar nos prazos estabeledcidos um empréstimo solicitado àquele banco por JNPC e sua mulher Manuela Carmona Graça e o sócio Fernando Vasconcelos.

 

O BFB exige agora nos tribunais dinheiro e juros, enquanto decide se há-de ou não colocar igualmente nas mãos dos juizes um outra dívida de Jorge Nuno. É que além dos 2 mil contos da IGE, o dirigente deve ainda ao banco cerca de 9 mil contos. Um dinheiro que foi conseguido obter por obra e graça de fortes pressões políticas.

 

Recorde-se que a IGE era na altura do empréstimo uma empresa não só falida mas também com fracas perspectivas de recuperação.

 

“Não se percebe muito bem porque é o BFB acedeu a um empréstimo”, confessa fonte da instituição, já que o próprio nome da empresa dava azo a grandes dúvidas.

 

De facto, a 24 de Agosto de 1990 os proprietáros da Ige apresentaram junto da PJ de Aveiro uma queixa de burla agravada contra JNPC alegando que o líder portista não entregou letras no valor de 12 mil contos que concluiriam a venda da empresa inciada em maio passado. Na altura a única base de acordo possível entre as partes passava pela revenda da empresa, por parte de PC, aos antigos donos o que não veio a acontecer.

 

O interesse de PC na aquisição da IGE pareceu, no mínimo, inexplicável. O presidente do FCPorto arriscou dar 30 mil contos por uma empresa falida a ponto de não valer 15 mil. Mais. Predispôs-se a pagar 40 mil contos de dívidas de uma sociedade situada num lugar recôndito, nos arredores de Aveiro, mais propriamente em Junqueira, no lugar do Paço, freguesia da Esgueira. Ao isolamento soma-se o aspecto exterior precário e quase decadente do edifício. Um bloco em cimento mal pintado foi aquilo que o Independente pôde ver em janeiro último.

 

(Terá algo a ver com a preparação do terreno que o caso Aveiro Connection revela?).

   

A concessão do empréstimo não devem ter sido alheias as pressões políticas exercidas, nomeadamente, por “lobbies nortenhos”, adianta fonte do BFB. Confirma-se o que já se sabia: a insinuação do líder portista junto do poder, por um lado, o interesse “interesseiro” do poder pelo mundo do futebol, por outro.

 

Não se sabe até que ponto o banco averiguou a viabildade do negócio. A empresa, como o nome indica, destina-se ao ramo dos electrodomésticos. Se A IGE, Pinto da Costa e restantes avalistas vierem a ser condenados, a lei não condescende e as soluções são poucas. Ou pagam ou indicam bens à penhora. Se a dívida permanecer, serão vendidos em hasta pública os bens suficientes para cobrir o valor em que o banco se sente lesado.

Convém mesmo que PC resolva a questão. Caso contrário, e durante 20 anos, não poderá adquirir seja o que for em seu próprio nome.

 

O Independente teve acesso ao texto da acção que o líder moveu contra o Semanário em consequência de um artigo daquele jornal no qual se ligava o dirigente a assuntos de droga.

 

Fernando Fonseca, advogado de PC, escreveu, “Ponto 12: Acresce que PC é conceituado gerente comercial”.

 

Contudo, nem sempre parece ter sido feliz; esteve na Segrobe de onde saiu zangado com Manuel Borges. Trabalhou numa filial desta empresa no Sul, a Sulgrobe, mas por muito pouco tempo. Com a mulher e um cunhado abriu a Pincosoli, empresa de produtos químicos que acabou por falir. Constitiui uma sociedade em Vila Nova de Gaia que já não existe. Comprou a IGE. Mais?

 

(Conceituado Gerente Comercial?!?!)

 

O Valentão Pinto da Costa

 

Pinto da Costa, na altura em que a ofendida Carolina se encontrava manietada por Afonso Ribeiro, desferiu duas bofetadas no rosto da assistente, uma em cada face”.

 

A conclusão é da Juíza Luisa Trovão, do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto que decidiu em despacho levar a julgamento Pinto da Costa assim como o seu motorista Afonso Ribeiro e o segurança Nuno Santos.

 

(Um valente este PC e seus cúmplices).

 

O líder portista e Afonso Ribeiro foram pronunciados por um crime de ofensa à integridade física cada. Nuno Santos responderá por dois crimes do mesmo tipo.

 

Tudo aconteceu em 6 de Abril de 2006 pelas 15:30 no átrio da residência de Carolina Salgado, na Madalena em Gaia. A ex-companheira envolveu-se numa troca de insultos com Afonso quando tentava imopedir que este levasse o faqueiro de sua casa.

 

Na sequência, Afonso atirou o faqueiro ao chão e passou a agarrar a Carolina pelo pescoço, tendo-lhe ainda exibido, junto à face uma chave colocada entre os dedos referindo-lhe que a “f*dia toda”, lê-se na decisão.



No local, Ana Salgado, então grávida, tentou defender a irmã, mas foi projectada pelo segurança Nuno Santos que logo de seguida deu “três empurrões” a Carolina, levando-a também a cair. Enquanto Ana continuava porostrada, a irmã foi manietada por Afonso.

 

É aí que (o valente) Pinto da Costa se aproxima de Carolina, desferindo-lhe duas bofetadas, uma em cada face, resultando daí lesões na face direita e lábio superior descritas pelo Instituto de Medicina Legal (IML). Para a juíza, em nenhum outro momento do incidente aquelas lesões poderiam ter acontecido.

 

Os depoimentos de todos os arguidos, incluindo Pinto a Costa, “não merecem qualquer credibilidade, pois são contrariados não só pelas testemunhas inquiridas como pelo teor do relatório do exame pericial do IML”, conclui a juíza.

 

O relatório pericial do IML, que foi peça-chave na decisão, detectou escoriações e equimoses na face, no pescoço, na zona do abdómen e nos dois braços. Se várias mazelas poderão ser justificadas pelas agressões de Afonso Ribeiro e Nuno Santos, as escoriações na face direita e no lábio superior apenas encontram explicação nas duas bofetadas de Pinto da Costa (o valentão).

 

Ana Salgado confirmou as agressões dos três arguidos à irmã. Em contraponto com os depoimentos dos arguidos, a Juíza considerou compatíveis os factos descritos por Carolina, o depoimento de Ana e o exame do IML do Porto.

 

Interrogado, Pinto da Costa disse não ter assistido a qualquer agressão. O MP decidiu levar o caso a julgamento mas o magistrado responsável decidiu arquivar o caso do envolvimento do presidente do FCPorto por falta de provas, dado tratar-se de ser palavra contra palavra.

 

Ligação aos Árbitros

Sempre que, durante um jogo o Jorge Nuno achava que o árbitro tinha prejudicado o FC Porto ligava ao senhor José António Pinto de Sousa, presidente do Conselho de Arbitragem, que lhe atendia o telefone, começando por manifestar a sua indignação perante a incompetência do árbitro, mas acabando sempre por marcar um jantar para fazer as pazes.

 

Pinto da Costa festejou vitória da Grécia.

Uma das confissões mais relevantes da ex-mulher de Pinto da Costa reside no facto de o presidente do FC Porto ter festejado o triunfo da Grécia no Euro 2004.

 

“O Jorge Nuno alterou-se com o senhor Scolari quando percebeu que este não cederia às suas vontades. O que incomodava Jorge Nuno era o facto de toda a gente ter percebido que o presidente do FC Porto perdera o poder que gostava de ostentar sobre todos os aspectos do futebol português, incluindo a equipa de todos nós.”

 

Conheço casas onde o desaire (refere-se à derrota de Portugal na final do Euro 2004 com a Grécia) foi festejado com a abertura de uma garrafa de champanhe. A minha, por exemplo. E assumo o risco da impopularidade que uma revelação destas pode causar.

 

Politicamente falando era intolerável para o Jorge Nuno ter de suportar a vitória portuguesa no Euro 2004, que, para ele, não seria mais do que o sucesso de Scolari contra a sua pessoa“, revela.

 

Apito de alerta do amigo Lourenço Pinto...

 

Como dissemos acima, Carolina Salgado confessa ao pormenor como Pinto da Costa geriu a sua vida quando o processo Apito Dourado rebentou. “Foi o doutor Lourenço Pinto quem, às sete da manhã, nos telefonou para casa avisando que o major, o doutor Pinto de Sousa e alguns funcionários da Câmara de Gondomar tinham recebido a visita da PJ. O Jorge Nuno ficou deveras perturbado com o que estava a acontecer ao major. Receava que o major ou Pinto de Sousa falassem de mais. Esta era a sua preocupação”, relata.

 

Na véspera da sua detenção, que nunca chegou a acontecer, Pinto da Costa contou com uma preciosa ajuda, nada mais nada menos que Lourenço Pinto, advogado do major Valentim Loureiro.Tendo em conta o acontecimento, o conhecido advogado, segundo Carolina Salgado, marcou um almoço no restaurante Boucinha, em Vila Nova de Gaia. “À mesa fomos informados com pormenor da situação. Na manhã do dia seguinte, uma brigada da PJ iria entrar na nossa casa e na casa de Reinaldo Teles com mandados de busca e de detenção (…)”.

 

Foi muito acentuado que os agentes eram de Lisboa, como se por isso o perigo triplicasse, o que não me pareceu uma análise correcta. (…) Quer o Jorge Nuno, quer o Reinaldo Teles ficaram petrificados com as informações. “O Reinaldo ficou branco, quanto ao Jorge Nuno, o que ouviu da boca do dr. Lourenço Pinto deu-lhe positivamente a volta à barriga. Não havia tempo a perder. O Jorge Nuno tinha de sair do país”, diz.

 

António Araújo não foi avisado, segundo Carolina Salgado, por ser “o elo mais fraco” e para que a estratégia montada “funcionasse na perfeição”. A mãe de Carolina estava incumbida de atender os agentes da PJ, tendo de dizer a frase previamente combinada: “O senhor Jorge Nuno e a esposa tinham aproveitado o feriado para dar um passeio.” Isto numa altura em que o casal se encontrava na Galiza.

 

Como curiosidade, a mulher de Reinaldo Teles recebeu os agentes da PJ com uma frase elucidativa da sua seriedade: “Não dormiu cá. De certeza que passou a noite com alguma amante!” Reinaldo Teles pernoitou num hotel do Porto. Carolina Salgado lembra que ela e Pinto da Costa resolveram deixar o cofre da casa aberto, “numa atitude de descaramento e provocação”.  Já em Espanha, “Jorge Nuno acusava o Major de ter falado de mais e não ter cuidado”.

 

(Mas se estavam inocentes, porquê o pânico, porquê a fuga, medo de quê? “Quem não deve, não teme”).

 

 O Marfim de Pinto da Costa
 

Pinto da Costa numa das suas visitas a Angola como chefe de comitiva do seu clube, quis "juntar" à oferta de um dente de elefante, supostamente obsequiado pela sua filial, mais três, afim de enriquecer a sua colecção de "coisas raras".

 

Dado a influência que possuí(a) no meio alfandegário da Invicta, tudo foi conjugado para que não subsistisse qualquer problema à chegada da caixa com o marfim a Portugal. Azar!

 

O funcionário destacado para esse dia no aeroporto de Sá Carneiro e destinado a facilitar a "passagem", adoeceu subitamente e foi substituido por outro que nada sabia da "operação".

 

O resultado foi o que se conhece, com Pinto da Costa a negar pertencer-lhe a "encomenda" mas, mais grave ainda, ao zeloso funcionário foi levantado um inquérito resultando na suspenção por tempo indeterminado, de todo serviço, até resolução final.

 

Não satisfeito com a injustiça, constituiu advogado para defender os seus direitos, tendo o causídico logrado um acordo que "não desse nas vistas" e o seu cliente não fosse lesado.

 

RESULTADO: O funcionário em questão recebeu uma indemnização (paga por alguém que até hoje  se desconhece a identidade) e passou à reforma antecipada com direito a todas as regalias como se de reforma total se tratasse.

 

É assim que tudo funciona no "reino" criminoso de Pinto da Costa.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

(GARRIDO, o corrupto) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (18)

António Garrido, O Corrupto viciado ao Jogo
 
António Garrido andou nas bocas do mundo por ter sido nomeado pela Federação a pedido do FC Porto para acompanhar os árbitros do Porto - Villarreal. Até então apenas as conquistas nacionais tinha sido postas em causa com o processo Apito Dourado. Agora as conquistas internacionais começam também a ser alvo de suspeitas. 

Quem é António Garrido. 
 
Garrido foi o primeiro árbitro português escolhido para apitar a fase final de um campeonato do mundo (Argentina 78). Esteve também no Europeu de 80 (Itália) e no Europeu de 82 (Espanha). A 1 de Abril de 1973, quando faltavam seis minutos para o final do FC Porto - SL Benfica com o resultado em 1-2, inventou uma grande penalidade após simulação do portista Flávio na área das águias. O jogo terminou empatado e o Benfica foi assim impedido de conquistar o campeonato 100% vitorioso (levava 23 vitórias em 23 jornadas num campeonato.
 
Depois de terminar a carreira 1982 foi recrutado estrategicamente pelo FC Porto. Sim, o FC Porto deve ser o único clube do mundo que tem uma ex-árbitro na sua estrutura. Deve ser por uma questão de transparência. A questão que põem é a seguinte. O que fará António Garrido na "estrutura" do FC Porto? Ao longo dos anos fomos tendo acesso a alguma informação (pouca). Garrido é o verdadeiro homem sombra. Desde que terminou a carreira pouco se ouviu falar dele.
 
Foi uma das pessoas que jantou com o árbitro do Porto - Villarreal. Foi uma das pessoas que estava presente quando Jacinto Paixão, o árbitro da fruta, foi coagido por elementos ligados ao FC Porto na mesma marisqueira. Foi apanhado nas escutas do Apito Dourado a falar com Valentim Loureiro e Pinto de Sousa. Foi identificado pela Polícia Judiciária, no âmbito do processo Apito Dourado, como o “contacto preferencial” do Porto para exercer pressão junto do órgão que nomeava os árbitros.

O FC Porto é dos clubes mais titulados do planeta desde que Pinto da Costa assumiu a presidência do clube em precisamente 1982, aproximadamente na mesma altura em que António Garrido foi recrutado pelo clube azul-e-branco. A maior parte das pessoas atribuem boa parte do mérito das conquistas recentes do clube ao seu presidente, homem que esteve suspenso durante 3 anos por corromper árbitros e que levou o clube a perder 6 pontos pelo mesmo motivo. Talvez os adeptos do FC Porto devessem estar gratos também a António Garrido, um ex-árbitro que entrou no FC Porto aproximadamente na mesma altura o presidente do Porto.
 
Pinto da Costa e António Garrido (ex-árbitro) conquistaram em quase 30 anos, 17 Campeonatos Nacionais, 11 Taças de Portugal, 16 Super Taças, 2 Ligas dos Campeões e 1 Taça Uefa.
 
O FC Porto, até a entrada do presidente condenado por corromper árbitros e do árbitro António Garrido, era um clube honrado mas tinha ganho apenas 7 Campeonatos Nacionais, 4 Taças de Portugal e 1 Supertaça.
 
Cinco anos volvidos, arrepio-me ao verificar que os métodos permanecem os mesmos. Ao fim de contas, faz-se jus ao lema «Em equipa que ganha, não se mexe». Por muito que tentem descolar António Garrido da imagem instucional do FCP, torna-se evidente que o ex-árbitro é um assalariado do referido clube e tem quase duas dezenas de anos de prestação de serviços. O que me envergonha como português é verificar que o FCP contribui para a degradação da imagem do nosso futebol no estrangeiro, evidenciando-se lentamente como clube corrupto e corruptor e serão necessários muitos anos para lavar essa mancha.
 
Como sempre, a imprensa afecta a Joaquim Oliveira procurou abafar a notícia. Sim, porque É NOTÍCIA!! E mesmo no Record, não mereceu mais do que uma breve nota de pé de página. É triste, é degradante, é aviltante, é a imprensa desportiva que temos...
 
ANTÓNIO GARRIDO,  o Viciado na Corrupção
 
Só para quem tem andado distraido, António Garrido é um dos elementos mais importantes no esquema e na teia do Sistema e uma das pessoas mais  corruptas em Portugal. Não admira que nunca queira estar na ribalta. Tem demasiados telhados de vidro e não quer atrair as atenções, muito menos da CS.

Depois de sair da arbitragem, tornou-se viciado no jogo. Algo que tem em comum com Reinaldo Teles. Os seus contactos intensificaram-se em Espinho, no Casino. 
Toda a gente sabe que o vício, seja ele qual for, implica grandes custos. Então o do jogo... "You scratch my back, and I scratch yours".
Os mafiosos de todos os tempos e geografias sempre foram conhecidos por saberem tirar proveito das fraquezas das suas vítimas. Fazem as pessoas dependentes de si. Sabendo das suas partes fracas, os corruptos têm-lhe alimentado o vício. Em troca, Garrido tem mantido os árbitros, especialmente os estrangeiros nos jogos internacionais - mas, interessante, apenas do FCPorto - sob a sua alçada. Para isso tem aproveitado os seus inúmeros contactos.
Toda a gente sabe que os portistas têm sido ajudados, especialmente em momentos importantes e decisivos, com acento tónico no "decisivos", pelos árbitros internacionais que vêm ao Porto.
 
As Letras de Garrido
 
António Garrido vai deixar de poder negar a sua forte ligação ao FCPorto. O auto de busca e apreensão que a PJ realizou à residência do antigo árbitro internacional e actual Assessor do Conselho de Arbitragem da FPF. Nesta dilgência a PJ descobriu vários documentos que provam que AG com e para oclube de Pinto da Costa. A busca realizada à sua residência em S. Pedro de Muel encontrou um talão de depósito do BPSM cujo titular indicado é Reinaldo Teles, o vice-presidente do FCPorto, no valor de cinco mil contos, assinado pelo próprio punho do Reinaldo Teles. Com a data de 17/12/1993. A principal prova é uma letra passada pelo FCPorto ao antigo árbitro no valor de 2039 contos, com quatro reformas.
 
Além disso um misterioso sobreescrito dirigido ao antigo árbitro com a inserção, “Haver cheque s/BPA no valor de 1.000.000$00”. A PJ achou por bem também apreender 2 cheques do BNU ambos no valor de 3 mil contos.
Da lista de documentos fazem parte também nove cheques todos eles ao portador, de uma conta de António Garrido no BESCL. No total perfazem 11 mil contos.
 
Testemunho

Jorge Gomes, que esteve ligado durante quase dez anos seguidos no departamento de futebol das Antas, confessa que o antigo árbitro internacional António Garrido trabalha mesmo para o FCPorto. Uma revelação no mínimo escaldante numa altura em que Pinto de Sousa escolheu António Garrido para  assessor do Conselho de Arbitragem.
 
Testemunho
 
Marisqueira de Matosinhos, Garrido, Reinaldo Teles e Bruno Paixão.
 
“Tive então um «flashback»de um facto que presenciei ao vivo em Julho de 2006, na mesma Marisqueira de Matosinhos. Encabeçando um grupo de 15 docentes, na sua maioria jovens professores contratados, dirigimo-nos para o restaurante para festejar o encerramento do ano lectivo e vermo-nos pela última vez.
 
A meio do repasto, enquanto eu me deliciava com um excelente arroz de marisco, uma jovem professora de Química que estava sentada à minha frente perguntou-me delicadamente se eu não me importaria de trocar de lugar com ela, pois estava a sentir-se visivelmente incomodada com os olhares persistentes e pouco cavalheirescos que um dos clientes (sentado na mesa em frente à nossa) lhe estava a lançar.

Imprudentemente, a minha jovem colega envergava uma blusa excessivamente decotada e justa que lhe expunha um busto farto e um colo com uma agradável tonalidade pálida que hipnotizaria qualquer cavalheiro. Por delicadeza, anui ao seu pedido, sorrindo com o sucedido, pois eu próprio estava a tentar controlar os meus olhares lascivos, enfiando o nariz no prato.
 
De repente, reparei e reconheci a comitiva VIP que estava naquela mesa: Reinaldo Teles, António Garrido e um jovem árbitro da zona Sul que, naquela altura, não era ainda internacional. Era este árbitro que estava a lançar olhares de paixão em relação à minha jovem colega e ficou visivelmente incomodado com a troca de cadeiras e não duvido que, se o pudesse, me teria exibido o cartão vermelho.
 
Os nossos jantares terminaram ao mesmo tempo e a mesa da FCP-SAD estava incomensuravelmente mais divertida do que a nossa, pelo menos as gargalhadas eram mais estridentes e sonoras. Reinaldo Teles e o árbitro saíram abraçados e, não duvido, a noite desses convivas deverá ter terminado numa qualquer Taberna do Infante...ou Calor da Noite”.
 
Erros de Jacinto Paixão ajudam FC Porto a ganhar
 
A juíza Ana Cláudia Nogueira terá considerado que Jacinto Paixão, na época passada, poderá ter ajudado o FC Porto a ganhar (2-0) o encontro que disputou, nas Antas, frente ao Estrela da Amadora, a contar para a 19.a jornada da SuperLiga.

Segundo apurou o CM, a magistrada do Tribunal de Gondomar defenderá que o árbitro Jacinto Paixão e os auxiliares José Chilrito e Manuel Quadrado, até ao segundo golo dos “dragões”, prejudicaram o Estrela com erros que interferiram no resultado. Já dos lances que beneficiaram os ‘tricolores’, como alguns foras-de-jogo mal assinalados, a opinião da juíza seria que não tiveram qualquer interferência no desfecho final.
 
Dos oito erros mais evidentes, Ana Cláudia Nogueira terá destacado uma rasteira de Paulo Ferreira a Semedo (14 minutos), quando este se isolava em direcção à baliza de Vítor Baía. Jacinto Paixão nem falta assinalou. Confrontado com este lance, o árbitro terá referido que, no campo, não apreciou qualquer falta, mas que depois de ver na TV concluiu que, afinal, só não marcou falta por estar mal posicionado.
 
No minuto 17, é assinalado um ‘off-side’ inexistente a um jogador dos ‘tricolores’. Doze minutos depois, o FC Porto inaugura o marcador, por McCarthy. O golo é alcançado na sequência de um pontapé de canto, que teve origem numa jogada onde Sérgio Conceição parece estar em fora-de-jogo. A dois minutos do intervalo não é sancionado um fora de jogo ao sul-africano e é assinalado uma falta idêntica, duvidosa, aos portistas. Já nos descontos da primeira parte, McCarthy volta a facturar, beneficiando de uma nítida posição de fora-de-jogo.
 
Quanto ao segundo tempo, a juíza alegadamente sublinha dois foras-de-jogo assinalados aos ‘dragões’ que deixam muitas dúvidas. Além disso, Jacinto Paixão foi complacente com jogadas duras dos futebolistas de ambas as equipas.
 
Deste rol de erros, nomeadamente os foras-de-jogo, o árbitro da Associação de Futebol de Évora terá lembrado que são lances da responsabilidade dos seus assistentes. Em relação aos golos do FC Porto, Paixão referiu, soube o CM, que estava longe do local das jogadas que deram origem aos mesmos.
 
Do facto de ter sido complacente com alguma violência dos jogadores terá salientado ser uma situação normal, constituindo uma opção da arbitragem deixar decorrer o jogo.
 
As explicações que Jacinto Paixão, José Chilrito e Manuel Quadrado não terão convencido a juíza sobre os erros que cometeram no FC Porto-Estrela da Amadora, pelo que foram todos indiciados de um crime de corrupção desportiva passiva, cuja moldura penal prevê pena de prisão até quatro anos.
 
Jacinto Paixão confirma prostitutas
 
O árbitro Jacinto Paixão, arguido no caso de corrupção no futebol "Apito Dourado", confirmou hoje a presença de prostitutas no seu hotel, após arbitrar o jogo FC Porto- Estrela Amadora, e apontou o dedo a dirigentes dos "dragões".

"Quando chegámos ao hotel, estavam lá as senhoras. Três meninas que eu não sei quem lá as meteu. Eu corri com elas e, a partir daí, não sei o que se passou. Mas eu não tive relações sexuais".
 
Pensava que tinha sido uma brincadeira entre amigos (durante a viagem, com os dois assistentes e outros dois indivíduos de Évora)", disse Jacinto Paixão, em entrevista à TVI.

O "juiz" eborense contou que, durante o percurso para o Porto, ele e os seus companheiros de viagem falaram sobre o recurso ao serviço de prostitutas, tendo alguém avançado com o nome do empresário António Araújo, ligado a negócios de jogadores com o FC Porto e igualmente arguido neste processo.
 
Na partida em causa, disputada a 24 de Janeiro de 2004, o FC Porto recebeu e bateu o "lanterna vermelha" Estrela Amadora, por 2-0, com dois golos do sul-africano Benni McCarthy, aos 30 e 49 minutos, embora o segundo tento tivesse sido obtido em posição irregular, no quarto minuto de compensação da primeira parte.
 
Após essa 19ª ronda da Superliga, os "dragões" mantiveram a vantagem de cinco pontos sobre o segundo classificado, Sporting, antes de uma decisiva visita a Alvalade, na jornada seguinte. Em caso de empate ou derrota com os amadorenses, a distância para os "leões" ficaria encurtada para três ou dois pontos, respectivamente. Reinaldo Teles estava no restaurante. Foi ele que nos levou.
 
Quando acabou o jogo, disse para nós o acompanharmos e, depois do jantar, levou-nos ao hotel. “Caí numa cilada, sem saber de nada", disse Jacinto Paixão, referindo-se ao responsável portista pelo departamento de futebol do clube "azul e branco".
 
A operação "Apito Dourado", cujas diligências mais visíveis começaram em 20 Abril de 2004, levou à constituição de cerca de 200 arguidos, incluindo o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Valentim Loureiro, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, a presidente da Câmara Municipal de Leiria, Isabel Damasceno, além de outros árbitros e dirigentes do futebol português.
 
"Se eles (Pinto da Costa e António Araújo) combinaram alguma coisa, então que sejam punidos", disse ainda Jacinto Paixão. "Não tenho razões para me arrepender. Foi um jogo igual aos outros. Depois, na cassete, vi alguns erros que podiam ter sido colmatados, como o golo, em que havia fora-de-jogo, mas, lá dentro, não se pode ver tudo", acrescentou, sobre o FC Porto-Estrela Amadora.
 
Jacinto Paixão argumentou depois que não faria sentido beneficiar os "dragões", uma vez que, com José Mourinho como treinador, os "azuis e brancos" já dispunham de onze ou nove pontos de avanço sobre o segundo e o terceiro classificados, mas a equipa orientada pelo actual técnico dos ingleses do Chelsea só tinha cinco pontos a mais do que o seu perseguidor, Sporting.
 
Entretanto, a imprensa portuguesa noticiou no início de Abril o fim da fase de inquérito do processo "Apito Dourado", ao cabo de dois anos e um mês de investigação, realizada por 10 inspectores, tendo a PJ do Porto feito seguir os autos para o Tribunal de Gondomar.

Ao todo, terão sido ouvidas 370 testemunhas e realizadas mais de uma centena de buscas domiciliárias a empresas, clubes e residências, num processo com cerca de 15 mil folhas, que promete transformar-se num dos maiores casos que alguma vez chegará a julgamento
 
Opinião - Jacinto Paixão
 
O Benfica e os benfiquistas defendem aqueles que denunciam a corrupção porque isso é um dever cívico de todo o cidadão de um país que se quer civilizado e anti-corrupto. O que manifestamente não é o caso dos habitantes de Palermo, na definição de Mourinho. Independentemente da prestação das suas equipas, pois uma coisa não tem nada a ver com a outra. 


 
As vitórias, em países civilizados, não limpam crimes. Pelo contrário, aumenta a responsabilidade cívica e moral de quem as conquista. O que não é manifestamente o caso do clube andrade corrupto que vive em Contumil de Palermo.

Ameaçaram-no de morte, como é costume os andrades fazerem, e ele para se resguardar e à sua família fez vários vídeos. Fez, ao fim e cabo, o mesmo que a Carolina, que ia ser morta e teve que se tornar numa figura pública na CS para o evitar. Foi a própria PJ a afirmá-lo. 

 
Em resposta ao vídeo do Jacinto Paixão, o comunicado dos portistas diz que ele está a mentir com todos os dentes. Então:


 
1) Como é que eles sabem que o Jacinto Paixão está a “mentir com todos os dentes”?

2) Porque é que eles no seu comunicado não dizem que vão processar o Jacinto Paixão?


Mais, aceitam sem qualquer dúvida ou hesitação que é o Jacinto Paixão que está a falar e não um imitador, apesar de ter havido muito gente a colocar essas dúvidas. Que eu nunca tive. E porque nunca duvidaram? Porque sabem que ele está a falar verdade.


PS. Sabem porque é que os andrades não processam o JP? Porque em primeiro lugar sabem que ele está a falar verdade. Em segundo, sabem que se o fazem começarão a aparecer novas testemunhas que irão dar-lhe razão. E quando se começa a desfiar um novelo, nunca se sabe o que aí vem. Por isso o melhor é ficar quieto e calado.
A Entrevista
Em entrevista à Benfica TV, Jacinto Paixão sem querer falar sobre detalhes processuais, negou ter recebido prendas dos clubes («Ofereceram-me apenas camisolas»). «Se tivesse recebido algumas coisas, um Dragão de Ouro, não estaria na situação que estou», revelou, admitindo ter ouvido histórias de colegas árbitros que não terão tido o mesmo comportamento.«Ouvi falar em viagens e em outras coisas. Se é verdade ou não, não sei».
O antigo juiz eborense também recordou detalhes do famoso jantar numa marisqueira de Matosinhos, no final de um FC Porto-E. Amadora. «Segui o Reinaldo Teles até a marisqueira e fiquei surpreso quando ele sentou-se na mesa. Fiquei constrangido, mas fiquei mais tranquilo ao ver que lá estavam o António Garrido e outro árbitro. Depois apareceram o Pinto da Costa e a sua companheira [Carolina Salgado], que ficaram numa mesa ao lado. No final quis pagar a contar, mas disseram-me que já estava paga. Talvez tenha sido o Reinaldo Teles ou o Pinto da Costa. Não sei».
Sobre a importância e o papel de António Garrido na relação do FC Porto com os árbitros, Jacinto Paixão disse não ter dados concretos. “Não sei qual é o peso dele. Comigo ele nunca falou nada, mas sei que acompanhava os jogos do FC Porto. Não sei qual é o clube dele e não estou preocupado com isto. Uma coisa eu sei: ele é sogro do Olegário Benquerença”.

sábado, 27 de agosto de 2011

(O Caudilho das Antas) A MÁFIA DA PALERMO PORTUGUESA (17)

O Caudilho das Antas, em relação a Pedro Proença, vem dizer hoje que, um ato de coragem que louvo, depois de ter sido cobardemente agredido por um sócio do Benfica.

Este corrupto faz da hipocrisia e do cinismo uma forma de vida. Por isso deixamos aqui um exemplo da actuação cobarde do sujeito quando, à boa maneira da Máfia siciliana, mandou bater num político, tentando matá-lo, por este ter denunciado a corrupção no futebol da qual é o principal responsável.
O Caso Bexiga
“Pinto da Costa foi constituido arguido por suspeita de ter sido o mandante/autor moral das agressões a Ricardo Bexiga. No dia 25 de Janeiro de 2005, cerca das 19.30, quando se preparava para entrar na sua viatura estacionada num local pouco iluminado no parque da Alfândega, no Porto. Ricardo Bexiga foi atacado por 2 homens encapuzados que o atingiram com um barrote de madeira. Tentou durante 5 minutos defender-se mas acabou por ser severamente atingido resultando da agressão um corte na cabeça e 17 pontos.
Carolina alega que Pinto da Costa lhe encomendou o serviço e lhe deu 10.000 euros para esse fim. 
O presidente do FCP acompanhado do seu advogado, Gil Moreira dos Santos, esteve cerca de 2 horas na PJ. Foram constituidos arguidos também, Fernando Madureira, líder da claque, e Carolina Salgado, ex-companheira de PC. 
Carolina contou no seu livro ter sido PC o responsável pelas agressões a Ricardo Bexiga, dado este autarca ter estado por detrás de algumas denúncias investigadas pelo procurador Carlos Teixeira no âmbito do processo “Apito Dourado”. Quando foi ouvida por Maria José Morgado, confirmou o que escreveu e terá dito à procuradora que contactou Fernando Madureira para tratar das agressões a Bexiga.
Fernando Madureira, foi ouvido como arguido na PJ do Porto e terá negado o seu envolvimento no caso. Quando saiu da PJ adiantou que tinha dado instruções ao seu advogado para avançar com processo contra Carolina Salgado, de quem já foi amigo.
Pinto da Costa acusado de mandar agredir Ricardo Bexiga
Carolina Salgado, antiga companheira do presidente do FC Porto, acusa Pinto da Costa de ter mandado dar uma sova em Ricardo Bexiga, vereador da Câmara Municipal de Gondomar, que, alegadamente, foi quem deu origem ao caso "Apito Dourado". Em declarações à TSF, Carolina Salgado afirmou que Pinto da Costa lhe pediu "para falar com as pessoas" e que foi "o veículo de transmissão", tendo pago cerca de 10.000 euros pelo serviço, avançou hoje o jornal 24 Horas, recorrendo a excertos da biografia da antiga companheira do líder dos dragões. Segundo o jornal diário, as agressões a Ricardo Bexiga aconteceram a 25 de Janeiro de 2005, um dia depois Carolina Salgado deslocou-se ao escritório de Lourenço Pinto, outro dos implicados no "Apito Dourado", tendo ficado chocada quando percebeu que o objectivo não era uma simples coça. "Fiquei chocada”. (Queriam matá-lo?)
 
Quando lá cheguei o doutor Lourenço Pinto disse: “parabéns minha querida, mas ele ficou a falar. O objectivo era muito mais do que isso", referiu Carolina Salgado, que assumiu que não se sente tranquila por ter estado envolvida neste caso e se mostrou preparada para assumir as consequências dos seus actos. A estação de rádio entrou ainda em contacto com Ricardo Bexiga, que afirmou que estas revelações vão ser entregues ao Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto e que mais importante do que saber quem foram os mandantes das agressões. O vereador do Partido Socialista revelou ainda que há neste caso componentes políticas e desportivas que é preciso conhecer, sendo que já são do conhecimento do Ministério Público.

A Substituição de Juizes (e o degredo para outros)
Falaste demais, a Máfia limpou-te o sebo...
 
Numa conferência de imprensa convocada para debater as incidências do processo na gestão autárquica de Gondomar, Ricardo Bexiga sublinhou que à transferência dos dois principais investigadores do caso para Cabo Verde e França se soma agora a substituição da juíza responsável pelo inquérito, Ana Cláudia Nogueira.
 
Carolina Salgado afirmou hoje na TVI que Pinto da Costa recebia em casa, entre outros, os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte para "preparar os jogos", e que se estes "se portassem bem", recebiam dinheiro e favores de "meninas" como recompensa.
 
A mulher que viveu com o líder portista durante 6 anos lançou hoje um livro autobiográfico em que trata a relação terminada com um dos homens mais influentes do futebol português, e fez afirmações graves às câmaras da privada. "Eram reuniões normais para preparar os jogos, como toda a gente sabe, incluindo os portistas: eles que me perdoem, mas enquanto clube continuar a ganhar... Os árbitros eram pagos para isso; se se portassem bem, depois ainda tinham umas meninas para os acompanhar, beber uns copos... Era a recompensa", avançou, sobre as afirmações contidas no livro a antiga companheira de Pinto da Costa.
 
No seu livro, Carolina Salgado esclarece que o presidente do FC Porto, "por ser muito cuidadoso, nunca falou com um árbitro ao telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam lá a casa confraternizar.

 “O PS de Gondomar estranhou a substituição da juíza. Os socialistas disseram que "há claros indícios de que alguém quer matar o processo". O presidente do PS de Gondomar, Ricardo Bexiga, disse estranhar a substituição da juíza do caso "Apito Dourado", afirmando:
"O juiz que vai substituiu Ana Cláudia Nogueira [no âmbito do movimento anual dos juízes] é Paulo Abreu Costa, filho de João Araújo Costa, assessor para a área jurídica de Valentim Loureiro na Câmara de Gondomar, e irmão de Nélson Costa, fiscal municipal de obras na mesma autarquia".
O líder do PS de Gondomar acrescentou que Paulo Abreu Costa é "um juiz muito jovem que estava colocado no Tribunal de Menores de Braga e que tinha indicado o Tribunal de Gondomar em 61º lugar na sua lista de preferências em caso de transferência”.
Há claros indícios de que alguém quer matar o processo, com movimentações que põem em causa a independência da justiça", disse Ricardo Bexiga. "Esta situação põe em causa a independência da magistratura", afirmou Ricardo Bexiga, acrescentando que compete agora ao Conselho Superior da Magistratura "explicar as razões deste movimento".

Ricardo Bexiga considerou também "lamentável" que Valentim Loureiro insista em permanecer à frente da Câmara Municipal de Gondomar nas actuais condições. Valentim Loureiro é suspeito, no âmbito do processo "Apito Dourado", de 18 alegados crimes de corrupção activa, quatro de tráfico de influência e um crime de corrupção passiva. No âmbito do mesmo processo, que envolve um total de 16 pessoas em alegados crimes ao nível do futebol, encontra-se preso preventivamente, desde há dois meses, o vice-presidente da autarquia e presidente do Gondomar Sport Clube, José Luís Oliveira, enquanto um outro vereador se encontra sob medidas de coacção e impedido de contactar o presidente. O PS de Gondomar reiterou a sua posição de que Valentim Loureiro "deveria pôr os interesses dos gondomarenses à frente dos seus e suspender o seu mandato até ao cabal esclarecimento de toda a situação". Ricardo Bexiga considerou ainda que a autarquia se encontra paralisada na sequência do processo "Apito Dourado", com apenas três vereadores a gerir todos os pelouros da Câmara".
Os elementos do MP do Porto deviam era ter vergonha por ter sido necessário esperar mais de um ano até que todo o processo fosse levantado pela equipa da procuradora e se verificasse que não tinham sido feitas quaisquer diligências no sentido de darem caça aos agressores.
Mais  recentemente, logo após Ricardo Bexiga ter sido agredido brutalmente, o advogado portuense apresentou queixa na PJ. Um ano e meio depois, quando a equipa de Maria José Morgado pegou na situação para a investigar deparou-se com um processo sem uma única diligência. Incrível!! A única coisa que contava do processo era a queixa apresentada por Ricardo Bexiga.
No dia 14 de Dezembro último o CM deu à estampa po relatório que a PSP fez sobre as investigações das últimas mortes, mencionando nomes e factos e a forma como tudo foi conduzido. O que fez a PJ do Porto? NADA!!
Ainda a compra de testemunhas
Carolina alega que uma das testemunhas que o MP usou no processo em que está indiciada, Paulo Lemos, foi coagida por Pinto da Costa a testemunhar contra si, com o seu advogado a afirmar, à agência Lusa, que Lemos apresentou em Junho de 2006 uma queixa na GNR de Vila Nova de Gaia na qual dizia estar a ser perseguido por um segurança do presidente do FCPorto. Pelo qual terá sido ameaçado de morte caso não testemunhasse a favor de Pinto da Costa.
Rui Passeira, diz o advogado de Carolina Salgado, José Dantas, que se trata de uma pessoa com cadastro judicial que neste momento se encontra em prisão domiciliária, reclamando que o seu depoimento “não tem credibilidade”.
Segundo a defesa de Carolina Salgado, Lemos terá sido abordado à saída de um ginásio pelo alegado segurança de PC que o ameaçou com uma pistola, obrigando-o a sair do carro e agredindo-o com vários socos. Lemos terá indicado o nome do agressor bem assim como a matrícula do carro em que se deslocava.
No requerimento de instrução aos crimes de que está (falsamente) indiciada aponta numa dessas peças, Lemos pede desculpa a Carolina e confessa que mentiu no depoimento que deu origem a este caso colateral do processo Apito Dourado. José Dantas alega ainda que Carolina não pode ser acusada dos incêndios porque actos preparatórios não são puniveis no Código Penal.
Mas vamos esquecer o caso Bexiga e vamos focar-nos em casos semelhantes nos últimos 20 anos. Entre jornalistas e pessoas ligadas ao futebol foram agredidas em emboscadas ou em sítio públicos, mais de 20 pessoas e só um único caso conseguiu chegar à barra dos tribunais por muito insistência do agredido. Falamos do ex-jornalista do desportivo A Bola, João Freitas. Mesmo neste caso, ninguém foi condenado apesar do jornalista ter sido obrigado a recorrer ao serviços de urgência hospitalar e os agressores terem sido identificados.
PC, acompanhado do seu advogado Gil Moreira dos Santos, foi constituido arguido por suspeita de ter sido o mandante/autor moral das agressões a Ricardo Bexiga no dia 25 de Janeiro de 2005, cerca das 19h30, quando este se preparava para entrar na sua viatura estacionada num local pouco iluminado no parque da Alfândega no Porto, sendo agredido na cabeça com um barrote e pontapeado por dois encapuzados.. Juntamente foram constuitdo arguidos Fernando Madureira, Líder da claque dos SD, e Carolina Salgado.
As agressões à integridade física é punida com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa. Tanto é punido quem executa como quem manda executar. Carolina Salgado terá confirmado que contactou Fernando Madureira para tratar das agressões a Bexiga.
O Processo continua no MP do Porto
O processo do atentado contra Ricardo Bexiga continuará a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal do (DIAP) do Porto, pois a matéria em causa ocorreu na comarca do Porto e o caso também não apresenta complexidade que justifique a sua avocação.
A titular do processo continuará a ser a procuradora-adjunta Graça Ferreira. Segundo fontes do DIAP do Porto, Graça Ferreira é considerada bastante competente para prosseguir com a condução do processo sobre as agressões a RB em 25 de janeiro de 2005, quando o vereador da Câmara de Gondomar saia do seu ecritório de advocacia na zona da Alfândega no Porto. O caso de Carolina Salgado está a ser acompanhado pelo procurador-geral distrital do Porto, Pinto Nogueira, com a correspendente informação à Procuradoria-Geral da República, em Lisboa, porque já não estará em causa um atentado contra o ex-vereador de Gondomar, mas toda a corrupção do futebol.
(O que aconteceu até hoje? Alguém foi condenado?)
 Entrevista
Correio da Manhã (CM). O que espera deste processo?
Ricardo Bexiga (RB). Eu espero que tudo se esclareça, até para que não se pense que no nosso país se faz política como na América latina ou à moda da Sicilia.
CM: Acredita na versão de Carolina?
RB: Senão acreditasse não estava aqui. Carolina Salgado há 2 meses, procurou-me, contou tudo e pediu-me desculpa. Não tenho a menor dúvida de que vai confirmar tudo.
CM: O Que o faz mover neste caso?
RB: A importância das pessoas em breve saberem que é posível fazer intervenção cívica sem agressões.
CM: O que espera para o futuro?
RB: Será imperioso o Procurador-Geral da Repúbica e o ministro da Justiça dotarem agora os órgãos de investigação criminal de todos os meios necessários para resolver este caso e que os factos, gravíssimos a todos os niveis, não fiquem nunca impunes. A democracia precisa de vencer este desafio e o Estado tem de dar o exemplo nesta situação de alta corrupção.
 (E a democracia venceu o desafio? E o Estado deu o exemplo? E a alta corrupção ficou impune?)
Pinto da Costa continua livremente a denegrir as pessoas e instituições , continua a rir-se da justiça cometendo os mais diversos actos criminosos e nada lhe acontece.
Até quando?